O post Qual é a Origem do Bloqueio Afetivo e Como Resolver? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Teresa era uma mulher de 50 anos, bem resolvida na profissão, mas com a vida afetiva estagnada.
Enquanto outras mulheres de sua família avançavam nessa área, ela via os anos passarem e nada.
Vivia um eterno looping negativo afetivo.
Já não sabia o que fazer, pois tinha feito terapia, lido livros, feito cursos e retiros.
Em um primeiro momento, sentia-se bem. No entanto, sua vida afetiva continuava do mesmo jeito.
Quando algo mudava, o resultado era ínfimo diante de todos os esforços que ela fazia.
Teresa se sentia frustrada e muito desgastada.
Em alguns momentos, tinha vontade de esquecer tudo isso e focar só no trabalho.
Será que é pedir demais? Perguntava ela, olhando para o céu.
Hoje, a maioria das pessoas está com dificuldades em sua vida a dois.
Umas mais, outras menos.
Muitas passam por um processo de gradação emocional afetiva.
Ou seja, não estão totalmente felizes no amor, mas desejam que isso aconteça o mais rápido possível.
Grande parte está frustrada com todo o dinheiro investido em terapias, cursos e livros, sem ver os resultados acontecerem.
Afinal, a área afetiva com certeza é uma das áreas mais importantes do ser humano. Ouso dizer que é a principal.
Basta olhar e perceber!
Quando uma pessoa está com muita dificuldade nessa área, então não consegue focar direito nem no trabalho.
Além disso, pode ter dificuldade com o sono e com a alimentação.
Isso acontece porque a vida afetiva é regida pelo corpo emocional do ser humano.
Negar isso é negar a solução.
Costumo dizer que duas coisas separam uma pessoa de alcançar resultados afetivos extraordinários. São elas:
Quando falo sobre escolha, quero dizer que o primeiro passo é reconhecer o quão desconfortável o estado atual é.
Muitas vezes, uma pessoa não tem os resultados que gostaria, justamente porque fica na superfície do problema.
E se a pessoa fica na superfície, terá resultados superficiais ou, pior do que isso, nenhum resultado!
Atendo várias pessoas em meu consultório há muitos anos e uma coisa eu afirmo:
Como assim, Adriana?
Uma vez, atendi uma pessoa que, depois, quis se aprofundar e fez a Formação em Terapia Integral Completo.
Ela simplesmente amou a reviravolta que sua vida afetiva deu depois que lhe mostrei as ferramentas com as quais trabalho.
Ela descobriu que nada fluía em sua vida afetiva porque uma tia-avó dela cometeu suicídio depois de ter apanhado muito do próprio pai, ou seja, o bisavô de minha cliente/aluna.
A tia-avó dela tinha se apaixonado por um rapaz, mas o pai dela não aceitou, pois o pretendente era pobre, desprovido de recursos.
Quando descobriu que a filha estava namorando às escondidas, surrou-a muito com um pedaço de madeira em brasa, o que queimou todo o cabelo dela.
Naquela época era assim.
Sua tia-avó se suicidou depois da surra.
A minha cliente/aluna estava em um movimento de lealdade ou de amor cego com relação a essa tia.
Era um movimento inconsciente em que ela não conseguia fazer a sua vida afetiva prosperar. Tinha um sentimento de culpa e um amor profundo por essa tia.
Note a profundidade dessa situação.
Se ela não tivesse se aprofundado, não teria chegado à solução.
Por isso, a primeira fase do processo é fundamental.
Costumo dizer que é preciso liberar as emoções aprisionadas no corpo físico, emocional e mental.
A minha cliente/aluna nunca chegou a conhecer essa tia-avó, pois, quando a tia-avó cometeu suicídio, minha cliente/aluna ainda não havia nascido.
Ou seja, a constelação familiar é o raio X. Ela faz o diagnóstico.
Eu não sei quanto tempo você ainda pode esperar para sair do looping negativo afetivo.
Mas, se você está cansada(o), tenho uma pergunta.
Quanto está te custando se sentir frustrada(o) e chateada(o) nessa área?
Você gostaria de descobrir qual é o real motivo da sua vida afetiva não deslanchar como gostaria?
Será que não existe, em sua família, algo oculto que você ainda desconhece, como aconteceu com a minha cliente/aluna?
Eu estudei, pesquisei e me aprofundei em tudo para me livrar da minha dor afetiva quando passei por um divórcio difícil.
Em minha busca consegui validar o que funciona e o que não funciona.
Com esse processo, qualquer pessoa consegue.
Ao colocar em prática o programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, a pessoa terá pequenas vitórias dia a dia.
São 21 dias intensos, dedicados à liberação das emoções do corpo físico, emocional e mental.
De zero a dez, o quanto não ter uma vida afetiva estruturada te incomoda?
Durante os 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, você vai receber uma liberação emocional afetiva por dia, por meio das aulas liberadas diariamente na plataforma de ensino.
Além da liberação emocional, você terá acesso a conteúdo sistêmico e integrativo, ou seja, baseado nas constelações familiares.
São várias técnicas para você se sentir mais leve com relação a essa área.
Você vai aprender como liberar as diferentes emoções que estão aprisionadas.
Terá acesso por um ano à área de membros, na qual você poderá colocar uma questão, e eu pessoalmente vou responder.
Você também terá acesso a sugestões de livros, filmes e séries.
Só não conhecia ainda essa ferramenta para sair do looping negativo no amor.
A ferramenta é fácil, prática e acessível.
Como isso pode facilitar a sua vida?
Você pagaria R$ 0,60 por dia para ter mais facilidade, leveza e equilíbrio em sua vida afetiva?
Ou R$ 22,15 por mês?
Outras pessoas descobriram o poder da liberação emocional afetiva e já estão colocando esse processo em prática.
Se eu tivesse conhecido essa ferramenta há 20 anos, poderia ter encurtado todo o meu processo.
Você não é a única que está vivendo nesse looping.
Mas precisa agir rápido, pois o link para entrar no programa 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo não ficará ativo por muito tempo.
Então, se você está cansada(o) do looping negativo no amor, o momento é agora.
Este aqui é o link para entrar no Programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo.
Se escolher entrar no programa, te vejo do outro lado!
Quer saber mais sobre como identificar a origem do bloqueio afetivo, e como resolver e romper ciclos que impedem uma vida amorosa mais leve e consciente? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de centramento e limpeza
Confira também: Desafio da Autovalorização: 10 Comportamentos para Mudar Sua Vida!
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]]>O post Liderança Feminina: O Desafio não é Conquistar uma Cadeira, mas Ampliar a Mesa apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Será que conquistar uma cadeira na mesa é suficiente para transformar o futuro da liderança feminina?
Durante muito tempo, essa foi a grande meta de muitas mulheres: romper barreiras, ocupar espaços nunca antes conquistados e provar, todos os dias, que competência e capacidade de liderança não têm gênero. Essa caminhada foi essencial, avançamos muito. Graças à coragem e ousadia de milhares de mulheres, portas foram abertas, paradigmas foram quebrados e novas gerações passaram a acreditar que também poderiam liderar. Mas chegou o momento de ampliarmos essa conversa.
A verdadeira liderança não se revela apenas quando uma mulher alcança uma posição de poder, mas quando transforma essa conquista em oportunidade para que outras também possam crescer. Este é o desafio hoje e o que me faz continuar conquistando todos os dias, não só por mim, mas por todas nós.
Essa reflexão ganha ainda mais força quando observamos os números. Segundo levantamento divulgado pela Forbes, as mulheres ocupam apenas 5,2% dos cargos de CEO no Brasil. Embora tenhamos avançado, esse dado demonstra que ainda estamos longe de uma representação compatível com o número de mulheres na sociedade, o talento, a competência e a contribuição feminina para o mundo dos negócios.
A própria Forbes, ao destacar estudos da McKinsey & Company e da LeanIn.Org, apresenta um conceito que considero fundamental para compreendermos esse cenário: o Broken Rung, ou “degrau quebrado”. O termo descreve a desigualdade que acontece na primeira promoção para um cargo de liderança. É nesse momento que muitas mulheres deixam de receber a oportunidade que poderia transformar toda a sua trajetória profissional.
Esse primeiro degrau quebrado produz um efeito em cadeia. Se menos mulheres assumem posições de liderança no início da carreira, naturalmente teremos menos gerentes, menos diretoras, menos vice-presidentes e, consequentemente, menos CEOs. Em outras palavras, o problema não começa no topo da organização. Ele começa quando deixamos de oferecer às mulheres a primeira oportunidade para liderar.
O futuro da liderança feminina será definido pela capacidade das organizações de desenvolver talentos ao longo da jornada. Elas só precisam de oportunidade.
Na minha vida, aprendi que nenhuma conquista é verdadeiramente completa quando termina em nós mesmos. Liderar nunca significou apenas alcançar um cargo. Liderar é desenvolver pessoas, formar sucessoras, inspirar talentos e criar ambientes onde outras pessoas também possam prosperar.
Tenho o privilégio de acompanhar milhares de mulheres em diferentes momentos de suas carreiras e, em todas elas, encontro uma verdade que se repete: quando uma mulher recebe uma oportunidade, ela cresce; quando encontra uma mentora, amplia sua visão; quando faz parte de uma rede de apoio, fortalece sua confiança. E, quando conquista uma posição de liderança, dificilmente cresce sozinha. Ela impulsiona equipes, inspira outras mulheres, desenvolve novas líderes e transforma a cultura das organizações.
É por isso que acredito profundamente na mentoria. Mais do que compartilhar experiências, ela acelera o desenvolvimento, fortalece a confiança e amplia perspectivas. Acima de tudo, representa uma das ferramentas mais poderosas para reconstruirmos esse primeiro degrau e prepararmos uma nova geração de mulheres para ocupar posições estratégicas.
Eu gosto de dizer que grandes líderes não deixam apenas resultados. Deixam sucessoras. O verdadeiro sucesso de uma líder não pode ser medido apenas pelo cargo que ocupa, mas pelas oportunidades que cria e pelas pessoas que ajuda a desenvolver.
Nesse cenário, competências como visão estratégica, inteligência emocional, colaboração e desenvolvimento de pessoas deixaram de ser diferenciais para se tornarem essenciais. A tecnologia continuará transformando processos, mas serão as lideranças que continuarão transformando pessoas.
Se quisermos ampliar os 5,2% de mulheres CEOs que exercem o cargo hoje, precisamos começar muito antes da sucessão para a presidência. Precisamos investir em desenvolvimento, mentoria, patrocínio de carreira e culturas organizacionais que reconheçam talentos e reduzam os vieses que ainda limitam tantas trajetórias femininas. Precisamos, sobretudo, consertar o primeiro degrau da escada.
Foi com essa convicção que idealizei o Programa Delas pra Elas, do Instituto Vasselo Goldoni, uma iniciativa voltada ao desenvolvimento de mulheres que ocupam posições estratégicas em Recursos Humanos. Porque fortalecer quem já lidera é uma das formas mais efetivas de ampliar oportunidades, formar sucessoras e acelerar a presença feminina nos espaços de decisão.
Ampliar a mesa é muito mais do que um discurso. É uma decisão. E toda transformação começa quando uma líder decide que seu sucesso só faz sentido se abrir caminho para muitas outras.
A igualdade de gênero ainda está distante, mas já esteve bem mais, vamos juntos?
Acompanhe minhas redes sociais e o trabalho do Instituto Vasselo Goldoni.
Quer saber mais sobre como fortalecer a liderança feminina, não apenas para conquistar uma cadeira, mas para ampliar a mesa de oportunidades e formar sucessoras nas organizações? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: WOLLING: O Impacto das Mulheres na Vida de Outras Mulheres
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]]>O post Desafio da Autovalorização: 10 Comportamentos para Mudar Sua Vida! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A autovalorização é essencial para qualquer pessoa que deseja ter mais plenitude, realização, amor e prosperidade. Sem ela a vida se torna difícil e complexa. Pode parecer bem simples o conceito e a aplicação prática, para trazer tantos resultados auspiciosos, no entanto acredite isto faz toda diferença.
Este artigo pode te trazer clareza e ser uma contribuição real para você.
Se você fizer a leitura até o final poderá ter mais leveza e facilidade, ou você pode escolher parar a leitura, e continuar tendo os mesmos resultados financeiros, afetivos, familiares e de saúde.
Gostaria de me apresentar, meu nome é Ádria Gutman, sou Bióloga desde 2005, Consteladora, Renascedora, Biomagnetista, Facilitadora do Jogo Terapêutico Maha Lilah, terapeuta há mais de 10 anos, pós-graduanda em Psicologia Junguiana e no segundo ano de Faculdade de Psicologia.
Autovalorização vem das palavras, auto (você mesmo) e valor (algo precioso). Se unimos as duas palavras, representa reconhecimento do brilho, potência e grandeza que dormita dentro do ser humano. Você reconhece o ser humano incrível que é?
Os sinais perceptíveis de autodesvalorização são:
A lista pode ser bem extensa, então vou parar por aqui.
Quando uma pessoa nutre autovalor tudo em sua vida flui com mais leveza e facilidade, porque ela sabe quem é. Reconhece todas as suas particularidades internas, já se perdoou por tudo e se absorveu do passado. Consequentemente a sua vida financeira é abundante, pois o dinheiro tem relação direta com o autovalor.
Afinal o dinheiro tem a energia da possibilidade e do valor.
Além da vida financeira, uma pessoa que possui o autovalor genuíno, atrai relações nutritivas e significativas, em outras palavras, a vida a tratará da mesma forma que ela se trata, portanto, a área afetiva é impactada positivamente.
Comece reconhecendo suas raízes, ou seja, seus pais e avós. Pois os ancestrais são fundamentais para que haja equilíbrio, nos relacionamentos. Reconheça, perdoe, libere e agradeça.
Liste o que gosta e volte a fazer, se trate com carinho, amor e muita paciência, principalmente nesta fase.
Verdade, que você gosta do que faz?
Se a resposta foi não, como seria se auto-observar e ver quais são as suas reais aptidões? Valorize o seu dom natural isto é autovalor, caso goste do que faz atualmente, pratique a gratidão.
Dizer não, é a forma mais saudável de praticar o governo de sua própria vida e se colocar em primeiro lugar. Em outras palavras viver de fato tendo autovalor.
A maioria das pessoas não cresceu sabendo como colocar os limites nos outros, se isto não fosse assim, não haveria nenhuma dificuldade com relação a se posicionar, ou ouvir as críticas alheias. Seja o mais sincero que puder, por mais doloroso que seja, quando se reconhece e se cura as feridas internas, falar não é um processo natural e fácil.
O ego ama a zona de conforto, afinal ele quer controlar absolutamente tudo e sofre muito por isto.
No entanto, para ter leveza e facilidade na vida é preciso deixar a vida nas mãos do Self, ou centelha divina.
O Self ao contrário do ego, ama a mudança, crescimento e expansão. Então sugiro que pratique o caminho interno, ouse desafiar o seu ego, através da terapia e exercícios guiados pode iniciar este caminho e consequentemente conseguirá aprender a soltar e confiar na vida.
E com naturalidade sairá da zona de conforto e tomará decisões mais assertivas, de acordo com o que é verdadeiro para você.
Todo ser humano possuiu uma assinatura única no universo, alguém pode copiar o seu produto, mas jamais copiará quem você é.
As habilidades natas são aquelas que você faz com muita facilidade, exemplos: Escrever, falar, pintar, cantar, negociar, liderar, criar, cuidar, proteger, ensinar, gravar etc.
Reconheça as suas competências e aquilo que faz com facilidade, isto é autovalor.
Não sei se você conhece, mas pode praticar o Ho’oponopono voltado para o autovalor, vou deixar um exercício aqui de presente para você e se depois quiser se aprofundar neste mundo lindo da autovalorização, basta entrar em contato comigo, será uma honra te acompanhar neste processo.
Exercício:
“Divino criador, limpe em mim todas as memórias de dor de autodesvalorização, que estão impregnadas em meu corpo físico, emocional, mental, espiritual e todos os meus registros. Limpe, purifique, seccione e transmute tudo isto em luz pura, está feito. Sinto muito, me perdoe, sou grata, te amo.”
Repita este exercício 108 vezes pelos próximos 21 dias.
Além do exercício assim sugiro que pratique com as seguintes frases:
Através do autoconhecimento e com a autocura, se valorizar e ter amor-próprio tornar-se algo natural. Em outras palavras é um processo natural de uma jornada profunda do autoconhecer.
Navegar em águas profundas, para reconhecer a grandeza e a potência que se é, faz toda diferença a curto, médio e longo prazo.
Vivemos em uma época maravilhosa, hoje em dia temos várias práticas e abordagens terapêuticas que nos fazem, percorrer este caminho, com facilidade, clareza e com mais rapidez.
Desenvolver o autovalor não precisa ser difícil ou complicado, são escolhas.
Trabalho com um desafio que se chama o desafio de se amar, nele trabalho com exercícios exclusivos para aumentar o amor-próprio e o autovalor.
Além claro de terapias de aprofundamento, para contribuir com a particularidade de cada situação.
Então se você quer experimentar algo novo, com exercícios focados para a sua situação emocional e o seu caso, basta entrar em contato, será uma honra e um prazer muito grande, acompanhar a sua jornada pessoalmente.
Quer saber mais sobre como desenvolver autovalorização e fortalecer sua autoestima para viver com mais plenitude, leveza e prosperidade? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais
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]]>O post WOLLING: O Impacto das Mulheres na Vida de Outras Mulheres apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Quando falamos sobre os desafios enfrentados pelas mulheres, normalmente direcionamos nosso olhar para as desigualdades históricas, para a violência de gênero, para as dificuldades de acesso a espaços de liderança e para os preconceitos que ainda persistem em diferentes áreas da sociedade. São debates necessários e urgentes. Mas existe uma reflexão que também merece atenção: qual tem sido o papel das próprias mulheres na construção, ou no enfraquecimento, umas das outras?
Nos últimos anos, ganhou espaço o termo WOLLING, utilizado para descrever comportamentos de hostilidade, julgamento, exclusão, sabotagem ou desqualificação praticados entre mulheres. Embora a expressão seja recente, o fenômeno está longe de ser novo. Ele aparece em comentários aparentemente inofensivos, em críticas constantes, na invalidação de conquistas, na exclusão silenciosa de grupos, na disseminação de fofocas e até mesmo na dificuldade de reconhecer o mérito de outra mulher.
Muitas vezes, não há intenção declarada de machucar. Em outras, a agressão vem disfarçada de conselho, preocupação ou opinião. Ainda assim, seus efeitos podem ser profundos. Afinal, nem toda violência deixa marcas visíveis. Algumas deixam cicatrizes emocionais que acompanham uma pessoa por muitos anos.
Esse é um tema delicado porque não existe uma explicação simples. Mulheres também foram formadas em estruturas sociais que, durante séculos, limitaram seu acesso ao poder, ao reconhecimento e às oportunidades. Em ambientes onde havia pouco espaço para presença feminina, muitas aprenderam, consciente ou inconscientemente, a enxergar outras mulheres como concorrentes.
Essa lógica pode ter feito sentido em um contexto de escassez. O problema é que ela continua sendo reproduzida mesmo em uma realidade que exige cada vez mais colaboração, diversidade e construção coletiva.
Isso não significa ignorar divergências. Mulheres podem discordar. Podem competir por posições, defender opiniões diferentes e enxergar o mundo sob perspectivas distintas. O problema nunca foi a divergência. O problema surge quando a discordância se transforma em humilhação, exclusão ou tentativa de enfraquecimento.
Existe uma diferença enorme entre oferecer um feedback que contribui para o crescimento de alguém e fazer um comentário que apenas diminui. Existe uma diferença entre apontar um erro e atacar uma pessoa. E existe uma diferença entre defender uma posição e invalidar a trajetória de quem pensa diferente.
Talvez por isso seja tão importante refletirmos sobre os impactos desses comportamentos na saúde mental das mulheres. Ansiedade, insegurança, baixa autoestima, síndrome da impostora e esgotamento emocional são temas cada vez mais presentes em ambientes profissionais. Embora tenham múltiplas causas, muitas dessas questões são agravadas por relações marcadas por julgamentos constantes, falta de apoio e competição destrutiva.
Quantas mulheres deixaram de se candidatar a uma oportunidade porque passaram a duvidar da própria capacidade? Quantas silenciaram suas ideias por medo de serem ridicularizadas? E quantas desistiram de projetos, negócios ou posições de liderança depois de sucessivas experiências de desvalorização?
Nem sempre os maiores obstáculos são visíveis. Muitas vezes, eles se manifestam em pequenas atitudes cotidianas que, acumuladas ao longo do tempo, corroem a confiança e o senso de pertencimento.
É justamente por isso que a sororidade continua sendo um conceito tão relevante. E vale lembrar que sororidade não significa concordar com tudo, defender qualquer comportamento ou ignorar erros. Sororidade é reconhecer a humanidade da outra mulher mesmo quando existem diferenças. É entender que respeito não depende de afinidade. É escolher a ética acima da rivalidade e a construção acima da destruição.
Mulheres que ocupam posições de influência têm a oportunidade de transformar não apenas suas próprias trajetórias, mas também o caminho de quem vem depois. Uma líder que compartilha conhecimento, reconhece talentos e cria ambientes seguros deixa um legado que ultrapassa resultados e indicadores. Ela contribui para que outras mulheres acreditem que também pertencem àquele espaço.
A verdadeira liderança não se mede pela quantidade de pessoas que admiramos de longe. Ela se mede pela quantidade de pessoas que ajudamos a crescer. Afinal, ocupar um espaço é importante. Abrir espaço para outras pessoas é transformador.
Talvez o maior convite que esse debate nos faça seja o da autorreflexão. Antes de julgar outra mulher, vale a pena perguntar: estou contribuindo para o crescimento dela ou para sua diminuição? Antes de compartilhar uma crítica, é importante refletir se ela gera aprendizado ou apenas reforça julgamentos. E antes de enxergar outra mulher como ameaça, talvez seja necessário lembrar que sucesso não é um recurso limitado.
A construção de uma sociedade mais justa depende, sem dúvida, do enfrentamento das desigualdades externas. Mas também exige coragem para olhar para dentro e reconhecer comportamentos que, muitas vezes sem perceber, acabamos reproduzindo.
Porque nenhuma mulher se torna maior diminuindo outra. A verdadeira grandeza está em usar sua força para elevar quem caminha ao seu lado. E quando mulheres escolhem apoiar mulheres, o impacto vai muito além das relações individuais. Ele alcança famílias, organizações, comunidades e gerações inteiras.
No fim, a pergunta que permanece é simples: queremos ser parte do problema ou parte da transformação?
“Nenhuma mulher se torna maior diminuindo outra. A verdadeira grandeza está em usar sua força para elevar quem caminha ao seu lado.”
Quer saber mais sobre como identificar o WOLLING e transformar relações entre mulheres em fontes de apoio, respeito e crescimento? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: O Preço Invisível do Prestígio: Escolhas, Concessões e a Fronteira Entre Crescer e se Perder em ‘O Diabo Veste Prada’
O post WOLLING: O Impacto das Mulheres na Vida de Outras Mulheres apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A vida afetiva se inicia no ventre da mãe.
O ego se torna totalmente estruturante aos 21 anos. Ele se forma em etapas, no ventre, na primeira infância, na segunda infância e na adolescência.
Quando digo que a vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais, quero dizer exatamente isto. A vida afetiva como uma norteadora do caminho emocional do ser humano.
Esta área, sem dúvida alguma, mexe profundamente com tudo aquilo que foi marcante no ventre, na infância e na adolescência. Refiro-me às feridas propriamente ditas.
Para elucidar melhor: o complexo do abandono, por exemplo.
Quando uma pessoa se relaciona com alguém que a faz se sentir abandonada, seja pelo motivo que for (trabalho, amigos etc.), ela sente a dor visceral do passado.
Ou seja, o relacionamento atual a remete a uma dor mais profunda.
Caso contrário, a pessoa continuará vivendo um eterno tormento emocional.
Muitas vezes, pode se sentir abandonada pela família e amigos, não só na vida a dois.
Falo sobre a vida a dois, pois, nesta área, as emoções ficam extremamente evidentes, favorecendo este processo de percepção e, consequentemente, de integração emocional.
Coloquei o exemplo do complexo do abandono, pois ele é muito frequente.
A mãe desempenha um papel fundamental na formação da psique humana.
Não quero dizer com isto que o papel do pai não é importante. Ele também tem o seu lugar, mas a mãe tem um contato mais próximo com a criança desde o início de sua formação no ventre.
Quando a criança nasce, ela passa por um processo de gestação extrauterina, que tem a duração de mais um ano.
Todo o ambiente emocional daquele lar influencia na formação do seu ego.
Para compreender um pouco mais do seu ambiente psíquico, olhe para a sua família e veja quais são as maiores dificuldades emocionais. Isto te ajudará a ter um vasto material para se trabalhar internamente.
De acordo com Jung, uma pessoa não nasce como uma tábula rasa, em minhas palavras, como uma página em branco.
Por isto, não basta querer parar de ter ciúmes, sensação de rejeição e abandono, por exemplo.
Isto não será equacionado enquanto a pessoa não penetrar em suas águas profundas.
Tudo isto que citei acima dormita no inconsciente da pessoa, fazendo com que ela aja no piloto automático, sem a consciência exata de onde isto vem.
Um parceiro ou parceira mostra o caminho por meio da dor e do desconforto.
A ideia neste artigo não é jogar a culpa nos pais, muito pelo contrário, afinal eles transmitiram aquilo que receberam.
O objetivo, na verdade, é trazer luz e consciência para estes blocos de dor, pois uma pessoa só consegue limpar e integrar aquilo que percebe e que se manifesta claramente em sua vida.
Muitas pessoas passam uma vida fugindo deste enfrentamento, pois acreditam que é doloroso demais.
No entanto, vivem uma vida dolorosa, com a sensação constante de medo do abandono, da rejeição, da traição e da insegurança.
Viver assim já é uma dor, só que a conta-gotas, o que não conduz à solução. A vida se torna extremamente dolorosa a maior parte do tempo.
Obviamente, olhar para estas questões não é confortável, afinal limpar um joelho ralado com água e sabão incomoda. No entanto, é o que resolve.
Pois ele poderá te auxiliar neste caminho de entrada no seu mundo interno e de saída dele, em segurança.
Se você tem empatia com o meu trabalho, pode escolher, caso queira, iniciar sessões de terapia comigo ou fazer um de meus cursos para aumentar o seu amor-próprio.
Mas, antes de deixar os links para você entrar em contato, gravei uma meditação para melhorar a sua vida afetiva. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Para aumentar o seu amor-próprio (se sentir que precisa fazer este movimento interno), fiz um programa de 40 dias, que se chama O Desafio de se Amar, com exercícios que normalmente faço em consultório com as minhas clientes. Para adquirir, CLIQUE AQUI.
E, se sentiu o chamado para iniciar um tratamento terapêutico comigo, CLIQUE AQUI para fazer o agendamento.
Quer saber mais sobre como as feridas emocionais podem revelar padrões profundos na sua vida afetiva? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: As Consequências de uma Ferida Afetiva Não Curada
O post A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post O Preço Invisível do Prestígio: Escolhas, Concessões e a Fronteira Entre Crescer e se Perder em “O Diabo Veste Prada” apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Há histórias que não envelhecem porque continuam desconfortavelmente atuais. Quando Miranda Priestly afirma, com naturalidade quase clínica, que todos desejam ocupar aquele lugar, não estamos diante de uma simples frase de efeito.
Trata-se de uma lógica que atravessa gerações: a crença de que o topo justifica qualquer percurso, mesmo quando esse caminho exige concessões que não aparecem no currículo. O tempo passou, os discursos corporativos se modernizaram, mas a sedução por ambientes que prometem prestígio em troca de entrega irrestrita continua operando, agora, muitas vezes, com uma estética mais sutil e até bem-intencionada.
O que esse tipo de narrativa revela não é apenas a dureza de certos mercados, mas a facilidade com que naturalizamos dinâmicas que nos diminuem. Existe um pacto silencioso que se estabelece: em troca de pertencimento, aceitamos nos moldar.
Nesse ponto, surge um incômodo inevitável. Essa adaptação raramente acontece de forma brusca. Ela é gradual, quase imperceptível. Pequenas concessões, decisões pragmáticas, ajustes de comportamento. Quando percebemos, já estamos operando sob uma lógica que deixamos de questionar.
A trajetória de Andy Sachs não é apenas uma história de ascensão profissional. É, sobretudo, um estudo sobre deslocamento interno. No início, ela observa aquele universo com certo distanciamento crítico, como quem acredita não pertencer àquele sistema.
No entanto, pertencimento não é apenas um estado; é também uma construção. E, muitas vezes, uma armadilha. A necessidade de ser reconhecida, de corresponder às expectativas, de provar valor vai, pouco a pouco, redesenhando suas prioridades.
Quando a antecipação de demandas substitui o pensamento próprio, algo se perde. Nem sempre é fácil nomear o que deixamos para trás. Relações se tornam secundárias, limites se dissolvem, e o que antes parecia temporário se estabelece como padrão.
Frequentemente, esse processo é romantizado como resiliência ou ambição. Quando se fala em crescimento profissional, há uma diferença importante entre crescer e se distorcer. Nem toda adaptação é evolução; algumas são apenas estratégias de sobrevivência em ambientes que não foram, de fato, desenhados para sustentar quem está dentro deles.
Nesse contexto, o estilo de liderança representado por Miranda não é uma exceção caricata, como muitos gostam de acreditar. Ele é um reflexo ampliado de práticas que ainda persistem. A autoridade construída a partir do medo pode até gerar eficiência no curto prazo, mas cobra um preço silencioso: o esvaziamento do potencial humano. Ambientes em que errar não é permitido deixam de ser espaços de aprendizado. Tornam-se territórios de autopreservação.
Quando a autopreservação se torna a principal preocupação, a criatividade desaparece. A colaboração se fragiliza. As pessoas passam a operar no limite mínimo necessário para não se expor. O resultado pode até parecer funcional, mas está longe de ser sustentável.
A ideia de substituibilidade atravessa essa lógica de maneira constante. A noção de que há sempre alguém pronto para ocupar aquele lugar cria uma tensão permanente, que impede qualquer sensação real de segurança. Esse tipo de discurso não apenas desumaniza; também empobrece as relações de trabalho. Quando todos são potencialmente descartáveis, ninguém se compromete de verdade.
É curioso perceber como, mesmo diante de tantos avanços nas discussões sobre cultura organizacional, ainda existe resistência em abandonar esse modelo. Talvez porque ele funcione, ao menos na superfície. Entrega resultados, mantém estruturas, sustenta narrativas de sucesso. A questão que permanece é o custo dessa escolha.
Existe uma tendência em valorizar apenas movimentos de permanência, como resistir, aguentar e persistir. Em alguns contextos, permanecer não é força, é desgaste. Reconhecer isso exige um tipo de maturidade que nem sempre se incentiva.
Ao escolher se afastar, Andy não está rejeitando o aprendizado ou a experiência adquirida. Ela está redefinindo o que considera aceitável. Retoma a autoria sobre sua trajetória, algo que, em ambientes muito rígidos, costuma ser diluído.
Talvez o ponto mais desconfortável de toda essa reflexão seja admitir que essas dinâmicas não estão restritas a grandes corporações ou indústrias específicas. Elas se manifestam em diferentes escalas, muitas vezes disfarçadas de oportunidade. Nem sempre são impostas; em alguns casos, são internalizadas.
Isso nos leva a uma pergunta inevitável: até que ponto estamos conscientes das escolhas que fazemos em nome do sucesso? Porque há uma linha tênue entre construir uma carreira e se perder dentro dela. E essa linha raramente é visível no início.
O que permanece, em suma, não é o cargo, o reconhecimento ou o prestígio momentâneo. O que permanece é a relação que conseguimos manter com quem nos tornamos ao longo do caminho. Isso não pode ser terceirizado, nem negociado indefinidamente. Talvez a verdadeira medida de sucesso não esteja na capacidade de suportar ambientes difíceis, mas na clareza de saber quando eles já não fazem sentido.
Quer saber mais sobre como a busca por prestígio e reconhecimento pode levar a concessões silenciosas — e como diferenciar crescimento profissional de perda da própria identidade? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate
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]]>Uma ferida, quando não tratada, pode levar à necrose da parte afetada, e isso também pode acontecer na vida afetiva de uma pessoa.
Mas a necrose afetiva acontecerá de forma sutil e quase imperceptível. Normalmente, a pessoa só se dará conta disso quando a dor for insuportável.
Ninguém precisa passar por dificuldades homéricas para reverter um quadro afetivo doloroso.
Quando você era criança, ralou o joelho ou teve algum tipo de ferimento nas pernas?
Eu sim!
Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua (naquele tempo isso era possível) e, vira e mexe, aparecia com o joelho ralado. Minha mãe já estava, até certo ponto, acostumada com isso e me levava para o tanque. Pegava o sabão e a bucha e, vraum, lavava o meu joelho, que estava cheio de sujeira e sangue.
Enfim, um cenário doloroso, acredite!
Bom, e o que isso tem a ver com o título deste texto?
TUDO!
Porque, se não fosse a minha mãe, eu provavelmente não teria mais joelho para contar história.
Pelo simples fato de que eu não queria lavar nada, mas, sim, deixar do jeito que estava. Afinal, convenhamos, lavar, limpar e passar remédio em um machucado não é tão agradável assim, não é mesmo?
O ponto aqui é este: exatamente por isso, uma pessoa pode carregar uma ferida afetiva por anos e anos. Algumas morrem sem, de fato, terem se resolvido afetivamente. Muitas podem até adoecer e somatizar, desenvolvendo graves doenças por causa disso.
Portanto, se você chegou até aqui, no fundo já sabe quais são as consequências de uma ferida afetiva não curada. No entanto, ainda assim, vou citar algumas para você:
Estes são só alguns exemplos. Não preciso nem dizer o quanto isso acaba afetando todas as outras áreas da vida de uma pessoa.
A saúde também é afetada, podendo ocasionar insônias e dificuldades na concentração.
Por isso, sou grata à minha mãe, porque ela me ensinou que as feridas precisam ser limpas, por mais dolorosas que sejam. Uma lição que trago ainda hoje para minha vida.
Muitas pessoas buscam a minha ajuda por mensagens e e-mails. E, normalmente, faço a seguinte pergunta: Você realmente quer limpar isso e ter uma qualidade de vida nesta área? Pois não basta pagar por sessões ou cursos, é preciso ter o enfrentamento da ferida primordial (aquela que está em estado latente dentro do ser).
Obviamente, quando alguém chega ao meu consultório ou através de um dos meus programas, eu caminho ao lado da pessoa. Mostro e trabalho com ela os seus pontos cegos, para que ela chegue à sua autocura.
Pois, convenhamos, lavar o próprio joelho, quando criança, é um trabalho hercúleo, algo que normalmente não fazemos. Por isso, alguém faz isso por nós. Novamente, muito obrigada, mãe!
Voltando ao meu consultório… quando uma pessoa chega à exaustão com a dor, o desconforto, a raiva e a tristeza, é o momento em que ela consegue fazer a virada. E são essas pessoas que eu seleciono para ajudar. Mas não fique pensando mal de mim, por favor. Vou explicar melhor a razão de selecionar as pessoas.
Porque, se a pessoa não está pronta para um processo de limpeza, integração e autocura, além de não solucionar sua dor, ela ainda sai falando mal do terapeuta, pois, de acordo com ela, o terapeuta é que é o incompetente.
Então, se você se considera pronta para um tratamento profundo, está decidida a olhar para isso com a minha ajuda e realmente está exausta com as suas questões de cunho afetivo, participe da minha nova mentoria afetiva premium.
As vagas são contadas, justamente porque eu acompanho a pessoa de forma direta por 12 meses. Atualmente, só tenho duas vagas. Portanto, se sentiu o chamado, entre em contato e garanta a sua vaga agora para participar da Mentoria CLIQUE AQUI.
Ou, se preferir algo para aumentar o seu amor-próprio, pode escolher participar do programa Desafio de se amar. São 40 vídeos gravados com exercícios que trabalho em consultório com as minhas clientes CLIQUE AQUI para adquirir o seu acesso vitalício.
Quer saber mais sobre como uma ferida afetiva pode continuar impactando sua vida emocional mesmo quando você acha que já superou? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica
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]]>O post Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Falar sobre misoginia hoje exige mais do que posicionamento imediato ou alinhamento a discursos prontos. Exige disposição para observar com atenção aquilo que está explícito, mas, principalmente, aquilo que permanece naturalizado e, por isso, pouco questionado.
O tema ganhou visibilidade, passou a ocupar espaços institucionais e se tornou recorrente em debates nas redes sociais e em ambientes corporativos. Ainda assim, essa presença não garante profundidade. Em muitos casos, a discussão se ancora em percepções isoladas ou se perde em disputas que dificultam a construção de entendimento consistente.
Relatórios internacionais indicam que a equidade de gênero avança em ritmo lento, sugerindo que a convergência entre homens e mulheres em diferentes dimensões sociais ainda está distante.
No Brasil, levantamentos do IBGE mostram que mulheres continuam recebendo menos do que homens em funções equivalentes, além de concentrarem uma carga significativamente maior de trabalho não remunerado. Ao mesmo tempo, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que a violência contra a mulher segue em níveis elevados, demonstrando que a desigualdade não se limita a um único aspecto, mas atravessa dimensões econômicas, sociais e institucionais.
Esse conjunto de evidências evidencia que a misoginia não se restringe a manifestações explícitas ou a comportamentos extremos. Trata-se de um fenômeno estrutural, sustentado por práticas, crenças e padrões que, muitas vezes, operam de forma sutil.
Ela se manifesta na forma como oportunidades são distribuídas, na maneira como vozes são ouvidas ou deslegitimadas e nos critérios, nem sempre claros, que orientam decisões em diferentes contextos. Não se trata, portanto, de episódios isolados, mas de um sistema que influencia trajetórias de maneira contínua.
A escalabilidade desses ataques adiciona uma camada de complexidade ao problema, exigindo respostas que ultrapassem abordagens pontuais.
Ainda assim, há aspectos que não são, facilmente, capturados por indicadores. Existe uma dimensão subjetiva, construída por experiências recorrentes que, isoladamente, podem parecer irrelevantes, mas que, ao se acumularem, produzem efeitos significativos.
Pequenos deslocamentos de expectativa, avaliações inconsistentes, dúvidas que surgem sem base objetiva e critérios aplicados de forma desigual compõem um cenário que reforça a desigualdade de maneira silenciosa. É nesse nível que a misoginia se torna mais difícil de identificar e, consequentemente, de enfrentar.
No contexto corporativo, essa complexidade se intensifica. Muitas organizações avançaram na incorporação da diversidade como valor institucional e passaram a adotar políticas formais voltadas à equidade.
No entanto, nem sempre esses avanços foram acompanhados por revisões estruturais nos critérios que orientam decisões de reconhecimento, promoção e liderança. A presença feminina, embora crescente, nem sempre se traduz em influência efetiva ou em condições equivalentes de desenvolvimento.
Essa dissociação entre discurso e prática cria uma zona de conforto aparente, na qual o problema parece endereçado, mas continua operando de forma indireta.
O debate público sobre misoginia enfrenta, nesse contexto, um desafio relevante. Em alguns momentos, trata-se como algo superado ou restrito a situações específicas. Em outros, assume-se um caráter generalizante que dificulta a construção de diálogo.
Entre essas abordagens, perde-se espaço para uma análise mais equilibrada, capaz de reconhecer avanços sem ignorar as distorções ainda presentes. A simplificação do tema reduz sua complexidade, enquanto a polarização limita a possibilidade de construção coletiva de soluções.
Quando a misoginia é minimizada, torna-se invisível. Quando é simplificada, perde-se a capacidade de enfrentá-la de forma estruturada. E quando é tratada de maneira polarizada, restringe-se o espaço para soluções que dependem de articulação e consistência. O resultado é a manutenção de práticas que continuam operando, mesmo em ambientes que, formalmente, se posicionam de maneira contrária à desigualdade.
É nesse ponto que iniciativas voltadas à reflexão estruturada assumem relevância. O Instituto Vasselo Goldoni, ao atuar na interseção entre dados, contexto organizacional e experiência prática, contribui para a construção de uma compreensão mais consistente do tema.
Ao deslocar a discussão do campo exclusivamente discursivo para um nível mais aplicado, cria condições para que o reconhecimento do problema se conecte à revisão de práticas e à tomada de decisão mais consciente. Essa abordagem não elimina a complexidade, mas oferece instrumentos mais adequados para lidar com ela.
Essa mudança de perspectiva é fundamental porque altera a forma como incorporamos o tema no cotidiano das organizações. Em vez tratá-lo como uma pauta externa ou reativa, passamos a compreendê-lo como parte integrante das dinâmicas internas, influenciando diretamente processos, relações e resultados. Isso amplia a responsabilidade institucional e exige um olhar mais atento sobre como decisões são tomadas e sustentadas ao longo do tempo.
Transformações estruturais, no entanto, não acompanham a velocidade das narrativas. Existe uma tendência de esperar mudanças rápidas a partir de discussões que são, por natureza, profundas e complexas. Essa expectativa pode gerar frustração e levar a interpretações equivocadas sobre o ritmo de avanço.
Ao mesmo tempo, uma leitura excessivamente otimista ignora o fato de que a misoginia, em muitos casos, apenas se reconfigura. Torna-se menos explícita em determinados contextos, mas mais sofisticada em outros, exigindo maior capacidade de leitura e análise.
Implica olhar para dados de forma crítica, mas também revisar práticas, critérios e comportamentos. Exige compreendermos que avanços e desafios coexistem e que precisamos considerar ambos com o mesmo nível de seriedade.
A qualidade do debate influencia diretamente a qualidade das decisões que se seguem, e tratar o tema de forma superficial deixa de ser apenas uma limitação analítica para se tornar um risco institucional.
Avançar, nesse contexto, não significa eliminar todas as tensões, mas aprender a lidar com elas de maneira mais consciente. Significa sair de uma lógica reativa e construir caminhos sustentáveis, capazes de produzir mudanças ao longo do tempo.
A misoginia não se sustenta apenas por grandes eventos, mas pela repetição de pequenas distorções que deixam de ser questionadas. É justamente nesse nível que as transformações mais consistentes começam a ocorrer.
Modificar esse cenário exige mais do que conscientização pontual. Exige ação coordenada e continuidade. Passa pela revisão de critérios de avaliação, pela garantia de equidade nas oportunidades, pela construção de ambientes seguros e pela responsabilização de comportamentos que perpetuam desigualdades.
Envolve também educação, formação de lideranças mais preparadas e o fortalecimento de redes de apoio que transformem conceitos em prática cotidiana.
Há, ainda, um elemento que não podemos ignorar: a necessidade de coragem coletiva. Coragem para questionar padrões naturalizados, para interromper práticas silenciosas de exclusão e para transformar discurso em decisão concreta. Mudanças dessa natureza não dependem de movimentos isolados, mas da consistência de múltiplas ações articuladas entre organizações, instituições e sociedade.
A transformação não começa em eventos extraordinários nem em declarações pontuais. Ela se inicia no cotidiano, na forma como escolhas são feitas e no que se decide não mais normalizar. É nesse espaço, muitas vezes invisível, que se constrói a base para mudanças mais profundas e duradouras.
Quer saber como identificar na prática formas sutis de misoginia contemporânea no ambiente organizacional e transformar decisões em ações mais justas, conscientes e consistentes? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência
O post Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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]]>Nenhuma pessoa em plena consciência deixaria sua vida nas mãos de alguém.
Mas embora isso não seja algo consciente, a imensa maioria faz exatamente isso.
Não preciso nem dizer o quanto isso gera impacto negativo nas relações subsequentes.
E a pessoa acaba acreditando que existe alguma coisa errada com ela.
Isso não é verdade, mas é preciso fazer o caminho de entrada, pois a solução se encontra dentro do ser.
Costumo parabenizar os meus clientes quando iniciam sessões de terapia comigo, pois este movimento requer coragem.
E não se trata de qualquer coragem, me refiro à coragem de se ver, de olhar para a criança maltratada, a adolescência e as questões pendentes e não resolvidas do passado.
E olhar a relação com os pais é essencial, por mais que a pessoa afirme: “Adriana, tenho uma relação ótima com os meus pais”. Se a realidade dela é caótica, a relação com os pais pode não ser tão bem resolvida assim.
Basta se perguntar:
Por essas perguntas, a pessoa consegue ter uma noção de como foi a sua infância emocionalmente. Entenda que não quero culpar os pais, mas trazer para o ser a consciência de sua realidade como ela foi, sem ficar tentando fingir que nada aconteceu.
Entendo as leis sistêmicas, afinal também sou consteladora, no entanto, para ser grata e amar os pais verdadeiramente, primeiro é preciso reconhecer a dor e o choro muitas vezes reprimido em tenra idade. Só assim a pessoa conseguirá, de fato, tomar o amor dos pais.
Sem isso, fazer uma constelação familiar se torna um teatro, sem o devido efeito na vida da pessoa.
Entendo perfeitamente, pois em alguns casos, ela pode não estar pronta para a cura de suas feridas emocionais mais profundas.
Por isso disse que nesse processo não há atalho nem jeitinho, pois depois que tudo isso é visto, limpo, elaborado e integrado, a pessoa se transforma de dentro para fora. Mas isso demanda tempo e vontade.
Quando o ser chega ao ponto final da dor, ela diz: “Chega! Não aguento mais, eu farei o que for preciso para solucionar esta questão e este desconforto interno”. É aí, nesse exato momento, que ela está pronta!
Sem chegar a esse ponto, ela ainda quer algo instantâneo, e isso não é real, em se tratando da psique humana.
As receitas prontas e rápidas podem até funcionar para algumas coisas, mas se você já tentou e não funcionou, quer dizer que para você não funcionou, portanto, é preciso sair da areia da praia e aprofundar em seu oceano interno.
As águas profundas não são muito frequentadas, porque ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Talvez um monstro marinho, daqueles de filme de ficção, ou um alienígena que veio de outro planeta. Mas, no fundo, são as questões ancestrais dolorosas, os complexos transgeracionais e os traumas.
Uma pessoa pode estar com problemas sérios financeiros ou afetivos e não se dá conta de que pode ter um complexo de pobreza ou até mesmo um complexo de inferioridade atuando fortemente em sua vida.
Saber disso é importante? Com toda certeza.
Mas só saber não basta, é preciso ir até a raiz do problema para desatar de verdade este nó.
E, sem terapia, fazer isso fica muito complicado. Pois existem vários livros que a pessoa pode iniciar suas pesquisas para fazer o autotratamento. Mas isso vai demandar muito tempo — no meu caso, foram mais de 15 anos.
Mas, quando existe a presença de um terapeuta qualificado, o caminho de entrada fica mais seguro, pois a pessoa entra e sai com a ajuda do profissional.
Como o mundo interno não é visto a olho nu, ele tende a ser subestimado, mas os efeitos são evidentes através da realidade da pessoa.
E outros efeitos que você pode estar sentindo agora aí em sua vida.
Se você chegou ao ponto de virada e não aguenta mais a realidade como ela se apresenta, vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso tenha sintonizado com o meu trabalho.
Mas antes, gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do YouTube. Para ouvir, CLIQUE AQUI, aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Gravei áudios com exercícios terapêuticos. Para trabalhar seu relacionamento com sua mãe CLIQUE AQUI; para trabalhar o seu relacionamento com o seu pai CLIQUE AQUI. Caso queira agendar uma constelação familiar, CLIQUE AQUI
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Quer saber mais sobre como lidar com uma vida caótica e transformar suas feridas emocionais em crescimento? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Confira também: As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta
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]]>O post NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Durante muito tempo, a narrativa dominante tentou nos convencer de que a vida feminina segue uma curva previsível. Começa com energia, atinge um auge aceitável socialmente e, a partir de determinado ponto, deveria desacelerar. Para as mulheres, esse ponto quase sempre veio acompanhado de silêncios, invisibilidades sutis e expectativas reduzidas. Como se envelhecer fosse um erro de percurso e não uma conquista. Como se a maturidade fosse sinônimo de perda, quando, na verdade, ela é um acúmulo raro.
É nesse deslocamento de olhar que surge o conceito de NOLT. Não como um rótulo geracional, não como uma categoria etária, muito menos como um encerramento simbólico. NOLT é maturidade em estado de potência. É o momento em que a experiência deixa de ser apenas memória e passa a orientar decisões com mais clareza, intenção e autonomia. É quando a mulher compreende que não precisa mais provar nada para ninguém, apenas ser coerente com aquilo que escolhe sustentar.
A maturidade feminina carrega uma sofisticação que o mercado, por muito tempo, se recusou a enxergar. Com o passar dos anos, não há perda de força, há mudança de direção. A pressa cede espaço à estratégia. A necessidade de aprovação dá lugar à autoconfiança. O acúmulo de erros e acertos constrói um repertório que nenhuma formação acelerada consegue substituir. O impacto passa a importar mais do que a aparência do sucesso. O tempo deixa de ser inimigo e passa a ser um aliado cuidadosamente administrado.
Ao contrário, ela se aprofunda. É compreender que maturidade não é sinônimo de rigidez, mas de discernimento. Não é sobre fazer menos, é sobre fazer melhor. Não é sobre desistir, é sobre escolher com consciência. A mulher NOLT aprende a dizer não sem culpa, a proteger sua energia, a priorizar aquilo que faz sentido e a abandonar papéis que já não cabem mais em sua trajetória.
Durante décadas, o discurso social tentou nos convencer de que a mulher madura deveria se contentar com bastidores. Mas a realidade vem desmentindo essa lógica de forma silenciosa e poderosa. Mulheres com mais de cinquenta, sessenta, setenta anos estão iniciando projetos, empreendendo, liderando equipes, estudando, mudando de carreira e ocupando espaços de decisão. Não porque ignoram o tempo, mas porque sabem exatamente o valor dele. Elas não competem com a juventude, elas oferecem direção. E direção muda destinos.
Se a juventude é energia bruta, a maturidade é energia orientada. E isso faz toda a diferença. A mulher NOLT não precisa se provar produtiva, ela é produtiva de forma estratégica. Não se movimenta por ansiedade, mas por propósito. Não se deixa capturar por tendências vazias, porque construiu critérios. E não busca pertencimento a qualquer custo, pois já aprendeu que pertencimento começa de dentro.
Nesse sentido, NOLT também é um compromisso coletivo. É sobre transformar história em legado. Sobre aprender continuamente, não por medo de ficar para trás, mas por desejo de permanecer relevante de forma genuína. Sobre empreender com consciência, cuidar do corpo, da mente e do propósito, entendendo que longevidade exige equilíbrio. É sobre mentorar outras mulheres, não como um gesto de superioridade, mas como um ato de sororidade e responsabilidade. Quando uma mulher compartilha sua experiência, ela encurta caminhos para outras.
O etarismo continua sendo uma das formas mais silenciosas e normalizadas de exclusão. Ele se manifesta quando currículos são ignorados, quando opiniões são desconsideradas, quando a experiência é vista como custo e não como ativo. Mas inovação não combina com invisibilidade. Transformação não acontece sem memória. E o futuro não se sustenta sem mulheres que já atravessaram muitos ciclos e sabem reconhecer padrões.
A mulher NOLT carrega algo que nenhuma tecnologia substitui: leitura de contexto. Ela entende nuances, percebe riscos antes que se tornem crises, reconhece o valor das relações e sabe que decisões têm consequências que vão além do imediato. Em um mundo acelerado, essa capacidade de pausa consciente é um diferencial estratégico. Não é nostalgia, é lucidez.
Escolher envelhecer presente, produtiva e consciente é um ato profundamente político. É recusar o apagamento. É afirmar que a maturidade não é um problema a ser corrigido, mas uma potência a ser reconhecida. E é também um gesto de cuidado com as próximas gerações de mulheres, que precisam de referências reais de longevidade ativa, coerente e significativa.
É sobre presença. Não é sobre quantos anos se acumulam, mas sobre quanta vida se coloca em cada escolha. É sobre honrar a própria trajetória sem pedir desculpas por ela. Sobre ocupar espaço com consistência, não com barulho. Sobre compreender que maturidade não encerra histórias, ela aprofunda sentidos.
Ser NOLT é, acima de tudo, uma decisão sobre como viver a maturidade com protagonismo . A decisão de continuar escrevendo cada capítulo da sua história com a caneta na sua mão .A decisão de seguir aprendendo. A decisão de transformar experiência em impacto. E a decisão de viver com mais verdade, menos medo e mais propósito. Porque quando a maturidade encontra consciência, ela deixa de ser limite e se torna direção. E direção, quando bem escolhida, muda tudo.
Decida ser NOLT.
Quer saber como NOLT pode transformar a maturidade feminina em potência, direção e legado na vida pessoal e profissional? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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O post NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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