O post A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A vida afetiva se inicia no ventre da mãe.
O ego se torna totalmente estruturante aos 21 anos. Ele se forma em etapas, no ventre, na primeira infância, na segunda infância e na adolescência.
Quando digo que a vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais, quero dizer exatamente isto. A vida afetiva como uma norteadora do caminho emocional do ser humano.
Esta área, sem dúvida alguma, mexe profundamente com tudo aquilo que foi marcante no ventre, na infância e na adolescência. Refiro-me às feridas propriamente ditas.
Para elucidar melhor: o complexo do abandono, por exemplo.
Quando uma pessoa se relaciona com alguém que a faz se sentir abandonada, seja pelo motivo que for (trabalho, amigos etc.), ela sente a dor visceral do passado.
Ou seja, o relacionamento atual a remete a uma dor mais profunda.
Caso contrário, a pessoa continuará vivendo um eterno tormento emocional.
Muitas vezes, pode se sentir abandonada pela família e amigos, não só na vida a dois.
Falo sobre a vida a dois, pois, nesta área, as emoções ficam extremamente evidentes, favorecendo este processo de percepção e, consequentemente, de integração emocional.
Coloquei o exemplo do complexo do abandono, pois ele é muito frequente.
A mãe desempenha um papel fundamental na formação da psique humana.
Não quero dizer com isto que o papel do pai não é importante. Ele também tem o seu lugar, mas a mãe tem um contato mais próximo com a criança desde o início de sua formação no ventre.
Quando a criança nasce, ela passa por um processo de gestação extrauterina, que tem a duração de mais um ano.
Todo o ambiente emocional daquele lar influencia na formação do seu ego.
Para compreender um pouco mais do seu ambiente psíquico, olhe para a sua família e veja quais são as maiores dificuldades emocionais. Isto te ajudará a ter um vasto material para se trabalhar internamente.
De acordo com Jung, uma pessoa não nasce como uma tábula rasa, em minhas palavras, como uma página em branco.
Por isto, não basta querer parar de ter ciúmes, sensação de rejeição e abandono, por exemplo.
Isto não será equacionado enquanto a pessoa não penetrar em suas águas profundas.
Tudo isto que citei acima dormita no inconsciente da pessoa, fazendo com que ela aja no piloto automático, sem a consciência exata de onde isto vem.
Um parceiro ou parceira mostra o caminho por meio da dor e do desconforto.
A ideia neste artigo não é jogar a culpa nos pais, muito pelo contrário, afinal eles transmitiram aquilo que receberam.
O objetivo, na verdade, é trazer luz e consciência para estes blocos de dor, pois uma pessoa só consegue limpar e integrar aquilo que percebe e que se manifesta claramente em sua vida.
Muitas pessoas passam uma vida fugindo deste enfrentamento, pois acreditam que é doloroso demais.
No entanto, vivem uma vida dolorosa, com a sensação constante de medo do abandono, da rejeição, da traição e da insegurança.
Viver assim já é uma dor, só que a conta-gotas, o que não conduz à solução. A vida se torna extremamente dolorosa a maior parte do tempo.
Obviamente, olhar para estas questões não é confortável, afinal limpar um joelho ralado com água e sabão incomoda. No entanto, é o que resolve.
Pois ele poderá te auxiliar neste caminho de entrada no seu mundo interno e de saída dele, em segurança.
Se você tem empatia com o meu trabalho, pode escolher, caso queira, iniciar sessões de terapia comigo ou fazer um de meus cursos para aumentar o seu amor-próprio.
Mas, antes de deixar os links para você entrar em contato, gravei uma meditação para melhorar a sua vida afetiva. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
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Quer saber mais sobre como as feridas emocionais podem revelar padrões profundos na sua vida afetiva? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: As Consequências de uma Ferida Afetiva Não Curada
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]]>O post O Preço Invisível do Prestígio: Escolhas, Concessões e a Fronteira Entre Crescer e se Perder em “O Diabo Veste Prada” apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Há histórias que não envelhecem porque continuam desconfortavelmente atuais. Quando Miranda Priestly afirma, com naturalidade quase clínica, que todos desejam ocupar aquele lugar, não estamos diante de uma simples frase de efeito.
Trata-se de uma lógica que atravessa gerações: a crença de que o topo justifica qualquer percurso, mesmo quando esse caminho exige concessões que não aparecem no currículo. O tempo passou, os discursos corporativos se modernizaram, mas a sedução por ambientes que prometem prestígio em troca de entrega irrestrita continua operando, agora, muitas vezes, com uma estética mais sutil e até bem-intencionada.
O que esse tipo de narrativa revela não é apenas a dureza de certos mercados, mas a facilidade com que naturalizamos dinâmicas que nos diminuem. Existe um pacto silencioso que se estabelece: em troca de pertencimento, aceitamos nos moldar.
Nesse ponto, surge um incômodo inevitável. Essa adaptação raramente acontece de forma brusca. Ela é gradual, quase imperceptível. Pequenas concessões, decisões pragmáticas, ajustes de comportamento. Quando percebemos, já estamos operando sob uma lógica que deixamos de questionar.
A trajetória de Andy Sachs não é apenas uma história de ascensão profissional. É, sobretudo, um estudo sobre deslocamento interno. No início, ela observa aquele universo com certo distanciamento crítico, como quem acredita não pertencer àquele sistema.
No entanto, pertencimento não é apenas um estado; é também uma construção. E, muitas vezes, uma armadilha. A necessidade de ser reconhecida, de corresponder às expectativas, de provar valor vai, pouco a pouco, redesenhando suas prioridades.
Quando a antecipação de demandas substitui o pensamento próprio, algo se perde. Nem sempre é fácil nomear o que deixamos para trás. Relações se tornam secundárias, limites se dissolvem, e o que antes parecia temporário se estabelece como padrão.
Frequentemente, esse processo é romantizado como resiliência ou ambição. Quando se fala em crescimento profissional, há uma diferença importante entre crescer e se distorcer. Nem toda adaptação é evolução; algumas são apenas estratégias de sobrevivência em ambientes que não foram, de fato, desenhados para sustentar quem está dentro deles.
Nesse contexto, o estilo de liderança representado por Miranda não é uma exceção caricata, como muitos gostam de acreditar. Ele é um reflexo ampliado de práticas que ainda persistem. A autoridade construída a partir do medo pode até gerar eficiência no curto prazo, mas cobra um preço silencioso: o esvaziamento do potencial humano. Ambientes em que errar não é permitido deixam de ser espaços de aprendizado. Tornam-se territórios de autopreservação.
Quando a autopreservação se torna a principal preocupação, a criatividade desaparece. A colaboração se fragiliza. As pessoas passam a operar no limite mínimo necessário para não se expor. O resultado pode até parecer funcional, mas está longe de ser sustentável.
A ideia de substituibilidade atravessa essa lógica de maneira constante. A noção de que há sempre alguém pronto para ocupar aquele lugar cria uma tensão permanente, que impede qualquer sensação real de segurança. Esse tipo de discurso não apenas desumaniza; também empobrece as relações de trabalho. Quando todos são potencialmente descartáveis, ninguém se compromete de verdade.
É curioso perceber como, mesmo diante de tantos avanços nas discussões sobre cultura organizacional, ainda existe resistência em abandonar esse modelo. Talvez porque ele funcione, ao menos na superfície. Entrega resultados, mantém estruturas, sustenta narrativas de sucesso. A questão que permanece é o custo dessa escolha.
Existe uma tendência em valorizar apenas movimentos de permanência, como resistir, aguentar e persistir. Em alguns contextos, permanecer não é força, é desgaste. Reconhecer isso exige um tipo de maturidade que nem sempre se incentiva.
Ao escolher se afastar, Andy não está rejeitando o aprendizado ou a experiência adquirida. Ela está redefinindo o que considera aceitável. Retoma a autoria sobre sua trajetória, algo que, em ambientes muito rígidos, costuma ser diluído.
Talvez o ponto mais desconfortável de toda essa reflexão seja admitir que essas dinâmicas não estão restritas a grandes corporações ou indústrias específicas. Elas se manifestam em diferentes escalas, muitas vezes disfarçadas de oportunidade. Nem sempre são impostas; em alguns casos, são internalizadas.
Isso nos leva a uma pergunta inevitável: até que ponto estamos conscientes das escolhas que fazemos em nome do sucesso? Porque há uma linha tênue entre construir uma carreira e se perder dentro dela. E essa linha raramente é visível no início.
O que permanece, em suma, não é o cargo, o reconhecimento ou o prestígio momentâneo. O que permanece é a relação que conseguimos manter com quem nos tornamos ao longo do caminho. Isso não pode ser terceirizado, nem negociado indefinidamente. Talvez a verdadeira medida de sucesso não esteja na capacidade de suportar ambientes difíceis, mas na clareza de saber quando eles já não fazem sentido.
Quer saber mais sobre como a busca por prestígio e reconhecimento pode levar a concessões silenciosas — e como diferenciar crescimento profissional de perda da própria identidade? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate
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]]>Uma ferida, quando não tratada, pode levar à necrose da parte afetada, e isso também pode acontecer na vida afetiva de uma pessoa.
Mas a necrose afetiva acontecerá de forma sutil e quase imperceptível. Normalmente, a pessoa só se dará conta disso quando a dor for insuportável.
Ninguém precisa passar por dificuldades homéricas para reverter um quadro afetivo doloroso.
Quando você era criança, ralou o joelho ou teve algum tipo de ferimento nas pernas?
Eu sim!
Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua (naquele tempo isso era possível) e, vira e mexe, aparecia com o joelho ralado. Minha mãe já estava, até certo ponto, acostumada com isso e me levava para o tanque. Pegava o sabão e a bucha e, vraum, lavava o meu joelho, que estava cheio de sujeira e sangue.
Enfim, um cenário doloroso, acredite!
Bom, e o que isso tem a ver com o título deste texto?
TUDO!
Porque, se não fosse a minha mãe, eu provavelmente não teria mais joelho para contar história.
Pelo simples fato de que eu não queria lavar nada, mas, sim, deixar do jeito que estava. Afinal, convenhamos, lavar, limpar e passar remédio em um machucado não é tão agradável assim, não é mesmo?
O ponto aqui é este: exatamente por isso, uma pessoa pode carregar uma ferida afetiva por anos e anos. Algumas morrem sem, de fato, terem se resolvido afetivamente. Muitas podem até adoecer e somatizar, desenvolvendo graves doenças por causa disso.
Portanto, se você chegou até aqui, no fundo já sabe quais são as consequências de uma ferida afetiva não curada. No entanto, ainda assim, vou citar algumas para você:
Estes são só alguns exemplos. Não preciso nem dizer o quanto isso acaba afetando todas as outras áreas da vida de uma pessoa.
A saúde também é afetada, podendo ocasionar insônias e dificuldades na concentração.
Por isso, sou grata à minha mãe, porque ela me ensinou que as feridas precisam ser limpas, por mais dolorosas que sejam. Uma lição que trago ainda hoje para minha vida.
Muitas pessoas buscam a minha ajuda por mensagens e e-mails. E, normalmente, faço a seguinte pergunta: Você realmente quer limpar isso e ter uma qualidade de vida nesta área? Pois não basta pagar por sessões ou cursos, é preciso ter o enfrentamento da ferida primordial (aquela que está em estado latente dentro do ser).
Obviamente, quando alguém chega ao meu consultório ou através de um dos meus programas, eu caminho ao lado da pessoa. Mostro e trabalho com ela os seus pontos cegos, para que ela chegue à sua autocura.
Pois, convenhamos, lavar o próprio joelho, quando criança, é um trabalho hercúleo, algo que normalmente não fazemos. Por isso, alguém faz isso por nós. Novamente, muito obrigada, mãe!
Voltando ao meu consultório… quando uma pessoa chega à exaustão com a dor, o desconforto, a raiva e a tristeza, é o momento em que ela consegue fazer a virada. E são essas pessoas que eu seleciono para ajudar. Mas não fique pensando mal de mim, por favor. Vou explicar melhor a razão de selecionar as pessoas.
Porque, se a pessoa não está pronta para um processo de limpeza, integração e autocura, além de não solucionar sua dor, ela ainda sai falando mal do terapeuta, pois, de acordo com ela, o terapeuta é que é o incompetente.
Então, se você se considera pronta para um tratamento profundo, está decidida a olhar para isso com a minha ajuda e realmente está exausta com as suas questões de cunho afetivo, participe da minha nova mentoria afetiva premium.
As vagas são contadas, justamente porque eu acompanho a pessoa de forma direta por 12 meses. Atualmente, só tenho duas vagas. Portanto, se sentiu o chamado, entre em contato e garanta a sua vaga agora para participar da Mentoria CLIQUE AQUI.
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Quer saber mais sobre como uma ferida afetiva pode continuar impactando sua vida emocional mesmo quando você acha que já superou? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica
O post As Consequências de uma Ferida Afetiva Não Curada apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Falar sobre misoginia hoje exige mais do que posicionamento imediato ou alinhamento a discursos prontos. Exige disposição para observar com atenção aquilo que está explícito, mas, principalmente, aquilo que permanece naturalizado e, por isso, pouco questionado.
O tema ganhou visibilidade, passou a ocupar espaços institucionais e se tornou recorrente em debates nas redes sociais e em ambientes corporativos. Ainda assim, essa presença não garante profundidade. Em muitos casos, a discussão se ancora em percepções isoladas ou se perde em disputas que dificultam a construção de entendimento consistente.
Relatórios internacionais indicam que a equidade de gênero avança em ritmo lento, sugerindo que a convergência entre homens e mulheres em diferentes dimensões sociais ainda está distante.
No Brasil, levantamentos do IBGE mostram que mulheres continuam recebendo menos do que homens em funções equivalentes, além de concentrarem uma carga significativamente maior de trabalho não remunerado. Ao mesmo tempo, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que a violência contra a mulher segue em níveis elevados, demonstrando que a desigualdade não se limita a um único aspecto, mas atravessa dimensões econômicas, sociais e institucionais.
Esse conjunto de evidências evidencia que a misoginia não se restringe a manifestações explícitas ou a comportamentos extremos. Trata-se de um fenômeno estrutural, sustentado por práticas, crenças e padrões que, muitas vezes, operam de forma sutil.
Ela se manifesta na forma como oportunidades são distribuídas, na maneira como vozes são ouvidas ou deslegitimadas e nos critérios, nem sempre claros, que orientam decisões em diferentes contextos. Não se trata, portanto, de episódios isolados, mas de um sistema que influencia trajetórias de maneira contínua.
A escalabilidade desses ataques adiciona uma camada de complexidade ao problema, exigindo respostas que ultrapassem abordagens pontuais.
Ainda assim, há aspectos que não são, facilmente, capturados por indicadores. Existe uma dimensão subjetiva, construída por experiências recorrentes que, isoladamente, podem parecer irrelevantes, mas que, ao se acumularem, produzem efeitos significativos.
Pequenos deslocamentos de expectativa, avaliações inconsistentes, dúvidas que surgem sem base objetiva e critérios aplicados de forma desigual compõem um cenário que reforça a desigualdade de maneira silenciosa. É nesse nível que a misoginia se torna mais difícil de identificar e, consequentemente, de enfrentar.
No contexto corporativo, essa complexidade se intensifica. Muitas organizações avançaram na incorporação da diversidade como valor institucional e passaram a adotar políticas formais voltadas à equidade.
No entanto, nem sempre esses avanços foram acompanhados por revisões estruturais nos critérios que orientam decisões de reconhecimento, promoção e liderança. A presença feminina, embora crescente, nem sempre se traduz em influência efetiva ou em condições equivalentes de desenvolvimento.
Essa dissociação entre discurso e prática cria uma zona de conforto aparente, na qual o problema parece endereçado, mas continua operando de forma indireta.
O debate público sobre misoginia enfrenta, nesse contexto, um desafio relevante. Em alguns momentos, trata-se como algo superado ou restrito a situações específicas. Em outros, assume-se um caráter generalizante que dificulta a construção de diálogo.
Entre essas abordagens, perde-se espaço para uma análise mais equilibrada, capaz de reconhecer avanços sem ignorar as distorções ainda presentes. A simplificação do tema reduz sua complexidade, enquanto a polarização limita a possibilidade de construção coletiva de soluções.
Quando a misoginia é minimizada, torna-se invisível. Quando é simplificada, perde-se a capacidade de enfrentá-la de forma estruturada. E quando é tratada de maneira polarizada, restringe-se o espaço para soluções que dependem de articulação e consistência. O resultado é a manutenção de práticas que continuam operando, mesmo em ambientes que, formalmente, se posicionam de maneira contrária à desigualdade.
É nesse ponto que iniciativas voltadas à reflexão estruturada assumem relevância. O Instituto Vasselo Goldoni, ao atuar na interseção entre dados, contexto organizacional e experiência prática, contribui para a construção de uma compreensão mais consistente do tema.
Ao deslocar a discussão do campo exclusivamente discursivo para um nível mais aplicado, cria condições para que o reconhecimento do problema se conecte à revisão de práticas e à tomada de decisão mais consciente. Essa abordagem não elimina a complexidade, mas oferece instrumentos mais adequados para lidar com ela.
Essa mudança de perspectiva é fundamental porque altera a forma como incorporamos o tema no cotidiano das organizações. Em vez tratá-lo como uma pauta externa ou reativa, passamos a compreendê-lo como parte integrante das dinâmicas internas, influenciando diretamente processos, relações e resultados. Isso amplia a responsabilidade institucional e exige um olhar mais atento sobre como decisões são tomadas e sustentadas ao longo do tempo.
Transformações estruturais, no entanto, não acompanham a velocidade das narrativas. Existe uma tendência de esperar mudanças rápidas a partir de discussões que são, por natureza, profundas e complexas. Essa expectativa pode gerar frustração e levar a interpretações equivocadas sobre o ritmo de avanço.
Ao mesmo tempo, uma leitura excessivamente otimista ignora o fato de que a misoginia, em muitos casos, apenas se reconfigura. Torna-se menos explícita em determinados contextos, mas mais sofisticada em outros, exigindo maior capacidade de leitura e análise.
Implica olhar para dados de forma crítica, mas também revisar práticas, critérios e comportamentos. Exige compreendermos que avanços e desafios coexistem e que precisamos considerar ambos com o mesmo nível de seriedade.
A qualidade do debate influencia diretamente a qualidade das decisões que se seguem, e tratar o tema de forma superficial deixa de ser apenas uma limitação analítica para se tornar um risco institucional.
Avançar, nesse contexto, não significa eliminar todas as tensões, mas aprender a lidar com elas de maneira mais consciente. Significa sair de uma lógica reativa e construir caminhos sustentáveis, capazes de produzir mudanças ao longo do tempo.
A misoginia não se sustenta apenas por grandes eventos, mas pela repetição de pequenas distorções que deixam de ser questionadas. É justamente nesse nível que as transformações mais consistentes começam a ocorrer.
Modificar esse cenário exige mais do que conscientização pontual. Exige ação coordenada e continuidade. Passa pela revisão de critérios de avaliação, pela garantia de equidade nas oportunidades, pela construção de ambientes seguros e pela responsabilização de comportamentos que perpetuam desigualdades.
Envolve também educação, formação de lideranças mais preparadas e o fortalecimento de redes de apoio que transformem conceitos em prática cotidiana.
Há, ainda, um elemento que não podemos ignorar: a necessidade de coragem coletiva. Coragem para questionar padrões naturalizados, para interromper práticas silenciosas de exclusão e para transformar discurso em decisão concreta. Mudanças dessa natureza não dependem de movimentos isolados, mas da consistência de múltiplas ações articuladas entre organizações, instituições e sociedade.
A transformação não começa em eventos extraordinários nem em declarações pontuais. Ela se inicia no cotidiano, na forma como escolhas são feitas e no que se decide não mais normalizar. É nesse espaço, muitas vezes invisível, que se constrói a base para mudanças mais profundas e duradouras.
Quer saber como identificar na prática formas sutis de misoginia contemporânea no ambiente organizacional e transformar decisões em ações mais justas, conscientes e consistentes? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência
O post Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Nenhuma pessoa em plena consciência deixaria sua vida nas mãos de alguém.
Mas embora isso não seja algo consciente, a imensa maioria faz exatamente isso.
Não preciso nem dizer o quanto isso gera impacto negativo nas relações subsequentes.
E a pessoa acaba acreditando que existe alguma coisa errada com ela.
Isso não é verdade, mas é preciso fazer o caminho de entrada, pois a solução se encontra dentro do ser.
Costumo parabenizar os meus clientes quando iniciam sessões de terapia comigo, pois este movimento requer coragem.
E não se trata de qualquer coragem, me refiro à coragem de se ver, de olhar para a criança maltratada, a adolescência e as questões pendentes e não resolvidas do passado.
E olhar a relação com os pais é essencial, por mais que a pessoa afirme: “Adriana, tenho uma relação ótima com os meus pais”. Se a realidade dela é caótica, a relação com os pais pode não ser tão bem resolvida assim.
Basta se perguntar:
Por essas perguntas, a pessoa consegue ter uma noção de como foi a sua infância emocionalmente. Entenda que não quero culpar os pais, mas trazer para o ser a consciência de sua realidade como ela foi, sem ficar tentando fingir que nada aconteceu.
Entendo as leis sistêmicas, afinal também sou consteladora, no entanto, para ser grata e amar os pais verdadeiramente, primeiro é preciso reconhecer a dor e o choro muitas vezes reprimido em tenra idade. Só assim a pessoa conseguirá, de fato, tomar o amor dos pais.
Sem isso, fazer uma constelação familiar se torna um teatro, sem o devido efeito na vida da pessoa.
Entendo perfeitamente, pois em alguns casos, ela pode não estar pronta para a cura de suas feridas emocionais mais profundas.
Por isso disse que nesse processo não há atalho nem jeitinho, pois depois que tudo isso é visto, limpo, elaborado e integrado, a pessoa se transforma de dentro para fora. Mas isso demanda tempo e vontade.
Quando o ser chega ao ponto final da dor, ela diz: “Chega! Não aguento mais, eu farei o que for preciso para solucionar esta questão e este desconforto interno”. É aí, nesse exato momento, que ela está pronta!
Sem chegar a esse ponto, ela ainda quer algo instantâneo, e isso não é real, em se tratando da psique humana.
As receitas prontas e rápidas podem até funcionar para algumas coisas, mas se você já tentou e não funcionou, quer dizer que para você não funcionou, portanto, é preciso sair da areia da praia e aprofundar em seu oceano interno.
As águas profundas não são muito frequentadas, porque ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Talvez um monstro marinho, daqueles de filme de ficção, ou um alienígena que veio de outro planeta. Mas, no fundo, são as questões ancestrais dolorosas, os complexos transgeracionais e os traumas.
Uma pessoa pode estar com problemas sérios financeiros ou afetivos e não se dá conta de que pode ter um complexo de pobreza ou até mesmo um complexo de inferioridade atuando fortemente em sua vida.
Saber disso é importante? Com toda certeza.
Mas só saber não basta, é preciso ir até a raiz do problema para desatar de verdade este nó.
E, sem terapia, fazer isso fica muito complicado. Pois existem vários livros que a pessoa pode iniciar suas pesquisas para fazer o autotratamento. Mas isso vai demandar muito tempo — no meu caso, foram mais de 15 anos.
Mas, quando existe a presença de um terapeuta qualificado, o caminho de entrada fica mais seguro, pois a pessoa entra e sai com a ajuda do profissional.
Como o mundo interno não é visto a olho nu, ele tende a ser subestimado, mas os efeitos são evidentes através da realidade da pessoa.
E outros efeitos que você pode estar sentindo agora aí em sua vida.
Se você chegou ao ponto de virada e não aguenta mais a realidade como ela se apresenta, vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso tenha sintonizado com o meu trabalho.
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Ádria Gutman
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Confira também: As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta
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]]>O post NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Durante muito tempo, a narrativa dominante tentou nos convencer de que a vida feminina segue uma curva previsível. Começa com energia, atinge um auge aceitável socialmente e, a partir de determinado ponto, deveria desacelerar. Para as mulheres, esse ponto quase sempre veio acompanhado de silêncios, invisibilidades sutis e expectativas reduzidas. Como se envelhecer fosse um erro de percurso e não uma conquista. Como se a maturidade fosse sinônimo de perda, quando, na verdade, ela é um acúmulo raro.
É nesse deslocamento de olhar que surge o conceito de NOLT. Não como um rótulo geracional, não como uma categoria etária, muito menos como um encerramento simbólico. NOLT é maturidade em estado de potência. É o momento em que a experiência deixa de ser apenas memória e passa a orientar decisões com mais clareza, intenção e autonomia. É quando a mulher compreende que não precisa mais provar nada para ninguém, apenas ser coerente com aquilo que escolhe sustentar.
A maturidade feminina carrega uma sofisticação que o mercado, por muito tempo, se recusou a enxergar. Com o passar dos anos, não há perda de força, há mudança de direção. A pressa cede espaço à estratégia. A necessidade de aprovação dá lugar à autoconfiança. O acúmulo de erros e acertos constrói um repertório que nenhuma formação acelerada consegue substituir. O impacto passa a importar mais do que a aparência do sucesso. O tempo deixa de ser inimigo e passa a ser um aliado cuidadosamente administrado.
Ao contrário, ela se aprofunda. É compreender que maturidade não é sinônimo de rigidez, mas de discernimento. Não é sobre fazer menos, é sobre fazer melhor. Não é sobre desistir, é sobre escolher com consciência. A mulher NOLT aprende a dizer não sem culpa, a proteger sua energia, a priorizar aquilo que faz sentido e a abandonar papéis que já não cabem mais em sua trajetória.
Durante décadas, o discurso social tentou nos convencer de que a mulher madura deveria se contentar com bastidores. Mas a realidade vem desmentindo essa lógica de forma silenciosa e poderosa. Mulheres com mais de cinquenta, sessenta, setenta anos estão iniciando projetos, empreendendo, liderando equipes, estudando, mudando de carreira e ocupando espaços de decisão. Não porque ignoram o tempo, mas porque sabem exatamente o valor dele. Elas não competem com a juventude, elas oferecem direção. E direção muda destinos.
Se a juventude é energia bruta, a maturidade é energia orientada. E isso faz toda a diferença. A mulher NOLT não precisa se provar produtiva, ela é produtiva de forma estratégica. Não se movimenta por ansiedade, mas por propósito. Não se deixa capturar por tendências vazias, porque construiu critérios. E não busca pertencimento a qualquer custo, pois já aprendeu que pertencimento começa de dentro.
Nesse sentido, NOLT também é um compromisso coletivo. É sobre transformar história em legado. Sobre aprender continuamente, não por medo de ficar para trás, mas por desejo de permanecer relevante de forma genuína. Sobre empreender com consciência, cuidar do corpo, da mente e do propósito, entendendo que longevidade exige equilíbrio. É sobre mentorar outras mulheres, não como um gesto de superioridade, mas como um ato de sororidade e responsabilidade. Quando uma mulher compartilha sua experiência, ela encurta caminhos para outras.
O etarismo continua sendo uma das formas mais silenciosas e normalizadas de exclusão. Ele se manifesta quando currículos são ignorados, quando opiniões são desconsideradas, quando a experiência é vista como custo e não como ativo. Mas inovação não combina com invisibilidade. Transformação não acontece sem memória. E o futuro não se sustenta sem mulheres que já atravessaram muitos ciclos e sabem reconhecer padrões.
A mulher NOLT carrega algo que nenhuma tecnologia substitui: leitura de contexto. Ela entende nuances, percebe riscos antes que se tornem crises, reconhece o valor das relações e sabe que decisões têm consequências que vão além do imediato. Em um mundo acelerado, essa capacidade de pausa consciente é um diferencial estratégico. Não é nostalgia, é lucidez.
Escolher envelhecer presente, produtiva e consciente é um ato profundamente político. É recusar o apagamento. É afirmar que a maturidade não é um problema a ser corrigido, mas uma potência a ser reconhecida. E é também um gesto de cuidado com as próximas gerações de mulheres, que precisam de referências reais de longevidade ativa, coerente e significativa.
É sobre presença. Não é sobre quantos anos se acumulam, mas sobre quanta vida se coloca em cada escolha. É sobre honrar a própria trajetória sem pedir desculpas por ela. Sobre ocupar espaço com consistência, não com barulho. Sobre compreender que maturidade não encerra histórias, ela aprofunda sentidos.
Ser NOLT é, acima de tudo, uma decisão sobre como viver a maturidade com protagonismo . A decisão de continuar escrevendo cada capítulo da sua história com a caneta na sua mão .A decisão de seguir aprendendo. A decisão de transformar experiência em impacto. E a decisão de viver com mais verdade, menos medo e mais propósito. Porque quando a maturidade encontra consciência, ela deixa de ser limite e se torna direção. E direção, quando bem escolhida, muda tudo.
Decida ser NOLT.
Quer saber como NOLT pode transformar a maturidade feminina em potência, direção e legado na vida pessoal e profissional? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: 2026: O Ano da Consciência Feminina em Ação
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]]>O post As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>As sequelas da repressão emocional são variadas. Algumas são sutis, outras nem tanto.
E o preço a ser pago na idade adulta por tal ato costuma ser bem caro.
Não sei como foi a sua infância, mas na minha eu não podia ficar com raiva, chorar ou desobedecer. Caso contrário, a resposta era: “Se você fizer isso, o papai do céu não vai gostar de você.” Ou: “O homem do saco virá te buscar.”
Até hoje me pergunto de onde veio essa história do homem do saco.
Também me perguntava como as pessoas sabiam que o papai do céu não iria gostar de mim. Será que elas perguntaram para Ele?
Me recordo também da música: “Boi, boi, boi, boi da cara preta pega esta menina que tem medo de careta.” Se você sabe que música é essa, provavelmente tenha ouvido em sua infância também. Infelizmente, lamento dizer que o medo foi inserido em nossa psique com essa “inofensiva musiquinha”.
Na repressão emocional e suas tão famigeradas sequelas.
Infelizmente, quando falaram sobre o papai do céu e o homem do saco para mim na infância, isso gerou medo e, consequentemente, ansiedade, pois eu temia nunca mais ver as pessoas que eu amava.
Entenda que os adultos transmitiram aquilo que sabiam. Como eles próprios tinham dificuldades em lidar com as próprias emoções, o que faziam para “educar” as crianças? Reprimiam, através do medo.
E, por conta do medo, as crianças aprenderam que o certo era ser igual e fazer tudo bonitinho.
E toda autenticidade e espontaneidade foi jogada para debaixo do tapete.
Algumas, inclusive, trabalham em algo só para ganhar dinheiro e pagar as contas. Ou seja, não sentem nenhum prazer em fazer o que fazem.
Eu não sei você, mas eu cresci e aprendi perfeitamente o sistema de autorrepressão. Ou seja, mesmo com vontade de fazer ou falar determinadas coisas, eu não falava, pois tinha medo do que os outros pensariam de mim.
No entanto, isso não deu muito certo e me deparei com o fundo do poço algumas vezes. Confesso que esse lugar não é muito agradável. Afinal, não dá para ver nem a luz do sol direito quando estamos nesse lugar.
Quando eu virei a chave?
No dia em que olhei para dentro de mim, enfrentei o medo do homem do saco e vi que o papai do céu, na verdade, ama de forma incondicional todos os seres.
Obviamente, falar é fácil. Tive que passar pelo processo: terapia, cursos, livros etc.
E quem já fez terapia e cursos sabe que é uma jornada que não é da noite para o dia.
Afinal de contas, a música do boi da cara preta ainda ecoava em minha mente.
Essas são somente algumas, pois a lista é bem grande.
A boa notícia é que nosso cérebro possui neuroplasticidade, que, em outras palavras, quer dizer que ele desaprende. Ou seja, passa por um processo de reconstrução emocional.
Não sei até que ponto você já fez terapia, cursos e técnicas. O fato é que, muitas vezes, para você pode não ter funcionado de forma tão eficaz. Não quero dizer com isso que essas técnicas e abordagens não são relevantes. Não me entenda mal, por favor.
Trabalho com várias metodologias, pois sei que, muitas vezes, algumas pessoas não se adequam ou não têm um resultado satisfatório com uma técnica específica.
Pensando nisso, criei um Programa Individual de Integração Emocional, com a união de várias técnicas e abordagens que vão do Renascimento (ressignificar o trauma de nascimento), constelação familiar até o complexo materno negativo e a integração emocional.
Abro poucas vagas por temporada, pois, como disse, é individual.
São 10 encontros + o acompanhamento diário. Se você gosta de minha abordagem e dos meus textos e deseja dar este passo, CLIQUE AQUI para fazer parte deste programa.
Gravei uma meditação no meu canal do YouTube, de limpeza e centramento. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Quer saber como curar a repressão emocional e reconstruir sua segurança interior com mais consciência e equilíbrio? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de limpeza e centramento
Confira também: Entenda por que a Mãe é uma Conectora do Sucesso!
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]]>O sucesso tem um significado diferente para cada pessoa, mas inevitavelmente ele passa por uma relação bem resolvida com a mãe.
Ler a frase acima pode gerar certo desconforto, principalmente se existe alguma ferida interna ainda não trabalhada ou solucionada.
A mãe é aquele ser que “precisa” ser perfeito, caso contrário os julgamentos são avassaladores.
Gostaria que parasse para refletir sobre o papel da mãe.
Na minha opinião, trata-se de um papel muito pesado, pois existe um modelo arquetípico perfeito dentro de cada indivíduo.
Por mais que a mãe se esforce, ela não conseguirá chegar aos pés da exigência interna do ego do filho. E vale ressaltar isso em relação a ela mesma, pois os níveis de autocobrança e de autojulgamento da mãe também são altos, porque ela possui o modelo ideal de mãe dentro dela.
Isso se torna um ciclo sem fim, da avó para a mãe, da mãe para a filha e da filha para a neta, e assim “ad infinitum”.
Afinal, a mãe é uma conectora do sucesso, pois ela representa a vida. Agora pare um pouco e avalie como anda a sociedade.
Todas essas perguntas se relacionam com a mãe.
E se o nível de cobrança é elevado, as barreiras e muralhas em torno desse relacionamento também o são.
Não existe uma mãe perfeita e ideal, o que existe é uma mãe possível e real.
O resto é uma ilusão do ego.
Entenda que, se você tem alguma dor profunda causada na infância por uma relação adoecida com a mãe, é possível resolver isso, desde que procure ajuda profissional.
Criticar, exigir e condenar não ajudam ninguém na obtenção do sucesso e realização. Muito pelo contrário, quanto mais se julga, menos se tem.
Não sei quanto a você, mas eu acredito que a natureza não erra. E se a mãe é uma conectora do sucesso, o criador de tudo o que é, deve ter uma razão para ter criado o mundo desta forma.
Como não consigo fazer uma entrevista com Deus, para entender as razões dele, então prefiro olhar para a minha mãe, e tomar o amor que ela me deu, do jeito dela.
Acredite, já fui uma assídua frequentadora do fundo do poço, por conta do julgamento e crítica, com relação a ela. Quando virei a chave com a minha mãe, minha vida deu um salto.
Em outras palavras, muito conteúdo e uma estagnação gigante na vida.
Vou iniciar um novo programa nas próximas semanas, sobre a Reconexão com a Mãe. E gravei uma Palestra Bônus Gratuitamente, explicando mais profundamente sobre a mãe ser uma conectora do sucesso, por meio da Reconexão com a mãe.
Essa palestra é exclusiva para minhas alunas e alunos da Reconexão, portanto se possui algum desconforto com a sua mãe, aproveite para assistir gratuitamente, pois logo vou retirar do ar. CLIQUE AQUI para acessar, aproveite e se inscreva em meu canal, vou adorar te ver por lá também.
Gravei áudios com exercícios terapêuticos para as minhas clientes. São exercícios que normalmente faço em consultório, mas resolvi disponibilizar para outras pessoas. Caso queira adquirir o acesso vitalício dos exercícios terapêuticos Minha Mãe e eu CLIQUE AQUI
Quer saber mais sobre como a mãe é uma conectora do sucesso e pode transformar sua realização pessoal? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de limpeza e centramento
Confira também: Como Liberar a Carência Emocional do Corpo com Mais Facilidade?
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]]>Há um movimento silencioso, porém profundamente transformador, acontecendo entre as mulheres. Ele não faz alarde, não pede autorização e tampouco busca validação externa. Ele amadurece. Em 2026, esse movimento ganha contorno, intenção e direção: a autonomia consciente. Não se trata de isolamento, endurecimento ou ruptura com o mundo, mas de uma escolha interna por viver com coerência, saúde emocional e liberdade real.
Cada vez mais mulheres compreendem que não precisam mais provar nada, embora ainda desejem construir, prosperar e influenciar. O que muda é o caminho. Já não há disposição para adoecer em nome de resultados, nem para sustentar estruturas que exigem silêncio, culpa ou autoabandono. A autonomia que se desenha agora é aquela que respeita os próprios limites, honra a própria história e integra vida pessoal, trabalho, dinheiro e relações de forma mais humana.
Nesse contexto, o bem-estar emocional deixa de ser um luxo ou um tema periférico e passa a ocupar o centro da vida. Por décadas, as mulheres foram ensinadas a se responsabilizar por tudo e por todos, muitas vezes às custas de si mesmas. Cuidar da própria saúde emocional foi confundido com egoísmo, enquanto o excesso de entrega era exaltado como virtude.
O bem-estar passa a ser compreendido como base estrutural para qualquer projeto de vida. Autonomia sem culpa significa aprender a dizer não sem se explicar, estabelecer limites sem se justificar e escolher a si mesma sem carregar o peso da reprovação alheia. É um movimento interno, silencioso e profundamente político, que reorganiza prioridades e prepara o terreno para escolhas mais conscientes.
Ao lado desse amadurecimento emocional, cresce também a compreensão de que não existe autonomia possível sem independência econômica. Falar de bem-estar e liberdade sem falar de dinheiro é romantizar a realidade feminina. Em 2026, o empreendedorismo feminino ganha contornos mais maduros e menos idealizados. Ele não nasce apenas da necessidade, mas da consciência de valor, da bagagem acumulada ao longo da vida e do desejo legítimo de viver com dignidade e escolha.
Muitas mulheres chegam a esse momento após rupturas importantes, como o fim de um casamento, uma mudança forçada de carreira, uma crise pessoal ou profissional. E é justamente aí que ocorre a virada: o dinheiro deixa de ser fonte de ansiedade ou culpa e passa a ser compreendido como ferramenta de liberdade. Empreender não significa trabalhar sem limites, mas criar modelos mais humanos, sustentáveis e alinhados aos próprios valores. A independência econômica, nesse novo olhar, não está apenas em quanto se ganha, mas na possibilidade de não se submeter ao que fere por medo da falta.
À medida em que mulheres emocionalmente mais conscientes e financeiramente mais estruturadas se encontram, um novo fenômeno então se fortalece: a coprodução criativa e as novas formas de influência. O mito da mulher forte que dá conta de tudo sozinha começa a perder espaço. Em seu lugar, surge então uma compreensão mais madura: ninguém cresce sozinha, ninguém sustenta grandes transformações sem rede.
Mulheres criam juntas projetos, negócios, metodologias, conteúdos e comunidades. Compartilham saberes, dividem processos e reconhecem que crescer em conjunto não diminui, amplia. Essa nova influência é menos performática e mais verdadeira, menos centrada na imagem e mais ancorada na experiência real. E, justamente por isso, gera pertencimento, impacto e transformação concreta.
Esse mesmo olhar mais consciente se estende ao mundo do trabalho. O bem-estar corporativo deixa de ser discurso vazio ou benefício cosmético e passa então a ser entendido como cultura, responsabilidade e liderança. As mulheres já compreenderam que não há sucesso profissional que justifique a perda da saúde emocional.
Estabelecer limites no trabalho torna-se um exercício de maturidade e coragem. É afirmar que entregar valor não significa entregar a própria vida. Esse movimento não enfraquece carreiras; pelo contrário, constrói lideranças mais estáveis, éticas e sustentáveis, capazes de prosperar sem se perder no caminho.
Diante desse cenário, três frentes se tornam prioritárias para responder às necessidades reais das mulheres em 2026:
A autonomia consciente é o nome desse novo tempo: um tempo em que a mulher não se abandona para pertencer, não se cala para ser aceita e não se esgota para ser reconhecida. Um tempo em que viver bem deixa de ser exceção e passa a ser escolha legítima.
E escolhas conscientes, quando feitas em conjunto, têm força suficiente para transformar realidades inteiras.
Quer saber mais sobre o que significa viver a consciência feminina em ação e construir autonomia consciente em 2026? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
https://www.institutoivg.com.br
Confira também: A Nova Filosofia de Vencer: Menos Competição, Mais Consciência
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]]>Muitas pessoas se sentem aprisionadas em processos emocionais dolorosos.
São reféns de um passado mal resolvido.
E os resultados continuarão em um eterno looping de estagnação, dor e infelizmente fracasso.
Algumas pessoas carregam as emoções da família que são transmitidas de geração para geração. Hoje a epigenética faz alguns estudos sobre isso.
Como eu disse acima, a dor pode ser imensa, e você pode estar se perguntando, se realmente é possível se livrar dessas emoções dolorosas com facilidade.
Por mais que uma pessoa diga que o tempo cura tudo, isso é uma mentira. Provavelmente você já descobriu isso também.
Isso seria o mesmo que deixar um monte de comida debaixo do tapete da sala e esperar que ela desapareça.
O que vai acontecer é que além de não desaparecer, ela irá apodrecer deixando um cheiro horrível e um aspecto horripilante.
Por ser invisível a olho nu, as emoções são deixadas em um segundo plano, até que a pessoa se veja com a vida paralisada, infeliz e se sentindo muito sozinha e inadequada.
A emoção aprisionada, além de ser a causadora da estagnação em diferentes áreas da vida de uma pessoa, pode causar uma série de patologias.
Certa vez atendi uma cliente que estava com uma dor muito grande nas pernas, quando fiz o seu rastreio emocional, vi que ela tinha emoções de desvalorização, tristeza de desamparo.
Todas essas emoções estavam aprisionadas nas pernas.
Quando fizemos as liberações emocionais a dor parou.
Outro caso que atendi, tinha relação com emoções aprisionadas com relação a mãe da cliente.
O sintoma que ela apresentava eram fortes dores de cabeça, que ela sentia desde os 13 anos de idade, quando ela teve uma grande decepção com a mãe, onde as emoções de raiva e mágoa ficaram aprisionadas em sua cabeça.
Ela me enviou uma mensagem outro dia agradecendo, dizendo que as dores de cabeça tinham acabado.
Mencionei os casos acima para você ter uma ideia do quanto uma emoção aprisionada pode sem dúvida interferir na vida de uma pessoa.
Daí a pessoa tenta resolver essa questão emocional de todas as formas, mas a única coisa que não faz é identificar de onde vem essa emoção.
Por isso é importante fazer o rastreio emocional, pois quando a emoção é identificada, é possível liberar essa carga emocional com mais facilidade.
Isso pode acontecer com qualquer um, com os empatas então nem se fala.
E o que é um empata? Uma pessoa que tem facilidade em absorver as emoções, energias e pensamentos do outro, com o intuito inconsciente de salvar as pessoas.
A carência emocional pode ser devastadora, afinal uma pessoa carente pode fazer de tudo, para receber migalhas de afeto.
Trata-se de um ciclo de muita dor, pois no fundo ela sabe que está se maltratando e se sente muito culpada por isso, mas não sabe como sair dessa situação.
Outras atraem relacionamentos, onde estes reforçam a carência emocional e a dependência afetiva.
Isso funciona como a água salobra do mar. Quanto mais se bebe, mais desidratado se fica. E, se não houver intervenção, a pessoa pode vir a óbito por desidratação.
Por isso, o melhor caminho é buscar ajuda. Afinal, como sair de um afogamento em alto mar sozinho? É bem complicado fazer isso, não é mesmo?
Ela não precisa fazer 10 anos de terapia na clínica para sair de uma situação de carência emocional. A não ser que ela queira continuar no tratamento convencional.
A psicologia convencional tem o seu lugar, ela também é muito importante. No entanto, existem coisas que são necessárias intervenções mais rápidas e breves.
Imagine que uma pessoa caiu e fraturou o braço. Nesse caso, o que é necessário? Que ela vá até o pronto socorro fazer o RX e engessar o braço o quanto antes não é mesmo?!
Não tem como ela esperar um mês para agendar uma consulta com o ortopedista, ela precisa resolver na hora, pois dói muito fraturar um membro.
Pensando nisso, criei um programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde trabalho com exercícios terapêuticos para que a pessoa possa autoaplicar e obter uma melhora significativa.
Para participar do programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, basta clicar aqui.
Você também pode optar por fazer uma sessão individual de liberação emocional individual, onde eu farei o rastreio para ver exatamente onde estão as emoções aprisionadas para que possamos promover a liberação.
Caso queira agendar uma sessão individual comigo, clique aqui.
Quer saber mais sobre como liberar a carência emocional e transformar emoções aprisionadas em cura e equilíbrio? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Confira também: Como Abrir as Portas da Abundância Olhando para a Relação com a Mãe
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