O post No mundo nada se cria, tudo se transforma! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Quase que certamente (esta foi uma formulação de linguagem prolixa e complexa, que não quer dizer muita coisa), então teremos um panorama mais claro do que o Brasil pode esperar em seu futuro, com base nos resultados das eleições, tanto na esfera estadual como na federal. E ficamos na torcida para que o Brasil caminhe e cresça em verdadeira transformação, em todos os sentidos. Que os sonhos de um país grande comecem a se tornar mais realistas, gerando justiça, ética, produtividade, segurança, educação, riqueza e menos desigualdades.
Hoje, para quem acredita em coincidências, escrevo tudo isso à luz do Dia da Independência (rimou). É dia de reflexão e de avaliação sobre o quanto os brasileiros estão comprometidos com o país e o quanto precisamos crescer em postura cívica. Hoje, e todos os dias, é fundamental o engajamento de cada cidadão com a ética e os melhores princípios para construir o bem comum dos brasileiros. Que o feriado seja mais do que um dia de lazer, ao promover a união das pessoas com a nossa História e as lutas que viabilizaram a Independência!
Meu desejo sincero é que os mais velhos, aqueles que conseguiram aliar os anos de vida com o conhecimento e a postura cívica, possam ser mais do que conselheiros dos mais jovens. Mais do que mentores contadores de Histórias. Espero que sejam estimuladores dessa reflexão e do engajamento com um compromisso maior, como é a prática comum em Coaching. Que nosso filhos e netos sejam os coachees mais queridos, com ação e olhar positivo de um Brasil que trabalha para que o brado da Independência não se perca no passado, mas que possa sempre orientar o nosso futuro. Até outro dia!
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]]>O post A geração mimimi e a eleição presidencial! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Apesar de ser simples de entender a motivação desta postagem neste espaço, vale explicar que todos os amigos leitores enfrentarão esse dilema comportamental. Mesmo aqueles que dizem “não gostar ou não se interessar por debate político” correm o risco de expressar-se de uma forma que os levará a enfrentar demandas judiciais. Como disse o ator Marcos Caruso em um programa de rádio, em São Paulo, se você disser que não gosta de leite com lactose corre o risco de a vaca processar por discriminação. Dito isso, hoje eu quero enlouquecer a galera que me acompanha neste espaço.
Considerando que eu não quero ser processado por defender uma ou outra ideia (acho difícil isso acontecer só porque eu toquei no tema da vaca), vou explorar o assunto a partir de depoimentos de pessoas que são filósofos e historiadores respeitados por seus conhecimentos e dom da retórica. Começo com um trecho da apresentação de Leandro Karnal, junto com Mario Sergio Cortella e Luiz Felipe Pondé, em que ele dá a sua opinião sobre a geração mimimi. Em um vídeo de quase 4 minutos, ele dá exemplos e o grupo conclui com uma piada bem impactante: a prova de que há vida inteligente fora da Terra é que nunca vieram para cá! Assista ao vídeo.
Aí eu me lembrei de um conjunto enorme de frases que aparecem no cotidiano nacional, e podem representar processo por racismo, injúria ou discriminação. Esse é um cuidado que os candidatos, seus vices e seus assessores mais próximos deverão ter ao extremo, sob o risco de perseguição feroz por todos os cantos. E cada um de nós também será patrulhado pelos pseudo repórteres de celular em punho, aquela turma que está pronta para gravar qualquer coisa para jogar na Internet e fazer barulho. Muito cuidado ao debater ou conversar em público, na defesa de ideias ou vontades.
Stanislaw Ponte Preta, um dos maiores escritores, compositores e cronistas do Brasil, hoje seria enjaulado já no primeiro momento em que comentasse do seu concurso “as certinhas do Lalau” e usasse de suas frases de efeito para comprovar o chamado FEBEAPÁ (Festival de Besteiras que Assola o País). Fico a imaginar como a geração mimimi receberia o “Samba do Crioulo Doido”, uma forma que o Ponte Preta encontrou para abordar a História do Brasil de maneira bem-humorada. Vale a pena conhecer para gostar, criticar, detestar, mas, em hipótese alguma, desconhecer todo o non-sense por ele criado. Assista ao vídeo.
Bem, há uma declaração surpreendente do ator britânico John Cleese, que mostra o politicamente correto como problema (será um problema?) alastrado na Inglaterra. Vejam o depoimento dele e busquem formar opinião sem pré-conceitos (Assista ao vídeo). Agregado, temos também um trecho especial do debate de Karnal, Pondé e Cortella, quando estes dois últimos dão opiniões sobre mimimismo (Assista ao vídeo). Ali é citado o artigo de Pondé, chamado Sociologia do Mimimi. Clique aqui e leia.
Finalizando, em tempos de espetáculo da democracia (como muitos chamam o processo eleitoral), um programa chamado Café Filosófico foi comandado por Pondé, Karnal e Cortella e discutiu tema fundamental para a nossa vida. Se você quiser crescer sua condição de debate com amigos e colegas, sem mimimi, assista (clique aqui) todo o encontro sobre Ética e Democracia. Será uma hora de excelente e bem-humorado aprendizado sobre algo que estará ocupando nossas vidas, nos próximos anos e décadas.
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]]>O post Da Sexta-feira 13, da Croácia à Tailândia! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Deixando a crendice negativa de lado, pois também há crendices positivas, a superstição que envolve a sexta-feira 13 encontra na Astrologia o fato de que esse dia da semana é regido por Vênus, o planeta do amor, da beleza, do entretenimento e da harmonia. Para os místicos, o número 13 está associado à evolução do ser humano, o que nos sugere reconhecer e valorizar os pontos mais positivos da vida e usá-los com bom senso, equilíbrio, inteligência e sabedoria. Vamos valorizar a persistência, a dedicação, a vibração pessoal e o esforço coletivo, celebrando o sucesso e, agora, citando dois casos que polarizaram o mundo na semana.
Começo pela Copa do Mundo de Futebol na Rússia. Eu estava em um taxi, acompanhando o jogo Croácia e Inglaterra pelo rádio, quando os ingleses ainda venciam por um a zero. O motorista me perguntou se eu sabia onde ficava a Croácia, e eu fiquei pensando quantos jovens e adultos teriam dificuldades para responder essa pergunta. A Croácia é um país cativante, que superou muitos problemas no Século XX, e que precisou de uma luta renhida e sangrenta para conquistar e efetivar a sua independência, nos anos 90. Depois, vem alcançando sustentabilidade em seu desenvolvimento social e econômico (confira neste vídeo de 2 minutos).
A vitória que a Croácia conquistou sobre a Inglaterra foi épica. Jornais de todo o mundo repercutiram a conquista conjugando a competência dos jogadores, a forma como unidos ultrapassaram as dificuldades internas ao grupo desde a classificação e, por fim, a energia física fantástica aplicada na trajetória até a final. Porém, duas cenas fora do tempo de jogo evidenciam que, muito mais do que celebrar a vitória, os croatas se mostraram dignos e diferenciados em outros quesitos. Um deles pode ser conferido pela maneira como os jogadores se integraram com suas famílias, após o apito final do árbitro. O outro ponto de destaque é ter uma mulher presidente, Kolinda Grabar-Kitarovic, que tirou folga para acompanhar a seleção nas partidas finais, descontando os dias de seu salário, viajando em voo comercial e pagando o próprio ingresso.
Finalizando com chave-de-ouro, e talvez isto até pudesse estar começando este artigo dada à sua magnitude pelo engajamento humano com a vida, temos o caso dos meninos presos em uma caverna na Tailândia. O caso já foi muito debatido e detalhado, durante todos os dias de angústia até o resgate final bem-sucedido. O que vale deixar registrado é que uma situação complexa e difícil pode ter final feliz, desde que haja união, processo participativo e integrador das competências individuais do grupo e, não menos importante, que sempre se dê a devida importância ao ato de planejar o que será feito, antes de sair fazendo as coisas a esmo. Lição que é plenamente sabida, mas nem sempre seguida por nós, que somos consultores, mentores, coaches e conselheiros empresariais.
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]]>O post Você já trabalhou com expatriados? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Da mesma forma que, sem dificuldades, o mundo encara essa mobilidade no esporte, o mesmo acontece na gestão de empresas. Ainda que convivendo com problemas de oscilação na economia, o Brasil é um objetivo interessante para muitos profissionais em cargos executivos e empreendedores, atraindo gente desde países em desenvolvimento até mesmo de países economicamente fortes. Muitas vezes, o salário pago no Brasil supera aquele recebido no país de origem (não vamos aqui tratar de custo de vida, o meu interesse é outro).
Ainda que o setor de energia esteja sendo um diferencial marcante nesse sentido, a concessão de vistos de trabalho a executivos estrangeiros tem crescido muito, no Brasil. Essa decisão, normalmente, pode ter origem em duas situações: o profissional vem transferido pela empresa onde trabalha, para ocupar um cargo na filial brasileira, ou; há uma vontade própria de buscar um novo ambiente de trabalho, sem apoio logístico para ele e para a família. É muito comum que, nesta segunda opção, haja o espírito empreendedor dominante, quando esse profissional decide aplicar suas economias em um “negócio próprio dos seus sonhos”.
Seja em um caso ou no outro, problemas e dificuldades começam a bater na sua porta. Pode ser em razão do idioma, da adaptação da família ou mesmo de características típicas do lugar em que escolheu para viver (e, em certos casos, empreender). Porém, especificamente em se tratando do Brasil como ambiente de negócio, a complexidade de leis, normas, sistema fiscal e tributário, questões trabalhistas e, por que não dizer, as idiossincrasias específicas do tipo de empreendimento, tudo isso pode levar esse profissional à loucura. O que sugere haver campo vasto de trabalho para consultores e Coaches que possam, além de demonstrar afeto e atenção, ajudarem essa gente a encontrar caminhos para avançarem com investimentos e sonhos.
Atualmente, cerca de 70% das expatriações enfrentam algum tipo de problema ou dificuldade ao expatriado, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas. Para processos que não têm êxito, 50% são porque a pessoa (e/ou sua família) não se adaptou(aram) ao novo estilo de vida. Não é uma questão de competência profissional, mas de mera e simples adaptação a um novo contexto. E então, como foi comentado anteriormente, eis aqui um grande espaço para o Coach desenvolver suas habilidades.
O espaço e a oportunidade que comentamos ficam ainda mais consistentes se, por vantagem competitiva, o Coach tiver domínio de idioma estrangeiro. Amigos leitores, pensem a respeito e façam os seus planos para conquistarem mais clientes e, dessa forma, colaborarem com expatriados à espera de apoio e orientação.
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]]>O post Não quero esclarecer, eu quero é complicar! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Poucos meses depois de lançada a Cloud Coaching, sua audiência já era medida em dezenas de milhares de pessoas, todas interessadas no excelente conteúdo preparado por vários profissionais competentes e de diferentes áreas de atuação. E eu acabei ganhando outro tipo de desafio, que foi desenvolver o Espaço do Coach, que alguns leitores conhecem. Nessa parceria minha com a equipe de articulistas da Cloud Coaching, pude gerar novos amigos e muito aprendizado. Hoje, em homenagem a tudo isso que aconteceu, quero aqui mencionar um profissional que me inspira com suas iniciativas, até porque o trabalho dele (como o meu) tem base em estudos avançados.
Daí, decidi hoje aquecer um assunto tido como polêmico e muito mistificado dentro do ambiente do Coaching. Quem fez algum curso (qualquer um) de formação deve ter ouvido e lido que ele é diferente de Mentoria. Aqui neste blog você encontrará artigos e definições diferenciando o Coaching da Mentoria e do Aconselhamento. Muitos, até hoje, afirmam que o Coach não deve e não pode ser mentor e nem aconselhar o Coachee. Será isso uma verdade absoluta?
Como um profissional que agrega a formação acadêmica, tenho o direito de perguntar: será que o Coaching realiza o que promete? Qual o referencial teórico que me permite acreditar em tudo o que o Coaching promete fazer? Será mesmo uma prática tão independente das demais?
Pois bem, em minhas pesquisas avancei nessas questões e descobri que, na década de 1980, uma linha de cientistas já tratava da relação entre a Mentoria e o Coaching. Em dois trabalhos da época, liderados por Kathy Kram, o Coaching era posicionado como uma das funções da Mentoria, especificamente voltada para o desenvolvimento de carreira, quando o cliente do processo busca garantir aprendizado e evolução profissional.
Rey Carr, em 1999, continuou a manter afinados esses conceitos, pois entre os dez pontos fundamentais, inerentes ao excelente mentor, em um deles ele apontava, explicitamente, a necessidade de aplicar habilidades de Coaching para criar a visão, explorar sonhos para o futuro, desenvolver pontos fortes, enfrentar as barreiras autoimpostas e usar as habilidades de relacionamento. Em 2001, uma releitura dos trabalhos de Kathy Kram apresentou modificações na forma de tratar os papéis de Mentor e Coach, comparativamente aos estudos publicados em anos anteriores, sem diferenciá-los totalmente.
Nestes cinco anos, em meus dois espaços de postagem, várias vezes toquei no assunto a partir de estudos de cientistas internacionais, divulgados em publicações de prestígio. No Brasil, é comum vermos referências de estudiosos à relação de proximidade ou de afastamento entre o Coaching e a Mentoria. Pois bem, nos dias presentes, com muita coragem e competência, vejo o amigo Marcos Wunderlich apresentar um caminho inovador que, mesmo analisando o Coaching e a Mentoria como práticas diferentes na metodologia e no foco, são absolutamente complementares para que o cliente consiga avançar em seus propósitos.
Porém, o Marcos vai além e inclui, no contexto profissional, a figura do Adviser (Conselheiro) Humanizado. Ou seja, a intervenção adequada de um profissional para atender seu cliente, da melhor maneira possível, requer um conhecimento pleno das ferramentas do Coaching, da Mentoria e do Advice, mantendo bons princípios, valores humanizados e a ética sempre vivos no processo.
Como avisei pelo título, eu vim hoje aqui para celebrar cinco anos complicando a vida de vocês leitores. Para um complemento mais claro sobre essa forma de fazer conviver o Coaching, a Mentoria e o Advice Humanizado, convido a que vocês assistam esta curta apresentação em vídeo abaixo. Depois disso, forme a sua opinião e passe a se orientar por ela. Ao final, o que manda mesmo é o resultado positivo que seu cliente alcança com seu apoio e competência.
Link original: https://www.youtube.com/watch?v=uAQQuYVsrks
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]]>O post Mobilidade Sustentável: O Mundo quer falar com uma só voz! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Hoje vou trazer pensamentos de Nancy Vandycke, que lidera estudiosos do Banco Mundial sobre transporte, buscando a Mobilidade Sustentável para Todos, texto-conteúdo publicado no ano passado. Sua atualidade é marcante e o assunto tem repercussão em eventos da ONU e de outras instituições importantes, como o fórum mundial da OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, da qual o Brasil faz parte. Para entender melhor minha tese, bastaria perguntar o quanto que os problemas de transporte geram de estresse, perda de tempo, custos altos, poluição e doenças afins, distância de lazer e família, entre outros dilemas que diferentes intervenções humanas são chamadas a acompanhar.
Conforme Nancy afirma em seus estudos, o setor de transportes está mudando a uma velocidade vertiginosa. Até 2030, o tráfego global de passageiros deverá aumentar em 50% e o volume de carga em 70%. Até 2050, teremos o dobro de veículos na estrada, com a maior parte desse aumento vindo de mercados emergentes, onde a expansão econômica constante está criando novas expectativas de estilo de vida e aspirações de mobilidade. Essas transformações criam oportunidade única para melhorar a vida e a subsistência de bilhões de pessoas, facilitando o acesso a empregos, mercados e serviços essenciais, como saúde ou educação.
Mas o crescimento do setor de transportes também pode ocorrer ao custo de maior uso de combustível fóssil e emissões de gases do efeito estufa, aumento da poluição do ar e do ruído, número crescente de mortes nas estradas e agravamento das desigualdades no acesso. Embora sejam desafios globais, os países em desenvolvimento acabam sendo afetados desproporcionalmente, a exemplo do Brasil. Os países de baixa e média renda abrigam metade dos veículos do mundo e respondem por mais de um milhão de mortes ocorridas, anualmente. Se não tomarmos medidas agora, as emissões de gases por conta do transporte dos mercados emergentes poderão triplicar, até 2050 e representarão 75% do total global.
Embora a defesa da mobilidade sustentável seja evidente, o setor ainda carece de coerência e objetivos claros. Existe um caminho a seguir que requer a cooperação pró-ativa entre todas as partes interessadas, motivando a criação do programa Mobilidade Sustentável para Todos, parceria de inúmeros atores globais determinados a direcionar a mobilidade na direção certa. São bancos de desenvolvimento, agências das Nações Unidas, organizações bilaterais, ONGs, governos nacionais e empresas privadas. Consensualmente, há três premissas fundamentais que orientam esse programa revolucionário.
Para seus promotores serem bem-sucedidos, além de abrir conversação clara e transparente, também se precisa definir metas claras. Apesar de seu papel crítico no desenvolvimento econômico e social, o transporte é o único setor importante que não conseguiu obter seu próprio Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (Sustainable Development Goal – SDG), para 2030. No entanto, ele impacta em todos os 17 objetivos criados pela ONU. Atualmente, busca-se acordo sobre um conjunto de objetivos para o setor, em consonância com objetivos internacionais recentes, tendo como metas o acesso equitativo, a segurança, a eficiência e capacidade de resposta aos impactos do clima.
Pense assim…. Como um Coach, cada vez mais você estará atendendo pessoas que são impactadas pelas mudanças ou são as lideranças que promovem as mudanças, em tudo o que diz respeito ao ambiente e à mobilidade. Ou você se aplica a entender esse novo cenário futuro, contribuindo de fato com a inovação e a realidade de seus clientes, ou … Você já sabe!
Assista ao vídeo!
Link original: https://www.youtube.com/watch?v=ihbRtl-pxqs
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]]>O post É possível medir resultados em Marketing? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Quando se aplica energia para o ambiente interno das empresas, imediatamente reacendem os conflitos. De um lado, há a necessidade enorme de cortar custos e eliminar despesas, algo que a área financeira sabe muito bem realizar. Por outro lado, existem os necessários investimentos e dispêndios na área de Marketing e nas Operações da empresa, o que fica bastante limitado nos momentos de crise. Também não se pode esquecer que a área de RH busca realizar um papel crescentemente estratégico, para o que precisa de recursos em treinamento e outros tipos de intervenção, como Coaching e Mentoria.
Será que algum dia haverá final feliz para os conflitos que envolvem Finanças, Operações, RH e Marketing, principalmente quando da definição de recursos em investimentos e despesas? No momento de concluir o planejamento orçamentário, sempre aparecem divergências entre as perspectivas da área financeira e as dos demais executivos, sendo que (por vezes) cabelos chegam a ser arrancados! O ponto-chave é apontar qual o resultado real que as despesas ou os investimentos propostos irão trazer para o negócio?
Dado o nosso espaço ser voltado à temática Coaching, vou me fixar em uma exemplificação centrada no RH, mas valeria para todas as outras áreas. O executivo de RH, pela sua ótica, garante que a importância de uma contratação está ligada à formação ou confirmação de competências associadas ao crescimento do negócio (via serviços e/ou produtos). No médio e no longo prazo, isso se refletirá em produtividade e rentabilidade. Como combinar estratégias e táticas tão importantes com os recursos limitados e abaixo das expectativas?
O executivo financeiro, ou mesmo o próprio dono do negócio, até entende que essas premissas são adequadas aos interesses empresariais e terá significativos reflexos em tudo que diz respeito à atividade-fim. Mas ele quer que, cada vez mais, seja possível cortar custos e maximizar os investimentos em RH. Como se pode atingir uma alta rentabilidade praticando um investimento reduzido nessa área? Como provar que haverá ganho com a confirmação daquele investimento ou daquela despesa?
Rentabilidade tem relação direta com qualidade, custos controlados, logística, produtividade, divulgação e relacionamentos com stakeholders. Surgem então outras perguntas. Como definir os investimentos que valem a pena? Será que os prazos de concretização de resultados, no entendimento da área financeira e da área de RH, serão compatíveis entre si? Será possível estabelecer-se indicadores mensuráveis, aceitos por ambos os atores desse processo de gestão? Há forma de apropriar por produto, serviço ou projeto?
Em primeiro lugar, o ambiente de negócios exige que os gerentes se harmonizem em busca de objetivos comuns. Portanto, além da competência técnica e dos profissionais bem capacitados, exige-se que cada área especializada se alinhe ao modelo de negócios da empresa, com o fim dos paradigmas setoriais. Só para amenizar, eis uma lição antiga que se ajusta a qualquer empresa: as pessoas não desenvolvem aquilo que não conhecem ou não entenderam. Portanto, vamos apostar na integração das áreas, pois de nada adiantará tentar convencer a outra parte de algo se, no final das contas, não existir entendimento comum do processo.
No Brasil, é da tradição da área financeira certo imediatismo na obtenção de resultados, levando o planejamento de outras áreas a um julgamento rigoroso, pois que nele podem estar envolvidos fatores a serem viabilizados em período mais longo. E também é da tradição que os profissionais de outras áreas (exemplo do RH) nem sempre estão preparados para vincular investimentos a metas quantificadas.
Hoje em dia, é possível trabalhar com métricas que auxiliam a entender o retorno sobre investimento em projetos, ou mesmo em estruturas organizacionais. Além de contar com o avanço tecnológico dos sistemas digitais, bem como pelo conhecimento sobre os fatores críticos de sucesso do negócio, a empresa poderá viabilizar sistemas de apoio à decisão em praticamente todas as suas áreas estratégicas. Na atual arena de mercado, essa visão proativa torna-se mais que fundamental.
A ênfase deve estar em identificar fatores que geram percepção de valor e satisfação aos stakeholders, segundo os princípios e práticas adotadas por qualquer empresa similar do mercado. Certamente, isso não é rápido, fácil e nem há uma fórmula mágica que sirva a toda e qualquer empresa. O que existe disponível é um conjunto de pesquisas, modelos e estudos que podem contribuir para se gerar valor ao cliente e, com isso, identificar os impactos em rentabilidade e produtividade.
Como ponto final de atenção, o sucesso empresarial está estruturado em três pilares essenciais, com muita harmonia: (a) qual a capacidade que sua empresa tem em fidelizar o cliente ou consumidor; (b) como ela consegue explorar as oportunidades e forças atuais no mercado, para isso, e; (c) não menos importante, como a empresa pode ampliar (transferir) esse grau de relacionamento para outros produtos ou serviços. Começando por analisar sistematicamente esses pilares, estará aberto o acesso ao caminho tão esperado, e que permitirá medir o retorno de investimentos em qualquer área interna ou projetos da empresa.
Caso esteja difícil para você (de qualquer área ou categoria profissional) entender ou mesmo vislumbrar essa possibilidade de identificar o retorno sobre investimentos, que tal conversar com o responsável financeiro para ele lhe autorizar contratar um Coach que venha em seu auxílio. Vamos começar a pensar nisso?
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]]>O post A conexão entre Coaching e Resultados Empresariais! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Afirma Cohen que, em um ambiente de negócios no qual a estratégia pode mudar rapidamente, e em que empresas globais precisam mostrar sensibilidade às condições locais, ainda que mantendo o alinhamento estratégico no mundo todo, o Coaching fornecerá valor somente quando envolver múltiplos públicos de interesse, perspectivas e dimensões. O modelo de intervenção que melhor atender o contexto organizacional representa o próximo estágio na evolução de sua arte e ciência, quando os compromissos de Coaching precisam ser descritos também com inclusão das perspectivas e competências de consultoria organizacional.
O encontro individual entre Coach e cliente continua a ser fundamental na definição dos objetivos do processo. Outras partes interessadas, no entanto, devem ser envolvidas em conta no processo. Essas outras partes incluem o gerente do cliente, que não só ajuda a definir as expectativas em torno do trabalho do profissional de Coaching, mas também assume a responsabilidade de criar um ambiente favorável que apoie o desenvolvimento e o sucesso pós-Coaching. Inclui também envolver gerência sênior e representantes de funções-chave como RH, que compartilham a responsabilidade de articular os objetivos estratégicos da organização e orientar o esforço de Coaching para que as agendas organizacionais de capacitação e estratégias estejam adequadamente alinhadas.
Mas como medir o sucesso? O Coaching, concentrando-se no desempenho individual, leva em grande medida a expectativa de que o aprimoramento das capacidades do cliente acabará por produzir resultados empresariais palpáveis. A Right Management realizou uma pesquisa com profissionais de recursos humanos, para a qual 46% dos entrevistados indicaram que não realizam rastreamento da eficácia do Coaching, enquanto apenas 14% realizam avaliações formais, tanto antes quanto depois do processo. Destes, cerca de 25% a 30% acompanham a satisfação do cliente e o efeito sobre o comportamento organizacional. Quanto ao conceito de retorno de investimento em Coaching, a pesquisa mostra que há uma média de 11% (ROI).
Finalizando, dando ênfase na transparência, estratégia e impacto organizacional, a próxima geração de Coaching oferecerá novas oportunidades para medir o sucesso uma vez definido um conjunto claro de metas pessoais do cliente e adicionando medidas de resultados empresariais. Determinadas de início, as métricas incluem avaliações de controle anterior e posterior, medem o desempenho tanto pela organização, quanto pelo cliente individual, chegando a progressos de unidades de negócios ou mesmo da empresa, como um todo. Com atenção sustentada para alinhar as metas de Coaching com os resultados empresariais desejados, e focado nas lideranças internas, esse modelo de ação trará mais resultados e retorno às organizações.
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]]>O post O primeiro Natal apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Os adultos irão lembrar e sofrer com as perdas dos parentes que se foram para outros planos espirituais, às vezes, acompanhados das crianças que perderam pais ou avós. Porém, são os pequenos que trazem o alento e a esperança de um amanhã promissor, com portas abertas a um mundo melhor.
Afinal, a vinda de Jesus e a celebração do seu nascimento merecem essa união familiar. E que fica melhor ainda se explicada por palavras simples, no linguajar dos pequenos.
Natal é o momento especial de valorizar essa visão pura e terna de um mundo que viu Jesus nascer, há mais de 2.000 anos.
Por essa razão, peço que cada leitor deste espaço faça sua reflexão Natalina a partir do vídeo a seguir. E que compartilhe com seus pequenos, para melhor entenderem o sentido do Natal em família.
Boas festas a todos vocês!
Link original: https://youtu.be/My4oHRn4E-A
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]]>O post Seja um agente transformador! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A minha apresentação, dirigida preferencialmente (mas não exclusivamente) a Coaches, teve por título “Você é um agente transformador”. Com o aval e a generosidade do Murilo, que concordou com minha solicitação, decidi aproveitar este espaço especial para repercutir aquelas minhas “ideias e travessuras” tratadas na apresentação (antes que me critiquem por brincar com o que é típico do Halloween, vale lembrar que o Saci Pererê é personagem do folclore brasileiro e, também, é muito brincalhão). Que fique muito claro, a todos vocês, a minha motivação é a de estimular que os leitores não só acompanhem o conteúdo que criei para o evento como, ainda mais, sintam a oportunidade aberta para acessarem o material produzido pelos demais profissionais.
Para estimular que você, meu amigo leitor e Coach, “Seja um agente transformador”, assista ao vídeo abaixo e, depois, não deixe de comentar a respeito. Seja para aprovar, apoiar ou criticar, sua opinião sempre é bem-vinda.
Link original: https://youtu.be/-sQEVYn0Yts
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