O post Libere a Carga Magnética Negativa para Abrir os Seus Caminhos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Luciene já tinha feito várias coisas, mas por mais que fizesse, não conseguia avançar. Sentia-se presa e estagnada.
Nunca tinha ouvido falar sobre chips e implantes astrais.
Ficou boquiaberta, pois, até então, só olhava para a parte física: aquilo que suas mãos podiam tocar.
Duvidou da informação que recebeu.
Disseram que ela tinha chips, implantes e outras energias, interferindo em seus caminhos.
Como ela já tinha tentado de tudo sem resultado, resolveu experimentar.
Afinal, ela já estava mal em praticamente todas as áreas da vida há muito tempo. Estava exausta!
Então pensou: “Pior do que estou, não tem como ficar”.
No outro dia, sentiu dores de cabeça e um espaço amplo dentro de si.
Uma sensação de limpeza, a mesma que ela sentia quando limpava a casa e passava desinfetante, daqueles bem cheirosos.
Conseguiu dormir melhor, aumentou a confiança e a serenidade. Algo realmente tinha acontecido naquela sessão.
Para o seu total espanto, 15 dias depois, recebeu a notícia que estava esperando há anos. Coisas boas começaram a acontecer.
Semana passada ouvi de uma cliente a seguinte frase:
Adriana, por mais que eu saiba racionalmente o que eu tenho que fazer, parece que tenho duas bolas de chumbo amarradas aos meus dois pés.
Você já se sentiu assim?
Existem algumas coisas fundamentais que podem fazer total diferença em sua vida.
Então, pegue um papel e caneta para anotar. Acredito que vai contribuir com você.
A primeira coisa é perceber o que é necessário ser feito, ou, em outras palavras, aquilo que está em suas mãos.
Por exemplo: identificar seus traumas, bloqueios e crenças limitantes está em suas mãos. Liberar o ódio, a mágoa e emoções nocivas também.
O empecilho pode estar em você não saber como fazer isso.
Mas esse movimento está em suas mãos, pois você pode achar essa informação lendo artigos e livros, vendo vídeos e fazendo cursos.
A segunda coisa é saber que existem fatores que não estão em suas mãos. Nesse caso, você não pode fazer nada a respeito. Aliás, pode sim! Pode soltar e sair do controle.
Essa segunda parte tem relação direta com terceiros. Como assim? Inveja, olho gordo, emanações deletérias feitas para derrubar você.
Tenho certeza de que, se este artigo chamou a sua atenção, provavelmente você já deve ter experimentado o fundo do poço, por conta da energia de inveja de algumas pessoas, ou pode estar enfrentando esse tipo de situação agora mesmo.
Muitas vezes, você pode até ter boa vontade, mas lamento dizer: é preciso bem mais do que isso, principalmente se você já fez várias coisas que não surtiram efeito.
Você precisa ter ferramentas e técnicas para lidar com você perante o outro. Caso contrário, a carga magnética alheia infelizmente vai visitar a sua vida.
Já vi casos em que a pessoa já tinha feito de “tudo”, mas faltava olhar para esse lado, ou seja, soltar, sair do controle e buscar ajuda.
Com relação à energia que vem do meio externo, a sua única defesa é ter conhecimento de como lidar com isso para elevar a sua frequência.
Isso se torna um grande desafio, principalmente se você já estiver enfrentando alguma dificuldade agora. Por exemplo: na vida afetiva, financeira, profissional e até mesmo com relação à saúde.
Nesse caso, é fundamental buscar ajuda de um profissional para pegar em sua mão e conduzir você pelo processo da melhor forma possível.
Você pode fazer isso sozinha(o)? Claro, mas vai demandar tempo, dinheiro e bem mais esforço.
Por exemplo: quantos livros vai precisar ler até absorver o que precisa para lidar com as suas emoções, bloqueios, traumas e crenças limitantes sozinha(o)?
Quantos cursos vai precisar fazer para elevar a sua frequência, para conseguir lidar melhor com a energia externa a você, ou seja, a inveja alheia.
Por isso, ao buscar ajuda, você vai economizar tempo e dinheiro.
Normalmente, é possível trabalhar com isso em uma mesa radiônica, pois ela tem diferentes ferramentas em um mesmo lugar.
Geometria sagrada, apometria, os doze raios, gráficos radiônicos, chama trina e muito mais.
Em um único lugar existe a liberação emocional, espiritual, magnética e física.
A pessoa se sentirá bem mais leve depois do atendimento com a mesa radiônica.
Em algumas mesas é possível quebrar feitiços, magias, pactos e acordos feitos em outra existência e que estão impactando negativamente a pessoa.
Atualmente estou utilizando a mesa radiônica alquímica da egrégora de Saint Germain, muito forte e disruptiva.
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Quer saber mais sobre como a mesa radiônica pode ajudar você a identificar bloqueios e liberar a carga magnética negativa que pode estar bloqueando seus caminhos? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de limpeza e centramento.
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Confira também: Você Sente um Vazio no Amor? A Ausência do Pai Pode Estar Afetando Seus Relacionamentos sem Que Você Perceba
O post Libere a Carga Magnética Negativa para Abrir os Seus Caminhos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post O Labirinto Invisível: 5 Sabotadores que Enfraquecem a Autoconfiança apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Você já teve a sensação de que, por mais que estude, trabalhe e conquiste, alguma voz interna insiste em dizer que ainda não é suficiente? Ou percebeu que uma única crítica foi capaz de ocupar mais espaço na sua mente do que todos os elogios recebidos?
A autoconfiança raramente desaparece de uma vez. Na maior parte do tempo, ela é enfraquecida silenciosamente, pela repetição de pensamentos, comparações e interpretações que alimentamos quase sem perceber.
E talvez este seja um dos pontos mais importantes: autoconfiança não é um dom. É uma construção.
Ela se fortalece quando aprendemos a reconhecer os mecanismos que tentam nos diminuir.
Nossa mente tende a prestar atenção especial ao que deu errado. É o chamado viés de negatividade. Recebemos vários elogios, mas é aquela crítica que continua ecoando.
O risco é começarmos a construir nossa percepção de competência com base apenas nas falhas, esquecendo tudo aquilo que já superamos. Por isso, é tão importante aprender a registrar também os acertos, as decisões corajosas, os desafios vencidos e os aprendizados acumulados.
Não permita que um erro apague uma trajetória inteira de conquistas.
O chamado fenômeno do impostor aparece quando temos dificuldade de reconhecer nosso próprio mérito. A conquista vem, mas pensamos que foi sorte. O reconhecimento chega, mas acreditamos que as pessoas estão nos superestimando. A oportunidade aparece, mas surge o medo de que descubram que “não somos tudo isso”.
O problema não está, necessariamente, na falta de capacidade. Muitas vezes, está na dificuldade de internalizar aquilo que já conquistamos.
Reconhecer o próprio mérito não é arrogância. É consciência.
Existe um diálogo que ninguém ouve, mas que influencia profundamente a nossa vida: aquele que mantemos conosco: você nunca consegue, você não é boa o suficiente, melhor nem tentar.
Quando esse tipo de pensamento se repete, ele começa a interferir nas nossas decisões. Por isso, uma pergunta é essencial: você falaria com alguém que ama da mesma maneira que fala consigo?
Autoconfiança também se constrói pela qualidade da conversa que mantemos internamente.
Outro sabotador poderoso é o pensamento “tudo ou nada”. Se não foi perfeito, foi um fracasso. Se não conseguiu na primeira tentativa, melhor desistir. E se não está totalmente pronta, não deve começar. Mas crescimento não acontece assim.
Competência é construída pela prática. Segurança é construída pela experiência. Autoconfiança é construída quando nos permitimos começar antes de nos sentirmos completamente preparados. Não espere a perfeição para reconhecer o seu progresso.
Talvez nunca tenhamos vivido uma época com tanta exposição ao sucesso alheio. Vemos resultados, viagens, conquistas, cargos, reconhecimentos e vidas aparentemente perfeitas. Mas existe uma diferença fundamental: nós conhecemos os nossos medos, dúvidas, erros e inseguranças.
Dos outros, muitas vezes, conhecemos apenas aquilo que eles escolheram mostrar. E então cometemos um erro perigoso: comparamos nossos bastidores com o palco de outra pessoa. Nenhuma autoconfiança cresce em um ambiente permanente de comparação. Sua trajetória precisa ser comparada, antes de tudo, com a pessoa que você era ontem.
Quando a insegurança aparecer, faça uma pausa. Pergunte-se:
A autoconfiança não cresce apenas quando pensamos diferente; ela cresce quando começamos a agir diferente.
Cada pequena decisão tomada, apesar da insegurança, se transforma em uma nova evidência interna de capacidade.
Talvez tenhamos aprendido a acreditar que pessoas confiantes não sentem medo, mas a autoconfiança não é ausência de medo.
Sentimos medo, temos dúvidas, incertezas e erramos.
A diferença é não permitir que cada erro se transforme em uma sentença sobre quem somos. A verdadeira autoconfiança não diz: “Eu tenho certeza de que vou vencer”, mas sim: “Independentemente do resultado, confio na minha capacidade de aprender, me reconstruir e continuar.”
E talvez seja exatamente aí que esteja a verdadeira força.
Você não precisa eliminar todas as suas inseguranças para avançar.
Precisa apenas parar de entregar a elas o poder de decidir até onde você pode, de fato, chegar.
Quer saber mais sobre como reconhecer os sabotadores que alimentam a insegurança, enfraquecem sua autoconfiança e impedem você de seguir em frente para alcançar suas realizações? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: E se a Vida Parasse Você Hoje? A Importância de Pausar, Rever Prioridades e Cuidar de Si
O post O Labirinto Invisível: 5 Sabotadores que Enfraquecem a Autoconfiança apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Você Sente um Vazio no Amor? A Ausência do Pai Pode Estar Afetando Seus Relacionamentos sem Que Você Perceba apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Você já se perguntou por que se apega tanto a pessoas que não conseguem te amar da forma que você merece?
Por que alguns términos parecem arrancar um pedaço da sua alma?
Por que você se entrega completamente, mas acaba atraindo relacionamentos que geram sofrimento, insegurança e abandono?
Se você se identificou com essas perguntas, continue lendo.
O que vou compartilhar aqui pode explicar algo que você carrega há anos sem perceber.
E talvez seja justamente essa descoberta que faltava para transformar sua vida afetiva.
Ana tinha 38 anos, era bem-sucedida profissionalmente, inteligente, bonita e admirada pelas pessoas ao seu redor.
Mas havia uma área da vida em que tudo parecia dar errado: os relacionamentos.
Ela já havia vivido inúmeros términos dolorosos.
Sempre começava acreditando que finalmente havia encontrado a pessoa certa.
No início, tudo parecia perfeito.
Mas bastava o parceiro demonstrar um pouco de distância para que ela entrasse em desespero.
Ela enviava mensagens, criava cenários na mente, perdia o sono.
Sentia uma ansiedade que parecia impossível controlar.
Quando o relacionamento terminava, a dor era devastadora.
Era como se sua vida inteira tivesse perdido o sentido.
Durante o processo terapêutico, uma pergunta mudou tudo:
“Como era sua relação com seu pai?”
Ana ficou em silêncio.
Seu pai esteve fisicamente presente durante parte da infância.
Mas nunca esteve emocionalmente presente.
Era frio, distante e pouco afetuoso.
Nunca dizia que a amava, demonstrava orgulho ou a fazia sentir-se importante.
Naquele momento, ela começou a perceber algo profundo.
Durante toda a vida, havia buscado nos relacionamentos o amor, a proteção e a validação que nunca recebeu dele.
Quando falamos sobre ausência paterna, muitas pessoas imaginam apenas um pai que abandonou a família.
Mas a ausência também pode ser emocional.
Um pai pode morar na mesma casa e, ainda assim, ser emocionalmente inacessível.
Quando isso acontece, muitas filhas crescem carregando uma sensação inconsciente de vazio.
Um sentimento difícil de explicar.
Uma necessidade constante de aprovação.
Uma busca incessante por amor.
E, sem perceber, elas passam a procurar nos relacionamentos aquilo que faltou na infância.
O problema é que nenhum parceiro, namorado, marido ou relação consegue ocupar esse lugar.
Porque a dor não nasceu no relacionamento atual.
Ela nasceu muito antes.
Observe se alguns destes comportamentos fazem parte da sua vida:
Se você se identificou com vários desses pontos, existe uma grande chance de que feridas emocionais antigas estejam influenciando suas escolhas afetivas.
E isso não significa que existe algo errado com você.
Significa apenas que existem dores que ainda precisam ser acolhidas e compreendidas.
Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebo nos atendimentos.
A resposta pode ser desconfortável, mas é libertadora.
Nós tendemos a buscar aquilo que é familiar.
Mesmo quando o familiar machuca.
O inconsciente procura recriar experiências antigas na tentativa de finalmente encontrar um desfecho diferente.
Por isso, muitas mulheres acabam atraindo parceiros emocionalmente parecidos com figuras importantes da infância.
Não porque desejam sofrer, mas porque existe uma tentativa inconsciente de resolver uma dor antiga.
Enquanto essa dinâmica não é compreendida, os mesmos padrões costumam se repetir.
Mudam os nomes e os rostos, mas a sensação permanece a mesma.
Muitas mulheres passam anos tentando encontrar a pessoa certa, mas raramente olham para a origem da própria dor.
Buscam respostas nos aplicativos, nos relacionamentos, nos parceiros e nos términos.
Porém, a verdadeira transformação começa quando elas voltam o olhar para dentro.
Porque a carência não desaparece quando alguém chega.
A insegurança não desaparece quando alguém diz “eu te amo”.
O medo do abandono não desaparece apenas porque alguém decidiu ficar.
Essas feridas precisam ser tratadas na raiz.
Sim.
E essa é a parte mais importante deste artigo.
Você não precisa passar o resto da vida repetindo os mesmos ciclos.
Você não precisa continuar vivendo relacionamentos marcados por sofrimento, ansiedade e dependência emocional.
Quando a origem da ferida é identificada e trabalhada, algo extraordinário acontece.
A mulher deixa de buscar desesperadamente fora aquilo que começa a construir dentro de si.
Ela se torna mais segura, consciente, confiante e livre.
E, como consequência, suas escolhas afetivas também mudam.
Talvez o problema nunca tenha sido o relacionamento
Talvez o relacionamento apenas tenha revelado uma ferida que já existia. E a dor que você sente hoje pode estar pedindo atenção.
Pode ser o momento de olhar para sua história com mais amor e profundidade.
Porque quando uma mulher cura suas feridas emocionais, ela não transforma apenas seus relacionamentos.
Ela transforma toda a sua vida.
Se você sente que está repetindo padrões amorosos ou sofre com dependência emocional, medo do abandono, rejeição ou relacionamentos desgastantes, quero te fazer um convite.
Nas minhas sessões terapêuticas, trabalhamos a origem emocional desses conflitos por meio de uma abordagem profunda e personalizada.
Juntas, investigamos os padrões inconscientes que estão influenciando sua vida afetiva e iniciamos um processo de transformação emocional real.
Imagine como seria viver um relacionamento sem medo constante de perder. Imagine sentir paz em vez de ansiedade. E, finalmente, imagine se sentir suficiente, amada e segura dentro de si.
Essa transformação é possível.
Mas ela começa quando você decide cuidar da raiz da dor, e não apenas dos sintomas.
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Talvez esta seja a conversa que sua alma está esperando há anos.
Quer saber mais sobre como a ausência do pai pode estar influenciando seus relacionamentos, suas escolhas afetivas e padrões que parecem sempre se repetir? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: Qual é a Origem do Bloqueio Afetivo e Como Resolver?
O post Você Sente um Vazio no Amor? A Ausência do Pai Pode Estar Afetando Seus Relacionamentos sem Que Você Perceba apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post E se a Vida Parasse Você Hoje? A Importância de Pausar, Rever Prioridades e Cuidar de Si apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Recentemente, a vida me parou sem avisar, sem perguntar se era um bom momento, sem esperar que meus planos estivessem concluídos ou que minha agenda tivesse espaço para o inesperado. De repente, precisei mudar tudo, rever compromissos, reorganizar minha rotina e enfrentar um momento diferente daquele que eu havia imaginado.
E foi justamente aí que comecei a enxergar algumas situações com mais clareza. Em um primeiro momento, olhei para tudo aquilo que a pausa estava interrompendo. Depois, comecei a perceber o que ela estava me mostrando, e essa mudança de olhar fez toda a diferença. Porque a vida nem sempre acontece como planejamos. Mas, mesmo diante do inesperado, ainda podemos escolher como queremos atravessar e quem queremos ser depois disso.
Vivemos fazendo planos: planejamos o amanhã, a próxima semana, projetos, a carreira, as viagens e os sonhos. Criamos metas, compromissos e prazos e, sem perceber, começamos a viver como se o futuro estivesse garantido, até que alguma coisa acontece e muda tudo. Foi o que vivi recentemente. Precisei aceitar que algumas coisas poderiam esperar, que determinados planos teriam de mudar e que nem tudo dependia da minha vontade.
Naquele momento, mais importante do que continuar fazendo era compreender como eu queria continuar vivendo. Foi quando algumas perguntas começaram a ocupar o lugar das certezas: o que realmente importa para mim agora? Os objetivos que eu perseguia continuam fazendo sentido? Onde estou colocando meu tempo, minha energia e minha presença? Quais prioridades precisam mudar? Talvez não tenhamos respostas imediatas para essas perguntas. Eu também não tive, mas começar a fazê-las já muda alguma coisa dentro de nós.
Vivemos em uma sociedade que valoriza estar em movimento, produzir, realizar, entregar, avançar e conquistar. Somos reconhecidos pelo quanto fazemos e, muitas vezes, esquecemos de perguntar como estamos.
A agenda cheia tornou-se quase um símbolo de importância. Mas será que tudo o que ocupa nosso tempo merece, de fato, ocupar a nossa vida? Minha pausa me fez pensar muito sobre isso. Percebi que algumas urgências não eram tão urgentes, que determinados compromissos poderiam esperar e que alguns objetivos poderiam ser revistos. Também percebi que existem coisas essenciais que não deveriam precisar disputar espaço, como a nossa saúde, as pessoas que amamos, nossos afetos, sonhos, presença, nós mesmas.
Talvez uma das grandes contradições do nosso tempo seja esta: estamos tão ocupadas construindo a vida que desejamos que, às vezes, nos esquecemos de viver a vida que já temos. E aqui quero falar especialmente com as mulheres.
Cuidamos da família, dos filhos, dos pais, do trabalho, da casa, dos projetos, das equipes e das pessoas ao nosso redor. Acolhemos, resolvemos, organizamos, antecipamos as necessidades e quase sempre encontramos espaço para mais uma responsabilidade. Mas nem sempre encontramos espaço para nós mesmas. Aprendemos que precisamos dar conta. Que precisamos ser fortes. Que podemos continuar.
E talvez por isso seja difícil reconhecer quando precisamos diminuir o ritmo. Minha experiência recente me trouxe uma pergunta que considero importante compartilhar: por que tantas de nós precisamos chegar ao limite para nos colocarmos como prioridade? Não deveríamos precisar de uma interrupção para perceber que também precisamos de cuidado.
Não deveríamos sentir culpa por desacelerar, nem acreditar que escolher a nós mesmas significa deixar de cuidar de quem amamos. Talvez uma das formas mais importantes do protagonismo feminino seja justamente aprender a reconhecer que eu também importo e que meu tempo, minha saúde, meus sonhos, minha presença e a vida que desejo viver importam. E talvez precisemos deixar de perguntar apenas “Quem precisa de mim?” para começar a perguntar também “Do que eu preciso neste momento da minha vida?” Essa não é uma pergunta egoísta. É uma pergunta necessária.
Nem toda interrupção traz imediatamente uma resposta, nem toda dificuldade vem acompanhada de um aprendizado evidente. Há momentos difíceis, marcados por medo, incertezas e situações que gostaríamos de não enfrentar. Por isso, não acredito que precisemos agradecer por tudo aquilo que nos acontece, mas acredito profundamente na nossa capacidade de decidir o que faremos com aquilo que nos acontece.
Essa talvez seja uma das maiores expressões de protagonismo: não controlar todos os capítulos da nossa história, mas continuar participando da escrita mesmo quando a vida muda o roteiro. Foi isso que comecei a compreender novamente. Eu não poderia mudar o fato de que precisava parar. Mas poderia decidir como viveria aquela pausa. Poderia apenas esperar que tudo passasse para voltar exatamente à vida de antes ou poderia aproveitar aquele momento para me perguntar: Eu quero voltar exatamente para a vida de antes?
Essa pergunta foi poderosa para mim. Talvez a questão não seja voltar, mas seguir diferente. Quando alguma coisa interrompe nossa trajetória, nosso primeiro desejo costuma ser voltar à normalidade. Hoje, penso diferente: talvez algumas experiências não aconteçam para que voltemos iguais, mas nos convidem a seguir de outra maneira. Foi assim que encontrei a oportunidade de rever meus objetivos, encontrar novos sentidos e reorganizar minhas prioridades.
Percebi que algumas coisas ainda são importantes para mim, outras nem tanto, e algumas prioridades que estavam sendo adiadas precisam, definitivamente, ocupar outro lugar na minha vida. Não porque deixei de ter sonhos. Muito pelo contrário: talvez eu esteja aprendendo a escolher com ainda mais consciência quais sonhos merecem o meu tempo.
Essa talvez seja a pergunta que mais tenho feito desde então. E ela me leva a outras reflexões:
Talvez possamos aprender a criar pequenas pausas antes que a vida crie grandes interrupções. Podemos pausar para escutar, olhar ao redor, agradecer, rever escolhas, reorganizar prioridades e estar verdadeiramente presentes. E, de tempos em tempos, fazer uma pergunta simples, mas profundamente necessária: A vida que estou construindo tem espaço para aquilo que realmente importa para mim?
Ainda existem mudanças, adaptações e aprendizados, mas algo dentro de mim já não é exatamente igual. Não quero simplesmente retomar tudo de onde parei. Quero seguir levando comigo aquilo que essa pausa me fez enxergar: estar mais presente, valorizar ainda mais as pessoas que amo, cuidar de mim sem culpa, escolher melhor onde coloco meu tempo e minha energia, rever objetivos quando eles já não fizerem sentido e continuar sonhando, realizando e construindo, mas sem esquecer de viver.
A vida não é medida apenas por tudo aquilo que conseguimos realizar. Talvez ela seja medida pela presença que tivemos enquanto realizávamos. Não sei se voltarei a ser exatamente a mulher que era antes dessa pausa e talvez eu nem queira, mas quero seguir mais consciente, grata, inteira e, sobretudo, mais atenta ao que realmente importa.
Finalizo com uma pergunta para você — e especialmente para nós, mulheres, que tantas vezes cuidamos de tudo e de todos antes de cuidar de nós mesmas: Se a vida parasse você hoje, o que ela faria você enxergar que a pressa ainda não permitiu perceber? Talvez não seja preciso esperar que ela nos pare. Talvez possamos começar a nos escutar agora.
Acompanhe minhas redes sociais e o trabalho do Instituto Vasselo Goldoni.
Quer saber mais sobre como transformar as pausas da vida em oportunidades para rever prioridades, cuidar de si e construir uma vida mais consciente e alinhada ao que realmente importa? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: Liderança Feminina: O Desafio não é Conquistar uma Cadeira, mas Ampliar a Mesa
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]]>O post Qual é a Origem do Bloqueio Afetivo e Como Resolver? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Teresa era uma mulher de 50 anos, bem resolvida na profissão, mas com a vida afetiva estagnada.
Enquanto outras mulheres de sua família avançavam nessa área, ela via os anos passarem e nada.
Vivia um eterno looping negativo afetivo.
Já não sabia o que fazer, pois tinha feito terapia, lido livros, feito cursos e retiros.
Em um primeiro momento, sentia-se bem. No entanto, sua vida afetiva continuava do mesmo jeito.
Quando algo mudava, o resultado era ínfimo diante de todos os esforços que ela fazia.
Teresa se sentia frustrada e muito desgastada.
Em alguns momentos, tinha vontade de esquecer tudo isso e focar só no trabalho.
Será que é pedir demais? Perguntava ela, olhando para o céu.
Hoje, a maioria das pessoas está com dificuldades em sua vida a dois.
Umas mais, outras menos.
Muitas passam por um processo de gradação emocional afetiva.
Ou seja, não estão totalmente felizes no amor, mas desejam que isso aconteça o mais rápido possível.
Grande parte está frustrada com todo o dinheiro investido em terapias, cursos e livros, sem ver os resultados acontecerem.
Afinal, a área afetiva com certeza é uma das áreas mais importantes do ser humano. Ouso dizer que é a principal.
Basta olhar e perceber!
Quando uma pessoa está com muita dificuldade nessa área, então não consegue focar direito nem no trabalho.
Além disso, pode ter dificuldade com o sono e com a alimentação.
Isso acontece porque a vida afetiva é regida pelo corpo emocional do ser humano.
Negar isso é negar a solução.
Costumo dizer que duas coisas separam uma pessoa de alcançar resultados afetivos extraordinários. São elas:
Quando falo sobre escolha, quero dizer que o primeiro passo é reconhecer o quão desconfortável o estado atual é.
Muitas vezes, uma pessoa não tem os resultados que gostaria, justamente porque fica na superfície do problema.
E se a pessoa fica na superfície, terá resultados superficiais ou, pior do que isso, nenhum resultado!
Atendo várias pessoas em meu consultório há muitos anos e uma coisa eu afirmo:
Como assim, Adriana?
Uma vez, atendi uma pessoa que, depois, quis se aprofundar e fez a Formação em Terapia Integral Completo.
Ela simplesmente amou a reviravolta que sua vida afetiva deu depois que lhe mostrei as ferramentas com as quais trabalho.
Ela descobriu que nada fluía em sua vida afetiva porque uma tia-avó dela cometeu suicídio depois de ter apanhado muito do próprio pai, ou seja, o bisavô de minha cliente/aluna.
A tia-avó dela tinha se apaixonado por um rapaz, mas o pai dela não aceitou, pois o pretendente era pobre, desprovido de recursos.
Quando descobriu que a filha estava namorando às escondidas, surrou-a muito com um pedaço de madeira em brasa, o que queimou todo o cabelo dela.
Naquela época era assim.
Sua tia-avó se suicidou depois da surra.
A minha cliente/aluna estava em um movimento de lealdade ou de amor cego com relação a essa tia.
Era um movimento inconsciente em que ela não conseguia fazer a sua vida afetiva prosperar. Tinha um sentimento de culpa e um amor profundo por essa tia.
Note a profundidade dessa situação.
Se ela não tivesse se aprofundado, não teria chegado à solução.
Por isso, a primeira fase do processo é fundamental.
Costumo dizer que é preciso liberar as emoções aprisionadas no corpo físico, emocional e mental.
A minha cliente/aluna nunca chegou a conhecer essa tia-avó, pois, quando a tia-avó cometeu suicídio, minha cliente/aluna ainda não havia nascido.
Ou seja, a constelação familiar é o raio X. Ela faz o diagnóstico.
Eu não sei quanto tempo você ainda pode esperar para sair do looping negativo afetivo.
Mas, se você está cansada(o), tenho uma pergunta.
Quanto está te custando se sentir frustrada(o) e chateada(o) nessa área?
Você gostaria de descobrir qual é o real motivo da sua vida afetiva não deslanchar como gostaria?
Será que não existe, em sua família, algo oculto que você ainda desconhece, como aconteceu com a minha cliente/aluna?
Eu estudei, pesquisei e me aprofundei em tudo para me livrar da minha dor afetiva quando passei por um divórcio difícil.
Em minha busca consegui validar o que funciona e o que não funciona.
Com esse processo, qualquer pessoa consegue.
Ao colocar em prática o programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, a pessoa terá pequenas vitórias dia a dia.
São 21 dias intensos, dedicados à liberação das emoções do corpo físico, emocional e mental.
De zero a dez, o quanto não ter uma vida afetiva estruturada te incomoda?
Durante os 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, você vai receber uma liberação emocional afetiva por dia, por meio das aulas liberadas diariamente na plataforma de ensino.
Além da liberação emocional, você terá acesso a conteúdo sistêmico e integrativo, ou seja, baseado nas constelações familiares.
São várias técnicas para você se sentir mais leve com relação a essa área.
Você vai aprender como liberar as diferentes emoções que estão aprisionadas.
Terá acesso por um ano à área de membros, na qual você poderá colocar uma questão, e eu pessoalmente vou responder.
Você também terá acesso a sugestões de livros, filmes e séries.
Só não conhecia ainda essa ferramenta para sair do looping negativo no amor.
A ferramenta é fácil, prática e acessível.
Como isso pode facilitar a sua vida?
Você pagaria R$ 0,60 por dia para ter mais facilidade, leveza e equilíbrio em sua vida afetiva?
Ou R$ 22,15 por mês?
Outras pessoas descobriram o poder da liberação emocional afetiva e já estão colocando esse processo em prática.
Se eu tivesse conhecido essa ferramenta há 20 anos, poderia ter encurtado todo o meu processo.
Você não é a única que está vivendo nesse looping.
Mas precisa agir rápido, pois o link para entrar no programa 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo não ficará ativo por muito tempo.
Então, se você está cansada(o) do looping negativo no amor, o momento é agora.
Este aqui é o link para entrar no Programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo.
Se escolher entrar no programa, te vejo do outro lado!
Quer saber mais sobre como identificar a origem do bloqueio afetivo, e como resolver e romper ciclos que impedem uma vida amorosa mais leve e consciente? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de centramento e limpeza
Confira também: Desafio da Autovalorização: 10 Comportamentos para Mudar Sua Vida!
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]]>O post Liderança Feminina: O Desafio não é Conquistar uma Cadeira, mas Ampliar a Mesa apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Será que conquistar uma cadeira na mesa é suficiente para transformar o futuro da liderança feminina?
Durante muito tempo, essa foi a grande meta de muitas mulheres: romper barreiras, ocupar espaços nunca antes conquistados e provar, todos os dias, que competência e capacidade de liderança não têm gênero. Essa caminhada foi essencial, avançamos muito. Graças à coragem e ousadia de milhares de mulheres, portas foram abertas, paradigmas foram quebrados e novas gerações passaram a acreditar que também poderiam liderar. Mas chegou o momento de ampliarmos essa conversa.
A verdadeira liderança não se revela apenas quando uma mulher alcança uma posição de poder, mas quando transforma essa conquista em oportunidade para que outras também possam crescer. Este é o desafio hoje e o que me faz continuar conquistando todos os dias, não só por mim, mas por todas nós.
Essa reflexão ganha ainda mais força quando observamos os números. Segundo levantamento divulgado pela Forbes, as mulheres ocupam apenas 5,2% dos cargos de CEO no Brasil. Embora tenhamos avançado, esse dado demonstra que ainda estamos longe de uma representação compatível com o número de mulheres na sociedade, o talento, a competência e a contribuição feminina para o mundo dos negócios.
A própria Forbes, ao destacar estudos da McKinsey & Company e da LeanIn.Org, apresenta um conceito que considero fundamental para compreendermos esse cenário: o Broken Rung, ou “degrau quebrado”. O termo descreve a desigualdade que acontece na primeira promoção para um cargo de liderança. É nesse momento que muitas mulheres deixam de receber a oportunidade que poderia transformar toda a sua trajetória profissional.
Esse primeiro degrau quebrado produz um efeito em cadeia. Se menos mulheres assumem posições de liderança no início da carreira, naturalmente teremos menos gerentes, menos diretoras, menos vice-presidentes e, consequentemente, menos CEOs. Em outras palavras, o problema não começa no topo da organização. Ele começa quando deixamos de oferecer às mulheres a primeira oportunidade para liderar.
O futuro da liderança feminina será definido pela capacidade das organizações de desenvolver talentos ao longo da jornada. Elas só precisam de oportunidade.
Na minha vida, aprendi que nenhuma conquista é verdadeiramente completa quando termina em nós mesmos. Liderar nunca significou apenas alcançar um cargo. Liderar é desenvolver pessoas, formar sucessoras, inspirar talentos e criar ambientes onde outras pessoas também possam prosperar.
Tenho o privilégio de acompanhar milhares de mulheres em diferentes momentos de suas carreiras e, em todas elas, encontro uma verdade que se repete: quando uma mulher recebe uma oportunidade, ela cresce; quando encontra uma mentora, amplia sua visão; quando faz parte de uma rede de apoio, fortalece sua confiança. E, quando conquista uma posição de liderança, dificilmente cresce sozinha. Ela impulsiona equipes, inspira outras mulheres, desenvolve novas líderes e transforma a cultura das organizações.
É por isso que acredito profundamente na mentoria. Mais do que compartilhar experiências, ela acelera o desenvolvimento, fortalece a confiança e amplia perspectivas. Acima de tudo, representa uma das ferramentas mais poderosas para reconstruirmos esse primeiro degrau e prepararmos uma nova geração de mulheres para ocupar posições estratégicas.
Eu gosto de dizer que grandes líderes não deixam apenas resultados. Deixam sucessoras. O verdadeiro sucesso de uma líder não pode ser medido apenas pelo cargo que ocupa, mas pelas oportunidades que cria e pelas pessoas que ajuda a desenvolver.
Nesse cenário, competências como visão estratégica, inteligência emocional, colaboração e desenvolvimento de pessoas deixaram de ser diferenciais para se tornarem essenciais. A tecnologia continuará transformando processos, mas serão as lideranças que continuarão transformando pessoas.
Se quisermos ampliar os 5,2% de mulheres CEOs que exercem o cargo hoje, precisamos começar muito antes da sucessão para a presidência. Precisamos investir em desenvolvimento, mentoria, patrocínio de carreira e culturas organizacionais que reconheçam talentos e reduzam os vieses que ainda limitam tantas trajetórias femininas. Precisamos, sobretudo, consertar o primeiro degrau da escada.
Foi com essa convicção que idealizei o Programa Delas pra Elas, do Instituto Vasselo Goldoni, uma iniciativa voltada ao desenvolvimento de mulheres que ocupam posições estratégicas em Recursos Humanos. Porque fortalecer quem já lidera é uma das formas mais efetivas de ampliar oportunidades, formar sucessoras e acelerar a presença feminina nos espaços de decisão.
Ampliar a mesa é muito mais do que um discurso. É uma decisão. E toda transformação começa quando uma líder decide que seu sucesso só faz sentido se abrir caminho para muitas outras.
A igualdade de gênero ainda está distante, mas já esteve bem mais, vamos juntos?
Acompanhe minhas redes sociais e o trabalho do Instituto Vasselo Goldoni.
Quer saber mais sobre como fortalecer a liderança feminina, não apenas para conquistar uma cadeira, mas para ampliar a mesa de oportunidades e formar sucessoras nas organizações? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: WOLLING: O Impacto das Mulheres na Vida de Outras Mulheres
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]]>A autovalorização é essencial para qualquer pessoa que deseja ter mais plenitude, realização, amor e prosperidade. Sem ela a vida se torna difícil e complexa. Pode parecer bem simples o conceito e a aplicação prática, para trazer tantos resultados auspiciosos, no entanto acredite isto faz toda diferença.
Este artigo pode te trazer clareza e ser uma contribuição real para você.
Se você fizer a leitura até o final poderá ter mais leveza e facilidade, ou você pode escolher parar a leitura, e continuar tendo os mesmos resultados financeiros, afetivos, familiares e de saúde.
Gostaria de me apresentar, meu nome é Ádria Gutman, sou Bióloga desde 2005, Consteladora, Renascedora, Biomagnetista, Facilitadora do Jogo Terapêutico Maha Lilah, terapeuta há mais de 10 anos, pós-graduanda em Psicologia Junguiana e no segundo ano de Faculdade de Psicologia.
Autovalorização vem das palavras, auto (você mesmo) e valor (algo precioso). Se unimos as duas palavras, representa reconhecimento do brilho, potência e grandeza que dormita dentro do ser humano. Você reconhece o ser humano incrível que é?
Os sinais perceptíveis de autodesvalorização são:
A lista pode ser bem extensa, então vou parar por aqui.
Quando uma pessoa nutre autovalor tudo em sua vida flui com mais leveza e facilidade, porque ela sabe quem é. Reconhece todas as suas particularidades internas, já se perdoou por tudo e se absorveu do passado. Consequentemente a sua vida financeira é abundante, pois o dinheiro tem relação direta com o autovalor.
Afinal o dinheiro tem a energia da possibilidade e do valor.
Além da vida financeira, uma pessoa que possui o autovalor genuíno, atrai relações nutritivas e significativas, em outras palavras, a vida a tratará da mesma forma que ela se trata, portanto, a área afetiva é impactada positivamente.
Comece reconhecendo suas raízes, ou seja, seus pais e avós. Pois os ancestrais são fundamentais para que haja equilíbrio, nos relacionamentos. Reconheça, perdoe, libere e agradeça.
Liste o que gosta e volte a fazer, se trate com carinho, amor e muita paciência, principalmente nesta fase.
Verdade, que você gosta do que faz?
Se a resposta foi não, como seria se auto-observar e ver quais são as suas reais aptidões? Valorize o seu dom natural isto é autovalor, caso goste do que faz atualmente, pratique a gratidão.
Dizer não, é a forma mais saudável de praticar o governo de sua própria vida e se colocar em primeiro lugar. Em outras palavras viver de fato tendo autovalor.
A maioria das pessoas não cresceu sabendo como colocar os limites nos outros, se isto não fosse assim, não haveria nenhuma dificuldade com relação a se posicionar, ou ouvir as críticas alheias. Seja o mais sincero que puder, por mais doloroso que seja, quando se reconhece e se cura as feridas internas, falar não é um processo natural e fácil.
O ego ama a zona de conforto, afinal ele quer controlar absolutamente tudo e sofre muito por isto.
No entanto, para ter leveza e facilidade na vida é preciso deixar a vida nas mãos do Self, ou centelha divina.
O Self ao contrário do ego, ama a mudança, crescimento e expansão. Então sugiro que pratique o caminho interno, ouse desafiar o seu ego, através da terapia e exercícios guiados pode iniciar este caminho e consequentemente conseguirá aprender a soltar e confiar na vida.
E com naturalidade sairá da zona de conforto e tomará decisões mais assertivas, de acordo com o que é verdadeiro para você.
Todo ser humano possuiu uma assinatura única no universo, alguém pode copiar o seu produto, mas jamais copiará quem você é.
As habilidades natas são aquelas que você faz com muita facilidade, exemplos: Escrever, falar, pintar, cantar, negociar, liderar, criar, cuidar, proteger, ensinar, gravar etc.
Reconheça as suas competências e aquilo que faz com facilidade, isto é autovalor.
Não sei se você conhece, mas pode praticar o Ho’oponopono voltado para o autovalor, vou deixar um exercício aqui de presente para você e se depois quiser se aprofundar neste mundo lindo da autovalorização, basta entrar em contato comigo, será uma honra te acompanhar neste processo.
Exercício:
“Divino criador, limpe em mim todas as memórias de dor de autodesvalorização, que estão impregnadas em meu corpo físico, emocional, mental, espiritual e todos os meus registros. Limpe, purifique, seccione e transmute tudo isto em luz pura, está feito. Sinto muito, me perdoe, sou grata, te amo.”
Repita este exercício 108 vezes pelos próximos 21 dias.
Além do exercício assim sugiro que pratique com as seguintes frases:
Através do autoconhecimento e com a autocura, se valorizar e ter amor-próprio tornar-se algo natural. Em outras palavras é um processo natural de uma jornada profunda do autoconhecer.
Navegar em águas profundas, para reconhecer a grandeza e a potência que se é, faz toda diferença a curto, médio e longo prazo.
Vivemos em uma época maravilhosa, hoje em dia temos várias práticas e abordagens terapêuticas que nos fazem, percorrer este caminho, com facilidade, clareza e com mais rapidez.
Desenvolver o autovalor não precisa ser difícil ou complicado, são escolhas.
Trabalho com um desafio que se chama o desafio de se amar, nele trabalho com exercícios exclusivos para aumentar o amor-próprio e o autovalor.
Além claro de terapias de aprofundamento, para contribuir com a particularidade de cada situação.
Então se você quer experimentar algo novo, com exercícios focados para a sua situação emocional e o seu caso, basta entrar em contato, será uma honra e um prazer muito grande, acompanhar a sua jornada pessoalmente.
Quer saber mais sobre como desenvolver autovalorização e fortalecer sua autoestima para viver com mais plenitude, leveza e prosperidade? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais
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]]>Quando falamos sobre os desafios enfrentados pelas mulheres, normalmente direcionamos nosso olhar para as desigualdades históricas, para a violência de gênero, para as dificuldades de acesso a espaços de liderança e para os preconceitos que ainda persistem em diferentes áreas da sociedade. São debates necessários e urgentes. Mas existe uma reflexão que também merece atenção: qual tem sido o papel das próprias mulheres na construção, ou no enfraquecimento, umas das outras?
Nos últimos anos, ganhou espaço o termo WOLLING, utilizado para descrever comportamentos de hostilidade, julgamento, exclusão, sabotagem ou desqualificação praticados entre mulheres. Embora a expressão seja recente, o fenômeno está longe de ser novo. Ele aparece em comentários aparentemente inofensivos, em críticas constantes, na invalidação de conquistas, na exclusão silenciosa de grupos, na disseminação de fofocas e até mesmo na dificuldade de reconhecer o mérito de outra mulher.
Muitas vezes, não há intenção declarada de machucar. Em outras, a agressão vem disfarçada de conselho, preocupação ou opinião. Ainda assim, seus efeitos podem ser profundos. Afinal, nem toda violência deixa marcas visíveis. Algumas deixam cicatrizes emocionais que acompanham uma pessoa por muitos anos.
Esse é um tema delicado porque não existe uma explicação simples. Mulheres também foram formadas em estruturas sociais que, durante séculos, limitaram seu acesso ao poder, ao reconhecimento e às oportunidades. Em ambientes onde havia pouco espaço para presença feminina, muitas aprenderam, consciente ou inconscientemente, a enxergar outras mulheres como concorrentes.
Essa lógica pode ter feito sentido em um contexto de escassez. O problema é que ela continua sendo reproduzida mesmo em uma realidade que exige cada vez mais colaboração, diversidade e construção coletiva.
Isso não significa ignorar divergências. Mulheres podem discordar. Podem competir por posições, defender opiniões diferentes e enxergar o mundo sob perspectivas distintas. O problema nunca foi a divergência. O problema surge quando a discordância se transforma em humilhação, exclusão ou tentativa de enfraquecimento.
Existe uma diferença enorme entre oferecer um feedback que contribui para o crescimento de alguém e fazer um comentário que apenas diminui. Existe uma diferença entre apontar um erro e atacar uma pessoa. E existe uma diferença entre defender uma posição e invalidar a trajetória de quem pensa diferente.
Talvez por isso seja tão importante refletirmos sobre os impactos desses comportamentos na saúde mental das mulheres. Ansiedade, insegurança, baixa autoestima, síndrome da impostora e esgotamento emocional são temas cada vez mais presentes em ambientes profissionais. Embora tenham múltiplas causas, muitas dessas questões são agravadas por relações marcadas por julgamentos constantes, falta de apoio e competição destrutiva.
Quantas mulheres deixaram de se candidatar a uma oportunidade porque passaram a duvidar da própria capacidade? Quantas silenciaram suas ideias por medo de serem ridicularizadas? E quantas desistiram de projetos, negócios ou posições de liderança depois de sucessivas experiências de desvalorização?
Nem sempre os maiores obstáculos são visíveis. Muitas vezes, eles se manifestam em pequenas atitudes cotidianas que, acumuladas ao longo do tempo, corroem a confiança e o senso de pertencimento.
É justamente por isso que a sororidade continua sendo um conceito tão relevante. E vale lembrar que sororidade não significa concordar com tudo, defender qualquer comportamento ou ignorar erros. Sororidade é reconhecer a humanidade da outra mulher mesmo quando existem diferenças. É entender que respeito não depende de afinidade. É escolher a ética acima da rivalidade e a construção acima da destruição.
Mulheres que ocupam posições de influência têm a oportunidade de transformar não apenas suas próprias trajetórias, mas também o caminho de quem vem depois. Uma líder que compartilha conhecimento, reconhece talentos e cria ambientes seguros deixa um legado que ultrapassa resultados e indicadores. Ela contribui para que outras mulheres acreditem que também pertencem àquele espaço.
A verdadeira liderança não se mede pela quantidade de pessoas que admiramos de longe. Ela se mede pela quantidade de pessoas que ajudamos a crescer. Afinal, ocupar um espaço é importante. Abrir espaço para outras pessoas é transformador.
Talvez o maior convite que esse debate nos faça seja o da autorreflexão. Antes de julgar outra mulher, vale a pena perguntar: estou contribuindo para o crescimento dela ou para sua diminuição? Antes de compartilhar uma crítica, é importante refletir se ela gera aprendizado ou apenas reforça julgamentos. E antes de enxergar outra mulher como ameaça, talvez seja necessário lembrar que sucesso não é um recurso limitado.
A construção de uma sociedade mais justa depende, sem dúvida, do enfrentamento das desigualdades externas. Mas também exige coragem para olhar para dentro e reconhecer comportamentos que, muitas vezes sem perceber, acabamos reproduzindo.
Porque nenhuma mulher se torna maior diminuindo outra. A verdadeira grandeza está em usar sua força para elevar quem caminha ao seu lado. E quando mulheres escolhem apoiar mulheres, o impacto vai muito além das relações individuais. Ele alcança famílias, organizações, comunidades e gerações inteiras.
No fim, a pergunta que permanece é simples: queremos ser parte do problema ou parte da transformação?
“Nenhuma mulher se torna maior diminuindo outra. A verdadeira grandeza está em usar sua força para elevar quem caminha ao seu lado.”
Quer saber mais sobre como identificar o WOLLING e transformar relações entre mulheres em fontes de apoio, respeito e crescimento? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: O Preço Invisível do Prestígio: Escolhas, Concessões e a Fronteira Entre Crescer e se Perder em ‘O Diabo Veste Prada’
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]]>A vida afetiva se inicia no ventre da mãe.
O ego se torna totalmente estruturante aos 21 anos. Ele se forma em etapas, no ventre, na primeira infância, na segunda infância e na adolescência.
Quando digo que a vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais, quero dizer exatamente isto. A vida afetiva como uma norteadora do caminho emocional do ser humano.
Esta área, sem dúvida alguma, mexe profundamente com tudo aquilo que foi marcante no ventre, na infância e na adolescência. Refiro-me às feridas propriamente ditas.
Para elucidar melhor: o complexo do abandono, por exemplo.
Quando uma pessoa se relaciona com alguém que a faz se sentir abandonada, seja pelo motivo que for (trabalho, amigos etc.), ela sente a dor visceral do passado.
Ou seja, o relacionamento atual a remete a uma dor mais profunda.
Caso contrário, a pessoa continuará vivendo um eterno tormento emocional.
Muitas vezes, pode se sentir abandonada pela família e amigos, não só na vida a dois.
Falo sobre a vida a dois, pois, nesta área, as emoções ficam extremamente evidentes, favorecendo este processo de percepção e, consequentemente, de integração emocional.
Coloquei o exemplo do complexo do abandono, pois ele é muito frequente.
A mãe desempenha um papel fundamental na formação da psique humana.
Não quero dizer com isto que o papel do pai não é importante. Ele também tem o seu lugar, mas a mãe tem um contato mais próximo com a criança desde o início de sua formação no ventre.
Quando a criança nasce, ela passa por um processo de gestação extrauterina, que tem a duração de mais um ano.
Todo o ambiente emocional daquele lar influencia na formação do seu ego.
Para compreender um pouco mais do seu ambiente psíquico, olhe para a sua família e veja quais são as maiores dificuldades emocionais. Isto te ajudará a ter um vasto material para se trabalhar internamente.
De acordo com Jung, uma pessoa não nasce como uma tábula rasa, em minhas palavras, como uma página em branco.
Por isto, não basta querer parar de ter ciúmes, sensação de rejeição e abandono, por exemplo.
Isto não será equacionado enquanto a pessoa não penetrar em suas águas profundas.
Tudo isto que citei acima dormita no inconsciente da pessoa, fazendo com que ela aja no piloto automático, sem a consciência exata de onde isto vem.
Um parceiro ou parceira mostra o caminho por meio da dor e do desconforto.
A ideia neste artigo não é jogar a culpa nos pais, muito pelo contrário, afinal eles transmitiram aquilo que receberam.
O objetivo, na verdade, é trazer luz e consciência para estes blocos de dor, pois uma pessoa só consegue limpar e integrar aquilo que percebe e que se manifesta claramente em sua vida.
Muitas pessoas passam uma vida fugindo deste enfrentamento, pois acreditam que é doloroso demais.
No entanto, vivem uma vida dolorosa, com a sensação constante de medo do abandono, da rejeição, da traição e da insegurança.
Viver assim já é uma dor, só que a conta-gotas, o que não conduz à solução. A vida se torna extremamente dolorosa a maior parte do tempo.
Obviamente, olhar para estas questões não é confortável, afinal limpar um joelho ralado com água e sabão incomoda. No entanto, é o que resolve.
Pois ele poderá te auxiliar neste caminho de entrada no seu mundo interno e de saída dele, em segurança.
Se você tem empatia com o meu trabalho, pode escolher, caso queira, iniciar sessões de terapia comigo ou fazer um de meus cursos para aumentar o seu amor-próprio.
Mas, antes de deixar os links para você entrar em contato, gravei uma meditação para melhorar a sua vida afetiva. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Para aumentar o seu amor-próprio (se sentir que precisa fazer este movimento interno), fiz um programa de 40 dias, que se chama O Desafio de se Amar, com exercícios que normalmente faço em consultório com as minhas clientes. Para adquirir, CLIQUE AQUI.
E, se sentiu o chamado para iniciar um tratamento terapêutico comigo, CLIQUE AQUI para fazer o agendamento.
Quer saber mais sobre como as feridas emocionais podem revelar padrões profundos na sua vida afetiva? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: As Consequências de uma Ferida Afetiva Não Curada
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]]>Há histórias que não envelhecem porque continuam desconfortavelmente atuais. Quando Miranda Priestly afirma, com naturalidade quase clínica, que todos desejam ocupar aquele lugar, não estamos diante de uma simples frase de efeito.
Trata-se de uma lógica que atravessa gerações: a crença de que o topo justifica qualquer percurso, mesmo quando esse caminho exige concessões que não aparecem no currículo. O tempo passou, os discursos corporativos se modernizaram, mas a sedução por ambientes que prometem prestígio em troca de entrega irrestrita continua operando, agora, muitas vezes, com uma estética mais sutil e até bem-intencionada.
O que esse tipo de narrativa revela não é apenas a dureza de certos mercados, mas a facilidade com que naturalizamos dinâmicas que nos diminuem. Existe um pacto silencioso que se estabelece: em troca de pertencimento, aceitamos nos moldar.
Nesse ponto, surge um incômodo inevitável. Essa adaptação raramente acontece de forma brusca. Ela é gradual, quase imperceptível. Pequenas concessões, decisões pragmáticas, ajustes de comportamento. Quando percebemos, já estamos operando sob uma lógica que deixamos de questionar.
A trajetória de Andy Sachs não é apenas uma história de ascensão profissional. É, sobretudo, um estudo sobre deslocamento interno. No início, ela observa aquele universo com certo distanciamento crítico, como quem acredita não pertencer àquele sistema.
No entanto, pertencimento não é apenas um estado; é também uma construção. E, muitas vezes, uma armadilha. A necessidade de ser reconhecida, de corresponder às expectativas, de provar valor vai, pouco a pouco, redesenhando suas prioridades.
Quando a antecipação de demandas substitui o pensamento próprio, algo se perde. Nem sempre é fácil nomear o que deixamos para trás. Relações se tornam secundárias, limites se dissolvem, e o que antes parecia temporário se estabelece como padrão.
Frequentemente, esse processo é romantizado como resiliência ou ambição. Quando se fala em crescimento profissional, há uma diferença importante entre crescer e se distorcer. Nem toda adaptação é evolução; algumas são apenas estratégias de sobrevivência em ambientes que não foram, de fato, desenhados para sustentar quem está dentro deles.
Nesse contexto, o estilo de liderança representado por Miranda não é uma exceção caricata, como muitos gostam de acreditar. Ele é um reflexo ampliado de práticas que ainda persistem. A autoridade construída a partir do medo pode até gerar eficiência no curto prazo, mas cobra um preço silencioso: o esvaziamento do potencial humano. Ambientes em que errar não é permitido deixam de ser espaços de aprendizado. Tornam-se territórios de autopreservação.
Quando a autopreservação se torna a principal preocupação, a criatividade desaparece. A colaboração se fragiliza. As pessoas passam a operar no limite mínimo necessário para não se expor. O resultado pode até parecer funcional, mas está longe de ser sustentável.
A ideia de substituibilidade atravessa essa lógica de maneira constante. A noção de que há sempre alguém pronto para ocupar aquele lugar cria uma tensão permanente, que impede qualquer sensação real de segurança. Esse tipo de discurso não apenas desumaniza; também empobrece as relações de trabalho. Quando todos são potencialmente descartáveis, ninguém se compromete de verdade.
É curioso perceber como, mesmo diante de tantos avanços nas discussões sobre cultura organizacional, ainda existe resistência em abandonar esse modelo. Talvez porque ele funcione, ao menos na superfície. Entrega resultados, mantém estruturas, sustenta narrativas de sucesso. A questão que permanece é o custo dessa escolha.
Existe uma tendência em valorizar apenas movimentos de permanência, como resistir, aguentar e persistir. Em alguns contextos, permanecer não é força, é desgaste. Reconhecer isso exige um tipo de maturidade que nem sempre se incentiva.
Ao escolher se afastar, Andy não está rejeitando o aprendizado ou a experiência adquirida. Ela está redefinindo o que considera aceitável. Retoma a autoria sobre sua trajetória, algo que, em ambientes muito rígidos, costuma ser diluído.
Talvez o ponto mais desconfortável de toda essa reflexão seja admitir que essas dinâmicas não estão restritas a grandes corporações ou indústrias específicas. Elas se manifestam em diferentes escalas, muitas vezes disfarçadas de oportunidade. Nem sempre são impostas; em alguns casos, são internalizadas.
Isso nos leva a uma pergunta inevitável: até que ponto estamos conscientes das escolhas que fazemos em nome do sucesso? Porque há uma linha tênue entre construir uma carreira e se perder dentro dela. E essa linha raramente é visível no início.
O que permanece, em suma, não é o cargo, o reconhecimento ou o prestígio momentâneo. O que permanece é a relação que conseguimos manter com quem nos tornamos ao longo do caminho. Isso não pode ser terceirizado, nem negociado indefinidamente. Talvez a verdadeira medida de sucesso não esteja na capacidade de suportar ambientes difíceis, mas na clareza de saber quando eles já não fazem sentido.
Quer saber mais sobre como a busca por prestígio e reconhecimento pode levar a concessões silenciosas — e como diferenciar crescimento profissional de perda da própria identidade? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate
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