O post Meta e Objetivo: Entender a Diferença Muda Completamente Seus Resultados apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>No universo do desenvolvimento humano, do coaching e da liderança, as palavras meta e objetivo são usadas o tempo todo, muitas vezes como se fossem sinônimos.
E confundir esses dois conceitos é uma das razões mais comuns pelas quais pessoas inteligentes, competentes e motivadas não conseguem, de fato, sustentar resultados ao longo do tempo.
Entender essa diferença não é apenas uma questão de linguagem. Mas uma questão de clareza mental, direcionamento e maturidade nas decisões.
Ele responde à pergunta: para onde eu quero ir?
Ter uma carreira mais alinhada aos valores, viver com mais equilíbrio, tornar-se uma liderança mais consciente ou construir uma empresa saudável são exemplos de objetivos.
Eles são qualitativos e estão ligados a sentido, propósito e visão.
Sem objetivo, qualquer caminho parece servir. E quando qualquer caminho serve, normalmente a pessoa anda muito e chega a lugar nenhum.
Ela responde à pergunta: como eu vou saber que estou avançando?
Aumentar faturamento, assumir um cargo, reduzir jornada, implementar processos ou concluir uma formação são exemplos de metas.
Elas são mensuráveis, temporais e verificáveis. Organizam o caminho.
Sem metas, o objetivo vira apenas um desejo bem-intencionado.
No primeiro caso, a pessoa se torna extremamente produtiva em algo que já não faz sentido. Cumpre prazos, entrega resultados, mas sente um vazio difícil de explicar.
No segundo, vive de planos e reflexões, mas se frustra com a falta de movimento real.
O resultado costuma ser cansaço, estagnação ou a sensação constante de recomeço.
Objetivo vem antes. Sempre.
O objetivo vem antes da meta. Ele é o norte.
Quando está claro, as metas deixam de ser cobranças externas e passam então a ser escolhas conscientes.
Quem sabe por que quer crescer, cresce de forma diferente.
Quem entende para que quer mudar de carreira faz transições mais consistentes.
Clareza gera alinhamento, mesmo sob pressão.
Ele ajuda a pessoa a ampliar consciência, identificar o que realmente faz sentido para seu momento de vida e transformar visão em ação concreta.
Mais do que estabelecer metas, o coach contribui para que elas sejam coerentes, sustentáveis e alinhadas a objetivos reais, não apenas a expectativas externas.
É esse alinhamento que favorece consistência, maturidade nas decisões e resultados que se sustentam ao longo do tempo.
Quer saber mais sobre a diferença entre meta e o objetivo e como alinhá-los para sustentar resultados ao longo do tempo? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Sandra Rosenfeld
https://www.sandrarosenfeld.com
Confira também: Quiet Constraint: Quando o Silêncio dos Profissionais Revela Algo Muito Maior
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]]>O post Conversas Seguras: Como a Forma de se Comunicar Impacta a Saúde Emocional no Trabalho e nas Relações apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Olá,
Sou Angela Passadori, atuo há mais de 20 anos no desenvolvimento humano, oferecendo treinamentos, palestras, mentoria de vida e carreira e fortalecendo a saúde mental e psicossocial nas organizações, com foco em comunicação, segurança psicológica e liderança consciente.
Conversa Segura é um convite à pausa.
Um espaço de perguntas que acolhem, reflexões que ampliam a consciência e fortalecem o bem-estar por meio de conversas possíveis, humanas e necessárias.
Escrevo porque acredito no poder das conversas conscientes e das perguntas. Aqui, meu convite é simples: pausar, refletir e cuidar da forma como nos comunicamos conosco e com o mundo.
Seja muito bem-vinda(o)!
Angela Passadori
É uma alegria imensa que começo esta Conversa com vocês.
Vivemos cercados de conversas, mas nem sempre nos sentimos seguros nelas.
Falamos para resolver, responder, alinhar expectativas, cumprir prazos. Nem sempre falamos para cuidar. E talvez seja exatamente aí que parte do nosso cansaço emocional comece.
Em muitos contextos, especialmente no trabalho, conversar se tornou uma tarefa funcional. Algo que precisa ser eficiente, objetivo, rápido. Mas o que acontece quando não há espaço para dizer o que realmente pensamos ou sentimos?
A ausência de conversas seguras nem sempre aparece em conflitos explícitos. Ela se manifesta no não dito, nas mensagens atravessadas, na dificuldade de pedir ajuda bem como no receio de errar ou de discordar. Aos poucos, esse cenário vai minando a confiança, o senso de pertencimento e o bem-estar — elementos fundamentais para relações saudáveis e ambientes mais humanos.
Conversas seguras não são aquelas em que tudo é permitido ou em que não existem limites. São aquelas em que há respeito mútuo, escuta genuína e responsabilidade pelo impacto das palavras e da maneira como a comunicação acontece. Espaços onde é possível falar sem precisar se explicar o tempo todo, onde a divergência não ameaça o vínculo e o erro não vira ataque.
No contexto organizacional, a falta de segurança nas conversas impacta diretamente a saúde mental e psicossocial. Pessoas se calam, líderes se sobrecarregam, equipes operam no modo sobrevivência. Em ambientes onde a conversa é possível, o cuidado então acontece: há mais clareza, mais cooperação e mais humanidade.
Essa reflexão, no entanto, não se limita ao trabalho. Ela atravessa relações sociais, amorosas, familiares e até o diálogo interno. Quantas conversas você evita para não desagradar? Quantas adia esperando um “momento ideal” que nunca chega?
Esta coluna nasce desse lugar: da necessidade de criar pausas em meio ao ruído e de abrir espaço para perguntas que não cobram respostas imediatas, mas ampliam a consciência. Conversa Segura é um convite para olhar com mais atenção para como nos comunicamos — e para o impacto disso na nossa saúde emocional.
Talvez não seja possível transformar todas as conversas.
De qualquer forma é sempre possível escolher uma.
Quer saber mais sobre como criar conversas seguras que fortalecem a saúde emocional no trabalho? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até breve!
Angela Passadori
http://facebook.com/angelapassadori
https://www.linkedin.com/in/angelapassadori/
Não deixe de acompanhar a coluna Conversa Segura – Perguntas que Fazem Bem
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]]>O post Estamos Prontos para Envelhecer Juntos? Envelhecimento, Integração e o Desafio Humano da Nova Pirâmide Etária apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A pirâmide etária mudou. O que antes era uma base larga de jovens e um topo estreito de idosos, hoje se inverte rapidamente. Vivemos mais, envelhecemos mais — e, paradoxalmente, convivemos menos. A pergunta que se impõe não é apenas demográfica, mas profundamente humana: estamos prontos para envelhecer como sociedade?
Quando se fala em envelhecimento, costuma-se pensar em saúde física, acesso a serviços, medicação e segurança. Tudo isso é essencial. Mas há algo que parece mais simples e, ao mesmo tempo, é o mais difícil de sustentar: integração.
Estudos de Harvard — como o mais longo estudo sobre desenvolvimento humano já realizado — mostram de forma consistente que relações significativas são, de fato, o principal fator de saúde, bem-estar e longevidade, mais do que renda, status ou até mesmo genética. Outros estudos em neurociência e saúde mental confirmam: isolamento social, solidão e falta de pertencimento aumentam o risco de depressão, declínio cognitivo e, além disso, doenças cardiovasculares e mortalidade precoce em idosos.
Ainda assim, vivemos um tempo em que as formas de convivência estão mudando rapidamente. O tempo compartilhado é cada vez mais escasso. As relações são frequentemente mediadas por telas. Famílias vivem cada vez mais dispersas. Comunidades se fragmentam. E o idoso, muitas vezes, ocupa um lugar silencioso, periférico — mesmo estando cercado de pessoas.
No Programa Vem Viver, voltado para a terceira idade, nossa experiência aponta um caminho possível. Trabalhamos saúde emocional a partir de um modelo de integração, com rodas de conversa, temas atuais, trocas genuínas, estímulos cognitivos, emocionais e sociais. Não se trata apenas de atividades, mas de criar novas amizades, campo de presença, de fala/escuta e pertencimento.
O que observamos é claro: quando há integração, algo se reorganiza profundamente. Histórias guardadas por décadas encontram espaço para serem ditas. Emoções que nunca tiveram nome ganham voz. O riso reaparece. O corpo se solta. A mente se engaja. Há movimento interno e relacional.
“Eu não entendo por que as pessoas não ouvem a gente, até nossos familiares não têm tempo para conversarem conosco. Eu não entendo… nós já vivemos tanto… sabemos muito, quase tudo da vida…” (Aluna do Programa Vem Viver, 78 anos)
Do ponto de vista da neurociência, a integração tem efeitos diretos no cérebro adulto e idoso. A interação social significativa regula o sistema nervoso, reduz o estresse crônico e estimula processos de neurogênese (formação de novos neurônios em regiões específicas do cérebro) e de neuroplasticidade (capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões ao longo da vida), fortalecendo redes ligadas à memória, à emoção e ao sentido de vida.
O cérebro continua capaz de aprender, se adaptar e se transformar — especialmente quando encontra ambientes seguros, afetivos bem como socialmente estimulantes.
Talvez o maior desafio do envelhecimento contemporâneo não seja viver mais, mas viver junto. A integração é, paradoxalmente, o remédio mais simples, o mais desejado — e um dos mais desvalorizados pela lógica da produtividade/economia, da pressa e da individualização.
Diante da nova pirâmide de envelhecimento, talvez a pergunta mais importante não seja “quanto tempo vamos viver?”, mas: com quem, como e em que qualidade de relação vamos atravessar esses anos?
E você? O que acha?
Quer saber mais sobre a nova pirâmide etária e como envelhecer com integração, pertencimento e qualidade de vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Com carinho,
Dra. Marcia Coronha, PhD
CEO do Instituto Consciência
Confira também: O que o Estresse Revela sobre Sua Saúde Emocional e Mental?
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]]>O post Quiet Constraint: Quando o Silêncio dos Profissionais Revela Algo Muito Maior apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Nos últimos anos, um fenômeno começou a chamar a atenção de líderes e equipes de RH: profissionais experientes, capazes e cheios de boas ideias passaram a contribuir cada vez menos.
Esse comportamento tem nome: Quiet Constraint, que significa “restrição silenciosa”, descreve quando a pessoa sabe, domina o assunto, mas deixa de compartilhar. Não por falta de competência, e sim por medo, insegurança, exaustão ou sensação de injustiça.
E esse medo tem raízes profundas. Em ambientes inseguros, muitos acreditam que quem domina um conhecimento específico é visto como indispensável, enquanto quem ensina tudo o que sabe corre o risco de virar apenas mais um.
É uma lógica emocional construída a partir de experiências reais: contribuir demais gera mais tarefas, e não reconhecimento; dividir conhecimento pode expor fragilidades; e já houve casos em que profissionais treinaram colegas e depois perderam espaço para eles. A crença se instala: compartilhar me enfraquece. Por isso, muitos se calam como forma de autopreservação.
O cenário recente intensificou esse comportamento. O trabalho híbrido reduziu as conversas espontâneas, que antes deixavam a colaboração fluir naturalmente. A exaustão pós-pandemia drenou energia emocional, e o exausto evita qualquer movimento que demande esforço mental adicional.
RH e lideranças perceberam isso porque os sinais apareceram em escala: reuniões silenciosas, poucas ideias novas, repetições de erros, retrabalho, equipes estagnadas e uma inovação cada vez mais tímida.
Não era falta de talento. Era retração coletiva. Era um grupo de profissionais que, pela própria vivência, aprendeu que contribuir não traz reconhecimento, não muda nada ou apenas aumenta a pressão sobre si.
E é aqui que muitas empresas se enganam. Pedir “mais participação” não resolve. Incentivar ideias não resolve. O colaborador não vai se abrir se não se sentir seguro. Por isso, a pergunta central não é “por que eles não estão falando?”, e sim: o que na cultura da nossa empresa está levando as pessoas a se calarem?
Cada organização tem sua história, sua forma de reconhecer, de distribuir tarefas e de lidar com erros. É preciso olhar para dentro com honestidade e coragem para identificar práticas que desmotivam, sobrecarregam ou geram medo — porque é nesse terreno que o Quiet Constraint nasce e se fortalece.
Ambientes onde o diálogo é seguro, onde as ideias são reconhecidas e onde a contribuição não vira punição fazem o conhecimento voltar a circular naturalmente. O colaborador pode até buscar seu próprio desenvolvimento, mas nenhuma mudança se sustenta se a empresa não fizer a sua parte.
Quando a cultura interna se ajusta, a voz das pessoas reaparece. E, com ela, a inovação retorna — não como exceção, mas como consequência direta de um ambiente que permite que cada um exista, contribua e floresça.
Quer saber mais sobre Quiet Constraint e como criar ambientes onde as pessoas se sintam seguras para contribuir de verdade? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Sandra Rosenfeld
https://www.sandrarosenfeld.com
Confira também: Missão de Vida: O Propósito que Dá Sentido à Jornada
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]]>E se sua missão de vida já existe, mas você ainda não tem consciência dela?
Vivemos tempos de busca. Mesmo pessoas bem-sucedidas, com carreiras consolidadas, muitas vezes sentem um vazio silencioso e a sensação de que “falta algo”.
Essa lacuna quase nunca tem relação com resultados, mas com significado. Ter uma missão de vida é justamente encontrar esse significado, aquilo que faz o coração vibrar e dá direção ao caminho.
Quando você define e registra sua missão, passa a ter um norte claro para todas as decisões da sua vida. Tudo se torna mais simples quando você pode se perguntar: isso vai a favor ou contra a minha missão de vida?
Essa reflexão vale para tudo, vida pessoal, relacionamentos, família e trabalho. Assim como as empresas possuem sua missão estampada nas paredes, também deveríamos ter a nossa, visível em casa, para lembrar quem somos e o que realmente importa.
Você pode até escrevê-la e deixá-la à vista. Quando isso acontece, ela se torna parte viva da sua rotina.
Não é algo grandioso ou reservado a poucos. É a contribuição que cada pessoa deixa no mundo ao viver de forma coerente com seus valores, talentos e essência. Pode estar no trabalho, em uma causa social, na arte, na educação dos filhos ou na forma como se influencia positivamente o ambiente ao redor.
Por quê? Porque durante o processo trabalhamos crenças limitantes, que muitas vezes impedem o encontro com a própria missão, gerando autossabotagem e medo de seguir o verdadeiro propósito.
Também analisamos os pontos fortes e os que precisam de desenvolvimento, por meio de ferramentas como a matriz SWOT, revelando potenciais que, quando reconhecidos, apontam naturalmente para o sentido da missão.
Outro ponto essencial é o trabalho com os valores pessoais, que são o alicerce de toda decisão. Muitos não têm clareza sobre seus valores reais, aqueles que realmente orientam as atitudes no dia a dia. Quando se identificam e se alinham a eles, a missão se fortalece e ganha autenticidade.
O coaching também ajuda a definir objetivos e prioridades, orientando o uso do tempo. Quantas vezes desperdiçamos energia com o que não nos leva para onde queremos estar? Quando aprendemos a administrar melhor o tempo, passamos a investir mais nas ações alinhadas ao que tem valor e propósito.
Você pode ter várias missões, profissional, familiar, pessoal, ou unir todas em uma só. O importante é que expresse o que há de mais genuíno em sua essência.
O coaching oferece estrutura, autoconhecimento e ferramentas práticas para que a missão de vida deixe de ser uma ideia distante e se torne algo vivo e realizável.
A missão não é um ponto de chegada, é uma forma de caminhar, com mais sentido, mais consciência e mais verdade.
Quer saber mais sobre como descobrir sua missão de vida? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Sandra Rosenfeld
https://www.sandrarosenfeld.com
Confira também: Estoicismo: Uma Filosofia da Grécia Antiga que Encontra no Coaching Pessoal Sua Força no Presente
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]]>O post O que o Estresse Revela sobre Sua Saúde Emocional e Mental? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O estresse é uma resposta natural do corpo diante de situações que exigem adaptação. É o organismo se preparando para agir — liberando adrenalina e cortisol, hormônios que aumentam o foco e a energia.
Em pequenas doses, ele é até benéfico. Mas, quando se torna constante, o corpo permanece em estado de alerta — e o cérebro começa a sofrer as consequências.
As pesquisas mostram que mais de 70% dos brasileiros relatam sentir-se frequentemente estressados. O ritmo acelerado, a hiperconectividade, a sobrecarga de tarefas bem como a ausência de pausas profundas estão entre as principais causas.
“Vivemos em modo de sobrevivência — o corpo não repousa e a mente não silencia.”
Um cérebro estressado tem áreas como o hipocampo e o córtex pré-frontal funcionando de forma reduzida, prejudicando assim a memória, a atenção e a regulação emocional. Já a amígdala cerebral, responsável por detectar ameaças, fica hiperativada. O resultado: irritabilidade, cansaço, ansiedade e perda de clareza mental.
Mas a boa notícia é que é possível prevenir e reduzir o estresse com estratégias simples e cientificamente comprovadas. Vamos lá:
Antes de agir, é preciso perceber. Então pergunte-se:
Observe também o corpo: tensão muscular, insônia, irritabilidade, palpitações, lapsos de memória — todos são sinais de alerta.
“Reconhecer o estresse é o primeiro grande passo — é dar nome ao que te desequilibra.”
Quando você identifica o que sente e quando sente, ativa o autocontrole emocional e assim reduz a reatividade automática.
Dizer “sim” o tempo todo é uma das maiores causas de estresse. Estabelecer limites é um ato de autocuidado e de inteligência emocional.
Estudos mostram que pausas conscientes de 2 a 3 minutos não só reduzem significativamente os níveis de cortisol no sangue mas, também, recuperam sua energia, presença, e sua capacidade de assumir um saudável “não”.
“Limites saudáveis preservam seu tempo, energia e sua atenção — alicerces da saúde emocional.”
O corpo é o primeiro a sentir o estresse — e podemos usá-lo para curá-lo.
Movimente-se: caminhar, dançar, alongar ou praticar uma atividade física regular libera endorfina e BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), substâncias que, em conjunto, promovem bem-estar, reduzem a dor e aumentam a neuroplasticidade.
Sono reparador, hidratação, alimentação equilibrada e respiração consciente são pilares para o equilíbrio físico, emocional e mental.
“Quando a respiração é calma e a expiração é longa, reduz-se a turbulência do sistema nervoso — e o bem-estar tem espaço para florescer.”
Nosso cérebro é atraído por más notícias — ele quer te manter vivo. E a mente funciona como uma Netflix: há sempre a chance de escolher o “filme” que vai rodar aí dentro.
Pensamentos autocríticos e catastróficos ativam o sistema de ameaça, de socorro; já os compassivos e realistas despertam o sistema de calma e segurança.
Experimente então:
Relacionamentos afetivos, espiritualidade, natureza, música e propósito são de fato reguladores naturais do estresse.
Conexões humanas positivas liberam ocitocina, hormônio que “neutraliza” o cortisol e gera calma e pertencimento.
“O estresse não é um inimigo a ser combatido, mas um mensageiro a ser escutado.”
Reserve tempo para estar com quem te inspira, fazer o que te nutre e silenciar assim o ruído do mundo.
No fim das contas…
Reduzir o estresse não é eliminar os desafios da vida, mas aprender a se relacionar melhor com eles.
Quer saber mais sobre como o estresse afeta sua saúde emocional e mental — e o que fazer para restaurar o equilíbrio e o bem-estar? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Com carinho,
Dra. Marcia Coronha, PhD
CEO do Instituto Consciência
Confira também: O Poder Oculto das Crises: Caminhos Práticos para Fazer da Crise uma Aliada
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]]>O post Estoicismo: Uma Filosofia da Grécia Antiga que Encontra no Coaching Pessoal Sua Força no Presente apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O estoicismo nasceu na Grécia Antiga, por volta do século III a.C., com Zenão de Cítio, e foi ampliado por pensadores como Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio. Apesar de sua origem tão distante, continua extremamente atual porque fala de algo essencial: como viver com serenidade e equilíbrio em meio às incertezas, pressões e imprevistos da vida.
O ponto central do estoicismo é distinguir o que está sob nosso controle do que não está. Sob nosso controle estão nossas escolhas, atitudes, valores e forma de reagir. Fora do nosso controle estão as circunstâncias externas, a opinião dos outros, os imprevistos e até o destino. Quando não conseguimos separar essas duas esferas, gastamos energia tentando mudar o que não depende de nós, e isso gera ansiedade, frustração e estresse. Mas quando compreendemos essa diferença, nos libertamos de uma grande carga emocional e aprendemos a transitar pela vida de forma mais leve e lúcida.
Para os estoicos, a verdadeira felicidade não estava em bens, status ou prazeres, mas em viver de acordo com a virtude: sabedoria, coragem, justiça e temperança. Valores que, se pensarmos bem, continuam sendo fundamentais para uma vida plena, tanto no aspecto pessoal quanto profissional.
Uma resposta prática está no coaching pessoal. Assim como os filósofos estoicos recomendavam exercícios de reflexão e treino mental, o coaching oferece um processo estruturado que ajuda a pessoa a se conhecer melhor, a desenvolver disciplina emocional, a alinhar suas escolhas aos seus valores e a fortalecer a resiliência diante dos desafios.
No processo de coaching pessoal, o cliente aprende a:
O estoicismo nos lembra que a vida é feita de imprevistos, e que a forma como reagimos a eles determina nossa força interior. Já o coaching pessoal transforma esse conhecimento filosófico em prática concreta, conduzindo a pessoa a reconhecer suas potencialidades, agir com mais consciência e viver de acordo com seus próprios valores.
Em um mundo cada vez mais acelerado, aplicar o olhar estoico aliado ao coaching é uma maneira poderosa de conquistar serenidade e presença. Afinal, não controlamos os acontecimentos externos, mas sempre podemos aprender a nos tornar senhores de nós mesmos.
Quer saber mais sobre como o estoicismo e o coaching pessoal podem fortalecer sua serenidade e propósito de vida? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Sandra Rosenfeld
https://www.sandrarosenfeld.com
Confira também: Seu Chefe Te Desmotiva em Vez de Inspirar? Veja 6 Dicas Para Reagir
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]]>O post O Poder Oculto das Crises: Caminhos Práticos para Fazer da Crise uma Aliada apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A palavra “crise” carrega, desde a sua origem, a ambiguidade entre ameaça e possibilidade. No século XVIII, entrou no português a partir do latim crisis, termo usado pela medicina para descrever o ponto crítico na evolução de uma doença: vida ou morte, recuperação ou agravamento. Com o tempo, a palavra se expandiu para a economia, a religião, a política e a esfera pessoal, tornando-se sinônimo de instabilidade e ruptura.
Mas será que uma crise é apenas uma ruptura? Ou pode ser também um portal para transformação?
Na natureza, encontramos lições eloquentes sobre como lidar com os momentos de desconforto e mudança. A lagosta, por exemplo, vive protegida por um exoesqueleto rígido que, ao mesmo tempo que lhe dá segurança, impede o crescimento.
Em determinado momento, a casca torna-se pequena demais. É preciso abandoná-la, ficando exposta e vulnerável, até formar uma nova carapaça, maior e mais adequada. Esse processo, repetido várias vezes, ilustra como a pressão e o desconforto são estímulos inevitáveis para o crescimento.
Do mesmo modo, a ostra nos ensina a transformar dor em beleza. Quando um corpo estranho invade sua concha, o molusco reage produzindo camadas sucessivas de madrepérola, gerando, ao longo de anos, uma pérola única.
Como lembra Rubem Alves: “São os que sofrem que produzem a beleza, para parar de sofrer.” A metáfora nos convida a olhar para os nossos próprios incômodos como matéria-prima para o florescimento.
Assim também a borboleta, que precisa enfrentar a resistência do casulo para fortalecer suas asas, ou as árvores que, no outono, se recolhem para depois renascer na primavera. Todas essas imagens revelam um princípio fundamental:
“O desconforto pode ser o motor da evolução”
A neurociência nos mostra que o cérebro humano, essa massa de pouco mais de um quilo e meio, é o dispositivo mais sofisticado do universo conhecido. Ele interpreta o mundo a partir da informação que recebe, mas também segundo o significado que atribuímos a essas informações.
Uma mesma situação pode ser percebida como ameaça ou como oportunidade. Se interpretamos um desafio como injustiça ou castigo, ativamos o estresse, a fuga, o medo — e muitas vezes entramos no ciclo da vitimização. Mas se conseguimos ressignificar, perguntando “O que posso aprender com isso?”, abrimos espaço para criatividade, resiliência e superação.
As crises, inevitáveis no estágio de consciência em que nos encontramos, podem levar tanto ao adoecimento quanto ao florescimento. Estudos mostram que situações mal elaboradas podem gerar sintomas físicos, transtornos emocionais e até pensamentos suicidas — realidade que o Setembro Amarelo busca conscientizar.
Mas o cérebro também nos oferece caminhos de transformação: plasticidade neural, novos aprendizados e capacidade de adaptação.
“A interpretação é a chave que define se a crise será vivida como prisão ou como salto evolutivo”.
Se a crise é inevitável, o que podemos fazer é aprender a lidar com ela de forma mais construtiva. Algumas práticas simples podem ajudar a mudar a perspectiva:
Essas práticas não eliminam a crise, mas mudam o olhar sobre ela, abrindo espaço para resiliência, clareza e ação estratégica.
Como a lagosta que cresce, a ostra que cria pérolas, a borboleta que rompe o casulo, ou a árvore que renasce após o inverno — cada um de nós pode escolher transformar dor em sabedoria, e turbulência em renovação.
Quer saber mais como ressignificar as crises e transformá-las em oportunidades de crescimento, resiliência e renovação pessoal? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Com carinho,
Dra. Marcia Coronha, PhD
CEO do Instituto Consciência
Confira também: Neurorrígido x Neuroplástico: O Desafio para Nossa Saúde e Bem-estar
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]]>O post Seu Chefe Te Desmotiva em Vez de Inspirar? Veja 6 Dicas Para Reagir apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Ter um chefe que, em vez de motivar, desanima pode ser uma das experiências mais desgastantes da vida profissional. Não se trata apenas de falta de reconhecimento. São líderes que cobram sem medida, tratam mal, levantam a voz, desqualificam seu trabalho diante de outros e desvalorizam suas ideias com palavras, olhares ou gestos.
Esse problema é mais comum do que parece e afeta desde cargos menos expressivos até altos executivos. As consequências podem ser sérias: ansiedade, crises de pânico e até doenças físicas. Para mulheres, muitas vezes é ainda mais desafiador, por causa de um machismo disfarçado, que desvaloriza conquistas e ignora ideias.
Como coach, já atendi inúmeros clientes passando por situações assim, inclusive altos executivos. Sei o quanto isso pode desgastar emocionalmente e até comprometer a saúde física. Mas também sei que é possível encontrar caminhos para lidar com a situação de forma estratégica e proteger a carreira.
O foco deve ser fortalecer-se internamente e criar estratégias para que a conduta do chefe afete o mínimo possível o seu bem-estar.
Procure alguém que possa intervir, como gestor, RH ou mediador. Registrar tudo, como e-mails, detalhes de episódios e, se possível, gravações, pode ser decisivo. Muitas vezes, líderes que parecem trazer resultados expressivos estão adoecendo equipes inteiras. Ter evidências sólidas pode certamente mudar tudo.
O orgulho ferido pode levar à vontade de se posicionar. Mas, se isso colocar em risco sua situação financeira ou profissional, repense. Coloque-se em primeiro lugar. Atitudes impulsivas podem gerar mais problemas. Planeje antes de agir e pense na sua estratégia de transição.
Postura também comunica firmeza. Muitas pessoas, diante de chefes ou figuras de autoridade, recuam sem perceber: desviam o olhar, encolhem os ombros, se retraem. Líderes autoritários percebem isso e podem se aproveitar. Manter a postura ereta, o olhar firme e a voz segura pode de fato transformar a forma como o outro passa a te enxergar.
Avalie alternativas, como buscar outra empresa, mudar de área ou até dar um voo solo. Essa decisão exige preparo, mas pode abrir espaço para um futuro mais saudável e alinhado aos seus valores.
Mais do que o outro faz ou deixa de fazer, é fundamental reconhecer seus limites, talentos e propósitos. Assim as decisões ficam mais alinhadas e a força para enfrentar situações difíceis aumenta.
Em alguns casos, o peso emocional é tão grande que fica difícil enxergar saídas sozinho. Ter o apoio de um profissional com expertise, como um coach, vai te ajudar a avaliar a situação com mais clareza e traçar caminhos reais, considerando seus objetivos e sua estrutura profissional.
Entender que encontrar pessoas assim na nossa caminhada pela vida acontece e que isso faz parte da vida pode mudar tudo. A vida é feita de bons e maus momentos. Isso é a vida. Essa consciência facilita a nossa caminhada aqui na Terra e traz força, equilíbrio e clareza para enfrentar o que vier.
Quer saber mais sobre como lidar com um chefe desmotivador sem comprometer sua carreira? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Sandra Rosenfeld
https://www.sandrarosenfeld.com
Confira também: Por que Inteligência Sem Sabedoria pode ser um Desastre?
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]]>O post Neurorrígido x Neuroplástico: O Desafio para Nossa Saúde e Bem-estar apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Você já parou para pensar que o maior plano de saúde que temos à disposição não está fora, mas dentro de nós? A autocura não é um conceito místico ou inalcançável. Ela é real, possível e começa na forma como cuidamos da nossa mente, dos nossos pensamentos, das nossas emoções e, também, dos nossos hábitos cotidianos — como dormir bem, nutrir-se, pausar e respirar.
Nosso corpo carrega uma inteligência inata capaz de prevenir e até curar muitos sintomas, desconfortos e desequilíbrios. Isso acontece porque ele responde de maneira direta ao que sentimos e pensamos. Cada pensamento ou emoção gera substâncias químicas que moldam nosso cérebro e nosso corpo. Assim, podemos fortalecer padrões de saúde ou, ao contrário, cristalizar desequilíbrios.
O professor e pesquisador Dr. Joe Dispenza chama atenção para dois estados possíveis do nosso cérebro: o modo neurorrígido e o modo neuroplástico.
Esse processo de mudança não se limita ao cérebro: ele reverbera em cada célula do corpo. Emoções e pensamentos consistentes produzem sinais químicos que atingem o núcleo celular e dialogam diretamente com o DNA. Assim, novos padrões podem ser inscritos, ativando genes de proteção e equilíbrio ou silenciando aqueles que favorecem desequilíbrios.
E aqui surge uma pergunta inevitável…
Lewis Carroll nos lembra que: “Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve.”
Ter clareza da direção é fundamental para atravessar o que Dispenza chama de “rio da mudança”: o ponto de transição entre o velho eu, cristalizado e neurorrígido, e o novo eu, mais consciente, flexível e neuroplástico.
A travessia começa com pequenas escolhas: observar os pensamentos, acolher emoções, mudar comportamentos automáticos. Parece simples, mas é profundamente transformador. Cada passo consciente não apenas molda o cérebro, mas também reprograma o corpo em nível celular, abrindo caminho para mais saúde, vitalidade e bem-estar.
Quer saber mais quais pequenos hábitos você poderia adotar hoje para estimular a neuroplasticidade e promover mais saúde e bem-estar? Entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Com carinho,
Dra. Marcia Coronha, PhD
CEO do Instituto Consciência
Confira também: Equilíbrio Emocional: A Mais Luxuosa de Todas as Conquistas
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