O post Técnica Versus Caráter na Tomada de Decisão: O Ponto Onde Líderes se Revelam apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Existe um momento na liderança em que a técnica já não é mais o fator decisivo. É quando as opções estão todas “corretas” no papel, mas apenas uma é justa. Nesse ponto, não é o currículo que decide. É o caráter.
Aprendi isso cedo, antes mesmo de ocupar qualquer cargo de liderança.
Cresci vendo minha mãe trabalhar duro, esconder o cansaço atrás de um sorriso e seguir fazendo o que precisava ser feito. Em casa, as decisões não eram baseadas em planilhas, metas ou indicadores, mas baseadas em valores: o que era possível, o que era digno, o que preservava as pessoas.
Houve momentos em que a decisão “mais eficiente” seria desistir, endurecer, fechar portas, mas a decisão tomada quase sempre foi a mais humana.
E isso ficou gravado em mim.
Com o tempo, percebi que muitas decisões difíceis nas empresas não são difíceis por falta de técnica. São difíceis porque exigem caráter.
A técnica ajuda a analisar cenários, medir riscos, calcular impactos. Ela é necessária.
Mas ela não responde a perguntas como:
Essas respostas não estão nos métodos.
Estão nos valores.
É por isso que vemos líderes tecnicamente brilhantes tomando decisões que:
A técnica até entrega números.
O caráter entrega sustentabilidade.
Ao longo da minha trajetória, observei um padrão claro: quando a pressão aumenta, então o caráter é testado.
É fácil liderar com valores quando tudo vai bem. Difícil é mantê-los quando:
É nesse momento que o líder escolhe, consciente ou não, entre:
Essas escolhas constroem (ou destroem) cultura.
Três princípios para decisões com caráter (sem abrir mão da técnica)
Não se trata de romantizar decisões nem ignorar dados. Trata-se de integrar técnica e valores.
Aqui estão três princípios práticos a saber:
Se a decisão precisa ser escondida, maquiada ou comunicada pela metade, então há um alerta aceso.
Decisões com caráter suportam transparência.
Pergunta-chave: Eu consigo explicar essa decisão olhando nos olhos do time?
Não é ignorar números, mas sim ordenar prioridades.
Decisões que ferem pessoas cobram juros altos depois: turnover, apatia, desconfiança.
Pergunta-chave: Que comportamento essa decisão incentiva daqui pra frente?
Coerência gera segurança. Segurança gera engajamento.
Muitos líderes perdem força não por decisões duras, mas por decisões incoerentes, mudam regras, discursos e critérios conforme a conveniência.
Pergunta-chave: Se eu repetir essa decisão várias vezes, que líder eu me torno?
A vida me ensinou que caráter não aparece no discurso, ela aparece na escolha difícil. No momento em que ninguém está olhando. Quando a decisão não é confortável, mas é correta.
Técnica você aprende, processo você ajusta e estratégia você muda.
Mas caráter é o que sustenta tudo isso em pé.
E talvez essa seja a maior verdade da liderança: No fim, as pessoas não se lembram apenas do que você decidiu. Elas se lembram de como você decidiu.
Se esse tema faz sentido para você, então vale a pena salvar e compartilhar com outros líderes.
Estamos precisando de menos decisões “certas no papel” e mais decisões dignas na prática.
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Quer saber mais sobre como o caráter influencia decisões difíceis muito além da técnica e dos resultados imediatos? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Tudy Vieira
https://www.tudyvieira.com.br/
Confira também: Da Escassez Nasce a Consciência: Uma Lição Silenciosa sobre Liderança
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]]>O post BSC, OKR ou KPI: O Que Você Utiliza na Sua Empresa? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Antes de mais nada, preciso explicar cada uma delas, a saber:
Criado em 1992 por Robert Kaplan e David Norton. A sua estrutura traduz a estratégia da empresa em ação, alinhando a organização aos objetivos estratégicos, integrando as áreas da empresa e avaliando o desempenho de longo prazo equilibrado em 4 pilares:
Criado por Andy Grove (Intel) na década de 1970, mas disseminado por John Doerr (Google). É um modelo de gestão que conecta objetivos qualitativos e inspiradores a resultados chave mensuráveis, ousados e desafiadores com o objetivo de aumentar o engajamento das equipes, priorizar o que é mais importante e fomentar a agilidade na execução. Normalmente são revisitados trimestralmente, o que permite a sua adaptação as condições de mercado.
É um conceito genérico de gestão cujo foco são as métricas quantitativas tangíveis e cruciais da operação. Com base na meta estabelecida é possível medir a saúde de processos em tempo real, avaliar o sucesso de projetos, fornecer dados para tomadas de decisão e indicar os desvios que necessitam de ação. Eles também permitem avaliar o desempenho em níveis individuais e organizacionais.
Apesar de metodologias diferentes, todas têm algo em comum: são baseadas em indicadores que precisam ser, de fato, claramente definidos. Por exemplo: nome; frequência de medição (dia, semana, mês, etc.); numerador; denominador; responsável pela medição; entre outros.
O ideal é que sejam todos, já que cada um deles tem um objetivo específico e uma aplicação prática.
Assumindo que a empresa não tenha nada, eu começaria pelos KPIs, pela sua simplicidade e independência, ou seja, cada área pode implantar o seu sem depender da outra. O cuidado a se tomar é que não haja conflito nos KPIs das áreas; melhorar KPI de uma área, comprometer KPI da outra.
A existência do KPIs possibilitará a organização tomar ações em relação a um KPI com resultado negativo, por exemplo: alto índice de insatisfação do cliente. Com essa informação ela buscará a causa raiz desse resultado para corrigir o problema e acompanhar a efetividade da ação tomada.
O meu segundo passo seriam os OKRs pela sua flexibilidade, por alinharem as áreas da organização e estarem integrados com a visão estratégica da organização. Uma recomendação adicional é avaliar os KPIs existentes, por exemplo: o KPI satisfação do cliente pode ser utilizado como base do OKR.
Por último seria a implantação do BSC por serem mais estáveis, alinhados com a visão de longo prazo e seu foco estratégico. Aqui também vale a recomendação acima de visitar os KPIs e OKRs para evitar indicadores similares ou sobrepostos.
A grande vantagem que eu vejo no BSC é a integração de toda a empresa através dos 4 pilares já mencionados e apresentados em conjunto, o que facilita as análises e a tomada de decisão na correção ou melhoria da performance da empresa.
Por exemplo: vendo os indicadores de Finanças acima das metas definidas e os Cliente não; uma decisão poderia ser destinar recursos na melhoria de um processo, treinamento do time visando melhorar a satisfação do cliente.
Essa conclusão poderia ser feita sem o BSC? Sim, com toda certeza, mas dependeria de uma avaliação mais profunda e não tão imediata porque os resultados das áreas são apresentados de forma isolada e apartada.
A estruturação deste modelo é trabalhosa e custosa, mas permitirá que a tomada de decisão seja com base em fatos e informação atualizada e, mais do que isso, consolidada e consensada entre todas as áreas da empresa e sem depender de subjetividades.
Quer saber mais sobre como integrar BSC, OKR ou KPI para alinhar estratégia, execução e resultados na sua empresa? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Marcio Motter
https://marciomotter.com.br/
Confira também: Você Diz Mais “Sim” ou Mais “Não” na Sua Vida? O Custo Invisível de Não Saber Priorizar
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]]>O post Da Escassez Nasce a Consciência: Uma Lição Silenciosa sobre Liderança apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Existe um tipo de aprendizado que não vem de livros, nem de treinamentos.
Ele vem do silêncio, da falta, da escassez.
Quando eu era criança, eu desejava algo simples: comer uma maçã.
Não era luxo, não era exagero, era apenas uma maçã.
Minha tia fazia vitamina de frutas para os filhos dela, e eu morria de vontade.
Mas ela não me dava.
Hoje eu entendo: não era falta de amor, mas falta de condição.
Naquele momento, eu não sabia dar nome para o que eu sentia.
Hoje eu sei: era escassez.
E, sem dúvida, a escassez ensina cedo demais.
A escassez não ensina só a faltar.
Ela ensina a prestar atenção.
Quem viveu escassez certamente aprende a:
Talvez seja por isso exista tanta diferença entre líderes que apenas executam e líderes que pensam estrategicamente.
Estratégia, no fundo, é isso: saber usar bem o que se tem, antes de pedir mais.
A ironia da vida é que hoje eu posso comer quantas maçãs eu quiser, mas eu não gosto.
Mesmo assim, eu como.
Não por prazer, mas por consciência.
Consciência de quem sabe o que é, de fato, não ter escolha.
Escassez sem consciência vira trauma.
Nem toda pessoa que viveu escassez se fortaleceu.
Algumas ficaram rígidas, outras ficaram controladoras, outras desenvolveram incluside o medo excessivo de perder.
Mas a diferença não está no que se viveu. Está no que se aprendeu com isso.
Quando a escassez não é elaborada, ela vira então:
Quando a escassez é transformada em consciência, então ela vira:
E isso muda tudo dentro de uma empresa.
Vejo muitos líderes pedindo:
Quando, de fato, o problema não é falta.
É o uso inconsciente do que já existe.
Escassez bem elaborada ensina algo poderoso: antes de pedir mais, organize melhor.
E, sem dúvida, líderes conscientes:
Eles sabem que recurso mal utilizado é de fato tão prejudicial quanto recurso inexistente.
Aqui vão dicas práticas, simples e profundas, para líderes que querem se fortalecer a partir da consciência, e não da pressão.
Pergunte-se, com honestidade:
Liderança estratégica começa quando você enxerga de fato o que está sendo desperdiçado.
Antes de contratar, pergunte:
Muitas empresas vivem escassez de gente boa quando, na verdade, vivem escassez de desenvolvimento.
Decisões conscientes não são impulsivas. Elas respeitam o esforço coletivo.
Um líder que conhece o valor do básico:
Isso gera segurança.
E, sem dúvida alguma, segurança gera engajamento.
A vida me ensinou liderança antes de me ensinar técnica, ela me ensinou no silêncio da falta e na consciência do simples.
Escassez não é algo que eu romantizo, mas é algo que eu honro.
Porque foi ela que me ensinou a não desperdiçar pessoas, recursos e oportunidades.
E se existe uma verdade que eu carrego comigo, é essa:
Liderança não é sobre ter mais. É sobre usar melhor o que se tem, com consciência, respeito e visão.
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Quer saber mais sobre como transformar a mentalidade de escassez em uma liderança consciente para que você possa tomar decisões mais estratégicas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Tudy Vieira
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Confira também: Meta travada não é falta de motivação. É falta de método. (E dá para corrigir em 7 dias)
O post Da Escassez Nasce a Consciência: Uma Lição Silenciosa sobre Liderança apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Você Diz Mais “Sim” ou Mais “Não” na Sua Vida? O Custo Invisível de Não Saber Priorizar apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Eu acredito que dizemos mais “sim”, o que pode nos criar problemas ou comprometendo o nosso desempenho.
Em pouco ou maior escala somos acumuladores e por isso precisamos cada vez de mais espaço físico ou virtual para guardar as nossas coisas o que, no limite, implica em um dispêndio de recurso financeiro.
Assumimos mais responsabilidades ou atividades do que conseguimos realizar, e com isso ficamos com uma sensação muito ruim de incapacidade ou de incompetência, o que não necessariamente é verdade.
Somos bombardeados por e-mail e whatsapp de artigos, relatórios, livros, revistas e tantas outras publicações que nos causa ansiedade e medo de perder algo importante ou ficar desinformado, o conhecido FOMO – Fear of Missing Out (medo de ficar de fora).
Os exemplos acima têm algo em comum: consomem recursos limitados (tempo, energia, financeiros, pessoas, etc.) e portanto, precisamos tratá-los de uma forma racional. Investir naqueles com maior retorno.
Precisamos a aprender a dizer não para aquilo que não nos agrega, caso contrário estaremos sempre atolados correndo o risco de dizer não para algo muito importante.
No mundo corporativo sempre tem aquele que pede ajuda para todo mundo e, para ajudá-lo, assumimos as tarefas dele. Para dar conta estendemos o horário de trabalho e, numa dessas ocasiões, não vamos a apresentação da nossa filha ou filho. Ao invés de dizer não ao colega do trabalho, o não foi dito para alguém muito mais importante.
Mas como fazer num caso como o acima? Se for um pedido eventual, ou ajuda pontual, não vejo problemas desde que isso não comprometa as suas atividades, caso contrário responder que não será possível ajudar desta vez.
Vejo três situações nas empresas geradoras de atrito e, consequentemente, perda de recursos ou destinação inadequada de recursos:
Não é difícil as empresas acumularem listas imensas de iniciativas, muitas delas sem objetivos definidos, sem vínculo com o planejamento estratégico, ou mesmo desatreladas de questões regulatórias ou requisitos legais.
Isso só gera ansiedade no time por não saber qual atender primeiro. É cada um correndo para um lado, priorizando de acordo com o seu entendimento ou avaliação, enfim, uma confusão.
Uma confusão que gera desgaste dos times, sobrecarga de trabalho e até retrabalho sem efetivamente alcançar o resultado esperado.
Não vejo problemas existirem muitas iniciativas, mas elas precisam ser priorizadas com base em critérios claros, objetivos e transparentes, o que deixa claro onde os recursos serão alocados.
Surgiu uma nova iniciativa, ela deve ser avaliada com os mesmos critérios e atualizada a lista de prioridades.
Nem todo projeto vai para frente! Essa é uma realidade empresarial!
Mesmo assim, muitos projetos continuam com a desculpa do tempo e dinheiro investido. Se não há perspectivas positivas o melhor é encerrar o projeto e destinar os recursos para outro.
Isso vale para um novo produto, um novo canal de distribuição ou mesmo uma empresa que foi comprada, como foi o caso da Nokia (divisão de celulares) comprada pela Microsoft em 2013.
O projeto Windows Phone fracassou e, ao invés de continuar insistindo, a Microsoft lançou para prejuízo cerca de US$ 7,6 bilhões em julho de 2015.
Essa é uma discussão eterna nas empresas. Sempre tem aquela pessoa que defende a continuidade desse produto pelas mais diversas razões, algumas até emotivas, mas de ordem prática não faz sentido.
Cada unidade vendida de um produto com margem de contribuição negativa significa a redução da lucratividade da empresa, por isso ele tem que ser descontinuado.
Só faz sentido mantê-lo se impulsionar a venda de um produto com margem de contribuição positiva e que juntos, o resultado seja positivo. Se não for esse caso, do ponto de vista econômico-financeiro, o produto tem que ser descontinuado.
Toda escolha implica em uma renúncia, mas precisamos aprender a dizer não para aquilo que não nos agrega! Aprender a desapegar daquilo que não nos serve mais! Aprender que há limites para corrigir o que precisa ser,, de fato, corrigido!
Quer saber como melhorar a priorização nas empresas e tomar decisões mais estratégicas que realmente geram resultados? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Marcio Motter
https://marciomotter.com.br/
Confira também: Mapeamento de Processos: Burocracia ou Alavanca para a Produtividade?
O post Você Diz Mais “Sim” ou Mais “Não” na Sua Vida? O Custo Invisível de Não Saber Priorizar apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Meta travada não é falta de motivação. É falta de método. (E dá para corrigir em 7 dias) apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Se você é empresário, então provavelmente já viveu esse cenário:
A meta está na mesa, o número está claro, o prazo está chegando e mesmo assim… a empresa parece andar em câmera lenta. O líder está “ocupado”, a equipe está “cheia de coisas”, as cobranças se repetem, as reuniões acontecem. E no fim da semana, o placar não muda.
Nessa hora, muita gente tenta resolver com o que parece mais rápido: motivação, discurso, bronca, pressão.
Mas a verdade é mais simples. E, por isso mesmo, mais poderosa:
Meta travada quase nunca é falta de vontade. É falta de método de execução.
E método não precisa ser complexo. Precisa ser constante.
Quando a meta não anda, então o que geralmente está faltando é uma dessas peças:
Sem isso, o líder vira bombeiro.
E líder bombeiro, sem dúvida, vive assim: apaga incêndio, resolve urgências, reage às pessoas e perde o controle da semana.
Líder confuso vira líder reativo. E líder reativo perde a meta.
Liderança que entrega resultado não é glamour. É execução.
E execução aparece quando o líder garante cinco coisas a saber:
Se uma dessas peças não existe, então a meta vira esperança. E esperança não escala empresa.
Você pode fazer isso ainda hoje com seus líderes e leva 15 minutos:
Pronto. Você saiu do caos e colocou o comando no papel.
O ponto de controle fixo não é uma reunião longa, mas um ritual curto para manter a meta viva. Funciona assim (10 a 20 minutos):
Quando o líder instala isso, então algo muda de imediato: a equipe entende que execução não é conversa. É compromisso.
Empresas perdem meta por um motivo silencioso: líder tem medo de cobrar — ou cobra no impulso e assim cria conflito.
A cobrança saudável é simples e segue uma estrutura:
Isso de fato tira a cobrança do emocional e coloca no critério.
E aqui entra então uma frase que vale ouro:
“Me diga como você vai mensurar meu resultado, que eu te direi como e quando eu vou produzir.”
Se você quiser aplicar em formato de “correção rápida de rota”, então aqui vai o resumo:
Não é um desafio motivacional. É execução orientada.
Você não precisa de líderes perfeitos. Você precisa de líderes constantes.
E constância nasce de três coisas: clareza, rotina e cobrança com critério.
Se você quiser levar uma ação daqui para hoje, então leve esta:
Marque agora o ponto de controle fixo semanal (dia e hora).
E na próxima semana, rode o ritual com placar, responsáveis, prazo e combinado.
A empresa começa a mudar quando o comando vira rotina. E quando vira rotina… a meta então volta a andar.
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Quer saber mais sobre como corrigir uma meta travada na empresa bem como aprender um método simples de execução nas equipes? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar com você sobre esse tema.
Tudy Vieira
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Confira também: A Vida Me Forjou Cedo: O Que Aprendi Sobre Dignidade e Liderança
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]]>O post Mapeamento de Processos: Burocracia ou Alavanca para a Produtividade? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Depende da dose: em excesso engessa a empresa; ausente compromete a operação. Explico.
Vamos imaginar uma empresa que fatura no dia 25 do mês tudo o que os seus clientes compraram entre o dia do último faturamento (neste caso 25 do mês anterior), e o dia imediatamente anterior ao faturamento do mês (neste caso 24 do próprio mês).
Essa regra é conhecida pelos clientes, a ponto deles terem como a melhor data de compra o dia 25, já que tudo o que pedirem nesse dia será faturado no dia 25 do próximo mês.
Em um determinado mês, por questões técnicas, o faturamento ocorreu no dia 28. Nesta situação, o que fazer:
Ao considerar as compras feitas entre 25 e 27 a empresa antecipará o recebimento, porém impactará negativamente o cliente; ele deve ter considerado a informação do dia 25 ser a melhor data de compra. É uma situação que pode gerar reclamações, maior inadimplência e até mesmo a perda de clientes.
É um documento onde não está descrito o “como fazer”, mas sim “o que fazer” através do fluxo entre as atividades. O documento apresenta seus respectivos responsáveis, caminhos alternativos, exceções e ramificações.
É um documento que deixa claro o que precisa ser feito para obtenção do resultado esperado. Ele serve para o treinamento do novo colaborador, esclarecimento do que fazer frente a uma situação anormal como foi o exemplo acima, auditoria da operação e para a automação da operação.
Isso mesmo, não adianta querer automatizar uma operação sem antes ter o processo desenhado. Não adianta achar que a IA (inteligência artificial) por si só resolverá o problema sem antes “dizer para ela” o que fazer e como fazer; sem isso ela não funcionará.
Mesmo tendo um processo bem mapeado, recomendo sua revisão antes da automação. Isso possibilitará a identificação de melhorias e eliminação de atividades redundantes ou que não fazem mais sentido.
Primeiro pela falta de padrão na execução das atividades (cada um fará da forma que achar mais certo). Segundo pela dependência de pessoas que conhecem o processo (sem elas pode haver descontinuidade, falhas na entrega ou no resultado esperado).
Mas cuidado com a dose para não engessar a empresa, não só pela grande quantidade de processos, mas também pela rigidez desenhada, como é o caso a seguir:
Por exemplo, o processo de Compras. Ele é extremamente importante, principalmente na homologação de um fornecedor, mas não necessariamente ele seja válido para 100% dos casos.
Uma grande empresa estava negociando uma parceria com uma startup para desenvolverem e lançarem em cerca de 3 semanas, após o início dos trabalhos, um novo serviço em conjunto.
Alinhada as condições técnicas e comerciais, solicitaram ajuda da área de Compras da grande empresa para a formalização do contrato entre as duas empresas. Até aí nada demais, porém, pelo processo desenhado demoraria cerca de um mês para análise das informações demandas à startup e elaboração do contrato.
Quando a startup soube desse prazo e avaliou o seu esforço, tempo e custo para responder o questionário que recebeu, obter os documentos e as certidões solicitadas, achou melhor desistir da parceria.
Sim, isso mesmo, o prazo estimado para assinar um contrato era superior ao tempo do trabalho que seria executado. Um serviço que era para ser lançado em menos de um mês, não foi lançado por causa de um processo interno que demorava mais.
Vejo os processos como alavancadores da produtividade, mas devem ser constantemente avaliados e com isso:
Quer saber mais sobre como mapear e padronizar processos para aumentar a produtividade e transformar suas operações em verdadeiras alavancas de resultado na sua empresa? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Marcio Motter
https://marciomotter.com.br/
Confira também: Sua Empresa Encanta ou Desencanta o Cliente?
O post Mapeamento de Processos: Burocracia ou Alavanca para a Produtividade? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post A Vida Me Forjou Cedo: O Que Aprendi Sobre Dignidade e Liderança apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Eu poderia começar este texto falando de técnicas de liderança, gestão de pessoas, indicadores, metas e performance. Mas, honestamente, eu só consigo falar de liderança a partir de um lugar mais verdadeiro: a vida real.
Porque antes de aprender qualquer ferramenta, eu aprendi o que muitas empresas demoram anos para entender: ninguém cresce de verdade quando está apenas tentando sobreviver.
Quando eu era criança, eu via minha mãe trabalhando pesado.
Costurando, passando roupas para os outros, cozinhando em restaurantes… saindo cedo e chegando tarde. E o que mais me confundia era isso: ela ainda sorria.
Por fora, ela parecia forte.
Por dentro, eu sentia que existia um peso que não cabia no sorriso.
Um dia faltou margarina para comer com pão. Eu pedi para ir na quitanda comprar. A gente comprava “fiado”, pagava quando ela recebia. Só que, naquele dia, o dono disse que a conta tinha sido fechada. Não dava mais para nos vender até pagarmos nossa dívida.
Eu tinha menos de 11 anos e senti uma coisa que criança nenhuma deveria sentir: desespero.
Naquele instante, eu não pensei “puxa, isso é chato”. Eu pensei: “E agora? Como a gente vive?”
Eu cresci ali.
Aos 12 anos, eu comecei a trabalhar como caixa numa lanchonete na rodoviária de Goiânia. Eu estudava de manhã e às 14h ia para o trabalho. Saía de lá às 23h. E tinha uma parte que eu nunca esqueço: no fim do dia, o dono dividia as sobras de salgados com os funcionários. Ele era humano. E eu levava aquilo para casa.
E para mim, a maior alegria não era o dinheiro.
Era ver minha mãe e minhas irmãs me esperando, felizes, porque eu cheguei com comida.
Eu não estava “ajudando”.
Eu estava tentando sustentar o que faltava.
Essa é uma verdade dura, mas libertadora: ninguém entrega o melhor de si quando o básico está em risco.
Quando o time vive inseguro, desvalorizado, pressionado sem direção, com medo de errar, com sensação de injustiça… ele até pode produzir por um tempo, mas não sustenta. Vira um time cansado, reativo, defensivo.
A mente entra em modo sobrevivência.
E em modo sobrevivência, ninguém inova, ninguém coopera de verdade, ninguém sonha.
Se você quer alta performance, então o seu primeiro papel como líder é proteger o básico:
Alta performance é consequência.
Dignidade é a base.
Minha mãe sorria, mas doía.
E aquilo me ensinou a desenvolver um tipo de sensibilidade que eu, sem dúvida, considero rara na liderança: percepção.
Tem gente no seu time sorrindo e performando… mas está no limite.
Tem gente que não reclama, não confronta, não dá trabalho, e exatamente por isso passa despercebida.
Só que uma equipe não quebra sempre com barulho.
Às vezes ela quebra no silêncio.
Liderança não é só “acompanhar indicador”.
É perceber clima, microexpressões, energia, retraimento, irritação, ausência emocional.
É olhar para além do resultado e então perguntar: “Como você está sustentando isso?”
Aqui vão três práticas simples, aplicáveis e muito poderosas, para você fortalecer sua liderança na vida real:
Uma vez por semana, escolha 3 pessoas do time e então pergunte (de verdade):
E a regra é: não responda com defesa.
Só escute. Anote. E aja em pelo menos 1 ponto.
Isso muda cultura rápido, porque gera confiança.
Antes de exigir mais performance, revise:
Muitos líderes tentam “motivar” quando, na verdade, o problema é estrutura fraca e comunicação confusa.
Fortalecer liderança não é virar duro.
É virar coerente.
Coerência é o que dá segurança ao time.
Um líder coerente pode cobrar alto porque o time confia que existe respeito, verdade e justiça por trás.
A vida me forjou cedo.
E eu honro isso.
Eu honro minha mãe.
Honro a criança que sentiu desespero.
Honro a adolescente que trabalhou até tarde.
E honro as pessoas que passaram pela minha história.
Porque foi tudo isso que me ensinou uma liderança que não nasce em cargo:
nasce no caráter.
E se eu pudesse deixar uma frase para você levar hoje, seria essa:
Antes de querer um time de alta performance, construa um ambiente de dignidade.
Porque técnica sem valores não sustenta legado.
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Tudy Vieira
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Confira também: Liderança Sem Verdade é Gestão de Aparência
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]]>O post Sua Empresa Encanta ou Desencanta o Cliente? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A começar pela forma que a gestão enxerga e contabiliza todos os gastos relacionados ao atendimento ao cliente. Por serem tratados como custos ou despesas, ao invés de investimento, são sempre alvo de reduções.
Alguns exemplos: quem consegue localizar o telefone da operadora de celular, internet, TV a cabo, plano de saúde ou qualquer outra empresa para ligar e falar com alguém sobre um problema?
Outro dia precisava falar com a operadora de internet para saber quando o serviço seria reestabelecido. Depois de muito procurar consegui o telefone e a primeira informação que ouvi foi que poderia abrir um chamado pelo site ou chatbot. Como fazer isso sem acesso à internet?
Essa justificativa das empresas de que os clientes têm disponíveis os canais de autoatendimento para serem utilizados na hora que ele quiser, são na realidade uma decisão baseada apenas em redução de custos, mas não para prover um melhor serviço ou experiência ao cliente.
Não sou contra os canais de autoatendimento, sou contra o porquê e como são implantados. Via de regra o cliente passa a fazer o trabalho que seria da empresa, há a inversão da relação fornecedor-cliente (no atendimento por telefone o operador está à disposição do cliente, no autoatendimento o cliente fica à disposição do operador) e não há revisão de processos.
É uma grandíssima oportunidade de conhecê-lo, saber das suas necessidades e até ampliar o relacionamento oferecendo algum produto ou serviço extra. É o momento para encantá-lo!
Os canais de autoatendimento, mesmo a minoria que é bem-feita, são transacionais. É para resolver uma questão pontual e sem qualquer interação com o cliente para saber o que mais ele gostaria.
Do ponto de finanças empresariais essa economia até pode resolver uma questão de curto prazo, mas não é sustentável no longo prazo.
O cliente desencantado sai na primeira oportunidade e para compensar a sua perda, a gestão da empresa precisará gastar para adquirir novos clientes, ou seja, do ponto de vista prático trocou-se a rubrica do custo ou despesa de “Atendimento ao Cliente” para “Aquisição de clientes”.
Além disso a troca pode implicar em um custo superior a economia, isso considerando que quanto maior for a parcela de clientes desencantados, mais difícil e caro será adquirir um novo cliente para repor a perda. Ao invés de economizar no atendimento a gestão gasta para adquirir novos clientes.
O cliente é um dos maiores ativos que a empresa e, sendo isso verdade, ele precisa ser, sem dúvida, cuidado e encantado em qualquer oportunidade. Um cliente desencantado só permanece enquanto não tiver escolhas, mas nunca referenciará ou recomendará a empresa, muito pelo contrário.
Quer saber mais sobre como equilibrar atendimento humano e autoatendimento para encantar o cliente, fortalecer a fidelização bem como gerar resultados sustentáveis no longo prazo? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Marcio Motter
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Confira também: Sua Empresa Está Preparada Para Faturar o Dobro em 6 Meses?
O post Sua Empresa Encanta ou Desencanta o Cliente? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Liderança Sem Verdade é Gestão de Aparência apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Existe uma conta silenciosa que toda empresa paga quando a liderança perde a integridade: a conta da desconfiança.
E ela não vem em forma de boleto. Ela vem disfarçada de “falta de engajamento”, de “gente que não veste a camisa”, de “equipe que não tem iniciativa”, de “fornecedor que não prioriza”, de “cliente que some”, de “processo que não funciona”.
No fundo, quase sempre é a mesma raiz: quando o líder não é verdadeiro, as pessoas param de acreditar, e quando param de acreditar, param então de colaborar.
Muita gente confunde integridade com “ser bonzinho”, mas integridade é outra coisa: é ser inteiro. É ter alinhamento entre fala e prática.
O time percebe rápido quando um líder:
E quando isso acontece, então a equipe não briga. Ela só faz o mais perigoso: se adapta.
Ela começa a trabalhar no modo “proteger-se”. Entregar o mínimo. Registrar menos. Perguntar menos. Sugerir menos. Confiar menos.
Porque onde não há clareza, as pessoas criam suposições. Onde há suposição, nasce insegurança. E onde há insegurança, a produtividade vira então sobrevivência.
Transparência não é contar tudo para todo mundo. É não manipular a realidade. É não esconder o jogo.
O Líder transparente:
Essa postura cria um ambiente onde as pessoas conseguem respirar. E, sem dúvida, onde o time respira, ele performa.
Porque performance não nasce de pressão infinita. Performance nasce de clareza + confiança + direção.
Verdade gera segurança. Segurança gera resultado.
Se você quer colaboração real, então você precisa lembrar de uma regra simples:
Ninguém dá o melhor de si onde sente que pode ser enganado.
Quando o líder não é verdadeiro, então o time aprende que:
Ou seja: você perde o que mais precisa para crescer: pessoas pensando, assumindo, criando, resolvendo.
E isso não afeta só a equipe, mas…
A incoerência do líder gera custos invisíveis:
O mais duro é: muitos desses custos aparecem como “problema do time”, mas começaram como “problema de referência”.
Porque liderança é referência.
E referência não é aquilo que você diz, mas aquilo que você sustenta quando ninguém está olhando.
Se você quer construir confiança (e resultado), comece por aqui:
A resposta para essas perguntas pode doer. Mas também pode libertar.
Porque líderes que crescem de verdade não são os que “acertam sempre”.
São os que têm coragem de ser verdadeiros o suficiente para ajustar o caminho.
Integridade, transparência e verdade não são “soft skills”. São infraestrutura emocional de alta performance.
Quando a liderança é íntegra, as pessoas confiam. Quando confiam, colaboram. E quando colaboram, o resultado deixa de ser esforço individual e vira então força coletiva.
A força coletiva é o que sustenta crescimento de verdade.
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Quer saber mais sobre como a liderança baseada em verdade, integridade e transparência impacta de fato os resultados, a cultura e o engajamento? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Tudy Vieira
https://www.tudyvieira.com.br/
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]]>Na minha vida profissional já tive essa discussão com alguns empresários; que isso era um risco e não uma oportunidade. O que para eles parecia ser uma “tábua de salvação” da empresa, na realidade poderia comprometer a continuidade da empresa.
Lamentavam não terem fechado o contrato que julgavam rentável, algo que poderia ser realidade depois de no mínimo seis meses de operação. O que eles não contabilizavam era a necessidade dos recursos disponíveis para pagar a folha da equipe que seria contratada e dos insumos necessários por dois ou três meses antes de receber a primeira fatura.
Além das empresas não terem os recursos disponíveis, estavam endividadas e com baixa possibilidade de levantar novos empréstimo. Nem podiam dar o novo contrato como garantia do empréstimo porque havia um impedimento contratual.
Ganhar esses contratos poderia impactar seriamente as empresas, algo que seria agravado caso o cliente atrasasse o pagamento de alguma fatura. Eles viam apenas um pedaço da história, mas não o seu todo.
Excluindo os negócios digitais, as indústrias, comércios e prestadores de serviço precisam se preparar para crescer.
São exemplos simples e que reforçam a necessidade da preparação para o crescimento.
Não há soluções mágicas que resolvem o problema do dia para noite. Qualquer solução passa pelo entendimento do problema; identificação e análise das alternativas; tomada de decisão e implantação.
Algumas soluções demoram mais tempo para serem implantadas, entre elas a construção de uma nova fábrica ou inauguração de uma nova loja, o que só reforça a necessidade da preparação antecipada.
Acompanhando o resultado do negócio através das suas demonstrações financeiras e indicadores, entendendo o cenário econômico e as tendências do mercado.
Através deles será possível antecipar as necessidades de mercado e tomar as melhores decisões de onde investir os recursos visando a ampliação da capacidade de crescimento do faturamento sem impactos na operação.
Sem uma análise crítica das condições da empresa, do cenário econômico e das tendências de mercado, a decisão de crescer pode ser o início do fim da empresa, como por exemplo a Saraiva que pediu recuperação judicial em 2018 e fechou as lojas em 2023.
Ela tinha um plano de expansão baseado na abertura de lojas imensas que para serem rentáveis dependiam de altos volumes de vendas, sem se ater que era um momento de recessão econômica, redução do poder de compra e, consequentemente, menor demanda.
Além disso não teve ter identificada a mudança do perfil do consumidor e do próprio mercado, com o crescimento das vendas online e seus descontos agressivos.
A empresa, como um organismo vivo, precisa ter musculatura para crescer. É como qualquer um de nós que queira correr os 15 km da São Silvestre ou os exatos 42.195 m de uma maratona. Não basta ter o desejo e vontade, é necessário visitarmos um médico, fazer exames clínicos e laboratoriais e, confirmado que não existe algum impedimento, iniciar a preparação física e mental antes da prova.
Isso não garante que conseguiremos concluir a prova ou mesmo sobrevir a ela, mas pelo menos nos preparará para o desafio a que nos propusemos enfrentar.
Você conhece alguma empresa que crescer foi o seu problema? Se sim, gostaria de conhecer o caso.
Quer saber mais quais riscos uma empresa corre ao buscar um crescimento acelerado sem avaliar previamente sua capacidade operacional e financeira? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Marcio Motter
https://marciomotter.com.br/
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