O post Você está Consciente de Quem Você É, Por Que Você É e Como Você É? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Para estar consciente, é necessário compreender o significado de consciência de maneira simples e acessível para cada indivíduo.
Ao nos conectarmos com os acontecimentos ao nosso redor, tendemos a correlacioná-los com o nosso mundo interno, ou seja, com nossas vivências, pensamentos e sensações.
A partir disso, fica claro que a consciência é uma experiência subjetiva, organizada por nossas emoções, memórias e aprendizados sobre o mundo externo.
Se é assim que nos estruturamos diante dos fatos, podemos perceber o quanto o mundo externo nos afeta — ou não.
Por isso, estar consciente de quem você é, por que você é e como você é torna-se essencial para compreender suas reações diante das situações externas ao seu mundo interior.
Aprender sobre si mesmo é uma das maiores dádivas que podemos nos oferecer, pois nos permite antecipar, em certa medida, como reagiremos diante do desconhecido.
Observe que, mesmo quando os fatos são novos, ainda assim os conectamos às nossas emoções.
Perceber que uma emoção surge quando nos deparamos com o desconhecido — e identificar qual emoção é essa — pode nos ajudar a lidar internamente com o conflito que se apresenta.
Isso é fácil? Não.
Porém, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é desenvolver o autocontrole para processar aquilo que nos surpreende. Só assim será possível pensar com clareza sobre como solucionar o que nos incomoda.
A dificuldade em lidar com nossas reações diminui à medida que passamos a compreendê-las e a reduzir a importância que lhes atribuímos.
Conhecer nossas reações nos beneficia justamente porque nos permite não ampliá-las desnecessariamente.
Essa é uma das formas mais eficazes de resolver os próprios conflitos.
E conflitos existem para serem resolvidos, não alimentados. Quanto mais os nutrimos, mais difícil se torna a vida.
Se você deseja verdadeiramente viver em paz, busque aprender sobre si mesmo — seja por meio de ajuda, leitura ou reflexão consciente.
Quer saber mais sobre como a autoconsciência pode transformar suas reações em escolhas mais claras e equilibradas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este assunto.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Da Culpa à Responsabilidade: Uma Mudança que Transforma
O post Você está Consciente de Quem Você É, Por Que Você É e Como Você É? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Da Culpa à Responsabilidade: Uma Mudança que Transforma apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Há muito tempo medito sobre a palavra culpa.
Por quê? Porque, em meu conceito, a culpa está conectada à vítima. Culpa e vítima parecem sempre caminhar juntas. E, muitas vezes, o culpado se sente vítima.
Aquele que encontra no vitimismo a sua bandeira apresenta uma tendência comportamental na qual ser vítima é o seu principal modo de atuar. Ao se considerar vítima, na maioria das vezes atrai para si muitos que acreditam em sua infelicidade.
Culpam o azar, outras pessoas e fatores externos por seu sofrimento, e relevam as próprias dificuldades como se estas não coubessem em seu arquivo pessoal. Assim, tudo e todos passam a ser a causa de sua suposta mazela.
Não aprecio o vitimismo, ainda que reconheça a existência de vítimas reais. Por isso, prefiro a palavra responsável em vez de culpa.
Notem que, ao atribuirmos responsabilidade a qualquer pessoa, demonstramos, em primeiro lugar, que acreditamos em sua capacidade de solucionar situações que lhe dizem respeito tanto quanto ao seu suposto algoz.
Penso que, se em vez de denominarmos culpado aquele que cometeu um ato contra outro, o chamássemos de responsável, a carga sobre si mesmo teria uma conotação mais direta, e as consequências poderiam trazer outro resultado.
E, como conhecedor das consequências de seu ato, o autor do feito, ainda que inconscientemente, passa a admitir que talvez pudesse ter agido de forma diferente para que não fosse responsabilizado.
Percebam que o que estou dizendo são conjecturas que atravessam meus pensamentos. Posso estar completamente equivocada.
No entanto, quando se atribui culpa a alguém, essa pessoa pode dizer: “Sou inocente”, “não fui eu”, “a culpa é do outro, não minha”. Enfim, existe uma espécie de escudo protetor na palavra culpa.
Isso porque:
“A culpa é um sentimento emocional que está intimamente relacionado ao remorso e ocorre quando uma pessoa acredita que violou seus próprios padrões morais.” (Definição de autor desconhecido)
Sendo a culpa um sentimento emocional, a racionalização do ocorrdo também tende a ser emocional e, muitas vezes, distante da realidade.
No entanto:
“Responsabilidade é quando, tendo a liberdade para fazer qualquer coisa, você escolhe fazer apenas o que deve.” ( Edna Frigato)
Percebe-se, nessa frase de Edna Frigato, como a responsabilidade pode nos levar a repensar aquilo que pretendemos.
E quando dizemos: “Você é responsável por tal acontecimento”, a resposta pode ser: “Por que sou responsável?”
Vejam que, nesse caso, as respostas tendem a girar em torno das capacidades pessoais de quem age.
Mesmo estando eu equivocada ou não, gostaria que refletissem e testassem essas duas palavras — culpa e responsabilidade — sempre que possível em situações do cotidiano.
Quer saber mais sobre como a culpa e responsabilidade podem transformar sua forma de agir e tomar decisões? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este assunto.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Recomeços, Resiliência e Coragem para Escrever Uma Nova História
O post Da Culpa à Responsabilidade: Uma Mudança que Transforma apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Recomeços, Resiliência e Coragem para Escrever Uma Nova História apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A página em branco surge quando não há mais nada a fazer em determinada situação. Aquela situação em que você perdeu o jogo — ou até mesmo o campeonato — da sua vida.
Você fica desesperado, com medo, e a angústia toma conta do seu ser.
E agora?
O que vai ser de mim?
Acabou?
Lembre-se: sua vida não acabou. E, se você está aqui, é porque ela ainda tem algo a lhe oferecer.
Saiba que a página em branco que a vida lhe apresenta é uma oportunidade de reescrever a sua história.
O difícil é começar.
Mas comece — mesmo que seja com algo pequeno, simples, imperfeito.
Porque, sem movimento, nada acontece.
Mesmo que o seu rumo ainda não esteja definido, o movimento certamente o levará a algum lugar.
Talvez o mais importante não seja o lugar em si, mas a certeza de que você ainda pode caminhar — e, no trajeto, escolher o que se adequa à sua necessidade presente.
Essa necessidade, embora urgente, não é permanente. Assim como tudo em nossa vida, ela também passa.
Quando uma necessidade é satisfeita, outras surgem. E, na medida em que pequenas conquistas acontecem, ideias e oportunidades começam a aparecer — como se viessem do nada.
Observe: quando bebês, começamos engatinhando. Depois ficamos em pé. Em seguida, caminhamos. E então corremos.
Tudo tem seu tempo — inclusive os recomeços.
A estagnação pode significar derrota, se insistirmos em não nos mover.
Mas, após o primeiro passo, celebre. E continue.
Quando celebramos cada pequena vitória, novas conquistas vêm. Essa é a maravilha que a vida nos proporciona.
Para alguns, os resultados chegam rapidamente. Para outros, com mais lentidão.
Mas só não acontecem para aqueles que não acreditam no próprio poder de ressurgir — como a Fênix.
Os medos só se dissipam quando aprendemos a enfrentá-los com coragem.
E, mesmo que o resultado não seja o esperado, a verdadeira vitória estará no enfrentamento.
O medo é uma das maiores causas de conflitos internos — e o que mais paralisa sonhos e projetos.
Uma vez vencido, você se sentirá capaz de realizar o que deseja e ultrapassar, com orgulho e alegria, qualquer obstáculo.
Se o medo o impede de escrever a própria história, procure ajuda para compreendê-lo — antes que ele determine qual será o seu destino.
Quer saber como usar os recomeços a seu favor para transformar perdas em crescimento real e escrever uma nova história com coragem, confiança e resiliência? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Como Foi Sua Infância? A Influência das Experiências Infantis nos Conflitos Emocionais da Vida Adulta
O post Recomeços, Resiliência e Coragem para Escrever Uma Nova História apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Como Foi Sua Infância? A Influência das Experiências Infantis nos Conflitos Emocionais da Vida Adulta apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Porque é em nossa infância que se iniciam os conflitos inconscientes, os quais se revelam na idade adulta.
Vejo as crianças como seres conscientes, perfeitos, íntegros, criativos e cheios de recursos.
No entanto, crescemos e esquecemos de todas essas qualidades oriundas de nossa infância.
E, em vez de promovermos a confiança naqueles que nos sucedem para que acreditem em suas pretensões e ousem por si próprios, passamos a controlá-los tal qual o vivenciado por nós mesmos. Certamente, esses fatos são fruto do nosso medo, nosso desconhecimento e da falta de certeza com relação ao futuro.
Como seria desenhar nossos relacionamentos com o coração em vez de racionalizarmos todo e qualquer fato?
Saibam que ao falar sobre desenhar com o coração estou me referindo sobre o despertar do seu sentir quando você se depara com algo inusitado em uma criança, fato esse que ao passar despercebido preferimos avaliar como criancice.
Por exemplo: você já deve ter visto inúmeras vezes uma criança cuspir um alimento.
Pergunte-se o que foi que ela sentiu para agir dessa maneira em vez de recriminá-la pelo ato visto como mal educado? Isto não significa que você não deva ensiná-la como agir, caso ela manifeste que o sabor de algum alimento não lhe agrade.
Você pode lhe dizer para experimentar primeiro, bem pouco, para não sofrer com aquele sabor, e depois engolir porque é pouquinho ou ensiná-la a limpar a boquinha em um guardanapo.
Procure se lembrar em qual momento você já sentiu algo parecido com relação a algum alimento ou até mesmo com uma situação que o incomodou. Como foi que você agiu?
Cuspiu com raiva, engoliu a seco ou disfarçou e resolveu de forma elegante?
Percebe como isto tem a ver com a forma como você reage diante das adversidades em sua vida?
Reflita sobre o seu sentir, e verifique o quanto você é reativo com certas palavras ou atos que não lhe agradam.
Compreender que o nosso inconsciente é capaz de nos levar a reações semelhantes manifestadas quando pequenos, ainda que em momentos diferentes, porém com a mesma reação passada, ajuda-nos a reavaliar o porquê de nosso comportamento atual, bem como o daqueles com os quais nos relacionamos.
Ao nos alimentarmos estamos aprendendo como preencher uma necessidade básica em nossas vidas, e a maneira ou até mesmo as repreensões que recebemos nesse primeiro ato podem ser o caminho que tomaremos em nossas reações futuras.
Falo sobre isto para que prestemos mais atenção ao que sentimos diante das reações infantis, e assim preparar os futuros adultos a reagirem com mais sabedoria e inteligência.
Percebam que ao estarmos atentos aos movimentos da criança, somos capazes de sentir os motivos de todas as atitudes que presenciamos neles.
Claro que o nosso agir para com os pequeninos demandará mais atenção do que muitas vezes lhes proporcionamos, no entanto, tenho certeza que ao observá-los você pode se surpreender o quanto você pode aprender com o que desperta sentimentos e reações adversas em você mesmo.
De acordo com esta frase de Jean Piaget:
“A infância é o tempo de maior criatividade da vida do ser humano.”
E eu acrescento: é a fase de nossas vidas em que ao criarmos demonstramos de forma transparente o que sentimos, e por isto aprender com os pequenos é retornar no tempo e aprender porque não nos agradam certas situações.
Quer saber mais sobre como a infância influencia conflitos emocionais na vida adulta? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações
O post Como Foi Sua Infância? A Influência das Experiências Infantis nos Conflitos Emocionais da Vida Adulta apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Existe um componente na uva ou na azeitona que é a essência dos referidos produtos, e sem as quais tais produtos não existiriam. Quem somos nós: um rótulo ou uma essência?
Como podemos nos classificar?
Seria nossa identidade social, familiar, laboral ou quaisquer outra aquilo que demonstra quem nós ou o que mais poderíamos ser?
Se refletirmos sobre nossa existência ao observar um produto qualquer, tal como o vinho ou o azeite existe uma especificação no rótulo sobre a composição do produto que na verdade tem sua origem na matéria prima que possibilitou a produção no caso do vinho ou do azeite.
Pois bem, podemos também afirmar que somos a nossa essência, ainda que o nosso rótulo seja médico, advogado, ator ou qualquer outro que tenhamos escolhido para a nossa existência.
Ocorre que nossa essência primária está localizada em nosso cérebro reptiliano, ou seja, o nosso primeiro cérebro. Aquele onde se localiza a maneira como atuamos diante das adversidades. E, quando estamos diante desses impasses o que nos move é a nossa sobrevivência, por isso atacamos ou fugimos. Percebem como nós somos?
Já a nossa identidade pessoal, laboral, social, familiar se forma com o decorrer do tempo através de nossas vivências.
Assim como o vinho e o azeite tem como essências o fruto que possibilitou o desenvolvimento do produto final, nós temos como essência as nossas primeiras vivências, pois elas formaram a nossa compreensão sobre como devemos agir diante dos fatos que nos são apresentados e vislumbramos como nos defender em caso de perigo iminente.
Para que nossa essência seja apurada e melhorada, dependemos de aprendizado constante e autoconhecimento, para que quando o nosso cérebro primitivo entre em ação por nos sentirmos ameaçados, estejamos preparados para não reagir ao conflito, porém analisa-lo e reconhece-lo como algo que depende de nossa vontade solucionar ou não.
Só assim dignificaremos o rótulo que escolhemos para nossas vidas.
Para que isto ocorra e não sejamos colocados em situação de risco, só o autoconhecimento pode nos revelar o porquê do nosso comportamento incompreensível diante de situações que nos frustram ou assombram são na maioria das vezes diferentes da posição rotulada que ocupamos. Isto acontece porque o nosso cérebro primitivo é aquele que nos defende de qualquer tipo de perigo.
Como o conflito é algo que nos possibilita cocriar com o nosso adverso a solução, o melhor que se pode fazer é não confrontar para solucionar.
Gostou do artigo?
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como a essência humana molda nossas reações nos conflitos e nos ajuda a entender por que reagimos como reagimos? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê?
O post Como Regenerar Conflitos: A Essência Humana por Trás das Nossas Reações apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Todos nós sonhamos, e acredito serem a maioria de nossos sonhos a forma que encontramos para resolver conflitos pessoais.
Tive um sonho outro dia por demais estranho que me fez de imediato pensar em como estava preocupada com a minha insegurança bem como as dos demais, por questões relacionadas aos litígios provocados pela desorganização do sistema.
Um sistema é composto integralmente por elementos interrelacionados e interdependentes. Aqueles que compõem o sistema tem relações definidas que se mantém com objetivos definidos, uma vez que se entende que a operacionalização e a produção como um todo é melhor que a simples soma de seus componentes.
Em sendo o assunto abordado neste texto sobre o sistema das relações humanas, concluo disto que aqueles que compõem o sistema tem menor prioridade que o objetivo do próprio sistema, uma vez que o importante é o resultado final do idealizado pelo grupo que detém o controle do sistema.
Não seriam os detentores desse controle tão humanos quanto aqueles que tão somente observam e apenas tem que estar em consonância com o pré-estabelecido pelo grupo que controla?
Todos humanos são resultado de suas emoções vivenciadas e muitas vezes até mesmo não reconhecidas pelos atores que amargam aquilo que não compreendem.
O caos instalado no sistema desorganiza a todos. Sejam eles partícipes ou não das soluções aventadas diuturnamente.
Conflitos desnecessários se instalam e deixam todos sem saber qual o rumo tomar.
E, nau sem rumo causa inquietação, medo, desespero e principalmente insegurança. Portanto, o resultado é zero soluções para resolver o que afeta a todos.
Se o barco está sem rumo o conflito cresce. O que fazer? Optar por uma direção, penso que acalmará os sentidos de todos os que nele navegam. E, para isto a maioria deverá estar de acordo, ainda que alguns discordem, seja por incompreensão, ego ou qualquer outra razão que não tenhamos conhecimento.
Penso que desta forma podemos atenuar o conflito e cada indivíduo poderá racionalizar o que melhor lhe aprouver, mesmo que o sistema não entenda o indivíduo como o centro daquilo que pretendem.
Afinal, o todo é formado a partir de cada um. E o dito cujo “um” sempre encontrará outro “um” para dividir o que lhe interessa.
Cada indivíduo também pode organizar seus próprios interesses, reconhecendo que sempre existirão semelhanças com os de outros e, com isso, encontrar a possibilidade de satisfazer o todo. Cada qual com sua contribuição.
Penso que todos somos pessoas com características próprias e comuns.
Por isso, vejo que as características individuais não devem ser desmerecidas, rejeitadas ou não reconhecidas.
Quem nunca se deparou com algo insólito e que ao final trouxe algo benéfico para si mesmo?
Se compreendermos que tudo tem uma via de duas mãos, e é o que demonstra que ninguém deve se sentir superior a quem quer que seja, uma vez que sabemos que A não é B, o que não significa que A e B não possam estar juntas, mesmo porque uma segue a outra.
Se não resolvermos o conflito da segurança, que é o que mais me preocupa, certamente todos perderão. Ledo engano acreditar que isso atingirá só determinadas pessoas.
Saibam que a segurança é uma necessidade básica do ser humano para que se mantenha certo do que deverá fazer para realizar o que pretende e, sem ela o raciocínio se torna inconsequente, pois ele passa tão somente a visar a sua sobrevivência.
Somos todos UM. Sem o UM o todo também não existiria, pois como as pétalas da rosa começam a se desfazer a partir da primeira pétala que cai, todos cairão se não estiverem atentos a importância de cada pétala que forma a completude da rosa.
Quer saber mais de que forma nossos sonhos podem revelar os conflitos invisíveis que vivemos dentro dos sistemas aos quais pertencemos? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este tema.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos
O post Sonhos: O quê? Por quê? Como? Para quê? apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Utilizamos o plebiscito quando conceitos antagônicos divergem categoricamente sobre o que é melhor para todos.
O plebiscito acontece quando o povo vota em uma regra de forma democrática e, depois, o parlamento a referenda como regra para todos.
Inicio este texto dessa forma para que fique mais clara a minha intenção ao falar de plebiscito de ideias.
Para isso, coloco uma questão que está conectada com os nossos conflitos pessoais diante das mazelas que nos afligem diuturnamente:
Subjetivamente, a visão dos fatos para cada pessoa sempre está de acordo com o que mais se assemelha aos seus desejos, anseios, necessidades, interesses e, sobretudo, como se formou a sua personalidade ao longo de sua vida.
Esta é a razão pela qual não podemos esquecer que, em cada etapa de nossas vidas, o objetivo de cada um se torna diferente com o decorrer do tempo.
Por outro lado, se as ideias de um jovem estão calcadas em sua pouca vivência, seu ideal de mundo é basicamente subjetivo.
Certamente, o mundo real, quando for adulto, apresentará a ele novas ideias sobre o que será melhor para si, uma vez que o que pensa deverá estar de acordo com suas necessidades e interesses.
Nesta fase, as obrigações são prementes e quase sempre inquestionáveis. Encarar a realidade, para alguns dos novos adultos, faz com que se sintam oprimidos diante dos fatos que se apresentam.
No entanto, como os acontecimentos são subjetivos, o olhar debruçado sobre cada assunto será diferente daquele que, até o momento presente, parecia ser idêntico para todos.
Encarar a vida sem as benesses da puberdade, mesmo que esta, muitas vezes, tenha sido confusa, pode se tornar um fardo bastante pesado.
O tempo passa e os já adultos se veem diante de questões ainda mais preocupantes, e percebem que o decorrer do tempo não lhes permite mais vacilar diante de determinados acontecimentos, eis que esses se impõem e emergem em suas emoções sob o véu de um certo medo. Para alguns, ao enfrentar os dissabores incontestáveis, enxergam o novo caminho como uma nuvem escura.
Enquanto para aqueles que já passaram por esse processo conflituoso, os dissabores são solucionáveis, independentemente das dificuldades que se apresentam.
Sabe-se que as ideias são, muitas vezes, absolutamente disparatadas, porém não menos valiosas que aquelas consideradas coerentes e racionais de acordo com a maioria.
O que podemos pensar sobre o invento da primeira bicicleta?
As rodas eram absurdamente diferentes; no entanto, essa ideia primária foi a que nos trouxe a atual bicicleta.
Por que não imaginou o inventor desse meio de locomoção uma bicicleta com as rodas iguais?
Será que ele ouviu uma ideia diferente sobre sua bicicleta?
Não sabemos, porém, assim como em outras invenções, a primeira ideia — aquela que antecede todas as demais — quase sempre é a mais complicada.
Será que é porque temos o hábito de pensar e repensar o problema em vez de buscar, de imediato, um pensamento sobre a solução?
A questão é: é notório que, naturalmente, todos querem que sua ideia prevaleça, e isso é o que, na maioria das vezes, acarreta mais conflitos.
Ser o autor de uma ideia, assim como a pedra preciosa encontrada em sua forma bruta, é importante; porém, o valor da pedra e o seu brilho serão maiores depois de ser essa pedra lapidada.
Assim são as ideias em todos os contextos. A nossa primeira ideia pode e deve ser lapidada para chegar ao melhor que se pode.
E isso será ainda melhor se aproveitarmos todas as outras ideias que surgirem com o decorrer do tempo, o que nos possibilitará desenhar e construir uma nova ideia, aprimorada em todos os sentidos, desde que realmente ouvida por todos.
Portanto, torna-se desnecessário o plebiscito de ideias quando podemos unir as melhores sugestões e, com elas, encontrarmos o denominador comum a todos em qualquer conflito. Para isso, o mais importante é a coerência, lealdade, honestidade e verdadeira vontade de resolver aquilo que importuna a todos, para que a nova ideia seja referendada.
Escolher e cumprir o que foi prometido com a nova ideia é o dever daqueles que a escolheram, pois só assim demonstrarão a importância do seu livre-arbítrio na busca das soluções advindas das sugestões construídas para o bem comum.
Quer saber mais sobre como transformar divergências em pontes de entendimento e construir soluções coletivas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA)
O post Plebiscito de Ideias: Quando o Valor Está em Construir Juntos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA) apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Certo dia ao acordar, me deparo com as frases que se seguem em meu computador.
Não sei se fico feliz, mas tenho certeza de que instalaram pensamentos que me deixam com um conflito pessoal e me fazem refletir como será o futuro dos seres humanos.
Eis as frases:
“A inteligência artificial é a nova eletricidade. Ela irá transformar todos os setores da sociedade e impulsionar o progresso humano de uma forma sem precedentes.” – Andrew Ng.
“A inteligência artificial é como o fogo: pode ser uma grande ferramenta, mas também pode ser perigosa se não for controlada.” – Max Tegmark.25 de nov. de 2023
Sabemos que as mudanças são parte da evolução humana. No entanto, as mudanças com a implementação das tecnologias são avassaladoras, e muitas vezes difíceis de serem acompanhadas pela simples lógica e pensamento racional.
Dia após dia nos vemos diante de mudanças que se sobrepõem ao cotidiano da maioria e transformam a todos mero expectadores de fatos que nos deixam sem compreender ou até mesmo avaliar qual será o nosso próximo passo.
A ligeireza dos fatos, notícias e transformações passam como o vento, que só percebemos quando já está acontecendo.
Tudo isso me faz pensar em como seremos, ou estaremos, na próxima semana.
Como será o amanhã de todos os que se dedicam a aprender, pensar e refletir com seus semelhantes sobre fatos complexos?
Como será a troca entre pais e filhos, uma vez que todo o conhecimento se encontra encaixotado e disponível a qualquer momento?
E como os descendentes enxergarão aqueles que os trouxeram ao mundo, aos que os provém, se é que serão providos por eles mesmos?
Se pouco a pouco, cada vez mais máquinas nos suplantam com competência e precisão, o que nos restará fazer?
Estaremos restritos a ser mero observadores do mundo?
Onde ficará o nosso raciocínio, alimentado pelas ações diárias?
Deixaremos de pensar e agir?
Qual será a nossa função?
Ao mesmo tempo que fico maravilhada com todas as modernidades que nos são apresentadas, fico também assustada ao pensar que seremos superados por caixas organizadas, que fazem tudo de maneira mais fácil o que eu tive que aprender e me dedicar para conseguir realizar.
Será que até mesmo as nossas emoções e sentimentos serão também descartados?
Sem sombra de dúvidas e sem retorno a IA, inteligência artificial, será a protagonista da vez. Resta saber como resolveremos os nossos conflitos pessoais?
Sabemos que a natureza vegetal também faz parte do sistema, e vivem, ainda que aparentemente não falem.
Será que posso me fiar no que disse Zuckerberg:
“A inteligência artificial, hoje, representa uma oportunidade para que as pessoas possam se concentrar mais na essência do que querem fazer, em vez de lidar com tarefas que podem ser automatizadas”?
Ou a inteligência artificial substituirá a tudo e a todos como protagonista na história da humanidade, uma vez que não precisarei mais pensar para encontrar as soluções?
Como este é um caminho sem volta acho que devemos pensar o que faremos para não nos tornarmos bonecos do novo sistema.
Quer saber mais sobre como podemos preservar e reinventar a nossa função humana — emocional, ética e criativa — num mundo em que a inteligência artificial realiza tarefas cognitivas com rapidez superior? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro
O post Quem seremos nós? — A Identidade Humana na Era da Inteligência Artificial (IA) apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>“A vida tem sua própria sabedoria. Quem tenta ajudar uma borboleta a sair do casulo a mata. Quem tenta ajudar o broto a sair da semente o destrói. Há certas coisas que têm que acontecer de dentro para fora.” (Rubem Alves)
A reflexão de Rubem Alves espelha o eterno dilema da culpa, causadora de conflitos pessoais, que a maioria das pessoas sente ao se deparar com a necessidade do outro.
Digo culpa porque quantos de nós nos sentimos culpados quando, na verdade, não o somos por mazelas que em sua maioria nem soubemos como aconteceram?
No entanto, o que é que nos faz tentar ajudar o próximo sem ao menos refletir sobre as causas do seu desespero?
Seria a compaixão um caminho de duas vias?
Seria mesmo compaixão ou medo de que o mesmo nos aconteça?
A sensação de que o perigo está próximo pode nos afetar a ponto de não discernirmos se a ajuda que pretendemos dar é resultado de alguma emoção mal resolvida em nosso EU ou se ela é realmente necessária e profícua para aquele que a necessita?
Rubem Alves nos mostra a importância de se observar, se nossa ação em prol do bem de outrem é realmente pelo bem ou se será prejudicial ao desenvolvimento pessoal daquele a quem julgamos ser necessária a ajuda.
Afinal, a vida é do outro e, muitas vezes, nos antecipamos, mesmo que o outro não tenha demandado ajuda, como se o que pensamos ou avaliamos fosse o melhor para aquele Ser, que pode até mesmo ser nosso desconhecido.
Em meu entendimento, que também pode estar equivocado, a melhor opção de ajuda é o diálogo sincero entre as pessoas. Esse diálogo serve tanto para os que necessitam de apoio quanto para aqueles que ajudam.
Os nossos pensamentos se coadunam com as nossas vivências. Estas são subjetivas e intransferíveis. Por essa razão, ao trocarmos ideias, os pontos convergentes desses pensamentos podem ajudar tanto um como o outro a entenderem melhor a razão do desconforto de quem oferece ajuda, bem como de quem a recebe.
Enfim, no emaranhado entre os que são socorridos e os que socorrem, pode-se encontrar o sentido da vida de um quanto do outro. Isso acontece desde que não se tente transformar o socorrido naquele que pensamos ser a melhor versão para o seu sucesso pessoal.
Tudo isso porque ajudar ao próximo é se dar a chance de transformar a vida da outra pessoa, bem como a chance de transformação da vida daquele que ajuda.
Antecipar o crescimento do outro denominando ajuda pode ser a destruição de alguém que ainda não terminou de florescer.
Respeitar o tempo de cada pessoa é não prejudicar o seu desenvolvimento.
Quer saber mais sobre como respeitar o tempo do outro para que o crescimento aconteça de forma genuína? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade
O post Posso Ajudar Sem Prejudicar? Respeitando o Tempo do Outro apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Estar consciente da própria finitude é saber que nem tudo é eterno e tampouco nós mesmos.
Triste isso? Não acredito. Entendo o fim como algo que nos traz coisas novas e diferentes, às quais não estamos habituados.
No entanto, vejo com certa inquietude aqueles que não percebem que o seu tempo acabou.
Acabou para uma determinada situação.
Por outro lado, sei que grandes líderes são aqueles que formam novos líderes, porque estes sim estão conscientes de sua finitude. Aquele que não observa isso cai na própria armadilha, uma vez que o fim será triste para si mesmo.
O legado acontece quando você compreende que nada é para sempre e que outros o substituirão, assim como os filhos, que são frutos seus, porém com conceitos próprios para o momento em que vivem.
E aquele que deixa um bom legado sabe que muito do que aprendeu em sua jornada continuará com novas nuances em seus descendentes, os quais, quando (e se) preparados devidamente para respeitar o que você foi, seguem o básico que lhes foi ensinado com respeito e amor.
O pai que respeitou seu filho como um novo ser, o vê lapidar os novos acontecimentos embasando-se naquilo que foi útil, bom e que realmente favoreceu ao seu crescimento como ser humano.
Infelizmente, há aqueles que acreditam ser eternos neste plano, e vivem como se não houvesse o amanhã ou, pior, creem que o dia seguinte sempre será da forma como idealizam.
Acredito que se observassem a natureza, e como ela nos ensina o começo, o meio e o fim, perceberiam que a eternidade é para aqueles que percebem as mudanças e se adequam aos novos tempos e aguardam as novas mudanças porque estão cientes que o mundo dá voltas.
Afinal somos todos natureza!
O quebra-cabeças de hoje será resolvido pelos pequenos, os quais devemos mirar com a atenção necessária. Isso porque, ao se observar as crianças, percebe-se o quanto de nós existe em cada uma delas.
Sabemos também como é curto o tempo de infância e grande o da vida adulta.
Essa é a razão para formarmos esses novos seres cônscios de que o mundo melhor virá quando estiverem preparados para compreender que tudo tem começo, meio e fim, e só assim o legado de boas práticas permanecerá para sempre.
Finalizo com esta frase de autor desconhecido que resume a importância do legado em poucas palavras:
“Legado não é o que você deixa para as pessoas, mas o que deixa nas pessoas.”
Quer saber mais sobre como a consciência da própria finitude pode transformar nosso modo de liderar, educar e deixar um legado significativo? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/
Confira também: Conflitos São Inerentes aos Seres Humanos: Será Que Tudo Isso É um Teatro da Vida Real?
O post Qual o Seu Legado em Sua Finitude? Reflexões Sobre o Fim, o Tempo e a Continuidade apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>