O post Você Conhece (e Usa) o Modelo de Bem-Estar PERMA-V? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Muitos líderes ainda enxergam bem-estar como algo secundário dentro das empresas — quase como um “extra” depois das metas batidas, dos resultados e da pressão do dia a dia.
Mas a grande verdade é que times esgotados e sem segurança psicológica podem até performar bem por um período, mas dificilmente sustentam alta performance, saúde mental, criatividade, inovação e relações saudáveis no longo prazo.
É nesse contexto que a Psicologia Positiva traz o modelo de bem-estar chamado PERMA-V e desenvolvido a partir dos estudos de Martin Seligman sobre florescimento humano.
O modelo ajuda a entender que saúde mental não é apenas ausência de doença, mas presença de fatores, que quando cultivados, promovem saúde mental e bem-estar.
O acrônimo PERMA-V representa:
Não significa viver feliz o tempo todo. As emoções positivas duram pouco naturalmente, pois o nosso cérebro foi programado para nos proteger e prestar mais atenção ao perigo e à ameaça. O convite e o desafio são, de forma consciente, você conseguir prolongar sensações e experiências positivas.
Na prática, é você prestar atenção nos momentos gostosos que vive, nomear o que foi bom, praticar gratidão de forma intencional, diariamente. Uma mente acelerada não permite saborear momentos bons, ela se perde nas distrações. Para que possamos florescer, precisamos de presença, de pausas, de conexão e de pequenas e constantes emoções como calma, esperança, orgulho, alegria, admiração, interesse genuíno, curiosidade e confiança.
É muito mais do que viver motivado ou animado no trabalho. Acontece quando há conexão, foco e interesse real. Nesse estado a pessoa não está apenas cumprindo tarefas. Ela se realiza, se sente competente e contribuindo, e isso muda tudo – a energia, a entrega, o “brilho nos olhos” e o desejo de permanecer e fazer parte.
A qualidade das relações impacta diretamente o bem-estar! Se você vive relações saudáveis, se sente visto, incluído, seguro e reconhecido. Se vive relações tóxicas, adoece. Muitos adoecimentos veem da forma como as pessoas se sentem dentro das relações. Porém, cuidado! Relacionamento saudável não significa “virar família” e fugir de conflitos. Tem muita gente confundindo relacionamento com paternalismo. Quando falamos de bem-estar, o que buscamos é a construção de relações pautadas em segurança psicológica e confiança, o que sim, envolve conversas corajosas, feedbacks e, além disso, conflitos produtivos.
Esse pilar fala de uma necessidade humana profunda: sentir que fazemos parte de algo maior, que aquilo que fazemos tem impacto e propósito. Trabalhar apenas por obrigação ou sobrevivência também pode desgastar e adoecer – gera vazio, gera desconexão, gera falta de energia. Um ponto importante é que propósito não precisa ser algo grande e aparece quando paramos para pensar e perceber como e com o que estamos contribuindo. Ou seja, significado você não vai encontrar pronto. Você vai construir e sentir.
O ser humano precisa sentir que está evoluindo, que consegue avançar, concluir coisas importantes e se desenvolver. Isso gera autoestima e autoconfiança. Realização saudável significa que você vai celebrar pequenas conquistas, buscar aprendizados, sentir orgulho dos seus passos e esforços e principalmente, separar desempenho de valor pessoal. Crie mini metas reais, desafiadoras e sustentáveis, que te permitam ao fim do dia, ou da semana, se perguntar: o que eu fiz melhor do que ontem?
Esse pilar reforça algo que muitas empresas ignoram: corpo e mente não estão separados. Sono, alimentação, atividade física e pausas impactam diretamente desempenho e saúde mental. Ainda há empresas em que pessoas exaustas são reconhecidas como comprometidas.
Olhe para a cultura da sua empresa. Olhe para a sua liderança. O que você está, de fato, modelando? Como está o seu autocuidado? Como está a sua coerência? Muitos líderes cobram equilíbrio das equipes, mas não desligam, não desconectam, não param. Lideram cansados, acelerados, sem pausa e emocionalmente ausentes.
Enfim, esse modelo nos provoca a repensar nossas práticas como líderes e como profissionais. Promover florescimento no trabalho não significa diminuir resultados. Significa cuidar das pessoas e criar relações que, sem dúvida, sustentem performance, sem adoecimento.
Te fazer pensar. Se autoavaliar. Pensar na sua empresa e nas suas atitudes. O quanto você está, de fato, cultivando esses pilares? O quanto você está sendo coerente cuidando de você e das suas relações?
O modelo te traz um caminho, uma bússola, um método para que você possa fazer pequenos e importantes passos! E lembre-se: “o caminho se faz caminhando”. O que você vai colocar hoje em movimento?
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar a exercitar o autocuidado, o cuidar do outro e do negócio de forma consciente e sustentável.
Quer saber mais sobre como aplicar o PERMA-V na liderança para fortalecer bem-estar e performance sustentável? Então, entre em contato comigo. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
Ellen Ravaglio
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Confira também: Saúde Financeira: O Impacto Silencioso na Sua Saúde Mental
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]]>A saúde financeira funciona como uma base. Quando ela está organizada, você dorme melhor, pensa com mais clareza e reduz aquelas “vozes internas” movidas por medo e preocupação constante — até com a própria sobrevivência.
Porque, no fundo, a insegurança financeira ativa um estado de alerta no cérebro. É como se você estivesse sempre esperando o pior. Isso drena energia, prejudica o foco e interfere diretamente na sua capacidade de tomar decisões.
Quando essa base não existe, o impacto é alto: afeta sua produtividade, desgasta seus relacionamentos e enfraquece a sua autoestima.
Porém, vou ser direta. Planilhas de gestão financeira ajudam (e muito) a cuidar dessa base, porém, saúde financeira é muito mais do que isso e envolvem crenças e hábitos.
Sim, você pode começar a agir por planilhas, afinal, é preciso que você saiba quanto entra, quanto sai, como gasta, o que prioriza – mas quero te convidar a ir além.
Crenças sobre dinheiro começam a se formar desde muito cedo. Frases que você ouviu na infância como “dinheiro é sujo”, “rico é desonesto”, “não nasci pra isso” ou “nunca sobra” vão moldando sua forma de pensar e é possível que essas frases continuem interferindo na sua forma de tomar decisões, mesmo sem que você perceba, até hoje!
Crenças se tornam padrões mentais e passam a reger nossos comportamentos, por isso é tão importante que você pare e identifique o que você acredita sobre dinheiro, merecimento e prosperidade.
Vou te trazer 3 exemplos que acontecem muito na prática. Veja se você se identifica com algum deles…
Enquanto você não identifica e corrige essas crenças, continua rodando em ciclos: avança um pouco, trava, recua e recomeça e sempre sente que a sua saúde financeira não está boa.
Porque, a partir desse momento, você para de tratar dinheiro só como um problema externo relacionado a quanto você ganha. Começa a enxergar o quanto suas decisões, hábitos e padrões mentais impactam diretamente.
Quando você entende isso, muda o foco. Em vez de só buscar ganhar mais, você começa a prestar atenção em como pensa, como decide e como se comporta diante do dinheiro.
Por fim, saúde financeira não é apenas sobre dinheiro. É sobre padrão de pensamento, decisão, hábito, liberdade, segurança e saúde mental.
O convite agora é que você se dê conta de algumas crenças e comece a mudar seus comportamentos e relação com o dinheiro!
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar a exercitar o autocuidado, o cuidar do outro e do negócio de forma consciente e sustentável.
Quer saber mais sobre como organizar e fortalecer sua vida financeira sem deixar sua saúde mental para trás? Então, entre em contato comigo. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
Ellen Ravaglio
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Confira também: Liderança em Risco: O Perigo de Ignorar Suas Emoções
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]]>Cada emoção não regulada é uma bomba silenciosa que compromete decisões, corrói relações, performance e a própria liderança.
Regular emoções não significa controlar, nem tampouco, esconder emoções. Significa perceber e ser capaz de nomear o que sente, entender os gatilhos que as geraram e então fazer uma escolha consciente de como reagir. Ou seja, envolve um processo de autoconsciência e observação de si mesmo.
É preciso primeiramente se dar permissão para sentir raiva, frustração, medo, tristeza e outras emoções desconfortáveis, reconhecendo-as como sinais.
Elas sempre trazem uma mensagem, querem nos dizer algo sobre nós — sobre limites violados, frustrações quando algo foge do controle, desconexão, expectativa não atendida…
O caminho é aprender a “ler” esses dados. Enquanto desenvolvemos regulação emocional, estamos aprendendo sobre como funcionamos, nossos medos e necessidades.
É preciso também desconstruir algumas crenças, e uma que nos impede de evoluir é a que nos fala que “sentir emoções é sinônimo de fraqueza”. Enquanto você acreditar nisso e lutar para não as sentir irá bloquear o seu processo de desenvolvimento.
Sentir emoções é um sinal de que você está vivo e de que o seu corpo e mente estão reagindo a algo. Só isso! Não dá para impedir de sentir emoções. É fisiológico. É humano!
O que está na nossa mão é aprender a regulá-las. Aqui, sim, você consegue ter gestão.
Gosto de dizer que regulação emocional é um processo de ações diárias. Não tem um ponto de chegada. É uma habilidade treinável e que sempre estará em lapidação, afinal o estresse faz parte da vida e sempre seremos desafiados.
Na prática: cada respiração, cada pausa, cada reflexão reduz o estresse e melhora suas decisões. Aprender a se regular é, sem dúvida, cuidar da sua saúde, das suas relações e gerenciar o seu nível de estresse.
Não é algo que acontece automaticamente, sem esforço. Nosso cérebro evoluiu para reagir rápido a estímulos no modo “sobrevivência”, e não para pausar e refletir antes de agir. Por isso, controlar impulsos, parar, respirar e pensar antes de reagir pode parecer difícil no começo…
A maior parte das nossas reações é automática, baseada em padrões antigos de comportamento. Mudar isso exige atenção e prática constante.
Espero que essa provocação sobre regulação emocional X gestão de estresse tenha gerado em você boas reflexões. O convite agora é que você mantenha vivo esse aprendizado e comece hoje mesmo a treinar a reagir com mais atenção e consciência.
Mas, atenção!
Só esse passo já ajudará a fortalecer sua regulação emocional. Confie no processo!
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Quer saber mais sobre como suas emoções podem estar, de fato, influenciando silenciosamente suas decisões e sua liderança? Então, entre em contato comigo. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
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Confira também: O que vem depois da Zona de Conforto? Como Expandir para a Zona de Crescimento e Alta Performance
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]]>Você conhece a frase: “Você precisa sair da sua zona de conforto”?
Muitos profissionais recebem esse feedback e sentem-se perdidos duplamente…
Primeiro por não saberem exatamente o que significa sair desse lugar. Segundo porque, mesmo que façam ideia do que quer dizer, não querem sair desse local tão conhecido, gostosinho e seguro.
Afinal de contas, a famosa zona de conforto é um espaço de baixo risco que atende nossa necessidade de segurança e diminui nosso medo da incerteza. Então, por que sair dela?
Se você se identificou com essa reflexão, hoje eu te convido a mergulhar comigo numa provocação mais profunda, que eu prefiro chamar não de sair, mas sim de EXPANDIR a zona de conforto!
O primeiro passo é você identificar uma insatisfação. Não adianta ser somente um feedback de alguém. O processo de mudança começa como uma insatisfação de algo que VOCÊ sente que gostaria de mudar na sua vida.
É preciso você ter muita clareza do que quer mudar e por quê. O que você ganha se mudar. O que perde se não mudar. Quem você se torna com essa mudança?
Você só irá expandir sua zona de conforto se encontrar essa insatisfação e ela for suficientemente forte para te mover. É preciso que essa mudança esteja conectada com quem você quer se tornar. Senão, no duelo mudança X zona de conforto, a segunda ganha e nada muda!
É importante que você também entenda, de forma muito realista, que não dá para fugir do desconforto de qualquer mudança (mesmo da positiva), e que estresse e tensão na “dose certa” nos movem e geram ação.
Entendendo esse processo, você começa a acreditar e sentir que apesar da zona de conforto ser o lugar mais confortável, se manter nesse lugar não te fará viver algo maior!
Porém, quando estamos operando nesse espaço, passamos a repetir os mesmos comportamentos e padrões, apenas sobrevivemos, no modo: executamos tarefas e mantemos relações que talvez já tenham perdido o sentido e por fim reclamamos da vida como ela é, como se não fossemos o protagonista dela…
Entramos nesse ciclo e o risco de ficarmos muito tempo nesse lugar é nos colocarmos como vítimas da vida, buscando culpados para uma forma de viver que não gera mais aquele friozinho na barriga. Que quase perdeu a graça…
EXPANDIR a zona de conforto, na prática, significa, perceber e enfrentar os medos e as desculpas que damos pra nós mesmos. É colocar o pé fora desse lugar de costume e fazer novas perguntas, é checar: “Por que fazemos o que fazemos?”
É refletir sobre o impacto dos nossos comportamentos nos outros, sobre as consequências das nossas decisões (e não decisões também) e identificar a necessidade de desenvolvermos novas competências, já que o mundo muda a cada dia. Significa também buscar sentido (ou novo sentido) para nossos relacionamentos, desafios e tarefas diárias. É, de fato, parar para pensar!
Gosto de definir essa expansão da zona de conforto como um “revisitar a forma como você age, sair do modo automático de viver e se permitir fazer aquilo que te incomoda”. Sim, porque fazer diferente gera incômodo.
Quando temos coragem de dar esse primeiro passo – o de querer mudar começamos a caminhar em direção a uma segunda zona – chamada zona de aprendizagem. Aí sim começamos a ver coisas que não víamos antes, novas possibilidades até então encobertas pelo costume. Saímos do “porto seguro”….
“Um barco no porto está seguro, mas não foi para isso que ele foi feito.” (Grace Hopper)
Apesar de ser mais tranquilo se manter na zona de conforto, fomos feitos para evoluir. Isso acontece cada vez que fazemos mudanças e experimentamos algo novo. Por exemplo: aprender um instrumento musical, um esporte, um idioma, mudar de emprego, de casa, casar, separar, engravidar, fazer um novo curso, fazer a tão temida conversa difícil etc, etc, etc.
Para alguns expandir a sair da zona de conforto é falar mais; para outros, é falar menos. Para alguns é viajar com tudo mais organizado; para outros é viajar com menos planejamento e controle. Descubra, para você, o que é mais desafiador, o que pode fazer de diferente para gerar essa tensão da mudança e da evolução.
E lá no final do processo, quando estiver vivendo nessa zona de aprendizado, você olhará para os lados e sentirá que valeu a pena dar aquele primeiro passo, mesmo com dor.
Se perceberá num lugar diferente. E o melhor, você estará diferente.! E se dará conta de que chegou, com muita persistência, na zona de crescimento.
Essa precisa ser a nossa zona alvo. Aqui é onde mora a alta performance, a inovação, a saúde mental, o engajamento, a felicidade e tudo aquilo que te faz sentir que a vida vale a pena!
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar a exercitar o autocuidado, o cuidar do outro e do negócio de forma consciente e sustentável.
Quer saber como expandir sua zona de conforto para a zona de crescimento e alcançar alta performance de forma consciente e sustentável? Então, entre em contato comigo. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
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Confira também: Saúde Financeira x Saúde Mental: Como Sua Relação com o Dinheiro Impacta Seu Bem-Estar
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]]>De 0 a 10 como está a sua saúde financeira atualmente?
Saúde financeira e saúde mental estão intrinsecamente ligadas por um ciclo de causa e efeito.
Problemas financeiros, como dívidas, incapacidade de manter o padrão de vida e descontrole geram estresse, culpa, ansiedade e depressão. Por outro lado, problemas que nos tiram o sono e condições emocionais abaladas podem levar a compras por impulso e decisões financeiras ruins, afetando diretamente e nossa qualidade de vida.
E o cenário revela o problema se potencializando. Pesquisas recentes trazem novos recordes e números que geram ainda mais preocupações para as pessoas, para as empresas, para a sociedade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o desequilíbrio financeiro é um dos principais causadores de ansiedade e depressão.
O dinheiro é apontado como a maior preocupação de 49% dos brasileiros, superando saúde, violência e família. (Pesquisa fintech Onze com a Icatu, 2025)
Quase 80% dos lares brasileiros possuem dívidas segundo a pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor (PEIC), 2025.
Pesquisa da PwC revelou que 43% dos colaboradores (estressados com problemas financeiros) perdem até 3 horas de trabalho diariamente / 120 horas por ano lidando com essas preocupações.
Ou seja, “temos um enorme elefante na sala” que está impactando direta fortemente em felicidade, afastamentos, performance e resultados.
E dentro das empresas é mais ou menos assim: todos estão vendo (e sentindo) o problema, mas poucos param para falar de saúde financeira para gerar discussões, educação financeira e buscar caminhos para ajudar as pessoas a mudarem hábitos, crenças e comportamentos sobre o dinheiro.
Existem inúmeras crenças limitantes sobre o dinheiro e esse é um dos grandes obstáculos para uma boa saúde financeira.
Ao acreditar que “dinheiro é sujo” ou que “ricos não são bons” a pessoa acaba se sabotando, mesmo que de forma inconsciente e operando na escassez.
Por outro lado, existem também certas crenças que, ao extremo, levam ao excesso de compras desnecessárias, a gastar mais do que se ganha e a uma desorganização financeira – tais como “só se vive uma vez”, “vou gastar tudo antes que eu morra”, “juntar dinheiro é coisa de rico”.
Ambos os tipos de crenças geram comportamentos destrutivos à saúde financeira e consequentemente a saúde mental, fazendo com que a pessoa não poupe, não invista e nem consiga construir metas para o seu futuro, vivendo com fragilidade e medo.
Se você diz que família é um valor importante para você, mas gasta maior parte da sua vida com roupas de grifes, celular e carro do ano, você não está vivendo em coerência. Há um conflito e um desalinhamento.
Uma relação saudável e estratégica com o dinheiro significa você conseguir usá-lo para viver os valores que você afirma serem prioritários nesse momento da sua vida.
É você tomar decisões financeiras direcionando, de forma consciente, seus recursos para as coisas que refletem seus objetivos e valores.
E você? O que acredita sobre “dinheiro”?
Acredita que merece? Que é uma ferramenta de liberdade”? Que é fruto dos seus talentos? E que é caminho para os seus sonhos?
E se nessa jornada de auto-observação você por acaso descobrir que precisa mudar e melhorar a sua relação com o dinheiro, comece hoje mesmo!
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar o cuidar de si, o cuidar do outro e cuidar do negócio de forma sustentável.
Quer saber mais sobre como transformar sua relação com o dinheiro para fortalecer sua saúde mental? Então, vamos conversar. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
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Confira também: Confiança Gera Saúde Mental: Como Construir Relações que Curam
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]]>Você sabia que relações de confiança possuem um altíssimo impacto na sua Saúde Mental?
A confiança é um pilar fundamental para o sucesso de qualquer relação…
Construir e experenciar relacionamentos positivos é um caminho para cuidar de você e do outro. Boas relações geram bem-estar, proporcionam suporte emocional, sentido de pertencimento, sentimento de cuidado e segurança para que você possa ser quem é e consiga falar o que sente e pensa.
Relacionamentos de confiança são grandes antídotos para os momentos difíceis da vida. Ahhh, como é bom poder falar sem medo, opinar, discordar do outro, se sentir pertencente, abrir o coração e confiar em alguém!
E talvez você esteja se perguntando: “Mas como fazer isso, já que confiança é algo invisível?”
É aqui que mora a grande virada de chave dessa confiança!
Pois é! Stephen Covey, autor do livro “A Velocidade da Confiança” traduziu confiança em 13 comportamentos.
Conheça agora quais são esses comportamentos:
E LEMBRE-SE: praticar esses 13 comportamentos que geram confiança também é um ato de autocuidado, ´´e melhorar — sem dúvida — a qualidade das suas relações e sua saúde mental!
Suas emoções agradecem!
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Confira também: Risco Psicossocial: Como Identificar e Prevenir nas Empresas?
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]]>A saúde mental dos colaboradores é um aspecto fundamental para o bem-estar e o desempenho das organizações.
Apesar de as empresas já saberem disso, ainda são poucas as que conseguem, de fato, tratar o tema de forma estratégica e contínua – mapeando e gerenciando riscos, além de atuarem ativamente de forma preventiva.
Em virtude dessa dificuldade de gerenciar saúde mental, por contemplar aspectos muitas vezes subjetivos e invisíveis, chega no Brasil uma nova demanda legal.
Essa exigência é fruto da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e destaca que fatores organizacionais, como alto nível de estresse, assédio e jornada de trabalho excessiva, devem ser identificados, reconhecidos e gerenciados como parte das medidas de proteção à saúde dos colaboradores.
Não basta apenas identificar os riscos, será preciso que a empresa assuma sua responsabilidade de cuidar das pessoas, fazendo assim a gestão de todos os potenciais riscos.
Esse movimento vem provocando muitos receios e resistências no mundo corporativo, afinal, ele toca em mitos e paradigmas sobre relações de trabalho e saúde mental, quebrando crenças como a de que “problemas pessoais precisam ser deixados do lado de fora da empresa.”
Vivemos um novo contexto que exige uma nova forma de liderar. Não é mais possível liderar pessoas e emoções como se fossem coisas que podem ser controladas.
Liderar exige cada vez mais novas lentes, novas crenças, novos comportamentos e habilidades, incluindo a capacidade de se conectar com seu time, de ser capaz de observar sinais de estresse, escutar, acolher, conduzir conversas difíceis e desenvolver pessoas.
Mapear e gerenciar riscos é um primeiro grande passo para avançarmos na direção de uma necessária mudança cultural. Além disso, esse processo também é essencial para a construção de uma liderança mais humanizada e de uma produtividade mais sustentável.
Metas não alcançáveis, falta de suporte, de autonomia, de reconhecimento, de feedback, conflitos no time, exposições e falta de segurança psicológica são exemplos claros de fatores potenciais internos e da gestão da empresa que geram riscos à saúde mental das pessoas. Riscos que podem levar à ansiedade, depressão, burnout e outros impactos negativos.
Essas novas exigências do mercado, embora preocupem as empresas, podem representar grandes oportunidades de mudanças inclusive sociais. As empresas que saírem na frente irão colher primeiro os frutos do engajamento, da performance, do bem-estar e reputação, além da redução de custos. É bom para as pessoas e é bom para os negócios.
Por fim, deixo para você 2 dicas práticas e poderosas, que sendo líder ou colaborador, poderão te ajudar (e muito!) a cultivar saúde mental na sua vida – dentro e fora do trabalho:
Perceba o que você sente, pensa e como reage aos desafios e adversidades do seu dia a dia. Comece nomeando suas emoções, reconhecendo seus pensamentos e escolhendo suas reações de forma mais consciente. Aqui mora a essência da gestão emocional e da resiliência.
Pratique agir diferente da forma que você reagiria sem pensar. Se você é aquela pessoa que fala muito nas reuniões, exercite escutar mais. Se você fala pouco, treine se expor mais. Cuidar da saúde mental e gerenciar o seu nível de estresse também é colocar atenção e intenção nas suas atitudes!
Que tal colocar essas 2 dicas em prática? São dicas possíveis e te ajudarão a começar a mapear e gerenciar você, afinal, saúde mental começa pelo autocuidado!
E se precisar de ajuda, conte comigo!
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar o cuidar de si, o cuidar do outro e cuidar do negócio de sustentável.
Quer saber quais são os principais sinais de risco psicossocial no ambiente de trabalho e como líderes podem atuar para preveni-los? Então, vamos conversar. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
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Confira também: Confiança: O Adubo Essencial para a Saúde Mental
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]]>Não dá para falar de saúde mental sem falar de confiança!
Você já parou para pensar nisso?
Confiança é como a água. Quando está presente nas nossas relações, tudo floresce e cresce, mas, sem ela, tudo murcha e morre.
Sem água não há vida e o mesmo acontece com a confiança. Sem confiança os relacionamentos decaem, os projetos fracassam, os clientes vão para a concorrência, a performance não se sustenta, o clima fica pesado e o trabalho vai de mal a pior.

Ou seja, além da relação com a saúde mental, também não dá para falar de engajamento, nem de alta performance, se não existir CONFIANÇA dentro da empresa. Está tudo interligado.
O convite hoje é que você comece a olhar para CONFIANÇA de uma forma mais prática, mensurável e menos subjetiva.
Essa provocação convida você a traduzir CONFIANÇA em atitudes concretas. Perceba que o que você faz ou deixa de fazer, fala ou não fala, gera impacto nas percepções do quanto confiável você é!
É preciso colocar atenção nos seus comportamentos e entender que primeiro passo para criar relações de confiança é trabalhar sua AUTOCONFIANÇA!
Se você não confia em si mesmo(a), quem vai confiar? A credibilidade que você transmite começa a se construir a partir da autoconfiança.
O quanto você confia, de fato, na sua capacidade de buscar e atingir resultados? Com que frequência você cumpre os combinados, honra seus compromissos e age de maneira coerente com aquilo que você fala?
Credibilidade tem a ver com esse equilíbrio e coerência entre o que você fala e como se comporta.
Você só irá construir uma credibilidade positiva, se primeiro confiar em você, cumprir os seus compromissos e metas e agir de acordo com o que fala. Desenvolver a sua Autoconfiança é a base para que você consiga ganhar a confiança de outras pessoas. O processo acontece de dentro para fora.
Pesquisas revelam que muitas pessoas não cumprem as promessas que fazem a si mesmas. Quando isso acontece de forma recorrente, então começamos a degradar a nossa autoconfiança e duvidar da nossa capacidade.
Conheça seus talentos, forças, fraquezas, medos e valores pessoais. Conheça-se, olhe no espelho e aprecie quem você é! Afinal, não tem como você confiar em quem não conhece, não é mesmo?
Vamos juntos! Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar o cuidar de si, o cuidar do outro e cuidar do negócio de sustentável.
Quer saber quais são os comportamentos que você pode adotar no dia a dia para cultivar mais confiança em suas relações pessoais e profissionais? Então, vamos conversar. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
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Confira também: Janeiro Branco: Como Priorizar a Saúde Mental Agora e Sempre!
O post Confiança: O Adubo Essencial para a Saúde Mental apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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]]>No meu primeiro artigo do ano, nesta coluna que tem como foco principal a Saúde Mental e a sua conexão com Alta Performance, eu não poderia começar 2025 falando de outra coisa.
Celebrar Janeiro Branco é simbólico. O mês de janeiro e a cor não foram escolhidos por acaso. Representam a “página em branco” que a virada do ano nos traz. Como se estivéssemos recebendo a oportunidade de escrever uma nova história e nos colocar, de vez, na nossa própria agenda, assumindo compromissos com o autocuidado.
No Janeiro Branco de 2025, o lema da campanha é: “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”. Essa provocação nos convida a refletir sobre como estamos cuidando da nossa mente, se estamos focados apenas em iniciativas pontuais ou se estamos, de fato, olhando para a nossa saúde mental de forma integrada, cuidando do nosso estilo de vida de forma equilibrada e saudável.
Muitas empresas, pelo amor ou pela dor, já estão levantando a bandeira de saúde mental e começaram a promover palestras em janeiro e em outros meses de campanhas. Outras avançaram um pouco mais, trazendo práticas de meditação, informação de qualidade sobre ansiedade, depressão, suicídio e outras questões mentais e emocionais, bem como promovendo oficinas de educação financeira, oferecendo programas de estímulo a atividade física e fazendo convênios com clínicas e psicólogos.
Tudo isso é essencial! Ficará para trás quem não fizer nenhum movimento de mudança nessa direção. Porém, a verdade é que NÃO pode parar ai!
Ações pontuais são passos importantes, mas precisam estar dentro de algo maior, mais consistente e estratégico. Pessoas precisam, definitivamente, ir para o centro dos negócios. Saúde Mental se tornou lei justamente para agilizar essa mudança de olhar dentro das empresas.
A empresa é um recorte da sociedade e os dados de saúde mental são alarmantes.
O Brasil lidera o lidera o ranking de transtornos de ansiedade no mundo e é o segundo com maior número de casos de depressão na América Latina.
E o pior: questões mentais e emocionais não “sangram” – não são visíveis. Precisa de uma atenção, um olhar e uma observação mais humana para ser visto, para serem percebidas as mudanças de comportamento e de aparência física e as perdas: de energia, de alegria, de brilho nos olhos…
Para identificarmos sinais e sintomas de questões de saúde mental, então precisamos de um DESPERTAR. E a campanha Janeiro Branco vem convidar todos nós – empresas, líderes, profissionais, sociedade como um todo – a esse PARAR PARA DESPERTAR para colocarmos saúde mental na pauta dos negócios, na agenda da família, no foco da carreira e da alta performance – ou seja, na prioridade da vida!
Precisamos compreender, de uma vez por todas, que não dá para deixar os problemas em casa. Sim, problemas pessoais, de fato, interferem diretamente na produtividade, no clima, no engajamento e em todos os relacionamentos.
A hora é agora! É hora de planejar diferente. De agir diferente. Ações pontuais precisam estar conectadas com algo maior para gerar impacto, para mudar cultura, para criar hábitos saudáveis.
Saúde mental é sobre tudo isso, junto e misturado. É sobre cuidar de si, em primeiro lugar, para poder cuidar de quem está do seu lado e depois do negócio. Se invertermos a ordem, o resultado não se sustenta.
Portanto, te convido a aproveitar o início de ano propício para pensar…
E lembre-se: você vai colher o que plantar. Não dá para plantar feijão e colher arroz. O que você está plantando? O amanhã, o sempre será a consequência do que você fizer hoje! Então comece agora! O que está na sua mão fazer diferente?
Vamos juntos! Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar o cuidar de si, o cuidar do outro e cuidar do negócio de sustentável.
Quer saber mais sobre como você pode priorizar e cuidar da saúde mental de forma contínua e estratégica na sua vida pessoal e no trabalho? Então, vamos conversar. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
Ellen Ravaglio
https://www.vikaas.com.br
www.linkedin.com/in/ellenravaglio-coach-lideres
vikaas@vikaas.com.br
Confira também: Precisamos de pessoas mais fortes! Mas o que significa “ser forte” na prática?
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]]>Uma das frases que mais escuto nas conversas e mentorias com líderes é: “Aqui na empresa, precisamos de pessoas mais fortes”.
Mas, o que de fato significa ter “profissionais, times e líderes mais fortes”?
O que “pessoas mais fortes” fazem? Como agem? Em que acreditam?
É para esse lugar de reflexão sobre o que é, de fato, ser forte, que quero te levar hoje.
Quando escuto esse pedido e faço essas perguntas, percebo que a palavra “forte” geralmente está associada a indestrutível ou incansável.
Muitas vezes, também ouço que “ser forte” é como se fosse uma característica que pode ser avaliada num processo seletivo ou dita num feedback.
Mas tem coisa pior… é comum ouvir respostas como estas:
“Pessoas fortes não choram, não se estressam, não tem burnout, dão o sangue ou têm sangue nos olhos, não reclamam, sabem separar vida pessoal de profissional, deixam os problemas lá fora, não demonstram fraquezas ou erros” e por aí vai..
A grande verdade é que, se isso fosse ser forte, pareceria até que essas pessoas não são humanas.
É preciso ressignificar o que são “PESSOAS FORTES” nas empresas, na vida.
Não é à toa que as pessoas estão adoecendo, desengajando, se afastando, se desconectando, inclusive de si mesmas.
Precisamos, sem dúvida, criar uma nova definição para essas “pessoas fortes” que estamos recrutando, exigindo e valorizando.
Te convido a imaginar um outro estereótipo de pessoa forte. Sem relação com músculos, sangue ou sobrecarga de trabalho.
É esse o conceito de “FORTE” que precisamos disseminar dentro das nossas empresas.
Um líder forte é aquele que conhece seus medos e emoções e tem coragem de ser vulnerável, de conduzir conversas desafiadoras, pedir e dar feedbacks de desenvolvimento e de criar um ambiente seguro para as pessoas.
É preciso desenvolver força interna para liderar aos outros e a si mesmo, com consciência, flexibilidade, resiliência e gestão emocional.
É desse tipo de pessoas fortes que estamos precisando para quebrar paradigmas, mudar culturas bem como transformar conversas e relações.
Não dá para falar de saúde mental sem falar dessas pessoas fortes!
É dessa força que as empresas e o mundo estão precisando!
Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar a exercitar o autocuidado, o cuidar do outro e do negócio de forma consciente e sustentável.
Quer conhecer mais sobre como podemos ressignificar o conceito de ‘pessoas fortes’ no ambiente de trabalho para promover saúde mental, engajamento e um ambiente mais humano? Então, vamos conversar. Eu posso te apoiar nessa caminhada da tão sonhada Alta performance sustentável!
Ellen Ravaglio
https://www.vikaas.com.br
www.linkedin.com/in/ellenravaglio-coach-lideres
vikaas@vikaas.com.br
Confira também: Certificação em Saúde Mental: O Guia para Empresas segundo a Lei 14.831
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