Glauco Vega, Colunista em Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/author/glaucovega/ Tue, 25 Oct 2022 18:57:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.cloudcoaching.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png Glauco Vega, Colunista em Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/author/glaucovega/ 32 32 165515517 Venda Consultiva: O que é e como implementar? (parte I) https://www.cloudcoaching.com.br/venda-consultiva-o-que-e-e-como-implementar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=venda-consultiva-o-que-e-e-como-implementar https://www.cloudcoaching.com.br/venda-consultiva-o-que-e-e-como-implementar/#respond_43093 Fri, 21 Oct 2022 14:20:19 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=43093 A função do vendedor não é empurrar um produto ou serviço para fechar uma venda. Se você pensa assim, você está jogando contra a sua própria venda. Qual a solução? Aprenda tudo sobre a venda consultiva.

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Venda Consultiva: O que é e como implementar? (parte I)

Não é você que vende, é o cliente que compra.

Capturou a mensagem?

Pegou a essência e a profundidade disso?

Vou repetir para você gravar na sua mente: Não é você que vende, é o cliente que compra!!!

O empresário/vendedor que tiver essa frase em mente, entenderá o que é a venda consultiva.

Pensa comigo, o nosso objetivo é conhecer e atender o cliente tão bem que o produto ou o serviço se vende sozinho, pois estou conectado com a necessidade do meu futuro cliente.

Isso vale para qualquer venda, da capinha de celular até uma venda mais complexa.

A função do vendedor não é empurrar um produto ou serviço para fechar uma venda. Nosso real papel é perceber as necessidades do cliente, estudar a melhor maneira de resolver isso e mostrar para ele como a solução de sua empresa pode ajudar.

Porém muita gente ainda está com a sua mentalidade na velha economia, onde emperrar um produto ou serviço é o considerado normal.

Na minha humilde opinião a frase que passa na cabeça dessas pessoas é: F#d@-se o que o cliente quer, o importante é vender.

Lamento dizer que você que pensa assim está jogando contra o próprio patrimônio.

Se o empresário/vendedor criar um significado e for bem-sucedido nesse papel de uma venda bem realizada, ele não precisará pedir que o cliente compre. O próprio cliente vai solicitar um orçamento e fechar a venda. Funciona numa relação similar à do Inbound Marketing.

Inbound Marketing é o conjunto de estratégias de marketing que visam atrair e converter clientes usando conteúdo relevante. Diferentemente do marketing tradicional, no Inbound Marketing a empresa não vai atrás de clientes, mas explora canais como mecanismos de busca, blogs e redes sociais para ser encontrada.

Bora pra mão na massa?

Como implementar a venda consultiva?

Primeiro é necessário você definir um caminho, ter um “norte” e uma metodologia, pois assim a implantação fica fluida entrando na rotina do time comercial.

Passo 1 – Prospecção

Vamos lá, independentemente de sua venda ser consultiva ou não, é importante entender que sem leads (Um Lead é uma oportunidade de negócio para a empresa. De forma mais concreta, Lead é alguém que forneceu suas informações de contato como nome, email, telefone, etc em troca da sua oferta de valor), isto é, pessoas que você acredita que estejam interessadas em seus serviços e produtos, não há como iniciar qualquer processo de vendas.

Existem muitos jeitos de fazer a prospecção. Se você achar valido posso trazer nos próximos artigos um guia de prospecções nos próximos artigos. É só escrever nos comentários beleza!

De forma objetiva  o que é importante que você saber agora é que: depois de estudar o mercado, as características de sua solução e de seus clientes, você então deve definir um perfil de cliente ideal, a tal persona (Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes. Apresenta, também, uma criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações). Parece babaquice, porém na nova era de negócios que estamos vivendo isso se torna vital, pois você economiza tempo e dinheiro.

Na sequencias é hora de criar uma lista potenciais clientes que se encaixem nessa persona. Você irá entrar em contato com eles na etapa 2, para qualificá-los. Isto é, descobrir se realmente há possibilidade de se tornarem clientes durante o processo de venda consultiva.

Para formar essa lista de possíveis clientes, o vendedor pode:

  • Usar o marketing de conteúdo para atrair interessados que vão preencher formulários com dados em seu site;
  • Fazer pesquisas nas mídias sociais, principalmente no LinkedIn, mas também no Facebook, Twitter e outras;
  • Pedir indicações para seus clientes atuais;
  • Visitar feiras de negócios, palestras e eventos e trocar muitos cartões de visita;
  • Acionar sua rede de relacionamentos e procurar pessoas que podem ter sido promovidas – e se tornaram possíveis clientes;
  • Usar mais do marketing digital, além do marketing de conteúdo, como o GoogleAds, Rede de Display e outras opções de anúncios em mídias sociais.

Dica de comunicação: Seja inovador! Busque sempre maneiras alternativas de tocar o coração e a razão de seus clientes e fazê-los sentir que você pode oferecer, de fato, uma excelente solução para o negócio de eles ser mais lucrativo e eficiente.

Infelizmente não vou conseguir detalhar os outros passos neste artigo, então farei uma sequência para detalhar para você os demais passos.

E deixo um desafio. Faça o primeiro passo com maestria e já verá resultados em suas prospecções e vendas.

Até o próximo artigo!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o que é e como implementar a Venda Consultiva? Então, entre em contato comigo, mande mensagem através do meu Instagram, clique aqui. Terei o maior prazer em responder.

Glauco Vega
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Confira também: Você presenciou a mudança no curso da história das vendas?

 

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Você presenciou a mudança no curso da história das vendas? https://www.cloudcoaching.com.br/evolucao-das-vendas-voce-presenciou-a-mudanca-no-curso-da-historia-das-vendas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=evolucao-das-vendas-voce-presenciou-a-mudanca-no-curso-da-historia-das-vendas https://www.cloudcoaching.com.br/evolucao-das-vendas-voce-presenciou-a-mudanca-no-curso-da-historia-das-vendas/#respond_42616 Fri, 23 Sep 2022 14:20:41 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=42616 O processo de vendas veio evoluindo ao longo do tempo e a pergunta que não pode ser ignorada é: Você está preparado para tirar o maior proveito desse novo modelo de vendas?

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Você presenciou a mudança no curso da história das vendas?

Se você tem vivenciado a jornada de um empresário e também vendedor profissional, você está vendo as mudanças no processo de vendas acontecerem… você deve ter sentido que algo mudou né?

Você deve ter percebido que as coisas não estão seguindo o mesmo curso na hora de fechar as vendas, aquela sensação que algo mudou no processo e não está mais como havia sido desde sempre.

Pois é… O processo de vendas veio evoluindo ao longo do tempo e a pergunta que não pode ser ignorada é:

Você está preparado para tirar o maior proveito desse novo modelo de vendas?

Houve uma incontestável evolução no processo e modelo das vendas e o que mudou não pode ser ignorado.

Para quem está começando agora então as mudanças no processo de vendas é mais pesada. Isso porque a profissão do vendedor (e vamos combinar que todos nós somos vendedores) está enfrentando a sua maior mudança desde a invenção do telefone.

O modelo tradicional de vendas que aprendemos empiricamente, ou seja, aprendemos baseado na experiência de outras pessoas e que sempre usamos para criar confiança em nossos clientes, prospects e nos nossos mercados está mudando diante de nossos olhos.

Vender e ser um vendedor, indiscutivelmente é uma das profissões mais antiga do mundo, e apesar de muitas coisas terem mudado e evoluído desde o seu nascimento, outras continuam iguais, por exemplo, todo vendedor precisa de:

  • Prospects;
  • Criar interesse;
  • Comunicar de forma eficaz;
  • Contar uma história;
  • Superar objeções;
  • Negociar;
  • Pedir a venda.

Estes fundamentos são atemporais e de certa forma permanecem intocáveis, e irão continuar sendo parte dos principais pilares das vendas, para quem quer vender bem.

No entanto, existem muitas mudanças, muitas coisas que mudaram e estão mudando no processo de vendas. O que faz com que toda pessoa, seja ela um vendedor profissional ou um empresário, tenha que se adaptar e abraçar a mudança, a evolução das vendas, se quer continuar a fazer negócios/vendas nessa nova era que estamos vivendo.

Elenquei algumas mudanças no processo de vendas para que você possa refletir, a saber:

  •  Os métodos de comunicação mudaram;
  •  O nosso círculo de influência mudou;
  •  A disponibilidade de inteligência e as informações mudaram;
  •  O cenário competitivo mudou;
  •  O comportamento de compra mudou;
  • Agora o poder está nas mãos dos clientes.

Hoje os compradores têm muito mais poderes do que qualquer outra pessoa em qualquer outro momento da história.

Qualquer tipo de informação que seu potencial futuro cliente queira saber sobre você está facilmente disponível online. E se você não está online, você está fora do jogo.

É como disse Bill Gates:

“Em dois anos vão existir dois tipos de empresas: as que fazem negócios pela internet e as que estão fora dos negócios” (Bill Gates)

Vamos entender.

Hoje nossos clientes e futuros clientes podem acessar depoimentos, elogios, reclamações, páginas com informações dos produtos, especificações, comunicados de imprensa, informações competitivas, preços, praticamente tudo o que eles queiram saber está literalmente em suas mãos, sem muita dificuldade.

E se os consumidores não encontrarem o que estão procurando sobre a sua oferta/produto/serviço, eles não pensarão duas vezes em passar para o próximo concorrente. Pegou visão?

No passado, um vendedor tinha o controle da conversa, porque eles controlavam o fluxo de informações. Com a evolução das vendas, isso mudou ou morreu.

O controle agora mudou de lado, foi para o comprador, e estudos mostram que os decisores, em média, consomem conteúdo antes de estarem prontos para uma conversa com o vendedor, ou seja, o cliente já vai pronto para comprar e dependerá de você saber aproveitar essa oportunidade.

Por muitos anos usamos táticas de prospecção como as ligações frias.

Essa estratégia tem perdido eficiência e está cada vez mais sendo vista como uma interrupção e um aborrecimento para os prospects. Esse aborrecimento fica mais forte, pois alguns “gênios” pegaram a mesma estratégia das ligações frias e colocaram no WhatsApp. Sabe quando você recebe uma mensagem do nada de alguém ou empresa que você nunca viu e não conhece, pois é, estão fazendo isso com muita frequência e queimando oportunidades.

Pesquisas recentes mostram que mais de 80% das pessoas não querem mais falar por telefone, preferindo um contato por whatsapp. Porém não é por isso que você deve mandar mensagens em bases frias e sem relacionamento.

E aqui já temos uma mudança forte no modelo de comunicação.

Vamos comparar as diferenças entre as eras de vendas?

Contatos frios versus tecnologia

No modelo tradicional de vendas o telefone era o principal método de prospecção.

As chamadas eram realizadas em um grande volume para gerar uma alta taxa de conversão em alguns clientes em potencial qualificados que estariam dispostos a fazer uma demonstração.

Embora as ligações não tenham desaparecido completamente, hoje existem maneiras mais eficazes de prospecção que devem ter prioridades, sobre as ligações – ou pelo menos o mesmo grau de importância.

A evolução das vendas nos leva a enfatizar a prospecção através do Instagram, Twitter, LinkedIn, WhatsApp e outras redes sociais que podem proporcionar uma melhor qualidade de prospects, como ajudam a aquecer os consumidores que ainda estão “frios”.

Saber aproveitar a tecnologia e ferramentas de vendas também pode ser muito útil para que nos tornemos mais orientados, organizados e eficientes na hora da prospecção.

E tudo isso sem precisar recorrer à temida chamada de vendas.

Discursos de vendas versus engajamento

Discursos de vendas enlatados costumavam ser uma obrigação para manter a eficiência com o trabalho e o volume de vendas.

O discurso pode ser algo fácil de ser ensinado e seguido, mas eles podem afastar os prospects, porque hoje os potenciais clientes sabem detectar um discurso enlatado de vendas e acabam se tornando mais resistentes a essa abordagem.

O moderno vendedor, que acompanha a evolução das vendas, depende de um compromisso real com seus prospects.

O engajamento real pode ser feito através de uma variedade de canais: curtindo as mensagens na fanpage, enviando mensagens de aniversário, comentando fotos no Instagram, interagindo no LinkedIn e criando uma régua de relacionamento pelo WhatsApp.

Essas são apenas algumas das maneiras de interagir e se mostrar engajado com a causa de seu potencial cliente.

A abordagem consultiva personalizada proporciona uma melhor experiência para o cliente e é muito mais provável que ela resulte em uma venda, em vez de um discurso de vendas genérico.

Conteúdo versus Marketing/publicidade

Nos velhos tempos, anúncios de TV, outdoors e anúncios em revistas eram muito convincentes e ajudavam a converter milhões de potenciais clientes em novos clientes.

Hoje, a publicidade tem perdido muita eficácia e credibilidade. Os compradores têm uma desconfiança natural para a publicidade e, estão muito mais propensos a acreditar em comentários de terceiros, depoimentos e outras fontes.

O conteúdo é o novo marketing/publicidade.

O vendedor da nova era de vendas está trabalhando na curadoria e distribuição de conteúdo próprio e de terceiros para seu público, futuros clientes e também clientes ativos.

O Vendedor da nova era de vendas usa esse conteúdo para fornecer valor para os prospects durante a jornada de compras.

Vendedores que são capazes de fornecer conteúdo relevante e valioso serão capazes de cultivar melhores relacionamentos, aumentar a consciência do prospect, aumentará sua geração de leads e, eventualmente, irão se tornar uma autoridade para essas pessoas.

Você está pronto para as mudanças?

As vendas ainda estão evoluindo e a maioria das empresas não chegaram a um ponto onde podem depender 100% das vendas modernas.

No entanto, as empresas que terão mais sucesso no futuro são as que aprenderem rapidamente a se adaptar aos hábitos de seus clientes, a evolução das vendas e se tornarem conscientes e preparadas para executar o novo modelo de vendas.

É o Darwinismo das vendas.

O que diz a Teoria da Evolução?

De acordo com sua teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se adapta às condições do ambiente em que vive.”

Essa teoria vale para nos todos no mundo dos negócios e das vendas.

Você tem trabalhado seus métodos de vendas modernas, ou tem usado os mesmos esforços que sempre usou, para garantir suas vendas?

Garantir um aumento nas vendas é muito mais do que apenas mais do mesmo. Para isso é preciso praticar de maneira mais eficiente o que já vem sendo feito, e praticar novas ações visando novos resultados.

Fique bem e até o próximo artigo.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o que mudou no processo de vendas e a evolução que estamos passando? Então, entre em contato comigo, mande mensagem através do meu Instagram, clique aqui. Terei o maior prazer em responder.

Glauco Vega
https://www.instagram.com/glaucovegaoficial/channel/

Confira também: São os clientes que movem uma empresa (parte I) e (parte II)

 

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São os clientes que movem uma empresa (parte II) https://www.cloudcoaching.com.br/sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-cadeia-de-valor-como-aprender-com-seus-clientes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-cadeia-de-valor-como-aprender-com-seus-clientes https://www.cloudcoaching.com.br/sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-cadeia-de-valor-como-aprender-com-seus-clientes/#respond_42071 Fri, 26 Aug 2022 14:20:13 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=42071 Como aprender com seus clientes? Como descobrir a cadeia de valor para saber qual será a melhor estratégia a ser usada na fidelização e manutenção de nossa fonte de resultados, o cliente?

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São os clientes que movem uma empresa (parte II)
Como aprender com os meus clientes? Como descobrir a cadeia de valor para saber a melhor estratégia a ser usada na fidelização e manutenção dessa nossa fonte de resultados?

“Seus clientes mais INsatisfeitos são sua maior fonte de aprendizado. (Bill Gates, fundador da Microsoft).

Dando continuidade ao artigo “São os clientes que movem uma empresa (parte I) – Qual será a melhor estratégia para converter uma venda?” …

Um cliente é o visitante mais importante em nossas instalações. Ele não depende de nós. Nós dependemos dele. Ele não é uma interrupção em nosso trabalho. É nosso objetivo. Não é um estranho no nosso negócio. É parte dele. Não lhe fazemos um favor ao servi-lo. Ele nos faz um favor ao nos dar uma oportunidade de servi-lo.

No ultimo artigo desvendamos o perfil de cada cliente e como lidar com eles da melhor forma. Agora então vamos mergulhar mais um pouco e descobrir qual é a cadeia de valor de cada um para saber qual será a melhor estratégia a ser usada na fidelização e manutenção de nossa fonte de resultados – o cliente.

Pegando carona na frase do Bill Gates: você precisa criar um ritual de sempre aprender com o seu cliente. Para que você consiga fazer isso é necessário ter 3 coisas em processo de construção: Proximidade, Confiança e Servir o cliente. Criando assim uma tríade para a geração de significado da sua relação com seus clientes.

São os clientes que movem uma empresa.. Qual será a melhor estratégia para converter uma venda? Como aprender com meus clientes e sua cadeia de valor?

Como aprender com o meu cliente?

Primeiramente você precisa vencer o DES

São os clientes que movem uma empresa.. Qual será a melhor estratégia para converter uma venda? Como aprender com meus clientes e sua cadeia de valor?

Mude seu olhar pelo cliente, tenha real interesse por ele, seus desejos e dores, fique atento aos detalhes dessa relação e tenha amor pelo seu cliente, pois sem ele você não tem faturamento e muito menos uma empresa.

Segundo, você deve conhecer qual é o papel dos seus clientes.

Existem 5 papeis do cliente, a saber:

  1. Demandante;
  2. Influenciador;
  3. Decisor;
  4. Comprador;
  5. Consumidor.

1. DEMANDANTE

É a primeira pessoa do processo, que manifesta a demanda através de seu desejo ou necessidade.

2. INFLUENCIADOR

O influenciador, como o próprio nome diz, influi na decisão de compra.

Exemplo:

  • A criança dá o início a demanda pelo sorvete, mas os donos do dinheiro, seus pais, decidirão se a compra será realizada;
  • O chefe da fábrica requisita uma nova máquina, mas a sua aquisição dependerá da opinião do gerente financeiro;
  • A esposa sugere, mas seu marido tem papel importante na transação.

3. DECISOR

É quem decide, de fato, sobre a aquisição. Pode ser o demandante, o influenciador ou ainda uma terceira pessoa, que entra no final da linha para bater, ou não.

  • No caso do sorvete, tanto a criança como seus pais podem exercer o papel de decisor;
  • No caso da máquina, tanto o chefe da fábrica como o gerente financeiro podem ser os decisores ou nenhum deles, recaindo assim a função ao diretor;
  • No caso do vestido, tanto o marido como a esposa, ou ambos, podem ser os decisores.

4. COMPRADOR

O comprador é quem paga a conta, portanto, fácil de identificar.

  • No caso do sorvete, é possível que seja um dos pais, embora uma criança com mesada esteja capacitada para isso;
  • Na aquisição da máquina, é possível que seja o gerente financeiro;
  • No caso do vestido, talvez o próprio marido.

5. CONSUMIDOR

É também conhecido como usuário final.

  • No caso do sorvete, o consumidor é a própria criança;
  • No caso da máquina, o operador;
  • No do vestido, a esposa.

É importante termos a consciência que muitas vezes uma mesma pessoa desenvolve alguns desses papéis simultaneamente. Fique atento! 

Conhecendo quais são os papeis de seus clientes você entenderá que: 

  1. Papéis diferentes sugerem abordagens diferentes;
  2. Pensar somente no cliente final ou no cliente intermediário é desperdiçar o rol de oportunidades que, de fato, existe na cadeia de valor;
  3. É preciso refletir sistemicamente também para compreender a cadeia de valor.

Por fim, guarde esses 8 passos para refletir e implantar:

  • O cliente é como você!
  • Todo o problema do cliente é oportunidade!
  • O cliente é fonte de informação da melhor qualidade;
  • É preciso disposição para ouvir o cliente;
  • É preciso ouvir o que não gosta;
  • É preciso ouvi-lo com intensidade, interesse e empatia;
  • Tudo isso vai lhe dar trabalho;
  • ESSE É O SEU TRABALHO!

Fique bem e até o próximo artigo!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre cadeia de valor e a melhor estratégia para converter uma venda? Se quiser falar comigo, mande mensagem através do meu Instagram, clique aqui.

Glauco Vega
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Confira também: São os clientes que movem uma empresa (parte I) – Qual será a melhor estratégia para converter uma venda?

 

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São os clientes que movem uma empresa (parte I) https://www.cloudcoaching.com.br/sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-qual-sera-a-melhor-estrategia-para-converter-uma-venda/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-qual-sera-a-melhor-estrategia-para-converter-uma-venda https://www.cloudcoaching.com.br/sao-os-clientes-que-movem-uma-empresa-qual-sera-a-melhor-estrategia-para-converter-uma-venda/#respond_41570 Fri, 29 Jul 2022 14:20:31 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=41570 Se são os clientes que movem uma empresa, então é vital entender o perfil, o papel e a cadeia de valor de cada um deles para saber a melhor estratégia para converter uma venda.

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São os clientes que movem uma empresa (parte I)
Qual será a melhor estratégia para converter uma venda?

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.” (Sam Walton – Fundador da maior rede de varejo da América, o Walmart)

Bom… se são os clientes que movem uma empresa, você vai concordar comigo que é vital você entender o perfil, o papel e a cadeia de valor de cada um para saber qual será a melhor estratégia para converter uma venda.

Vou dividir esse artigo em duas partes para que possamos ter o máximo de detalhes sobre os 3 pontos citados acima.

Bora falar um pouco sobre esse tema.

Conquistar um novo cliente não é uma tarefa fácil, fidelizado então pode ser um árduo trabalho, mas é possível desenvolver processos e tarefas que podem garantir a sua perpetuidade no mercado.

A gente precisa desenvolver uma habilidade de ser eficiente em prever as necessidades dos nossos clientes e em oferecer um atendimento personalizado, pois isso terá o potencial para fidelizá-los.

Ou seja, conhecendo o perfil de quem compra seus produtos, as estratégias de marketing, atendimento e prospecção que serão desenvolvidas tendem a ficarem mais assertivas e efetivas, trazendo maiores garantias para um melhor retorno sobre o investimento e mais resultados para a empresa.

Conhecer os seus clientes ou seus futuros clientes é a mais inteligente forma de aproximá-los da sua empresa, marca ou produto.

Mas por que é a forma mais inteligente?

Porque ter esse conhecimento faz com que você tenha a capacidade de saber exatamente o que falar para conquistar o seu público-alvo e também é importante para que você saiba de que maneira seus clientes preferem ser atendidos e abordados.

Sendo assim colocar o cliente no centro das suas estratégias é de suma importância, pois as suas campanhas de marketing serão infinitamente mais eficientes e seu atendimento será encantador.

É importante que a gente entenda que esse novo cliente/consumidor quer saber os benefícios gerais de um serviço ou produto, mas ele vai além, pois ele quer ser informado sobre como você/seu empresa (seja um serviço ou um produto) irá atender às suas necessidades específicas e quer se enxergar nessa realidade.

Trocando em miúdos, precisamos mostrar ao nosso cliente ou futuro cliente de que forma o que você está ofertando e vendendo para ele vai transformar sua realidade e irá contribuir para solucionar a dor que ele tem.

Para responder a essa pergunta de forma objetiva você precisa saber quem são as pessoas para quem você vende: ou seja, o perfil dos seus potenciais clientes.

Agora vamos conhecer os principais tipos de clientes, o papel de cada um deles e também a cadeia de valor dos seus clientes.

Antes de entrar nos tipos de clientes vale a pena você conhecer a escala de consciência.

São os clientes que movem uma empresa (parte I) Qual será a melhor estratégia para converter uma venda?
Figura 1: Escala de Consciência

Compreender os níveis de consciência não é útil apenas para sua estratégia de marketing ou vendas. Os níveis de consciência do cliente são essenciais para a estratégia de posicionamento da sua empresa.

É entendendo qual o nível que está o seu futuro cliente, então você entenderá se a sua abordagem e estratégia serão eficientes para concretizar uma venda.

Se você achar interessante abrir mais esse tema, deixe seu comentário e eu faço um artigo 100% dedicado a ele ok.

Vamos aos tipos de cliente:

1. Cliente perdido

Ele é indeciso e fica totalmente perdido diante de tantas opções disponíveis. Sim, ele é confuso. Ele também não consegue se expressar de maneira objetiva e, de fato, pode se mostrar um pouco inseguro ao explicar o que realmente precisa.

O QUE FAÇO COM ESSE TIPO DE CLIENTE?

Tenha paciência e seja simples para entender a real dor do cliente. Ao entender a dor, então transmita a solução com segurança e confiança durante o atendimento e deixa esse cliente mais tranquilo e certo de que sua dor será resolvida.

2. Cliente apressado

Esse cliente pode ser difícil de atender, pois ele busca agilidade e rapidez no atendimento. Ele é inquieto, impaciente e está conferindo o relógio a todo o tempo.

E AÍ… O QUE EU FAÇO?

Conecte-se com o perfil dele e mostre que você valoriza o tempo dele, seja objetivo, pois, geralmente ele já vem decidido para a compra. Priorize os benefícios e a transformação que ele terá.

3. Cliente falador

Esse é aquele cliente que gosta de bater papo. Você pode ter a falsa impressão que atender esse cliente pode parecer fácil de lidar e que a venda está garantida, mas não se engane, pois essa venda não está garantida.

ENTENDI, O QUE FAÇO ENTÃO?

Utilize-se a técnica espelho E aja da mesma forma que o cliente – seja comunicativo e simpático. Evite assuntos paralelos e traga o consumidor para o rumo da conversa que irá desencadear na efetivação da compra, de forma educada e atenciosa.

4. Cliente calado

Ele é o oposto do cliente falador. Ele é um mistério para os vendedores.

NOSSA. E COMO EU FAÇO?

Você vai precisa fazer a leitura correta para identificar o que ele quer.

Faça perguntas objetivas e que ele de respostas curtas, seja proativo e crie opções de soluções para a dor dele. Essas são as melhores formas de atender e estimular o cliente não comunicativo, pois assim ficará mais fácil formar um ambiente confortável para efetivar a venda.

5. Cliente do seu concorrente

Sim… ele vai aparecer aí na sua empresa. É aquele que vai falar dos benefícios do seu concorrente e vai te provocar para que você uma oferta melhor.

O QUE FAZER?

Aqui você tem que ter o poder da argumentação. Destaque os diferenciais do seu produto ou serviço e foque nos seus pontos fortes para mudar a percepção dele sobre você. Você pode oferecer algumas vantagens como um desconto na primeira compra ou um período de teste gratuito dos seus serviços. No limite você diz a ele que ele pode comprar do concorrente, mas que ele irá voltar para falar com você, pois o seu produto ou serviço é o melhor, isso colocará o cliente em uma seara de duvida muito forte.

6. Cliente especialista

Talvez o mais difícil de vender, porque ele tem um ótimo conhecimento sobre o produto ou serviço e muitas vezes conhece mais do que a sua equipe de vendas. Ele é o pesquisador. Antes de entrar em contato ele estudou, por isso, é provável que ele tenha comparado o produto ou serviço com diversas referências, além de saber detalhes.

O QUE EU FAÇO?

Primeiro estude sobre seu produto e serviço. Seja o melhor conhecedor.

Segundo conheça as informações do seu produto e ou serviço.

Terceiro esteja seguro e não deixe passar a impressão de que ele sabe mais do que você.

Existem mais alguns tipos de clientes, mas esses são os mais relevantes.

Esta é a parte #1 do nosso artigo sobre a melhor estratégia para converter uma venda. Com essas informações e aprendizado, você está mais preparado para começar a colocar em ação o processo de reconhecer os clientes da sua empresa e tratá-los da melhor forma possível.

Se você gostou deste artigo, então compartilhe com seus amigos e amigas empresários e vendedores.

Até o próximo artigo e bons negócios.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre a melhor estratégia para converter uma venda? Então, aguarde a parte II deste artigo. Se quiser falar comigo, mande mensagem através do meu Instagram, clique aqui.

Glauco Vega
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Confira também: Um dos principais problemas nas empresas: o “achismo”

 

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Um dos principais problemas nas empresas: o “achismo” https://www.cloudcoaching.com.br/inteligencia-competitiva-achismo-um-dos-principais-problemas-nas-empresas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inteligencia-competitiva-achismo-um-dos-principais-problemas-nas-empresas https://www.cloudcoaching.com.br/inteligencia-competitiva-achismo-um-dos-principais-problemas-nas-empresas/#respond_41032 Fri, 01 Jul 2022 14:20:15 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=41032 Infelizmente grande parte dos empresários e empreendedores tomam decisões sem ter muitas informações sobre mercado, concorrência, clientes e etc. Entenda a importância da inteligência competitiva para o sucesso de seu negócio.

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Inteligência Competitiva
Um dos principais problemas nas empresas: o “achismo”

Infelizmente grande parte dos empresários e empreendedores tomam decisões sem ter muitas informações sobre mercado, concorrência, clientes e etc.

Mas por que isso é importante?

Com informações precisas e pertinentes, você passa a analisar fatos, e não suposições. Com informações atualizadas, você consegue programar e implementar mudanças para garantir a competitividade da sua empresa. Dessa maneira você se adapta rapidamente e de forma mais tranquila às novas tendência do seu segmento de negócios.

E essa prática tem efeito direto no ROI de investimentos, projetos, e esforços de vendas/marketing.

Ter essa capacidade de prever os comportamentos dos concorrentes e do mercado te ajuda a ter uma grande vantagem, como por exemplo, entrar em contato com públicos exclusivos que ainda não foram explorados pela concorrência.

O nome disso é Inteligência Competitiva.

O que é Inteligência Competitiva?

Inteligência Competitiva é um processo sistemático e ético de planejamento. É uma forma proativa de captar e organizar informações relevantes sobre o comportamento da concorrência, mas também dos clientes e do mercado como um todo, analisado tendências e cenários, e permitindo um melhor processo de tomada de decisão no curto e longo prazo.

Vou te dar uns exemplos quando falamos de concorrência. Dividi isso em 5 categorias básicas:

  1. Avaliação estratégica — quais são as principais táticas usadas pelos concorrentes?
  2. Análise operacional — como os seus concorrentes trabalham?
  3. Percepção do mercado — como os clientes percebem seus concorrentes?
  4. Capacidade tática — quais são os diferenciais competitivos da concorrência?
  5. Perspectivas de mercado — quais são as características do mercado em que você e seus concorrentes atuam e quão aptos eles estão para acompanhar as mudanças econômicas?

Existem também os dados sobre fornecedores, clientes e outros parceiros de negócio, que orbitam sobre sua empresa e são muito importantes para a tomada de decisão e assim você pode planejar suas ações de forma estratégica.

Você nunca deve deixar de capturar e analisar dados e informações internas da sua empresa, pois essa avaliação mostra como está o desempenho do seu negócio, além de denunciar os seus principais destaques e gargalos.

Uma das melhores formas de fazer isso é através da análise SWOT!

Você conhece?

Caso tenha dúvida sobre o SWOT, deixe seu comentário neste artigo. Então eu escreverei um artigo dedicado sobre o assunto para te ajudar a implantar a analise SWOT na sua empresa.

Beleza eu entendi que tenho que ter inteligência competitiva na minha empresa, mas como faço para implementar no seu negócio?

Como disse a inteligência competitiva é um processo, sendo assim, ela tem 5 estágios:

1. Planejamento 

É o passo onde determinamos os processos e os objetivos como identificar as necessidades da inteligência competitiva, as informações exigidas para que essas demandas sejam atendidas.

Por exemplo: vamos imaginar que o seu objetivo é crescer a penetração da sua empresa no mercado e conquistar mais clientes. Muito bem, um objetivo muito importante e para fazer isso, você vai precisar conhecer os dados desses potenciais clientes e também da sua concorrência. E aqui o SWOT cabe como uma luva. Isso porque você terá como identificar, por exemplo, as demandas não atendidas, pontos fortes e fracos, entre outros indicadores importantes.

2. Captura dos dados e transformação em informações 

Nesse passo você faz a identificação dos dados que precisam ser capturados, sejam eles internos e ou externos, para então transformá-los em informações.

Mas qual a diferença entre dados, informação? Dados são códigos que constituem a matéria prima da informação, ou seja, é a informação não tratada. Os dados representam um ou mais significados que isoladamente não podem transmitir uma mensagem ou representar algum conhecimento.

Informação é a reunião dos dados de uma forma organizada de tal forma que represente uma modificação no conhecimento.

3. Análise das informações 

As informações reunidas no passo 2 devem ser analisadas e refinadas. Isso porque as usaremos para elaborar um diagnostico, planos de ação ou documentações que irão te ajudar na tomada de decisão.

Por exemplo: o que pode impactar o negócio?

  • Análises mais profundadas sobre tecnologia, novos produtos etc.;
  • Tendências, como mercado emergente;
  • Análise de situação atual que causem implicações ao seu negócio.

4. Tomada de decisão 

Todo esse trabalho dos passos anteriores deve ser entregue ao tomador de decisão, que pode ser você mesmo se você for o dono do seu negócio para que possa verificar os resultados, tomar as melhores decisões e entrar em ação.

5. Acompanhamento

O processo todo deve ser acompanhado e avaliado para que a inteligência competitiva traga resultados práticos.

A conclusão é que o grande objetivo da inteligência competitiva é fazer com que seu negócio tenha mais sucesso por meio dos dados relevantes. Dados estes que, quando analisados da maneira certa, são implantados na estratégia da sua empresa, otimizando os resultados de forma eficaz e competitiva.

Pra cima Empreendedores!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre inteligência competitiva e fazer com que seu negócio tenha mais sucesso por meio dos dados relevantes? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Glauco Vega
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Confira também: Como Começar a Empreender? Conheça os Desafios e Soluções!

 

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Como Começar a Empreender? Conheça os Desafios e Soluções! https://www.cloudcoaching.com.br/como-comecar-a-empreender-conheca-os-desafios-e-solucoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-comecar-a-empreender-conheca-os-desafios-e-solucoes https://www.cloudcoaching.com.br/como-comecar-a-empreender-conheca-os-desafios-e-solucoes/#respond_40552 Fri, 03 Jun 2022 14:20:18 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=40552 Dar o primeiro passo é sempre um grande desafio para quem quer começar a empreender, mas outros desafios virão e, portanto, esteja preparado para eles.

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Como Começar a Empreender? Conheça os Desafios e Soluções!

Dar o primeiro passo é sempre um grande desafio para quem quer começar a empreender, mas outros desafios virão e, portanto, esteja preparado para eles.

Superar os desafios e começar a empreender não é tarefa fácil, especialmente diante do cenário incerto da grande crise que vivemos.

O número de desempregados no Brasil está na casa dos 12 milhões o que gera um movimento para muita gente começar a empreender.

Muito além de coragem, contudo, é preciso força, garra, resiliência, perseverança e, especialmente, sabedoria para dar os primeiros passos nesse universo e começar a empreender.

São muitos desafios que, constantemente, se colocam como obstáculo na trajetória de qualquer empreendedor brasileiro.

Por isso, escrevi este artigo para você, que está iniciando ou que quer começar a empreender.

Vou abordar as dores dos empreendedores, desde o medo de começar a empreender até o medo de falir, passando pelas questões burocráticas, bem como financeiras e afins.

Os principais desafios de quem quer começar a empreender 

1. Ser inexperiente

Muitos empreendedores citam a falta de experiência ou de conhecimento como um grande desafio na hora de começar a empreender. Vários, por exemplo, não sabem como realizar a gestão das diversas áreas de uma empresa de maneira adequada.

Como resolver: estude!! Estude muito!!! Leia, aprenda sobre o assunto e busque então conversar com pessoas que possam ser um exemplo para você. Pessoas que já passaram por situações similares e que podem transmitir seus conhecimentos e experiências, além de ir acompanhando os passos do seu negócio.

2. Abandonar a CLT

Um desafio comum a quem quer abrir sua própria empresa é enfrentar – e superar – o medo de abandonar a vida de funcionário. O cálculo desses riscos geralmente pode, de fato, deixar essa tomada de decisão comprometida. Mas, se o que você quer é empreender, lembre-se sempre de que é possível, sim, fazer seu negócio dar certo, e que nenhuma decisão precisa ser definitiva nesta vida. Não há nenhuma regra que determine isso.

Isso irá te ajudar: Cerque-se de uma rede de apoio e troca de conhecimento. Falar com quem já teve que tomar essa decisão, entender os riscos, planejar uma formação voltada a negócios também ajuda e oferece assim um pouco mais de segurança para essa tomada de decisão.

3. Planejar é importante, mas agir é vital

Saber o momento certo de parar de planejar e se jogar no mercado é uma dor que abrange a maioria dos empreendedores.

Excesso de planejamento pode matar a empresa antes mesmo de ela existir, por isso um dos principais desafios no início é encontrar o balanço certo entre planejamento e execução.

O que fazer: Perceba quando o excesso de planejamento está fazendo sua empresa demorar a sair do papel. Nessa hora, respire fundo e então se jogue! E lembre-se de que executar se aprende durante a jornada, e não antes dela.

4. Calcular custos antes de abrir o negócio

Quanto custa abrir o seu futuro negócio? De quanto dinheiro você vai precisar para não morrer na praia enquanto a empresa não dá lucro? Cuidar das finanças empresariais certamente representa um grande desafio na vida de um novo empreendedor. Não saber fazer as contas pode comprometer a viabilidade do seu empreendimento.

O que fazer: Faça um plano de negócios detalhado. Recomendo usar o método Canvas, considere cenários positivos, negativos. E estime, a partir disso, o quanto precisa de capital de giro para seu negócio a fim de aguentar o período de um ano em pé.

5. Tornar sua empresa conhecida / Ter seus primeiros clientes

Conquistar os primeiros clientes é um dos maiores desafios para quem quer começar a empreender. Quanto mais conhecido fica o seu negócio, mais clientes você tende a conseguir nessa lógica. Fazer a roda girar requer jogo de cintura e sabedoria para não sair queimando dinheiro em propaganda e marketing digital.

Solução: Networking é um caminho, assim como estudar sua rede de pessoas que podem ser influentes para seu público, nunca esquecendo de buscar manter um relacionamento saudável com qualquer cliente que você tiver.

6. Admitir que sozinho você não vai longe

Você pode até querer fazer tudo sozinho, mas, se seu objetivo for o de escalar seu empreendimento, delegar tarefas será fundamental, tanto para você quanto para o seu negócio.

O que fazer: A solução para esse desafio estará intimamente relacionada à sua capacidade de atrair e montar um grande time. Seja detalhista na hora de escolher seus parceiros do dia a dia. Mas nada de exploração: seja sempre justo na remuneração. Nunca se esqueça de que, acima de tudo, eles são humanos. Não fossem, seria melhor então contratar robôs infalíveis em suas funções, o que ainda está longe de ser uma realidade.

7. Lidar com a competição no mercado

Após todo o trabalho para abrir uma empresa, os obstáculos continuam surgindo. E assim que as portas são abertas, a luta contra a concorrência começa. Agora que está no jogo, seu negócio vai ter que enfrentar não apenas outros pequenos empreendedores, mas gigantes que atuam no mesmo setor que o seu.

Solução: Hora de fazer parcerias, promoções, oferecer condições especiais. Buscar estratégias que sejam sempre as melhores possíveis de acordo com o que seu negócio oferece ao mercado.

8. Saber contornar o estresse e a pressão e tocar sua vida pessoal

Para mim um dos pontos mais difíceis na jornada empreendedora.

Decerto, os altos e baixos são muito frequentes na vida de quem começa a empreender. Os rumos do negócio são determinados pelas suas escolhas e suas decisões. E, ainda mais, dependendo do tipo de negócio, muitas pessoas dependem de você tomando as decisões certas. Pressão demais para uma pessoa só, certamente.

Solução: Para conseguir administrar tudo isso é importante se permitir ter emoções. Tenha seus momentos para chorar, colocar pra fora as angústias. Tenha alguém para desabafar, aguentar os momentos ruins. Não fique guardando tudo para si, não se leve ao limite. Isso faz mal à sua saúde física e mental. CONVERSE! Você sabe que dias melhores sempre virão e, com trabalho duro, certamente os resultados tendem a melhorar.

Diante de tudo isso, as dores que foram apresentadas neste artigo ainda não são todas as que podem aparecer no dia a dia de quem empreende.

Separei para você 5 passos, 5 boas práticas para que você supere, com sucesso, os desafios de começar a empreender, a saber:

1. Entenda sua atividade:

Procure o máximo de informações sobre a atividade que você pretende realizar.

2. Valide sua ideia:

Você deve buscar informações que comprovem, de fato, a necessidade do seu produto no mercado. As pessoas precisam do que você oferece? Qual é o seu produto? Quem são os seus clientes? Qual é o seu público-alvo? Então faça entrevistas com possíveis clientes na rua e procure pesquisas na internet.

3. Conheça o mercado:

Observe a concorrência, fatores de sazonalidade, entre outros.

4. Calcule o investimento inicial:

Faça uma projeção financeira de pelo menos 12 meses (o ideal são 24) para saber o valor que você vai precisar, de fato, gastar (e ter) antes do seu negócio começar a se manter sozinho.

5. Conheça as opções de financiamento:

Você pode financiar o empreendimento com recursos próprios, investidores, agências de fomento locais e crédito bancário. Busque informações, simule cada um dos modelos em um plano financeiro e então decida qual a melhor alternativa para o seu negócio.

Dica bônus: Busque qualificação:

Procure cursos de capacitação e qualificação. Instituições e pessoas que ofereçam uma formação prática para nortear sobre estratégias de marketing, vendas e gestão.

E sim, empreender é isso mesmo. Muito trabalho, dedicação e transpiração.

Empreender também é ter muita intimidade absurda com a frustração, mas quando os resultados aparecem é muito gostoso.

Pra cima empreendedores!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre os desafios de quem quer começar a empreender? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Glauco Vega
https://www.instagram.com/glaucovegaoficial/channel/

Confira também: A mudança chegou: FIGITAL, o que é?

 

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A mudança chegou: FIGITAL, o que é? https://www.cloudcoaching.com.br/a-mudanca-chegou-figital-o-que-e-como-inserir-no-meu-negocio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-mudanca-chegou-figital-o-que-e-como-inserir-no-meu-negocio https://www.cloudcoaching.com.br/a-mudanca-chegou-figital-o-que-e-como-inserir-no-meu-negocio/#respond_40004 Fri, 06 May 2022 14:20:05 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=40004 O FIGITAL surge para facilitar a aquisição de produtos e oferecer ao cliente uma forma híbrida para realizar sua compra ou operação. Mas o que é realmente e como inserir no meu negócio?

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A mudança chegou: FIGITAL, o que é?
Como inserir no meu negócio?

Quem lê a palavra, logo faz uma conexão entre duas palavras. E é exatamente isso! O FIGITAL (ou PHYGITAL em inglês) é a fusão entre “Físico” e “Digital”.

O FIGITAL ou PHYGITAL surge para facilitar a aquisição de produtos e oferecer ao cliente uma forma híbrida para realizar sua compra ou operação.

E olha só o que tá rolando… os clientes omnichannel estão cada vez mais comuns em todos os tipos de negócios. Este novo perfil diz respeito a um consumidor que se relaciona com as suas marcas prediletas por múltiplos canais.

As vendas online ocorrem através de lojas virtuais, marketplaces, redes sociais, por aplicativos como o WhatsApp e até mesmo pelo nosso velho conhecido telefone (sim estou falando de ligar para o cliente). E tudo isso pode — e deve — estar relacionado ao ambiente físico, dando ao cliente maior autonomia na escolha da compra.

Alguns clientes vão até a loja para provar uma roupa, ou calçado para fechar a compra online. Outros dentro da loja física, fazem a compra no app da loja para conseguir descontos exclusivos. São inúmeras as possibilidades de melhorar a experiência na hora da negociação.

Estamos em uma nova era de negócios. Sendo assim, quando uma empresa se propõe a fazer parte desta nova era, ela precisa dizer aos clientes que seus processos online e offline estão integrados.

E o FIGITAL ou PHYGITAL vem para reforçar esse comportamento omnichannel do cliente. E assim passa a dar a ele cada vez menos uma diferenciação entre os ambientes de compra. O comércio passa a ser híbrido para torna-se cada vez mais integrado.

Alguns irão dizer que a estratégia FIGITAL ou PHYGITAL, nada mais é do que uma estratégia de integração dos ambientes de venda. Contudo, não vejo ser tão simples assim, pois você terá que fazer as integrações e terá que capacitar sua equipe a saber vender pelos múltiplos canais. Não adianta ter uma Ferrari nas mãos se você não sabe dirigir, concorda?

O FIGITAL ou PHYGITAL se aplica a praticamente todos os segmentos, varejo, comércio, serviços, estudos e conhecimento, e é baseado no conceito omnichannel, multicanal, onde a experiência do consumidor é definida por ele, e as marcas passam a se fazer presentes em diversos canais e formatos.

O FIGITAL ou PHYGITAL é um movimento que indica que, cada vez mais, os negócios irão transitar pelos canais de consumo variados em busca de maior conexão com o consumidor.

Todas as estratégias são para ampliar as vendas e se fazer presentes no raio de desejo e de possibilidade de consumo do cliente. Seja uma vitrine na rua, um banner no marketplace ou então uma mensagem no WhatsApp.

O empreendedor, o dono de empresa, de fato, precisa navegar entre esses mundos e entender as diferentes linguagens que unem a experiência de consumo em uma única jornada.

Todos nós estamos em processo de adaptação, e o consumidor tomou a frente desse processo escolhendo quais são os formatos que mais fazem sentido para o seu estilo de vida atual.

A tecnologia, através das ferramentas de integração, são fundamentais para que a experiência de consumo seja completa e cada vez mais integrada.

Mas afinal, como aplicar o FIGITAL ou PHYGITAL ao meu negócio?

Para resumir, isso significa que ter um negócio somente em um dos modelos, físico ou no digital, já não contempla as necessidades do consumidor do nosso tempo.

Para que isso seja possível, as marcas estão em processo de adaptação, mesclando as operações e tendo resultados positivos com base na integração entre os universos de consumo.

Abaixo selecionei algumas coisas que acredito ser importantes para você pesquisar e analisar na implantação dessas estratégias de adaptação:

Chat de atendimento:

No e-commerce, disponibilizar um chat de atendimento é um fato que aproxima o cliente do negócio de forma física. Dessa maneira, dá maior engajamento à compra, tirando dúvidas em tempo real e mesclando a operação digital ao meio físico.

Compra online, retira na loja:

Essa talvez seja a estratégia mais lembrada quando pensamos em hibridização do comércio. Dar ao cliente a opção de comprar online e retirar na loja física. Porque além de tornar a operação eficiente também dá ao cliente o protagonismo de escolha em não pagar pelo frete. O contrário também se aplica, quando o cliente escolhe o produto na loja física, mas quer a comodidade (e muitas vezes o preço mais atrativo) da compra online.

Autoatendimento:

Aplicável nas lojas físicas, um totem de autoatendimento já é um facilitador para que o cliente já saia escolhendo seus produtos de forma digital, e finalize a compra com um vendedor da loja. Isso é considerado uma tendência no pós-pandemia, onde as pessoas terão menor interação com atendimento presencial.

Sistema de gestão ERP:

Para administrar uma operação que compreende vendas físicas e online, é preciso uma gestão automatizada para que as vendas e entregas sejam feitas de maneira integrada. Desde ferramentas como o PDV online até o estoque e a logística de entrega. Dessa maneira, o ERP facilita o trabalho e possibilita emitir notas fiscais, imprimir etiquetas e ter um PDV integrado entre as operações.

Capacitação do time de vendas e atendimento:

De nada irá adiantar você ter tudo o que falei acima se o seu time de vendas não souber vender pelos múltiplos canais. Hoje é vital você ter uma metodologia ativa de vendas, pois não dá mais para esperar o cliente te procurar. Ele (consumidor e cliente) está sendo seduzido e abordado por muitas campanhas de marketing e, de fato, quem for mais criativo leva o cliente. Mas se você tem uma estratégia ativa de vendas e se torna presente e próximo dos seus clientes, com certeza você será lembrado com mais facilidade e será a opção de compra do consumidor. Estamos em uma era relacional de vendas e a proximidade faz muita diferença na tomada de decisão.

Mas não quero que você fique pensando que o modelo multicanal é aplicável apenas para grandes varejistas. Se você saiu de casa nos últimos meses já deve ter vivenciado diversas experiências de compras híbridas. Experiências que podem ser replicadas aos micro e pequenos negócios.

Afinal o omnichannel chegou para agregar e não para dividir. Podemos usar a estratégia desde fazer o pedido de uma pizza, até comprar uma passagem de avião. Passando por atendimento médico e compras do dia a dia de mercado. Se em maior ou menor escala é sua área de abrangência que vai definir, não o capital que você tem para investir.

Por fim, se quiser saber mais sobre esse tal universo omnichannel, eu sou da Noby Academy, a primeira EdTech brasileira que ATIVA seu time para buscar e converter em TODOS OS CANAIS, TODOS OS DIAS, ou seja, a gente ensina seu time de vendedores a usar multicanais para aumentar as vendas.

Vamos tomar um café? Ou um picolé?

Pra cima empreendedores!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre FIGITAL ou PHYGITAL? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Glauco Vega
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Confira também: Por que o Networking é tão importante durante a crise?

 

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Por que o Networking é tão importante durante a crise? https://www.cloudcoaching.com.br/por-que-o-networking-e-tao-importante-durante-a-crise/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-o-networking-e-tao-importante-durante-a-crise https://www.cloudcoaching.com.br/por-que-o-networking-e-tao-importante-durante-a-crise/#respond_39322 Fri, 08 Apr 2022 14:20:24 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=39322 Você está, principalmente neste momento de crise, resgatando, fazendo novos contatos e ativando sua rede de relacionamentos? Você consegue enxergar a importância do Networking no cenário que vivemos?

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Por que o Networking é tão importante durante a crise? Qual a importância do Networking nesse cenário?

Você está, principalmente neste momento de crise, resgatando, fazendo novos contatos e ativando a sua rede de relacionamentos?

Está de alguma forma fazendo a manutenção diária?

Entenda a primeira coisa sobre networking… ele é um organismo vivo e tem que ser nutrido constantemente

“Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, é um dos livros mais vendidos no mundo nas últimas décadas. Apesar de ser classificado como autoajuda, é recomendado por executivos de todas as áreas e indústrias como um “must read”. Ele trata dos conceitos básicos de como desenvolver e nutrir relacionamentos no meio profissional.

Parte-se do princípio de que o networking é realizado para a troca de ideias, compartilhamento de oportunidades, conselhos, mas não favores. Ou seja, é o que você pode dar em troca daquele momento em que você ativamente convidou uma pessoa. E que tem o “tempo” dela também como importante e reservou aquele espaço para você.

No Networking são as pessoas que são importantes e não as empresas ou os negócios.

Antes de tudo, networking ou rede de relacionamentos é ampliar o seu quadro atual de contatos. E admnistrar principalmente a forma periódica de se relacionar com cada um. Seja por meios eletrônicos e, se possível principalmente, via encontros pessoais através de cafés, almoços ou eventos sociais.

Atualmente, as redes sociais cumprem esse papel. É possível se conectar a praticamente qualquer pessoa em plataformas como LinkedIn, Facebook, Instagram etc. Mas, exatamente por ser digital, de fácil acesso e rápido é que as pessoas se confundem. Acabam criando enormes listas de contatos em vez de uma rede forte de conexões para que o networking seja, de fato, possível.

É fato que na maioria das vezes não fomos ensinados e de certa forma não sabemos fazer networking. Sentimo-nos um pouco intimidados, inclusive não querendo parecer interesseiros. E, dependendo da situação, quando tentamos abordar alguém nesse propósito de networking e recebemos alguma “negativa” de espaço na agenda do outro para um encontro, acabamos nos retraindo e deixando de nos expandir nessa rica oportunidade. Contudo, devemos ser ousados, insistir, continuar… Buscar um novo contato. Isso faz parte do desenvolvimento dessa habilidade que muitos ainda estão desenvolvendo ou não sabem da real importância do networking.

Em tempos de incertezas, de crise e de mudanças profundas como as que estamos vivendo, ter pessoas de confiança, com quem você possa trocar informação de qualidade, trocar ideias sobre o que está acontecendo em setores específicos do mercado, falar sobre projetos, implementações, ações e reações a estímulos do mercado, não tem preço.

E não tem preço porque não se consegue isso com dinheiro.

Provavelmente, você conhece mais pessoas do que pensa que conhece. Além de contatos que você pode resgatar dos tempos de colégio, universidade, trabalhos anteriores e outros. Na verdade, o importante aqui é que você “saia para fora”. Que procure e mantenha também contatos com pessoas de fora da sua empresa atual, do seu convívio. E não fique em contato, necessariamente e apenas, com pessoas que você conheça ou que pensem iguais a você. Dependendo do seu objetivo, as suas ações de ampliação da sua rede de relacionamento podem chegar aos amigos e colegas dos seus amigos. Porque é assim que o processo cresce, solidifica e retroalimenta.

Contudo, nesse desafio de ampliar e potencializar o processo de networking, podemos sim, olhar o lado do networking para ajudar o outro, ter mais generosidade.

Como diz Keith Ferrazzi e Tahl Raz no livro Nunca Almoce Sozinho – O guia para as relações profissionais de sucesso:

“Para termos maior sucesso em nível profissional, a palavra-chave é generosidade. Mais do que procurar o nosso próprio sucesso devemos ajudar os outros a alcançar os deles. Mas, devemos ajudar os outros sem estarmos à espera de um retorno desse favor. Se termos a oportunidade de ajudar alguém devemos aproveitar para ajudar a outra pessoa a crescer, pois ninguém consegue ter sucesso sozinho”.

Outrossim, nessa nova realidade mercadológica que precisamos pensar cada vez mais fora da caixa. Vale buscar trocar as suas ideias com diferentes ideias e isso exercitando perguntas e a escuta ativa. E numa provocação do networking nesse sentido, até para ajudar no desafio da “inovação”, trago aqui um conceito. O conceito de rede de “networking de ideias” conforme sugerido no livro DNA do Inovador, de Jeff Dyer, Hal Gregersen e Clayton M. Christensen:

“Forme um grupo pessoal de networking – Descobrimos que muitos inovadores montam uma pequena rede de pessoas. Esse grupo acaba estimulando-os a avançar em relação a descobertas ou a testar novas ideias.”

Muitas vezes, excelentes oportunidades aparecem através de quem a gente menos espera. Outras vezes as oportunidades acontecem porque ativamente, via contatos e contatos fazemos com que elas cheguem até nós.

Quando falamos da importância do Networking é preciso dizer que é uma prática importante para avançarmos na carreira, nos negócios, ajudarmos o próximo e, por conseqüência, ter geração de novas ideias.

Renove e ative as suas relações e contatos. Aproveite as redes sociais para ativá-las. Mas busque se possível encontrar pessoalmente as pessoas e ajude o universo a conspirar ao seu favor.

Em outras palavras, quem não é visto não é lembrado. Não espere a crise bater na sua porta para você entender o quanto o networking pode ser, de fato, importante na sua vida.

Quando você constrói uma rede forte, com colaboração e compartilhamento de ideias, uma única sugestão vinda de outra indústria pode fazer muita diferença no seu negócio.

Esse é o poder do networking!

Mas não se iluda. O ideal é que você construa e nutra essa rede de relacionamentos antes de precisar dela. É um processo, e deve ser tratado como tal.

Se você não enxerga o seu networking dessa forma, sugiro rever os seus conceitos. E começar imediatamente a construir relações duradouras, por meio da colaboração, do compartilhamento e da confiança, na vida e nos negócios.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre a importância do networking durante a crise? Entre em contato conosco. Terei muito prazer em ajudar.

Glauco Vega
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Confira também: Tudo está em como interpretamos as coisas…

 

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Tudo está em como interpretamos as coisas… https://www.cloudcoaching.com.br/tudo-esta-em-como-interpretamos-as-coisas-sera-um-reflexo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tudo-esta-em-como-interpretamos-as-coisas-sera-um-reflexo https://www.cloudcoaching.com.br/tudo-esta-em-como-interpretamos-as-coisas-sera-um-reflexo/#respond_37941 Fri, 11 Feb 2022 13:20:42 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=37941 A forma como olho para a vida será a forma como a vida olhará de volta para mim. Será um reflexo! Tudo está em como interpretamos as coisas, pois a energia é criada e direcionada conforme essa interpretação.

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Tudo está em como interpretamos as coisas… será um reflexo.

A forma como olho para a vida será a forma como a vida olhará de volta para mim.

Será um reflexo!

Tudo está em como interpretamos as coisas, pois a energia é criada e direcionada conforme essa interpretação.

Crescerá aquilo que alimentamos e muitas vezes não conseguimos enxergar o que estamos fazendo, pois ficamos cegos no caminho que tomamos.

Você já deve ouvido a frase: “quem está dentro não consegue enxergar as oportunidades lá de fora”

E isso é uma verdade, a gente precisa sair da gente mesmo para enxergar com clareza.

Não é um processo fácil de fazer, pois criamos uma série de travas e trancas que nos fazem nos fechar em ideias, conceitos e verdades que nos deixam cegos ao que realmente devíamos enxergar.

Pare por uma hora no seu dia tão corrido para se questionar sobre o caminho que optou por seguir.

Avalie, reflita, enxergue e principalmente tenha clareza sobre o caminho e tenha humildade para mudar.

Peça ajuda, se necessário for, pois isso não é demérito.

O mais importante é saber o que realmente importa.

A nossa vida é recheada de “tempos” o que realmente importa é sabermos administrá-lo e vivê-lo, pois a vida cumpre o papel.

Nós somos a estrada e o caminho, os dias que nascem, sejam eles ensolarados ou não, nós devemos continuar nossa caminhada.

É fato que cada um de nós, tem uma sina, um caminhar, então como andar devagar, diante da pressa que nos consome, contrastando com as paisagens do rosto em forma de sorrisos e lágrimas, talvez porque, o sofrimento e a dor nos ensinam a ser fortes em meio à fraqueza.

Dizem que é quando o seu mundo diminui, que você percebe o que realmente importa!

Se conseguirmos enxergar além do medo, vamos descobrir o que realmente importa. E aprendemos que, às vezes, as coisas que nos afastam também podem nos aproximar.

Não importa o caminho que escolhemos seguir, e sim como você ver as coisas há sua volta.
Não importa o que você foi, e sim o que você é hoje.
E não importa o que você tem e o que você ganhou ou o quanto ganhou, e sim o que você fez pra merecer.
Não importa o que as pessoas acham e pesam de você, e sim como você o as veem.
Não importa se o tempo passa e as coisas e as pessoas mudam, e sim o que ficou de bom em você com o passar do tempo.
E não importa o jeito que você ver e pensa da vida, e sim como a vida é na realidade.
Não importa o lugar onde você está, e sim o que lhe levou até ai.
Não importa o que ficou para traz, e sim o que levamos conosco.
E não importa como fazemos há nossa história, e sim se vamos ter uma para ser lembrada um dia.
Não importa o que as pessoas pensão e falam de sua vida, e sim em que você acredita ser o certo para você.
O que importa?
Você é o que realmente importa
.”  (Carlos Daniel Guimarães)

Pense nisso!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como a maneira com que interpretamos as coisas impacta a nossa vida? Entre em contato conosco. Teremos muito prazer em ajudar.

Glauco Vega
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Confira também: Você sabia que você pode falhar fazendo aquilo que não quer?

 

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Você sabia que você pode falhar fazendo aquilo que não quer? https://www.cloudcoaching.com.br/voce-sabia-que-voce-pode-falhar-fazendo-aquilo-que-nao-quer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=voce-sabia-que-voce-pode-falhar-fazendo-aquilo-que-nao-quer https://www.cloudcoaching.com.br/voce-sabia-que-voce-pode-falhar-fazendo-aquilo-que-nao-quer/#respond_37162 Fri, 10 Dec 2021 13:20:51 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=37162 Então você deveria se dar uma chance para fazer o que ama! Faça o que você precisa fazer!

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Você sabia que você pode falhar fazendo aquilo que não quer?
Então você deveria se dar uma chance para fazer o que ama!

Talvez você pense:

Fácil escrever isso, mas as coisas não são assim!

Eu também já pensei assim e tive que aprender a mudar meu jeito de pensar (um tal de Mindset que você deve ouvir por aí), para de fato entender o que era importante.

Para mim essa mudança não foi simples, muitos caminhos errados, muitas decisões erradas, mas meus erros são parte dos meus pequenos sucessos de hoje.

Cada um terá sua trajetória, suas dificuldades e conquistas, o importante é saber se está seguindo o rumo ao que realmente importa.

É difícil sacar os motivos que nos movem. Mas é preciso buscar esse motivo por toda nossa jornada.

Um ideal. Algo que faça sua vida valer a pena, talvez até deixar um legado, mesmo que seu motivo seja só seu, ele poderá ser lembrado por gerações.

Encontre seu propósito, lute por ele e construa alicerces.

Muitos vão tentar te parar, talvez até seus amigos ou mesmo sua família. Mas lembre-se que a vida é somente sua, e ela tem que ser vivida conforme diz o seu coração.

Você pode até desistir, mas daqui uns 2, 5 ou 10 anos, quando tudo estiver chato, frustrante e medíocre, não adianta culpar ninguém, a culpa vai ser somente sua por deixar os outros viverem a sua existência.

“Atrás dessa máscara, há uma ideia. E ideias são à prova de bala.”

Nossos sonhos e ideias são tudo o que temos. Se há algo pelo qual vale a pena lutar, chorar e criar, é por eles.

E lembre-se sempre, você pode falhar e pode ver seu sonho não acontecer, mas centenas de anos depois, suas ideias podem mudar o mundo.

O que me leva a refletir sobre quanto tempo você vai levar para entender que sua liberdade não tem preço!

Em todos os sentidos possíveis da palavra.

A maior prisão que construímos é dentro de nossas mentes e corações.

É quando aprisionamos nossos desejos de vidas, por empregos, pessoas, coisas e medos.

Essa prisão invisível e sem paredes que da a falsa sensação de liberdade e que na verdade é uma grande e fria cela que nos mantém aprisionados e fora de nossa essência.

Nossa liberdade não tem preço!

Tenha foco no que é importante para sua vida.

Dedique-se a isso.

O sucesso não é uma questão de inteligência e sim de esforço para o que é importante.

Seu maior adversário será você mesmo.

Dê uma chance para você e repense tudo para o próximo ano.

Revisite tudo para esse novo ciclo.

Faça o que você precisa fazer!

Pra cima!!!!!

Gostou do artigo? Quer saber mais como não falhar fazendo aquilo que não quer e dar uma chance para você mesmo para fazer o que você ama? Entre em contato conosco. Teremos muito prazer em ajudar.

Glauco Vega
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Confira também: Como Ser Mais Assertivo e Efetivo nos Negócios?

 

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