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]]>Há uma contradição silenciosa no nosso tempo. Quanto mais falamos em consciência e evolução, mais o amor parece empurrado para um lugar de constrangimento. Não por excesso de romantismo, mas por sua associação ao descontrole e à fragilidade.
Vivemos sob o domínio do desempenho. Em uma era em que bastar a si mesmo virou obrigação, falar de afeto com seriedade causa estranhamento. O amor perdeu prestígio. Ele agora precisa de filtros e justificativas para não ultrapassar os limites da conveniência. O afeto virou risco.
Nas conversas atuais sobre crescimento pessoal, os discursos focam em eficiência interna: a gestão das emoções, a independência absoluta e a fuga de envolvimentos profundos.
A afetividade só ganha espaço quando bem administrada. Assim, o amor deixa de ser a força estruturante da existência para virar um ruído indesejado. Essa desconfiança retira o viço da experiência compartilhada e substitui o calor do encontro pelo brilho frio da autossuficiência.
O problema não reside no amor idealizado, pois este é insustentável. A resistência surge diante do amor que exige presença.
É o afeto que convoca responsabilidade. Um vínculo que ignora fórmulas rápidas porque revela exatamente aquilo que escapa ao controle. Amar não é um gesto leve; é uma escolha que envolve exposição. Por mobilizar e desmontar defesas, o amor passou a despertar cautela. Ele cede espaço à busca por neutralidade e proteção emocional.
O afastamento afetivo é frequentemente confundido com equilíbrio. Permanecer inteiro, recusar a entrega e evitar a vulnerabilidade tornaram-se assim os novos pilares da inteligência relacional.
Na prática, essa postura revela um modo sofisticado de autoproteção. O zelo excessivo com a própria integridade produz, paradoxalmente, relações mais frágeis. Quando o vínculo surge como ameaça, então a indiferença e o desapego consolidam-se como os únicos canais aceitáveis.
Muitos evitam o envolvimento não por falta de interesse, mas por carência de segurança interna. Falta coragem para habitar o imprevisível.
Um dos equívocos mais comuns é tratar autonomia e vínculo como forças incompatíveis. A autonomia saudável nasce da integração: ela permite estar no encontro sem diluição e habitar a solidão sem fechamento.
A lógica da autossuficiência extrema empobrece a jornada humana ao sugerir que se envolver é perder o controle. Contudo, o distanciamento constante também cobra seu preço. E o pagamento costuma ser feito em silêncio.
O amor sobrevive como exceção. Ele não se encaixa na lógica de quem interpreta a evolução pessoal como um exercício de blindagem. Falar de afeto é resgatar o que temos de mais humano. O amor organiza, orienta e, sem dúvida, dá contorno à vida. Não elimina conflitos, mas impede que a experiência resulte em endurecimento da alma.
O amor incomoda porque exige inteireza. Ele não é algo para esconder ou justificar, mas aquilo que sustenta conexões reais. O amor agrega, une e cria raízes. Há uma lucidez profunda em permitir que o afeto nos conduza de volta ao outro.
O amor, querido leitor, não desorganiza a vida: ele a humaniza e devolve sentido ao caminho.
Quer saber mais sobre como desenvolver segurança interna para viver vínculos profundos com mais amor e vulnerabilidade, sem perder sua autonomia? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com amor e carinho,
Luiza Nizoli Rocha
Facilitadora em Desenvolvimento Humano e Consciência Organizacional
luiza.nizoli19@gmail.com
https://www.linkedin.com/in/luiza-nizoli
https://www.instagram.com/luizanizoli/
Confira também: Intuição: A Arte do Discernimento Interno
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]]>Como integrar a inteligência somática e distinguir impulso de intuição para escolher sem se trair.
Há caminhos que parecem perfeitos no papel, mas não cabem dentro de nós. Antes da razão encontrar palavras, o corpo já acusa: uma contração leve, uma tensão que pede atenção. Fomos educados a valorizar apenas o mensurável e, nesse processo, silenciamos uma inteligência essencial: a sabedoria somática.
Essa percepção não é um mistério, mas uma função veloz do nosso sistema nervoso. Ela reconhece padrões e envia respostas físicas antes mesmo de termos uma explicação racional. Um aperto no peito, um arrepio na nuca, uma mudança súbita na respiração. Na prática, o corpo sente primeiro para que o entendimento venha depois.
Aprendi isso não apenas pelo estudo, mas pela vida. Houve momentos em que todas as variáveis estavam certas, as decisões pareciam justificadas e os cenários validados. Ainda assim, algo em mim resistia. Não era insegurança, era uma falta de encaixe, indicando que aquele caminho não era o melhor para mim. Ao abrir espaço para essa voz sutil, a decisão tornou-se então mais limpa e verdadeira. Fiz da intuição minha maior aliada estratégica.
Pensar é útil. Escutar é decisivo. Às vezes a lógica sustenta uma escolha, mas não há concordância por dentro. No silêncio, fica mais fácil discernir o que é apenas ruído das expectativas alheias e o que é a sua verdade essencial.
Cultivar esse silêncio não significa a ausência de som, mas a criação de uma clareira no meio do caos mental. É nesse espaço que notamos para onde a vida quer seguir, percebendo onde há expansão e onde há retração. A mente lista prós e contras, mas o corpo sinaliza se há paz ou desequilíbrio. Quando mente e corpo se alinham, a resistência cede, a indecisão diminui e a direção aparece com clareza.
A intuição exige espaço interno. O excesso de estímulos e a vida reativa saturam nossa percepção. Quando olhamos somente para fora, o corpo passa a ser tratado como instrumento e não como fonte legítima de informação. A mente analítica opera dentro dos limites do que já é conhecido e mapeado.
O corpo, contudo, possui uma capacidade distinta de captar as sutilezas do que ainda não foi nomeado. O retorno a esse saber começa quando resgatamos a consciência sobre o próprio estado físico. É a partir desse eixo que a intuição deixa de ser uma percepção vaga para se tornar um dado concreto, um sistema de navegação que protege a integridade de nossas escolhas.
É fundamental distinguir as vozes que moram em nós para não confundir a urgência do momento com a clareza interna:
Ouvir a voz da intuição é, acima de tudo, um ato de lealdade consigo mesma. Em um cenário onde somos constantemente convidados a seguir fórmulas prontas, essa escuta funciona como uma âncora de coerência.
Ela nos protege de caminhar por direções que, embora pareçam seguras racionalmente, nos distanciam da nossa essência. Quando ignoramos esse chamado, o corpo muitas vezes cobra o preço em forma de cansaço; mas quando o honramos, cada escolha passa a ter o peso da nossa verdade, tornando o caminho mais leve e o propósito mais claro.
A harmonia constrói-se quando o agir respeita o sentir. A intuição é uma inteligência refinada que aguarda o nosso reconhecimento. Ela lê o que ainda é invisível e oferece um norte, muito antes de a lógica conseguir formular conclusões.
Escolher ouvi-la é permitir que estratégia e sensibilidade caminhem juntas, trazendo segurança para o próximo passo. Quando decidimos habitar a própria pele com honestidade, então a vida deixa de ser uma sucessão de reações e passa a ser um gesto de liberdade.
Em essência, a atenção ao que se passa por dentro é o maior ato de lealdade que podemos exercer. Honrar a própria intuição é garantir que você ainda se encontre inteiro dentro de si mesmo.
E você? Em quais momentos se afastou do que percebia por dentro para sustentar o que parecia certo por fora?
O resgate começa quando você decide respeitar o que percebe, mesmo antes de entender. No silêncio da escuta, a verdade ilumina.
Quer saber mais sobre como desenvolver a intuição para tomar decisões alinhadas, com mais clareza e discernimento? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com amor e carinho,
Luiza Nizoli Rocha
Facilitadora em Desenvolvimento Humano e Consciência Organizacional
luiza.nizoli19@gmail.com
https://www.linkedin.com/in/luiza-nizoli
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Confira também: A Consciência Como Tecnologia: O Humano Que a IA Não Substitui
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]]>Um convite para refletir sobre o que nos torna verdadeiramente humanos em meio à velocidade das máquinas.
Querido leitor, antes de temermos o avanço das máquinas, é importante nos perguntarmos se ainda estamos em contato com o que nos torna essencialmente humanos.
Mais do que pensar sobre o futuro da tecnologia, este é um convite para sentir o presente da consciência — a única inteligência capaz de unir razão, emoção e propósito.
A Inteligência Artificial já não é promessa, mas realidade imperativa. Ela habita as decisões, as conversas, os sonhos e os medos.
Mas, enquanto as máquinas aprendem a pensar, o ser humano aprende a sentir com consciência.
A tecnologia só é progresso quando serve à vida.
A consciência, por sua vez, é a única tecnologia que a Inteligência Artificial não poderá substituir, porque é dela que nascem o amor, a ética e a presença.
Vivemos uma era paradoxal: nunca produzimos tanto e ao mesmo tempo compreendemos tão pouco. Cercados por uma avalanche de dados, atravessamos um deserto de significado.
De acordo com o World Economic Fórum (2024), quase metade das habilidades humanas serão transformadas pela automação nos próximos cinco anos.
A Inteligência Artificial aprende padrões, decifra contextos e antecipa comportamentos, mas não sente.
Entre o dado e o sentido há um abismo: o da consciência. É nesse espaço invisível que o humano se encontra com o essencial.
Máquinas processam informações e calculam probabilidades.
Humanos processam vida e criam propósitos.
A IA aprende a prever.
A consciência nos ensina a compreender.
A consciência é o ponto de encontro entre corpo, emoção e pensamento, o espaço onde o sentir se transforma em sabedoria.
Quando sentimos medo, alegria ou intuição, o corpo fala antes que a mente compreenda. É nesse instante que percebemos: saber não é apenas pensar, é também sentir.
A neurociência confirma o que a sabedoria ancestral sempre soube: o corpo e as relações são as bases da consciência.
O neurocientista Antonio Damasio lembra que é o corpo que sente antes que a mente decida. O psiquiatra Dan Siegel acrescenta que a consciência floresce nas conexões que criamos, entre o eu, o outro e o ambiente.
É justamente nesse espaço entre sentir e se conectar que nasce o que chamo de Soul Skill, a habilidade de unir lógica e alma, pensamento e presença.
Ela representa a nova inteligência humana: aquela que equilibra técnica, sensibilidade e propósito.
Essas são as tecnologias do ser, e nelas nenhuma máquina toca.
Na era digital, o verdadeiro perigo não está em a máquina pensar como humano, mas em o humano viver como máquina.
Entre notificações e tarefas, confundimos movimento com presença — e velocidade com sabedoria.
A tecnologia pode amplificar a vida, mas não pode vivê-la por nós.
O risco não é a automação externa, e sim a anestesia interna, quando o coração se cala e o sentir se torna supérfluo.
Ser consciente é um ato de presença ativa, uma resistência silenciosa ao piloto automático.
Isso se traduz em gestos simples e vitais:
Quantas vezes você se pegou respondendo mensagens sem realmente estar ali?
A consciência nasce justamente nesses instantes em que paramos para sentir e escolher.
A máquina pode reconhecer uma lágrima, mas não entende sua origem.
Pode compor melodias, mas não sente o arrepio que a emoção provoca.
O que nos torna insubstituíveis é o que não se mede: a capacidade de amar, imaginar, acolher e criar beleza mesmo em meio ao caos.
A beleza é o reflexo da consciência desperta, aquela que percebe sentido onde outros veem apenas forma.
Enquanto a tecnologia busca precisão, é a sensibilidade humana que oferece direção e propósito ao progresso.
É nesse equilíbrio entre mente e alma que preservamos nossa verdadeira essência.
Querido leitor, a Inteligência Artificial não é o fim da humanidade, mas o espelho que a convida a amadurecer.
Ela reflete nossa genialidade e o vazio que a pressa deixou.
O avanço das máquinas é inevitável.
O despertar da consciência é escolha, e é nele que a vida se sustenta.
A tecnologia é o fruto da mente.
A consciência é o jardim da alma.
Quando razão e sensibilidade caminham lado a lado, a consciência floresce e o futuro deixa de ser ameaça para se tornar um convite à evolução.
O verdadeiro perigo não está em sermos superados pela máquina, mas em esquecermos o humano que ainda pulsa dentro de nós.
Quando lembramos, respiramos e sentimos, percebemos que nenhuma inteligência é mais poderosa do que uma consciência desperta.
Se o artigo despertou em você novas reflexões sobre o humano por trás da tecnologia, convido você a continuar essa jornada de consciência. Vamos juntos cultivar o que nenhuma máquina é capaz de reproduzir: a inteligência viva da alma.
Quer saber mais sobre como a consciência humana se torna a verdadeira tecnologia que a Inteligência Artificial jamais substitui? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com carinho,
Luiza Nizoli
https://www.linkedin.com/in/luiza-nizoli
@luizanizoli
Confira também: Líder Exausto, Empresa Frágil: O Caminho para a Liderança Centrada
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]]>Há líderes que acordam antes do sol, mas já se sentem cansados antes mesmo do café da manhã.
Suas agendas estão cheias, mas sua presença, ausente.
No ruído das urgências, a alma da liderança se perde, e com ela, o pulso vital das organizações.
O antigo modelo que glorificava a exaustão como sinônimo de produtividade perdeu o sentido.
A pressa e o controle constante geraram cansaço crônico, desconexão e vulnerabilidade. Assim surge o líder exausto e, por consequência, a empresa frágil — instável diante das crises e incapaz de sustentar resultados com consistência.
A verdadeira liderança se manifesta pela lucidez: a capacidade de conduzir com serenidade, clareza e propósito genuíno.
Quando o líder atua a partir desse centro de equilíbrio interior, suas decisões então refletem valores autênticos, e cada pessoa se reconhece como parte viva de um objetivo maior. Dessa base humana sólida surgem a inovação, a confiança mútua e os resultados sustentáveis.
Empresas que despertam para essa consciência abraçam um novo paradigma: crescem com propósito, consolidam sua marca e conquistam assim seu lugar de destaque.
Uma organização se fortalece quando há, de fato, coerência entre discurso e prática.
Quando propósito, valores e resultados se harmonizam, o trabalho transcende a rotina e se transformam em realização de propósito no dia a dia.
O equilíbrio emocional e energético do líder é o alicerce de uma cultura inspiradora, humana e resiliente diante das adversidades.
A Liderança Centrada não se move pela urgência, mas pela clareza inquestionável que sustenta cada escolha.
É na escuta serena que o líder manifesta sua grandeza, garantindo que o significado humano mova a estratégia.
Organizações conscientes reconhecem que o cuidado com as pessoas é parte essencial da estratégia.
Mais do que um gesto de gentileza, é uma escolha lúcida que sustenta o desempenho.
Negligenciar o bem-estar, ao contrário, abre espaço para o desgaste invisível — conflitos, decisões impulsivas e resultados voláteis. É assim que a fragilidade se instala.
Estudos da Harvard Business Review mostram que, para cada dólar investido em saúde mental, o retorno pode chegar a quatro dólares em produtividade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça: empresas que priorizam o capital humano reduzem de fato o absenteísmo e fortalecem o engajamento.
Valorizar o bem-estar é fortalecer o coração da organização, onde nascem a confiança, a vitalidade e a força que sustentam o todo.
Um líder exausto comanda pela pressão; um líder centrado inspira pela presença.
Sua clareza transmite segurança, estimula a autonomia e faz com que as pessoas se sintam de fato vistas e reconhecidas.
Líderes conscientes acolhem suas vulnerabilidades e as transformam em empatia e sabedoria vivida. Essa consciência converte a fragilidade em força criativa, o ponto de partida de uma cultura colaborativa e confiante.
A liderança centrada se consolida por meio de atitudes simples e constantes:
Esses gestos, guiados pela presença e pelo cuidado, criam um espaço de confiança e segurança, fortalecendo vínculos e gerando assim resultados sólidos.
O futuro da liderança será definido pela integração consciente entre pessoas, propósito e resultados.
A confiança, sustentada pela presença e pela verdade nas relações, é o ativo mais valioso de qualquer organização.
Nesse novo paradigma, a lucidez se torna o instrumento mais potente da gestão.
O verdadeiro sucesso transcende as metas: revela-se na realização que se expande quando o humano, em sua força criativa e sensível, dá propósito ao fazer coletivo.
A liderança centrada não é apenas um modelo de gestão; é uma forma de presença lúcida que integra razão e sensibilidade, metas e valores, resultados e humanidade.
Esse é o legado que permanece: o valor inabalável que uma organização consciente oferece ao mundo.
Quer saber mais sobre como desenvolver a liderança centrada que transforma exaustão em lucidez e fortalece a alma das organizações? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com amor e presença,
Luiza Nizoli
https://www.linkedin.com/in/luiza-nizoli
@luizanizoli
Confira também: O Poder da Pausa: Como o Silêncio Renova Vidas e Inspira Organizações
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]]>O post O Poder da Pausa: Como o Silêncio Renova Vidas e Inspira Organizações apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Em um mundo que exige velocidade constante, nos vemos presos a uma corrida sem linha de chegada, onde a urgência substituiu o sentido e o excesso se tornou rotina. Corremos para dar conta de mensagens, resultados e expectativas como se a pressa fosse um requisito de valor, e, no processo, esquecemos de nós mesmos.
A realidade é que, ao tentar dar conta de tudo, nos afastamos do essencial: clareza, presença e propósito.
O mundo corporativo, as demandas familiares e a pressão social reforçam a mentalidade de que produtividade se mede por movimento incessante. O relógio assume o comando, e as notificações aceleram o ritmo, enquanto o corpo, quase sempre, paga a conta. Mas a verdade é outra: a força não está em acelerar, e sim em reconhecer a hora de parar.
É nesse reconhecimento que se constrói a maturidade de escolher com consciência, em vez de apenas reagir às pressões externas.
A pausa não é ausência. É presença. Não é interrupção. É estratégia. É no intervalo entre uma respiração e outra que a clareza se revela, que emoções se reorganizam e que novas perspectivas encontram espaço para florescer.
As melhores ideias raramente surgem no meio do barulho. Elas emergem quando há espaço. É no silêncio que a mente conecta pontos dispersos, que a intuição encontra caminho e que soluções escondidas se revelam.
Quantas vezes você já se surpreendeu com uma ideia no banho, durante uma caminhada ou logo ao acordar? Isso não é acaso, é o efeito do intervalo.
Quando a mente não está sendo pressionada por cobranças e estímulos, ela se organiza.
Nesse espaço, conecta informações, abre novas perspectivas e faz emergir respostas que antes pareciam inalcançáveis.
O intervalo não é um vazio. É um terreno fértil onde a criatividade se desenvolve e a clareza se manifesta.
A ciência confirma o que já sentimos na pele: períodos de quietude estimulam o cérebro a criar conexões e a renovar seu funcionamento. Conforme destacado em um artigo do (The Guardian, 2025), o silêncio é um “nutriente essencial” para o cérebro, permitindo que a mente reorganize informações e crie novas perspectivas.
Um minuto de silêncio antes de responder pode mudar completamente o rumo de uma conversa, seja em casa ou em uma reunião de negócios. Esse simples intervalo tem um poder imenso: desacelera a reação automática e, dessa forma, abre espaço para uma resposta consciente.
Certa vez, em uma reunião importante, optei por não responder imediatamente.
O breve silêncio transformou o ambiente: os ânimos se acalmaram e a solução, antes distante, tornou-se visível.
A verdadeira força da pausa está no fato de que ela não representa perda de tempo, mas sim ganho de qualidade.
Em todos os cenários, o resultado se repete: a pausa aumenta a confiança e fortalece relações.
Não é coincidência que tantas pessoas estejam adotando o chamado “silêncio digital”, desligando notificações para recuperar foco e eficiência. Trata-se de muito mais que uma tendência, é uma escolha consciente: ao silenciar o excesso, saímos então do automático e voltamos a agir com presença (ITPro, 2024).
O corpo não diferencia pressões profissionais de desafios pessoais. Sem intervalos, ele responde com estresse, ansiedade e desgaste. A pausa funciona como um reparo invisível.
Não se trata apenas do silêncio externo, mas também do silêncio interno, aquele que surge quando respiramos fundo, fechamos os olhos e deixamos a mente desacelerar.
Esse momento regula emoções, acalma o coração e devolve energia para seguir em frente.
De acordo com estudos e publicações de saúde, incluindo reportagens da (Time, 2022), apontam que períodos de quietude reduzem o estresse e fortalecem o equilíbrio emocional.
Porém, mais do que estatísticas, a experiência fala por si: quem já caminhou em silêncio sabe que a mente clareia, o corpo relaxa e o coração se expande.
Pequenos gestos de silêncio podem de fato renovar a mente e restaurar o corpo. Não exigem tempo nem preparo, apenas a disposição de experimentar:
Essas práticas, ainda que breves, ensinam a desacelerar, a ouvir a si mesmo e a transformar o silêncio em fonte de equilíbrio e inspiração.
Pausar é mais que descansar. É a diferença entre reagir no automático e agir com clareza.
A pressa desgasta, fragiliza e leva a decisões rasas. A pausa, ao contrário, traz retorno: clareza para a mente, equilíbrio para o corpo e profundidade para as relações.
O silêncio que restaura o indivíduo também fortalece líderes mais humanos e organizações mais sábias. O que se transforma dentro, transforma fora. O desafio já não é entender o valor da pausa, isso está provado. O verdadeiro desafio é praticá-la, mesmo em um mundo que insiste em acelerar.
Quem tem coragem de parar descobre mais do que descanso: encontra um recurso estratégico capaz de sustentar vidas com mais sentido, relações mais autênticas bem como organizações mais visionárias. A pausa é, portanto, mais que um intervalo: é uma força vital, uma vantagem competitiva e um caminho de renovação.
Que o silêncio seja abrigo e ponte, conduzindo do caos à clareza. Um lugar de equilíbrio e inspiração, tanto para a vida quanto para o trabalho.
Quer saber mais sobre como o poder da pausa pode transformar sua vida e inspirar organizações mais humanas? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com carinho e presença,
Luiza Nizoli
https://www.linkedin.com/in/luiza-nizoli
@LuizaNizoli
Confira também: Viver com Alma: Autoconhecimento, Espiritualidade e Propósito para uma Vida Plena
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]]>Olá,
Sou Luiza Nizoli, Bacharel em Direito, com especialização em Gestão Empresarial e de Pessoas, Especialista Internacional em Psicologia Transpessoal, Facilitadora Internacional da Metodologia Louise Hay e formada em Psicanálise.
Minha trajetória se consolidou ao longo de 35 anos liderando uma empresa de tecnologia voltada à gestão de pessoas. Nesse período, descobri que resultados só se tornam duradouros quando estão sustentados pelo cuidado com quem os realiza.
Esse caminho me levou a ampliar minha formação em diferentes práticas de desenvolvimento humano: Psicanálise, Contoterapia, Arteterapia, Coaching e terapias integrativas. Hoje, uno a experiência empresarial à sensibilidade do autoconhecimento para apoiar pessoas e organizações em seus processos de evolução.
Nesta coluna, “O Despertar do Ser”, você encontrará reflexões que despertam consciência, histórias que inspiram e aprendizados que conectam vida, trabalho e espiritualidade.
Que este espaço seja uma pausa de inspiração, onde cada leitura conduza você ao reencontro com a sua essência.
Seja muito bem-vindo(a)!
Com carinho,
Luiza Nizoli
Houve um tempo em que minha vida era feita de metas, gráficos e conquistas que brilhavam nos relatórios, mas rareavam no coração. Caminhei firme, vestida de armaduras, acreditando que ser inquebrável era a única forma de ser respeitada. E fui. Mas, no silêncio das minhas noites, uma voz suave sussurrava que havia algo além – que os números jamais poderiam traduzir.
Foi então que me permiti despir. Me desfiz das máscaras de perfeição que pesavam nos ombros. Chorei as dores que calei por anos, deixando que as lágrimas lavassem antigas feridas. Sorri ao descobrir que dentro do vazio havia espaço para novas possibilidades. E, pouco a pouco, me reencontrei com a mulher inteira que sempre esteve em mim, não a versão idealizada que o mundo esperava, mas a verdadeira, com cicatrizes, sonhos e a coragem de recomeçar.
Essa travessia não foi simples, mas foi libertadora. Compreendi que a vida não se sustenta apenas em metas e resultados, mas se revela naquilo que sentimos, partilhamos e transformamos ao longo do caminho. No mundo corporativo, sempre empreendi com um olhar humanizado, convicta de que liderança não se mede simplesmente por números, mas pela capacidade de tocar vidas, gerar confiança e inspirar coragem.
Por isso, a decisão de migrar da posição de CEO para abraçar as terapias integrativas não foi renúncia, mas expansão. Foi o desdobramento natural de algo que já existia em mim e que encontrou sua expressão mais plena, abrindo-se para novas possibilidades. A maior verdade que guardo dessa jornada é que prosperidade e alma se fortalecem mutuamente, que fé e resultados não se excluem, mas se sustentam, e que a espiritualidade não é fuga, mas raiz que orienta, nutre e dá sentido a cada passo da nossa existência.
Meu propósito é acolher o ser em sua inteireza. Quando corpo, mente e espírito se encontram em harmonia, a existência não apenas segue, mas se ilumina em cores, sentidos e significados.
Cuidar do corpo é mais do que preservar um templo: é sentir a força vital pulsando em cada gesto, permitindo que os movimentos cotidianos se tornem celebrações silenciosas da presença. Nutrir a mente é atravessar tempestades interiores até alcançar clareza, transformando pensamentos dispersos em direção e consciência.
Alimentar o espírito é manter acesa a chama que nos recorda de onde viemos e para onde seguimos, acolhendo o invisível que sustenta tudo o que é visível.”
Duas práticas me devolvem a essa verdade todos os dias: caminhar e meditar.
Na caminhada, cada passo se torna oração, cada respiração é gratidão. O chão sob os pés me ensina sobre presença, raízes e pertencimento.
Na meditação, encontro o silêncio que não é ausência, mas origem. Um vazio fértil, onde tudo nasce e tudo retorna. Uma me ancora à terra, a outra me eleva ao céu. E juntas, elas me devolvem ao centro, à inteireza, ao lugar onde corpo, mente e espírito se reconhecem como unidade.
A vida me revelou que ciência e espiritualidade dialogam entre si, como raízes e asas de uma mesma realidade. A ciência oferece fundamentos e clareza; a espiritualidade, sentido e horizontes. Quando caminham juntas, torna-se possível enxergar o ser humano em sua totalidade.
É nesse encontro que a cura se revela. Não como poder, mas como presença. É o silêncio que acolhe quando as palavras não cabem. É o gesto que afirma sem voz: “você importa”. E é o olhar que ampara quando tudo parece desmoronar.
A cura também se manifesta em pequenos milagres: olhos que reencontram o brilho, corpos que finalmente repousam após anos de tensão, corações que redescobrem a coragem para seguir. Às vezes, ela surge no inesperado: em uma palavra que chega no momento certo, em um abraço que devolve força, em uma respiração profunda que abre espaço para o novo.
Os milagres estão sempre acontecendo, mas só os reconhecemos quando mudamos a forma de perceber a vida. Cuidar, então, é mais do que aliviar dores. É presença que sustenta, é escuta que acolhe, é entrega que transforma. É permitir que o extraordinário escondido no simples se revele em toda a sua potência.
Durante muito tempo, escondi meu feminino. No mundo corporativo, a suavidade era confundida com fragilidade, e calei essa parte de mim por medo. Mas descobri que a verdadeira potência nasce quando integramos os opostos: força com ternura, razão com intuição. Esse mergulho no autoconhecimento foi o que permitiu o reencontro, e a partir dele tudo começou a se transformar.
Desse despertar também brotou minha criatividade, não como simples ato de produzir, mas como gesto de ressignificar. Criar, para mim, é devolver cor ao que parecia cinza, transformar silêncio em expressão e enxergar, na rotina, a semente de um recomeço. Criatividade é sopro que renova, é força que abre caminhos e nos reconecta à essência.
E é desse olhar que nascem agora novos projetos: não apenas iniciativas externas, mas expressões de uma busca mais profunda. Sonhos que se tornam lugares de partilha, espaços de acolhimento, encontros onde coração, consciência e presença se entrelaçam e florescem em verdade.
Mais do que erguer algo fora, sinto que esses projetos são reflexos de um templo vivo que pulsa dentro de mim e que agora encontra forma para ser compartilhado. Levo comigo a convicção de que o ser humano jamais pode abandonar o ato de sonhar: são os sonhos que mantêm acesa a chama da esperança, que abrem horizontes diante do invisível e nos recordam de que a vida é sempre convite a recomeçar.
Minha coluna na Revista Cloud Coaching não será apenas um espaço de ideias, mas um caminho aberto para caminharmos juntos. Cada palavra será um sopro de vida, um lembrete de que a transformação é possível, mesmo nas horas em que tudo parece árido.
Espero que, ao ler cada texto, você sinta como se recebesse um abraço silencioso, daqueles que não julgam nem aconselham, apenas sustentam. Que perceba que nunca está só, que há sempre uma centelha de luz dentro de si, esperando para ser acesa.
Essa jornada é sobre reencontros: com sua força, com sua coragem, com sua fé e, sobretudo, com sua própria alma. É um chamado ao autoconhecimento e à qualidade de vida que floresce quando vivemos com presença e verdade, pois milagres acontecem todos os dias e só os reconhecemos quando mudamos a forma de ver a vida.
As palavras que guiarão esse caminho são: cura, coragem, equilíbrio, expansão, amor, espiritualidade, resultados e presença. E, acima de tudo, deixo um chamado: viver com alma, em cada gesto, em cada escolha, em cada instante.
Quer saber mais sobre como viver com alma pode transformar cada escolha em um gesto de propósito para uma vida plena? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Com amor e carinho,
Luiza Nizoli
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Não deixe de acompanhar a coluna O Despertar do Ser.
O post Viver com Alma: Autoconhecimento, Espiritualidade e Propósito para uma Vida Plena apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Descomplicando Conversas Difíceis no Ambiente de Trabalho: Um Guia Prático com 8 Dicas apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>“Conversas difíceis são inevitáveis. Aprender a lidar com elas é o que faz a diferença.” (Bruce Patton, Douglas Stone e Sheila Heen)
Conversas difíceis são inevitáveis no ambiente de trabalho. Sejam feedbacks negativos, conflitos interpessoais ou discussões sobre desempenho, esses momentos podem, sem dúvida, gerar tensão e desconforto. No entanto, com a abordagem correta, é possível transformar essas situações em oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Neste artigo, exploraremos estratégias eficazes para descomplicar conversas difíceis para que possamos promover um ambiente de trabalho mais positivo e colaborativo.
Antes de iniciar uma conversa difícil, reserve um tempo para se preparar adequadamente. Defina seus objetivos para a conversa, organize seus pensamentos e antecipe as possíveis reações do outro lado. Prepare-se para ouvir ativamente e responder com empatia.
Selecione um ambiente privado e livre de distrações para a conversa. Escolha um momento em que ambas as partes estejam disponíveis e receptivas. Evite interrupções e garanta que haja , de fato, tempo suficiente para uma discussão completa.
Comunique-se de forma clara, direta e respeitosa. Utilize uma linguagem objetiva e evite rodeios. Expresse seus pontos de vista de forma assertiva, mas sem agressividade. Concentre-se nos fatos e principalmente evite fazer julgamentos pessoais.
A escuta ativa é fundamental em qualquer conversa, especialmente nas difíceis. Preste atenção genuína ao que a outra pessoa está dizendo, não apenas verbalmente, mas também não verbalmente. Demonstre empatia e procure entender a perspectiva dela.
Em vez de se concentrar em culpas ou acusações, direcione a conversa para a busca de soluções. Incentive a colaboração e explore alternativas que, de fato, atendam aos interesses de ambas as partes.
Conversas difíceis podem despertar emoções intensas. Mantenha a calma e evite reações impulsivas. Seja como for, respire fundo, fale pausadamente e utilize técnicas de relaxamento, se necessário. Lembre-se de que o objetivo é resolver o problema, não o agravar.
Ao oferecer feedback, seja específico e construtivo. Concentre-se em comportamentos observáveis e evite generalizações. Ofereça sugestões concretas para melhoria e reforce os pontos positivos.
Após a conversa, acompanhe os resultados e verifique se as ações acordadas estão sendo implementadas. Mantenha a comunicação aberta e esteja disponível para esclarecer dúvidas ou oferecer suporte adicional.
Conversas difíceis podem ser desafiadoras, mas com a abordagem correta, elas podem se transformar em oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Ao se preparar adequadamente, comunicar-se de forma clara e empática, focar na solução e gerenciar as emoções, você então estará no caminho certo para descomplicar essas situações e promover um ambiente de trabalho mais positivo e colaborativo.
Lembre-se de que a comunicação eficaz é a chave para o sucesso em qualquer relacionamento, seja ele profissional ou pessoal. Ao dominar a arte de descomplicar conversas difíceis, você investirá em seu desenvolvimento profissional e contribuirá assim para um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo
Quer saber mais sobre como descomplicar e lidar com conversas difíceis no ambiente de trabalho? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Grande abraço,
Mayra Soares
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Confira também: 10 dicas práticas para desenvolver a habilidade de se autorregular emocionalmente no trabalho
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]]>A habilidade de se autorregular emocionalmente é essencial para o bem-estar e a produtividade no trabalho. Como líder, você desempenha um papel crucial em apoiar seu time nessa jornada. Vamos explorar como você pode facilitar esse processo, trazendo perguntas para reflexão e dicas práticas.
Confira 10 dicas práticas para desenvolver a autorregulação emocional no trabalho:
Ao ajudar as pessoas a se autorregularem emocionalmente, você não apenas melhora o ambiente de trabalho, mas também aumenta a produtividade e o bem-estar geral da equipe.
Como líder, seu apoio e exemplo são fundamentais para inspirar uma cultura de autoconhecimento e empatia. Considere implementar essas práticas no seu dia a dia e veja os resultados positivos que irão surgir.
Lembre-se: liderar é, acima de tudo, cuidar das pessoas.
Quer saber mais sobre dicas práticas para desenvolver autorregulação emocional para melhorar o bem-estar e a produtividade da sua equipe? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Grande abraço,
Mayra Soares
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Confira também: O Domínio de Si Mesmo: Os Pilares Fundamentais para Alcançar a Maestria Pessoal e Viver de Forma Autêntica e Plena
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]]>A jornada para o domínio de si mesmo começa com um passo: o compromisso de olhar para dentro e fazer as mudanças necessárias para viver de acordo com nosso verdadeiro eu.
Você já se perguntou como seria sua vida se pudesse então dominar totalmente suas emoções, pensamentos e ações?
Don Miguel Ruiz, autor do famoso livro “Os Quatro Compromissos”, de fato, nos oferece uma jornada transformadora em seu livro “O Domínio de Si Mesmo”. Neste livro, o autor explora os pilares fundamentais para alcançar a maestria pessoal e assim viver de maneira autêntica e plena.
Os 4 Pilares do Domínio Pessoal, a saber:
A jornada começa por aqui e é essencial olhar para dentro de nós e entender quem somos, nossas emoções, pensamentos, nossos medos, crenças limitantes e padrões negativos. Ao fazer isso, podemos começar a transformar nossas vidas de dentro para fora.
Aceitar a si mesmo e os outros é um dos maiores desafios. Muitas vezes, gastamos energia resistindo ao que não podemos mudar. Aceitar as nossas imperfeições e as dos outros, compreendendo que todos estão em sua própria jornada. A aceitação libera uma enorme quantidade de energia que pode ser canalizada para o crescimento pessoal.
Assumir a responsabilidade por nossas ações e escolhas é um passo crucial. É importante não culpar os outros por nossos problemas. Quando tomamos as rédeas de nossas vidas, ganhamos o poder de mudá-las. A responsabilidade pessoal é a chave para a liberdade e a auto maestria.
O amor-próprio é o alicerce de todas as transformações. Aprender a amar e cuidar de nós mesmos permite que vivamos com autenticidade. Nos tratar com compaixão e respeito, podemos oferecer o mesmo aos outros. O amor próprio cria um ciclo virtuoso de positividade e crescimento.
“O Domínio de Si Mesmo” é mais do que um livro. Ele me ajudou a ter diretrizes, como uma filosofia de vida. Sem dúvida, um verdadeiro guia prático para uma vida mais plena e autêntica. Don Miguel Ruiz nos lembra que a maestria pessoal não é um destino, mas uma jornada contínua de autodescoberta e crescimento. Então, por que não começar hoje?
Quer saber mais sobre como trabalhar o domínio de si mesmo e alcançar a maestria pessoal para viver de maneira autêntica e plena? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Grande abraço,
Mayra Soares
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Confira também: Lidando com Mudanças: Desenvolvendo a Resiliência no Trabalho
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]]>“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” (Charles Darwin)
No mundo do trabalho, uma coisa é certa: tudo está sempre mudando! Para ter sucesso e crescer profissionalmente, é importante saber lidar com essas mudanças e ser resiliente, ou seja, conseguir se adaptar e superar os desafios que aparecem pelo caminho. Neste artigo, vamos explorar maneiras práticas e reflexivas de desenvolver essa resiliência e a habilidade de gerenciar mudanças.
Resiliência vai além de simplesmente aguentar as dificuldades; é a capacidade de se recuperar e até crescer diante delas. É como uma planta que se dobra durante uma tempestade e depois volta à sua posição original. Profissionais resilientes sabem como se adaptar e aprender com situações difíceis.
Ser resiliente no trabalho não significa evitar mudanças ou desafios, mas encará-los como oportunidades para crescer. É uma qualidade que pode ser desenvolvida ao longo do tempo, transformando dificuldades em chances de sucesso.
O primeiro passo para desenvolver resiliência é aceitar que as coisas vão mudar. O ambiente de trabalho está sempre evoluindo por causa de avanços tecnológicos, mudanças no mercado ou reorganizações nas empresas. Em vez de resistir ou temer as mudanças, é importante ter uma mente aberta e adaptável.
Pense nisso: Como você reage quando algo no trabalho muda? Você vê isso como um obstáculo ou como uma oportunidade para aprender e se desenvolver?
1. Mentalidade de Crescimento: Acredite que você pode desenvolver suas habilidades com esforço e experiência. Encare os desafios como chances de aprender coisas novas.
2. Adaptação: Esteja aberto a aprender novas habilidades e formas de fazer as coisas. Mantenha-se atualizado com o que está acontecendo na sua área.
3. Construa uma Rede de Apoio: Tenha pessoas positivas ao seu redor, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Ter apoio pode fazer uma grande diferença em momentos difíceis.
4. Gestão do Estresse: Aprenda técnicas para lidar com o estresse, como meditação, exercícios ou organização do tempo.
Exemplo: Imagine um profissional de marketing digital cujas estratégias precisaram mudar por causa de novas regras nas redes sociais. Em vez de desanimar, ele decidiu aprender sobre as mudanças e, dessa forma, acabou se tornando um expert na área.
Ser resiliente não é apenas superar desafios; é fazer isso sendo você mesmo e seguindo seus valores. A verdadeira resiliência vem de dentro e se reflete na forma como você encara as mudanças.
Ação Prática: Identifique uma área do seu trabalho que está mudando. Em vez de fugir dessa mudança, comprometa-se a abraçá-la e aprender mais sobre ela nos próximos meses.
Desenvolver resiliência e habilidades para lidar com mudanças não é só importante para o trabalho, mas também para o crescimento pessoal. Ao adotar uma mentalidade de resiliência, você se torna mais flexível, confiante e pronto para enfrentar os desafios do mundo profissional. Lembre-se: a verdadeira resiliência não é só sobreviver às mudanças, mas florescer com elas.
Como disse Charles Darwin, “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.
Quer saber mais sobre como lidar com as mudanças e transforme desafios em oportunidades para se tornar uma pessoa mais forte e realizada não só no trabalho, como também na vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Grande abraço,
Mayra Soares
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Confira também: Diversidade Geracional: O Segredo para a Vantagem Competitiva!
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