Mediação de Conflitos - Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/topicos/mediacao-de-conflitos/ Mon, 02 Feb 2026 14:29:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.cloudcoaching.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png Mediação de Conflitos - Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/topicos/mediacao-de-conflitos/ 32 32 165515517 Como Foi Sua Infância? A Influência das Experiências Infantis nos Conflitos Emocionais da Vida Adulta https://www.cloudcoaching.com.br/infancia-sua-influencia-nos-conflitos-emocionais-da-vida-adulta/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=infancia-sua-influencia-nos-conflitos-emocionais-da-vida-adulta https://www.cloudcoaching.com.br/infancia-sua-influencia-nos-conflitos-emocionais-da-vida-adulta/#respond_68267 Mon, 02 Feb 2026 13:20:27 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=68267 Entenda como experiências da infância moldam conflitos emocionais na vida adulta. Descubra por que certas reações inconscientes se repetem, como o inconsciente atua e o que isso revela sobre suas relações e escolhas emocionais até hoje.

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Como Foi Sua Infância?
A Influência das Experiências Infantis nos Conflitos Emocionais da Vida Adulta

Por que falar sobre a infância em artigo sobre conflitos?

Porque é em nossa infância que se iniciam os conflitos inconscientes, os quais se revelam na idade adulta.

Vejo as crianças como seres conscientes, perfeitos, íntegros, criativos e cheios de recursos.

No entanto, crescemos e esquecemos de todas essas qualidades oriundas de nossa infância.

E, em vez de promovermos a confiança naqueles que nos sucedem para que acreditem em suas pretensões e ousem por si próprios, passamos a controlá-los tal qual o vivenciado por nós mesmos. Certamente, esses fatos são fruto do nosso medo, nosso desconhecimento e da falta de certeza com relação ao futuro.

Como seria desenhar nossos relacionamentos com o coração em vez de racionalizarmos todo e qualquer fato?

Saibam que ao falar sobre desenhar com o coração estou me referindo sobre o despertar do seu sentir quando você se depara com algo inusitado em uma criança, fato esse que ao passar despercebido preferimos avaliar como criancice.

Por exemplo: você já deve ter visto inúmeras vezes uma criança cuspir um alimento.

Pergunte-se o que foi que ela sentiu para agir dessa maneira em vez de recriminá-la pelo ato visto como mal educado? Isto não significa que você não deva ensiná-la como agir, caso ela manifeste que o sabor de algum alimento não lhe agrade.

Você pode lhe dizer para experimentar primeiro, bem pouco, para não sofrer com aquele sabor, e depois engolir porque é pouquinho ou ensiná-la a limpar a boquinha em um guardanapo.


Você pode me dizer: o que isso tem a ver com o meu sentir e os meus conflitos?

Procure se lembrar em qual momento você já sentiu algo parecido com relação a algum alimento ou até mesmo com uma situação que o incomodou.  Como foi que você agiu?

Cuspiu com raiva, engoliu a seco ou disfarçou e resolveu de forma elegante?

Percebe como isto tem a ver com a forma como você reage diante das adversidades em sua vida?

Reflita sobre o seu sentir, e verifique o quanto você é reativo com certas palavras ou atos que não lhe agradam.

  • Será que você só fica desconcertado e não diz nada sobre o que ouviu?
  • Procura refletir e raciocina como melhor agir?
  • Somos ou não levados pelos nossos sentidos?
  • Existe ou não um paralelo com o nosso aprendizado na infância?

Compreender que o nosso inconsciente é capaz de nos levar a reações semelhantes manifestadas quando pequenos, ainda que em momentos diferentes, porém com a mesma reação passada, ajuda-nos a reavaliar o porquê de nosso comportamento atual, bem como o daqueles com os quais nos relacionamos.


Qual o nosso sentido primitivo com o qual começamos a reagir com o que não gostamos?

Ao nos alimentarmos estamos aprendendo como preencher uma necessidade básica em nossas vidas, e a maneira ou até mesmo as repreensões que recebemos nesse primeiro ato podem ser o caminho que tomaremos em nossas reações futuras.

Falo sobre isto para que prestemos mais atenção ao que sentimos diante das reações infantis, e assim preparar os futuros adultos a reagirem com mais sabedoria e inteligência.

Percebam que ao estarmos atentos aos movimentos da criança, somos capazes de sentir os motivos de todas as atitudes que presenciamos neles.

Claro que o nosso agir para com os pequeninos demandará mais atenção do que muitas vezes lhes proporcionamos, no entanto, tenho certeza que ao observá-los você pode se surpreender o quanto você pode aprender com o que desperta sentimentos e reações adversas em você mesmo.

De acordo com esta frase de Jean Piaget:

“A infância é o tempo de maior criatividade da vida do ser humano.”

E eu acrescento: é a fase de nossas vidas em que ao criarmos demonstramos de forma transparente o que sentimos, e por isto aprender com os pequenos é retornar no tempo e aprender porque não nos agradam certas situações.


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Quer saber mais sobre como a infância influencia conflitos emocionais na vida adulta? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.

Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/

Confira também: Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações

Palavras-chave: infância, infância e conflitos emocionais, experiências infantis, conflitos emocionais, inconsciente, vida adulta, influência da infância na vida adulta, experiências infantis e comportamento adulto, conflitos emocionais na vida adulta, reações emocionais formadas na infância, educação emocional na infância

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Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações https://www.cloudcoaching.com.br/a-essencia-humana-por-tras-das-nossas-reacoes-como-regenerar-conflitos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-essencia-humana-por-tras-das-nossas-reacoes-como-regenerar-conflitos https://www.cloudcoaching.com.br/a-essencia-humana-por-tras-das-nossas-reacoes-como-regenerar-conflitos/#respond_67839 Mon, 08 Dec 2025 13:20:52 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=67839 Descubra como a essência humana, moldada pelas primeiras vivências e ativada pelo cérebro primitivo, determina nossas reações diante dos conflitos. Entenda por que reagimos como reagimos e como o autoconhecimento transforma essa dinâmica.

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Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações                                   

Existe um componente na uva ou na azeitona que é a essência dos referidos produtos, e sem as quais tais produtos não existiriam. Quem somos nós: um rótulo ou uma essência?

Como podemos nos classificar?

Seria nossa identidade social, familiar, laboral ou quaisquer outra aquilo que demonstra quem nós ou o que mais poderíamos ser?

Se refletirmos sobre nossa existência ao observar um produto qualquer, tal como o vinho ou o azeite existe uma especificação no rótulo sobre a composição do produto que na verdade tem sua origem na matéria prima que possibilitou a produção no caso do vinho ou do azeite.

Pois bem, podemos também afirmar que somos a nossa essência, ainda que o nosso rótulo seja médico, advogado, ator ou qualquer outro que tenhamos escolhido para a nossa existência.

Ocorre que nossa essência primária está localizada em nosso cérebro reptiliano, ou seja, o nosso primeiro cérebro. Aquele onde se localiza a maneira como atuamos diante das adversidades. E, quando estamos diante desses impasses o que nos move é a nossa sobrevivência, por isso atacamos ou fugimos. Percebem como nós somos?

Já a nossa identidade pessoal, laboral, social, familiar se forma com o decorrer do tempo através de nossas vivências.

Assim como o vinho e o azeite tem como essências o fruto que possibilitou o desenvolvimento do produto final, nós temos como essência as nossas primeiras vivências, pois elas formaram a nossa compreensão sobre como devemos agir diante dos fatos que nos são apresentados e vislumbramos como nos defender em caso de perigo iminente.

Para que nossa essência seja apurada e melhorada, dependemos de aprendizado constante e autoconhecimento, para que quando o nosso cérebro primitivo entre em ação por nos sentirmos ameaçados, estejamos preparados para não reagir ao conflito, porém analisa-lo e reconhece-lo como algo que depende de nossa vontade solucionar ou não.

Só assim dignificaremos o rótulo que escolhemos para nossas vidas.

Para que isto ocorra e não sejamos colocados em situação de risco, só o autoconhecimento pode nos revelar o porquê do nosso comportamento incompreensível diante de situações que nos frustram ou assombram são na maioria das vezes diferentes da posição rotulada que ocupamos. Isto acontece porque o nosso cérebro primitivo é aquele que nos defende de qualquer tipo de perigo.

Como o conflito é algo que nos possibilita cocriar com o nosso adverso a solução, o melhor que se pode fazer é não confrontar para solucionar.

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Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como a essência humana molda nossas reações nos conflitos e nos ajuda a entender por que reagimos como reagimos? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê?

Palavras-chave: essência humana, rótulo e essência, cérebro primitivo, autoconhecimento e conflito, reação diante do conflito, essência humana e comportamento, como reagimos aos conflitos, autoconhecimento para lidar com conflitos, origem das nossas reações emocionais, o papel do cérebro primitivo

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Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê? https://www.cloudcoaching.com.br/sonhos-emocoes-sistema-relacoes-humanas-papel-seguranca-emocional/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sonhos-emocoes-sistema-relacoes-humanas-papel-seguranca-emocional https://www.cloudcoaching.com.br/sonhos-emocoes-sistema-relacoes-humanas-papel-seguranca-emocional/#respond_67434 Mon, 10 Nov 2025 13:20:55 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=67434 Nossos sonhos revelam conflitos invisíveis das relações humanas. Descubra como a segurança emocional influencia decisões, comportamentos e vínculos, e por que compreender o papel de cada um é essencial para restaurar equilíbrio e harmonia.

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Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê?
Reflexões sobre o Sistema das Relações Humanas e o Papel da Segurança Emocional

Todos nós sonhamos, e acredito serem a maioria de nossos sonhos a forma que encontramos para resolver conflitos pessoais.

Tive um sonho outro dia por demais estranho que me fez de imediato pensar em como estava preocupada com a minha insegurança bem como as dos demais, por questões relacionadas aos litígios provocados pela desorganização do sistema.


O que é um Sistema?

Um sistema é composto integralmente por elementos interrelacionados e interdependentes. Aqueles que compõem o sistema tem relações definidas que se mantém com objetivos definidos, uma vez que se entende que a operacionalização e a produção como um todo é melhor que a simples soma de seus componentes.


O que isso quer dizer?

Em sendo o assunto abordado neste texto sobre o sistema das relações humanas, concluo disto que aqueles que compõem o sistema tem menor prioridade que o objetivo do próprio sistema, uma vez que o importante é o resultado final do idealizado pelo grupo que detém o controle do sistema.


Por que o resultado causa dor?

Não seriam os detentores desse controle tão humanos quanto aqueles que tão somente observam e apenas tem que estar em consonância com o pré-estabelecido pelo grupo que controla?

Todos humanos são resultado de suas emoções vivenciadas e muitas vezes até mesmo não reconhecidas pelos atores que amargam aquilo que não compreendem.

O caos instalado no sistema desorganiza a todos. Sejam eles partícipes ou não das soluções aventadas diuturnamente.

Conflitos desnecessários se instalam e deixam todos sem saber qual o rumo tomar.

E, nau sem rumo causa inquietação, medo, desespero e principalmente insegurança. Portanto, o resultado é zero soluções para resolver o que afeta a todos.


Como transformar essa inquietação latente em soluções?

Se o barco está sem rumo o conflito cresce. O que fazer? Optar por uma direção, penso que acalmará os sentidos de todos os que nele navegam. E, para isto a maioria deverá estar de acordo, ainda que alguns discordem, seja por incompreensão, ego ou qualquer outra razão que não tenhamos conhecimento.

Penso que desta forma podemos atenuar o conflito e cada indivíduo poderá racionalizar o que melhor lhe aprouver, mesmo que o sistema não entenda o indivíduo como o centro daquilo que pretendem.

Afinal, o todo é formado a partir de cada um. E o dito cujo “um” sempre encontrará outro “um” para dividir o que lhe interessa.

Cada indivíduo também pode organizar seus próprios interesses, reconhecendo que sempre existirão semelhanças com os de outros e, com isso, encontrar a possibilidade de satisfazer o todo. Cada qual com sua contribuição.

Penso que todos somos pessoas com características próprias e comuns.

Por isso, vejo que as características individuais não devem ser desmerecidas, rejeitadas ou não reconhecidas.

Quem nunca se deparou com algo insólito e que ao final trouxe algo benéfico para si mesmo?

Se compreendermos que tudo tem uma via de duas mãos, e é o que demonstra que ninguém deve se sentir superior a quem quer que seja, uma vez que sabemos que A não é B, o que não significa que A e B não possam estar juntas, mesmo porque uma segue a outra.


Respeitar o próximo sempre é o melhor caminho para evitar conflitos que não agregam. Isso não significa ignorar ideias diferentes, pelo contrário, devemos observá-las e refletir sobre elas.


Se não resolvermos o conflito da segurança, que é o que mais me preocupa, certamente todos perderão. Ledo engano acreditar que isso atingirá só determinadas pessoas.

Saibam que a segurança é uma necessidade básica do ser humano para que se mantenha certo do que deverá fazer para realizar o que pretende e, sem ela o raciocínio se torna inconsequente, pois ele passa tão somente a visar a sua sobrevivência.

Somos todos UM. Sem o UM o todo também não existiria, pois como as pétalas da rosa começam a se desfazer a partir da primeira pétala que cai, todos cairão se não estiverem atentos a importância de cada pétala que forma a completude da rosa.


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Quer saber mais de que forma nossos sonhos podem revelar os conflitos invisíveis que vivemos dentro dos sistemas aos quais pertencemos? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este tema.

Luísa Santo
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Confira também: Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos

Palavras-chave: sonhos, conflitos, sistema, relações humanas, segurança emocional, equilíbrio emocional, autoconhecimento, significado dos sonhos e emoções, inseguranças internas, conflitos invisíveis, importância da segurança emocional, papel do indivíduo no sistema social

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Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos https://www.cloudcoaching.com.br/plebiscito-de-ideias-quando-o-valor-esta-em-construir-juntos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=plebiscito-de-ideias-quando-o-valor-esta-em-construir-juntos https://www.cloudcoaching.com.br/plebiscito-de-ideias-quando-o-valor-esta-em-construir-juntos/#respond_67022 Mon, 13 Oct 2025 14:20:22 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=67022 Em um mundo onde todos querem ter razão, o plebiscito de ideias propõe algo raro: transformar divergências em pontes de entendimento. Descubra como lapidar pensamentos coletivos pode gerar o verdadeiro avanço humano.

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Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos

O que é um plebiscito?

Utilizamos o plebiscito quando conceitos antagônicos divergem categoricamente sobre o que é melhor para todos.

O plebiscito acontece quando o povo vota em uma regra de forma democrática e, depois, o parlamento a referenda como regra para todos.

Inicio este texto dessa forma para que fique mais clara a minha intenção ao falar de plebiscito de ideias.

Para isso, coloco uma questão que está conectada com os nossos conflitos pessoais diante das mazelas que nos afligem diuturnamente:


Como podemos categorizar o que é melhor para todos, se cada pessoa vivencia suas questões cotidianas de forma diferente?


Subjetivamente, a visão dos fatos para cada pessoa sempre está de acordo com o que mais se assemelha aos seus desejos, anseios, necessidades, interesses e, sobretudo, como se formou a sua personalidade ao longo de sua vida.

Esta é a razão pela qual não podemos esquecer que, em cada etapa de nossas vidas, o objetivo de cada um se torna diferente com o decorrer do tempo.

Por outro lado, se as ideias de um jovem estão calcadas em sua pouca vivência, seu ideal de mundo é basicamente subjetivo.

Certamente, o mundo real, quando for adulto, apresentará a ele novas ideias sobre o que será melhor para si, uma vez que o que pensa deverá estar de acordo com suas necessidades e interesses.

Nesta fase, as obrigações são prementes e quase sempre inquestionáveis. Encarar a realidade, para alguns dos novos adultos, faz com que se sintam oprimidos diante dos fatos que se apresentam.

No entanto, como os acontecimentos são subjetivos, o olhar debruçado sobre cada assunto será diferente daquele que, até o momento presente, parecia ser idêntico para todos.

Encarar a vida sem as benesses da puberdade, mesmo que esta, muitas vezes, tenha sido confusa, pode se tornar um fardo bastante pesado.

O tempo passa e os já adultos se veem diante de questões ainda mais preocupantes, e percebem que o decorrer do tempo não lhes permite mais vacilar diante de determinados acontecimentos, eis que esses se impõem e emergem em suas emoções sob o véu de um certo medo. Para alguns, ao enfrentar os dissabores incontestáveis, enxergam o novo caminho como uma nuvem escura.

Enquanto para aqueles que já passaram por esse processo conflituoso, os dissabores são solucionáveis, independentemente das dificuldades que se apresentam.


É nesse contexto que me ocorre o plebiscito de ideias.


Sabe-se que as ideias são, muitas vezes, absolutamente disparatadas, porém não menos valiosas que aquelas consideradas coerentes e racionais de acordo com a maioria.

O que podemos pensar sobre o invento da primeira bicicleta?

As rodas eram absurdamente diferentes; no entanto, essa ideia primária foi a que nos trouxe a atual bicicleta.

Por que não imaginou o inventor desse meio de locomoção uma bicicleta com as rodas iguais?

Será que ele ouviu uma ideia diferente sobre sua bicicleta?

Não sabemos, porém, assim como em outras invenções, a primeira ideia — aquela que antecede todas as demais — quase sempre é a mais complicada.

Será que é porque temos o hábito de pensar e repensar o problema em vez de buscar, de imediato, um pensamento sobre a solução?


Todo problema ou conflito pode ser resolvido, desde que busquemos um resultado melhor ou, talvez, mais propício para aquele momento.


A questão é: é notório que, naturalmente, todos querem que sua ideia prevaleça, e isso é o que, na maioria das vezes, acarreta mais conflitos.

Ser o autor de uma ideia, assim como a pedra preciosa encontrada em sua forma bruta, é importante; porém, o valor da pedra e o seu brilho serão maiores depois de ser essa pedra lapidada.

Assim são as ideias em todos os contextos. A nossa primeira ideia pode e deve ser lapidada para chegar ao melhor que se pode.

E isso será ainda melhor se aproveitarmos todas as outras ideias que surgirem com o decorrer do tempo, o que nos possibilitará desenhar e construir uma nova ideia, aprimorada em todos os sentidos, desde que realmente ouvida por todos.

Portanto, torna-se desnecessário o plebiscito de ideias quando podemos unir as melhores sugestões e, com elas, encontrarmos o denominador comum a todos em qualquer conflito. Para isso, o mais importante é a coerência, lealdade, honestidade e verdadeira vontade de resolver aquilo que importuna a todos, para que a nova ideia seja referendada.

Escolher e cumprir o que foi prometido com a nova ideia é o dever daqueles que a escolheram, pois só assim demonstrarão a importância do seu livre-arbítrio na busca das soluções advindas das sugestões construídas para o bem comum.


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Luísa Santo
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Confira também: Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA)

Palavras-chave: plebiscito de ideias, ideias e conflitos, reflexão coletiva, diálogo e escuta, soluções compartilhadas, como unir ideias diferentes, importância da escuta e diálogo, reflexão sobre ideias e convivência, lapidar ideias para evoluir, resolução de conflitos Antes por meio das ideias

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Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA) https://www.cloudcoaching.com.br/quem-seremos-nos-identidade-humana-na-era-da-inteligencia-artificial-ia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quem-seremos-nos-identidade-humana-na-era-da-inteligencia-artificial-ia https://www.cloudcoaching.com.br/quem-seremos-nos-identidade-humana-na-era-da-inteligencia-artificial-ia/#respond_66622 Mon, 15 Sep 2025 14:20:11 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=66622 A Inteligência Artificial redefine nossa forma de viver, pensar e trabalhar. Mas quem seremos nós diante dessa revolução? Descubra como preservar identidade, ética e emoções humanas em um futuro dominado pelas máquinas.

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Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA)

Certo dia ao acordar, me deparo com as frases que se seguem em meu computador.

Não sei se fico feliz, mas tenho certeza de que instalaram pensamentos que me deixam com um conflito pessoal e me fazem refletir como será o futuro dos seres humanos.

Eis as frases:

“A inteligência artificial é a nova eletricidade. Ela irá transformar todos os setores da sociedade e impulsionar o progresso humano de uma forma sem precedentes.” – Andrew Ng. 

“A inteligência artificial é como o fogo: pode ser uma grande ferramenta, mas também pode ser perigosa se não for controlada.” – Max Tegmark.25 de nov. de 2023

Sabemos que as mudanças são parte da evolução humana. No entanto, as mudanças com a implementação das tecnologias são avassaladoras, e muitas vezes difíceis de serem acompanhadas pela simples lógica e pensamento racional.

Dia após dia nos vemos diante de mudanças que se sobrepõem ao cotidiano da maioria e transformam a todos mero expectadores de fatos que nos deixam sem compreender ou até mesmo avaliar qual será o nosso próximo passo.

A ligeireza dos fatos, notícias e transformações passam como o vento, que só percebemos quando já está acontecendo.

Tudo isso me faz pensar em como seremos, ou estaremos, na próxima semana.


A tão difundida e falada inteligência artificial demonstra que o nosso pensamento não pode superá-la em velocidade, porém resta a reflexão: “será que continuarei necessário para transmitir o que sei, pensei, avaliei e refleti sobre os acontecimentos”?


Como será o amanhã de todos os que se dedicam a aprender, pensar e refletir com seus semelhantes sobre fatos complexos?

Como será a troca entre pais e filhos, uma vez que todo o conhecimento se encontra encaixotado e disponível a qualquer momento?

E como os descendentes enxergarão aqueles que os trouxeram ao mundo, aos que os provém, se é que serão providos por eles mesmos?

Se pouco a pouco, cada vez mais máquinas nos suplantam com competência e precisão, o que nos restará fazer?

Estaremos restritos a ser mero observadores do mundo?

Onde ficará o nosso raciocínio, alimentado pelas ações diárias?

Deixaremos de pensar e agir?

Qual será a nossa função?

Ao mesmo tempo que fico maravilhada com todas as modernidades que nos são apresentadas, fico também assustada ao pensar que seremos superados por caixas organizadas, que fazem tudo de maneira mais fácil o que eu tive que aprender e me dedicar para conseguir realizar.

Será que até mesmo as nossas emoções e sentimentos serão também descartados?

Sem sombra de dúvidas e sem retorno a IA, inteligência artificial, será a protagonista da vez. Resta saber como resolveremos os nossos conflitos pessoais?

Sabemos que a natureza vegetal também faz parte do sistema, e vivem, ainda que aparentemente não falem.

Será que posso me fiar no que disse Zuckerberg:

“A inteligência artificial, hoje, representa uma oportunidade para que as pessoas possam se concentrar mais na essência do que querem fazer, em vez de lidar com tarefas que podem ser automatizadas”?

Ou a inteligência artificial substituirá a tudo e a todos como protagonista na história da humanidade, uma vez que não precisarei mais pensar para encontrar as soluções?

Como este é um caminho sem volta acho que devemos pensar o que faremos para não nos tornarmos bonecos do novo sistema.

E, a partir disto penso muito: quem seremos nós? 


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Quer saber mais sobre como podemos preservar e reinventar a nossa função humana — emocional, ética e criativa — num mundo em que a inteligência artificial realiza tarefas cognitivas com rapidez superior? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro

Palavras-chave: inteligência artificial, ia, identidade humana, futuro do trabalho, emoções humanas, ética na tecnologia, identidade humana na era da inteligência artificial, quem seremos nós, impacto da inteligência artificial na sociedade, futuro do trabalho com inteligência artificial, como preservar emoções humanas na era digital, ética e inteligência artificial no futuro,

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Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro https://www.cloudcoaching.com.br/posso-ajudar-sem-prejudicar-respeitando-o-tempo-do-outro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=posso-ajudar-sem-prejudicar-respeitando-o-tempo-do-outro https://www.cloudcoaching.com.br/posso-ajudar-sem-prejudicar-respeitando-o-tempo-do-outro/#respond_66198 Mon, 18 Aug 2025 14:20:17 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=66198 Você já pensou que, ao tentar ajudar, pode estar atrapalhando? Descubra como respeitar o tempo do outro evita que a ajuda se torne um peso e abre espaço para crescimento genuíno — tanto para o outro quanto para você.

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Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro

“A vida tem sua própria sabedoria. Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar o broto a sair da semente o destrói. Há certas coisas que têm que acontecer de dentro para fora.” (Rubem Alves)

A reflexão de Rubem Alves espelha o eterno dilema da culpa, causadora de conflitos pessoais, que a maioria das pessoas sente ao se deparar com a necessidade do outro.

Digo culpa porque quantos de nós nos sentimos culpados quando, na verdade, não o somos por mazelas que em sua maioria nem soubemos como aconteceram?

No entanto, o que é que nos faz tentar ajudar o próximo sem ao menos refletir sobre as causas do seu desespero?

Seria a compaixão um caminho de duas vias?

Seria mesmo compaixão ou medo de que o mesmo nos aconteça?

A sensação de que o perigo está próximo pode nos afetar a ponto de não discernirmos se a ajuda que pretendemos dar é resultado de alguma emoção mal resolvida em nosso EU ou se ela é realmente necessária e profícua para aquele que a necessita?

Rubem Alves nos mostra a importância de se observar, se nossa ação em prol do bem de outrem é realmente pelo bem ou se será prejudicial ao desenvolvimento pessoal daquele a quem julgamos ser necessária a ajuda.


Como podemos ensinar àqueles que necessitam de ajuda qual a melhor opção para a sua vida?


Afinal, a vida é do outro e, muitas vezes, nos antecipamos, mesmo que o outro não tenha demandado ajuda, como se o que pensamos ou avaliamos fosse o melhor para aquele Ser, que pode até mesmo ser nosso desconhecido.

Em meu entendimento, que também pode estar equivocado, a melhor opção de ajuda é o diálogo sincero entre as pessoas. Esse diálogo serve tanto para os que necessitam de apoio quanto para aqueles que ajudam.

Os nossos pensamentos se coadunam com as nossas vivências. Estas são subjetivas e intransferíveis. Por essa razão, ao trocarmos ideias, os pontos convergentes desses pensamentos podem ajudar tanto um como o outro a entenderem melhor a razão do desconforto de quem oferece ajuda, bem como de quem a recebe.

Enfim, no emaranhado entre os que são socorridos e os que socorrem, pode-se encontrar o sentido da vida de um quanto do outro. Isso acontece desde que não se tente transformar o socorrido naquele que pensamos ser a melhor versão para o seu sucesso pessoal.

Tudo isso porque ajudar ao próximo é se dar a chance de transformar a vida da outra pessoa, bem como a chance de transformação da vida daquele que ajuda.

Antecipar o crescimento do outro denominando ajuda pode ser a destruição de alguém que ainda não terminou de florescer.

Respeitar o tempo de cada pessoa é não prejudicar o seu desenvolvimento.


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Luísa Santo
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Confira também: Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade

Palavras-chave: ajudar sem prejudicar, respeitar o tempo do outro, compaixão e empatia, diálogo sincero, desenvolvimento pessoal, como ajudar sem prejudicar o outro, importância de respeitar o tempo de cada pessoa, ajudar com compaixão e empatia, o valor do diálogo sincero nas relações, quando ajudar pode atrapalhar o crescimento pessoal

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Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade https://www.cloudcoaching.com.br/qual-o-seu-legado-em-sua-finitude-reflexoes-sobre-o-fim-o-tempo-e-a-continuidade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=qual-o-seu-legado-em-sua-finitude-reflexoes-sobre-o-fim-o-tempo-e-a-continuidade https://www.cloudcoaching.com.br/qual-o-seu-legado-em-sua-finitude-reflexoes-sobre-o-fim-o-tempo-e-a-continuidade/#respond_65772 Mon, 23 Jun 2025 14:20:26 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=65772 Descubra como a consciência da finitude pode transformar a forma como lideramos, educamos e deixamos um legado. Reflita sobre o tempo, a continuidade e o verdadeiro impacto que deixamos nas pessoas.

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Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade

Estar consciente da própria finitude é saber que nem tudo é eterno e tampouco nós mesmos.

Triste isso? Não acredito. Entendo o fim como algo que nos traz coisas novas e diferentes, às quais não estamos habituados.

No entanto, vejo com certa inquietude aqueles que não percebem que o seu tempo acabou.

Acabou para uma determinada situação.

Por outro lado, sei que grandes líderes são aqueles que formam novos líderes, porque estes sim estão conscientes de sua finitude. Aquele que não observa isso cai na própria armadilha, uma vez que o fim será triste para si mesmo.

O legado acontece quando você compreende que nada é para sempre e que outros o substituirão, assim como os filhos, que são frutos seus, porém com conceitos próprios para o momento em que vivem.

E aquele que deixa um bom legado sabe que muito do que aprendeu em sua jornada continuará com novas nuances em seus descendentes, os quais, quando (e se) preparados devidamente para respeitar o que você foi, seguem o básico que lhes foi ensinado com respeito e amor.

O pai que respeitou seu filho como um novo ser, o vê lapidar os novos acontecimentos embasando-se naquilo que foi útil, bom e que realmente favoreceu ao seu crescimento como ser humano.

Infelizmente, há aqueles que acreditam ser eternos neste plano, e vivem como se não houvesse o amanhã ou, pior, creem que o dia seguinte sempre será da forma como idealizam.

Será que o grande conflito desses seres é agir como se o amanhã não existisse?

Acredito que se observassem a natureza, e como ela nos ensina o começo, o meio e o fim, perceberiam que a eternidade é para aqueles que percebem as mudanças e se adequam aos novos tempos e aguardam as novas mudanças porque estão cientes que o mundo dá voltas.

Afinal somos todos natureza!

O quebra-cabeças de hoje será resolvido pelos pequenos, os quais devemos mirar com a atenção necessária. Isso porque, ao se observar as crianças, percebe-se o quanto de nós existe em cada uma delas.

Sabemos também como é curto o tempo de infância e grande o da vida adulta.

Essa é a razão para formarmos esses novos seres cônscios de que o mundo melhor virá quando estiverem preparados para compreender que tudo tem começo, meio e fim, e só assim o legado de boas práticas permanecerá para sempre.

Finalizo com esta frase de autor desconhecido que resume a importância do legado em poucas palavras:

“Legado não é o que você deixa para as pessoas, mas o que deixa nas pessoas.”


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Quer saber mais sobre como a consciência da própria finitude pode transformar nosso modo de liderar, educar e deixar um legado significativo? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: Conflitos São Inerentes aos Seres Humanos: Será Que Tudo Isso É um Teatro da Vida Real?

Palavras-chave: legado, finitude, finitude da vida, tempo, vida, deixar um legado, como deixar um legado, consciência da finitude, legado significativo, qual é o seu legado, o que é finitude da vida

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Conflitos São Inerentes aos Seres Humanos: Será Que Tudo Isso É um Teatro da Vida Real? https://www.cloudcoaching.com.br/conflitos-sao-inerentes-aos-seres-humanos-sera-que-tudo-isso-e-um-teatro-da-vida-real/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=conflitos-sao-inerentes-aos-seres-humanos-sera-que-tudo-isso-e-um-teatro-da-vida-real https://www.cloudcoaching.com.br/conflitos-sao-inerentes-aos-seres-humanos-sera-que-tudo-isso-e-um-teatro-da-vida-real/#respond_65343 Mon, 26 May 2025 14:20:43 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=65343 A vida é um teatro sem ensaio, onde os conflitos humanos são inevitáveis. Descubra como transformar esse espetáculo cheio de emoções em um caminho de consciência, evolução e autenticidade, antes que a cortina se feche.

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Conflitos São Inerentes aos Seres Humanos: Será Que Tudo Isso É um Teatro da Vida Real?

Vivemos sem saber como será o nosso amanhã.

Natural. Na verdade, mesmo quando planejamos tudo, não sabemos como será o momento seguinte ao agora.

Que bom que é assim, senão estaríamos continuamente vivendo no futuro próximo, e deixaríamos o agora para trás.

Qual seria o resultado?

Digo que não haveria resultado, porque o depois sempre depende do agora.

Todo aquele que está constantemente pensando no momento seguinte não percebe que a única coisa que está provocando em si mesmo é a ansiedade.


Ansiedade é o nosso excesso de futuro.

No entanto, a grande sensação para muitos atualmente é que tudo o que vem ocorrendo no mundo não é verdade, e o que estamos assistindo é uma peça de teatro, na qual somos a plateia, e os atores são aqueles que ditam as regras.

Porém, se são atores, então estamos presenciando uma ficção mal engendrada, e que causa aflições de todo tipo na plateia.

Qual será o resultado desse teatro nas emoções causadas na plateia?

Alguns riem e se divertem, porém o riso é nervoso.

Outros choram e se desesperam porque temem como será o depois que o espetáculo acabar.

Há aqueles que assistem passivamente como se não existisse o amanhã.

E assim segue o desempenho dos atores cuja real preocupação é a própria performance.

Assim que as luzes se apagarem todos retornarão à realidade da vida.

Alguns se lembrarão dos momentos vividos no espetáculo.

Outros sequer se lembrarão do que assistiram.

Há aqueles que elogiarão o que viram e recomendarão mais espetáculos com os mesmos atores.

Porém, outros dirão que jamais assistirão a uma nova peça com os atores que nela atuaram, pois detestaram o que foi apresentado

E assim caminha a nossa vida, entre peças boas e outras que não valem nem mesmo ser lembradas.

Porém, se podemos compreender, ao final de cada espetáculo, as luzes sempre se apagarão e a realidade se fará presente, e o conflito, em nós gerado naquele teatro, também poderá se dissipar.

Finalizo com esta frase de autor desconhecido, que em meu entender nos ajuda a perceber a importância de nossas vidas em todos os contextos, sejam eles bons ou maus.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.

Só assim perpetuaremos a humanidade.


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Quer saber mais sobre como lidar com conflitos humanos de forma consciente e transformar emoções em aprendizados? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: Conflitos Humanos: Como a Interpretação Influencia a Resolução de Disputas

Palavras-chave: conflitos humanos, teatro da vida, ansiedade e futuro, emoções humanas, conflitos existenciais, a vida é um teatro sem ensaio, como lidar com conflitos humanos, o impacto dos conflitos emocionais, como transformar conflitos em aprendizados, a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios

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Conflitos Humanos: Como a Interpretação Influencia a Resolução de Disputas https://www.cloudcoaching.com.br/conflitos-humanos-como-a-interpretacao-influencia-a-resolucao-de-disputas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=conflitos-humanos-como-a-interpretacao-influencia-a-resolucao-de-disputas https://www.cloudcoaching.com.br/conflitos-humanos-como-a-interpretacao-influencia-a-resolucao-de-disputas/#respond_64904 Mon, 28 Apr 2025 14:20:55 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=64904 Entenda como a percepção individual molda conflitos humanos e como a mediação, ao redefinir significados, constrói soluções mais harmônicas e duradouras. Descubra como transformar disputas em novas possibilidades.

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Conflitos Humanos: Como a Interpretação Influencia a Resolução de Disputas

O que é maior: o significado de um objeto ou o significado da interpretação daquele que o interpreta? (Luísa Santo)

Theodore Kheel, em “The Keys to Conflict Resolution” afirma que:

“Nós todos somos míopes e necessariamente vemos as coisas do nosso ponto de vista”.

Disso, podemos perceber que o ponto de vista de cada um é a posição onde o suposto interessado se coloca em relação ao fato e, por isso, exclui o seu real interesse, que é o fator determinante para a sua satisfação.

A partir disso, vemos que o terceiro neutro, o mediador em um litígio, é um elemento de grande valor, pois é o vínculo de conexão entre os litigantes, eis que aceita o modo de ser de cada qual tal como se apresenta.

A construção do diálogo na mediação torna-se viável à medida em que acontece a ruptura do significado para os litigantes.

As posições, antes determinadas pelos princípios de cada litigante, transformam-se em um novo significado.

A confrontação, que antes era vista como opção para a solução do conflito, é afastada com a ruptura da primeira identidade.

Identidade esta em que as posições dos interessados se mantinham com argumentos sobre a história.

História que, certamente, não mais será a mesma após a ruptura da identidade em que os conflitantes se espelhavam.

As posições dos envolvidos no conflito são o real motivo do embate, pois estavam embasadas na visão de cada um sobre o fato. E o que desencadeou o embate foram as posições fincadas em visões diferentes.

As causas motivadoras de conflitos são inúmeras. Dentre elas, podemos citar as disputas por poder, bens imóveis, dinheiro, entre outros.

Porém, o que se percebe nos confrontos litigiosos é que existem símbolos por trás dos objetos das disputas, que são os interesses subjacentes.

Quando os conflitantes se encontram em uma mediação, compreende-se, então, o verdadeiro significado do valor que os querelantes atribuem ao que pretendem.

Os interesses subjacentes embutidos nos valores são causados pelas diferentes percepções de um para com o outro.

Ao se diluir a confrontação pela construção de um diálogo positivo, os valores subjetivos pré-estabelecidos pelas partes são transformados em uma nova posição, que será satisfatória para os conflitantes.

A consonância entre os querelantes é fruto de uma nova visão sobre o fato em que se estabeleceu a disputa.

O mediador foi, para ambos, aquele que os ajudou a enxergar o objeto da disputa com um novo olhar.

Olhar este em que os envolvidos percebem que o significado do objeto tem o mesmo valor para aquele que e o significa com sua interpretação.


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Quer saber mais sobre como compreender e transformar conflitos humanos por meio da mudança de perspectiva e do diálogo construtivo? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: Respeito é Bom e Essencial para a Convivência: Você o Pratica?

Palavras-chave: conflitos humanos, interpretação de conflitos, resolução de disputas, mediação de conflitos, mudança de perspectiva, como a interpretação influencia os conflitos, importância da mediação de conflitos, transformação de disputas em acordos, ruptura da identidade na mediação, novo significado em conflitos humanos

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Respeito é Bom e Essencial para a Convivência: Você o Pratica? https://www.cloudcoaching.com.br/respeito-e-bom-e-essencial-para-a-convivencia-voce-o-pratica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=respeito-e-bom-e-essencial-para-a-convivencia-voce-o-pratica https://www.cloudcoaching.com.br/respeito-e-bom-e-essencial-para-a-convivencia-voce-o-pratica/#respond_64411 Mon, 31 Mar 2025 13:00:04 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=64411 Descubra como o respeito pode ser a base para relações saudáveis e duradouras. Aprenda por que cultivar o respeito transforma conflitos em diálogo e cria conexões genuínas na vida pessoal e profissional.

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O que é o respeito?

O respeito é algo que sempre merece um segundo olhar, uma vez que, muitas vezes, à primeira vista, podemos desconsiderar e acreditar ser desrespeitoso o olhar do outro sobre determinado assunto.

Em minha opinião, trata-se de um valor fundamental para a boa convivência em sociedade.

Se tratamos o outro com consideração, atenção e sem ofensas, estamos respeitando o próximo.

A palavra deriva do latim “respectus“, que significa “olhar outra vez”.

Por isso, ele é algo que sempre merece um segundo olhar, uma vez que, muitas vezes, à primeira vista, podemos desconsiderar e acreditar ser desrespeitoso o olhar do outro sobre determinado assunto.

Vale lembrar que o respeito é uma via de mão dupla, e todos devem ser, sem dúvida, respeitados de igual forma, sejam minorias ou maiorias.

Se nos ativermos ao respeito, saberemos que as atitudes autoritárias, reprováveis ou injustas não cabem em um comportamento respeitoso.

As escolhas de cada pessoa devem ser respeitadas. No entanto, quando aquele que escolhe quer impor o que pensa ao que tem escolhas diferentes das suas, o respeito desaparece.

O respeito é de suma importância para se evitar conflitos, eis que toda convivência pacífica está respaldada por ele.

Toda escolha deve ser respeitada, ainda que absurda aos nossos olhos — regra esta que deve ser obedecida pelos dois lados.

A imposição conceitual de uns para com os outros não é o caminho que leva ao respeito.

Os conceitos e ideias devem ser motivo de conversas para que se compreendam as diferenças, mas jamais impostos como verdades absolutas.

A liberdade de ideias e conceitos não significam libertinagem.

A liberdade está aberta ao respeito. O contrário é a proposição do modelo pelo exemplo.

A permissão para que as pessoas se sintam felizes, seguras e confortáveis com suas escolhas é respeitar a diferença, o que não significa que se deve seguir a diferença escolhida pelo outro.

A tolerância, o não preconceito, a generosidade e a paciência com as dificuldades dos demais não significam que os princípios de cada um devam ser, de fato, alterados para acolher outras verdades como absolutas.

O respeito não significa anuência aos conceitos do outro; porém, significa que se pode dialogar sem se ferir. Significa, principalmente, fazer o melhor possível com e para os demais, sem ser vigiado.

Somos seres pensantes, autônomos, com capacidades, defeitos, alegrias, tristezas e os mais diversos tipos de sentimentos, que nos tornam humanos.

Portanto, respeitemo-nos, pois esta é a única maneira de conseguirmos evoluir para um mundo melhor.

“Respeita o teu próximo, mas não o temas, porque nenhum homem tem o poder para controlar a vida e nem para fugir da morte.” (Lenny Agostinho)

“Não somos formigas!“ (Luísa Santo)

Deixo essas últimas frases para os que me leem reflitam.


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Quer saber mais sobre como o rspeito pode transformar seus relacionamentos e evitar conflitos? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luísa Santo
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Confira também: A Avalanche de Narrativas que Causam Conflitos

Palavras-chave: respeito, convivência pacífica, valor do respeito, respeito ao próximo, convivência harmoniosa, importância do respeito, como praticar o respeito, respeito nas relações humanas, valor essencial para convivência, convivência pacífica e respeitosa, respeito é bom, respeito é essencial, praticar o respeito, você pratica o respeito, como praticar o respeito

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