O post Encerrar Também é Crescer: A Importância de Fechar Ciclos na Carreira apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Iniciei meu novo ano com mudanças conscientes em meu trabalho, sendo que algumas até divulgo nas mídias sociais.
No contexto atual das organizações, a capacidade de reconhecer o momento de encerrar um ciclo tornou-se uma competência tão estratégica quanto a de iniciar um novo projeto. A neurociência tem demonstrado que o desempenho humano está diretamente relacionado à plasticidade neural — a habilidade do cérebro de se reorganizar a partir de novas experiências.
Pesquisadores como Michael Merzenich e Norman Doidge mostram que a plasticidade se fortalece quando alternamos entre períodos de estabilidade, que aprofundam competências, e momentos de transição, que ampliam repertórios. A permanência gera domínio; a mudança gera expansão. O equilíbrio entre esses dois movimentos sustenta a performance ao longo da carreira.
Em minha trajetória, vivi e tenho vivido esse movimento em diferentes momentos. Em um percebi que meu desenvolvimento pedia novas interações, perspectivas e formas de atuação. Meu cérebro e minha alma pediam novos estímulos, outras conversas bem como outras formas de pensar e sentir. A neurociência chama isso de “plasticidade experiencial”: quando nos expomos a ambientes diferentes, criamos novas conexões neurais que ampliam nossa capacidade de perceber, decidir e inovar.
Eu outro momento concluí que meu ciclo ali também havia se completado. E assim vejo hoje, a trajetória vivida nas empresas em que atuei, nos programas e projetos que conduzi, nos clientes que atendi.
Essas decisões não foram motivadas por ruptura, mas por alinhamento, continuidade. A continuidade de um movimento interno que me chama para espaços onde posso aprender, contribuir e me transformar. A neurociência reforça que a motivação e o engajamento se mantêm quando há propósito, significado, desafio e renovação. E nos casos vividos, esses elementos já não estavam tão presentes para mim.
Isso acontece porque nosso cérebro moldado pelo movimento: aprendemos quando mudamos, crescemos quando nos expomos ao novo e nos tornamos mais criativos quando nos permitimos atravessar fronteiras internas.
Saber a hora de sair é, portanto, um ato de maturidade profissional, compreender que a carreira é feita de movimentos. E que, ao honrar cada ciclo até o fim, criamos condições para iniciar o próximo com mais clareza, mais potência e mais consciência do valor que, de fato, podemos gerar.
Sair é honrar o que foi e abrir espaço para o que pode ser. É reconhecer que ciclos se completam e que, ao encerrá-los com consciência, deixamos um legado mais íntegro — para nós e para os outros.
No fim, a carreira não é uma linha reta, contínua, mas uma sequência de movimentos, conscientes ou não, que nos convidam a evoluir. E evoluir exige coragem para partir. Saber a hora de sair é tão importante quanto saber a hora de entrar. É um ato de maturidade, de respeito ao que foi construído e de compromisso com o que ainda pode ser criado. Pode não ser fácil, mas vale a pena.
Quer saber mais sobre como reconhecer o momento certo de encerrar ciclos na carreira e iniciar novos movimentos com consciência? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder..
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
https://www.linkedin.com/in/vera-costa-71830715/
Confira também: Por que Sonhar é Estratégico: A Ciência do Atrator Emocional Positivo (AEP)
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]]>O post Por que Sonhar é Estratégico: A Ciência do Atrator Emocional Positivo – AEP apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>No mês passado, meu artigo foi sobre o cérebro humano que opera com duas redes neurais dominantes quando se trata de aprender e mudar — a Rede Analítica (RA) e a Rede Empática (RE), inspirada por um livro que estou estudando, “Ajudando pessoas a mudar” de Richard Boyatzis e seus coautores. Continuo aqui, minha inspiração trazendo um outro conceito, também abordado no mesmo livro, o AEP.
Mas é justamente nesse ambiente que o Atrator Emocional Positivo — o AEP — se torna uma vantagem competitiva. Os autores, descrevem um estado emocional no qual a pessoa se sente segura, esperançosa e conectada ao que realmente deseja para o futuro. É um estado que ativa abertura, criatividade e motivação genuína. Em termos simples, o AEP é o ponto emocional onde mudanças verdadeiras começam a ganhar força.
Quando alguém acessa esse estado, então algo muda de dentro para fora. O corpo relaxa, a mente se expande e a visão de futuro deixa de ser uma projeção racional para se tornar um desejo vivo. Em vez de focar no que está errado, a pessoa passa a enxergar possibilidades. E isso importa porque ninguém sustenta transformações profundas apenas com disciplina ou cobrança. Mudanças duradouras nascem de um propósito que inspira, não de uma lista de tarefas.
Times que operam nesse estado tendem a colaborar mais, inovar mais e lidar melhor com desafios. O AEP não elimina problemas, mas muda a forma como nos relacionamos com eles. Em vez de reagir com medo, reagimos com curiosidade. Em vez de nos fecharmos, nos abrimos. E em vez de apenas cumprir, criamos.
O mais poderoso é que o AEP não depende de grandes intervenções. Ele nasce de pequenas escolhas diárias: uma conversa que valoriza o potencial, um gesto de empatia bem como um momento de reflexão sobre o que realmente importa. São microações que, repetidas, constroem uma cultura emocionalmente inteligente — e essa cultura sem dúvida transforma pessoas e resultados.
Em um mundo que nos empurra para o modo de sobrevivência, acessar o Atrator Emocional Positivo é quase um ato de coragem. É escolher crescer, mesmo quando tudo ao redor pede urgência. É lembrar que mudança não é um peso, mas uma oportunidade de se aproximar daquilo que queremos ser e atuar para que isso aconteça.
No próximo mês, explorarei o Atrator Emocional Negativo, daí o contraste ficará ainda mais evidente. Por agora, vale essas perguntas silenciosas que o AEP sempre provoca:
Quer saber mais sobre como o Atrator Emocional Positivo (AEP) pode ser aplicado na liderança e no ambiente de trabalho para gerar mudanças sustentáveis, engajamento e melhores resultados? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder..
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: A Arte de Mudar: Como Equilibrar a Rede Analítica e a Rede Empática para Transformar Comportamento
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]]>Estou, junto com uma amiga, estudando, estudando mesmo, o livro Ajudando Pessoas a Mudar, de Richard Boyatzis e seus coautores. Claro que este tema nos interessa como seres humanos, para nos entendermos mais, nos provocarmos e nos auxiliarmos nos trabalhos que realizamos junto aos nossos clientes.
Resolvi, neste artigo, trazer um recorte de um dos vários pontos cruciais que é destacado sobre o cérebro humano que opera com duas redes neurais dominantes quando se trata de aprender e mudar — a Rede Analítica (RA) e a Rede Empática (RE).
Essas redes neurais não funcionam simultaneamente; ao contrário, são antagonistas em sua ativação. Quando uma está ativa, a outra tende a se desligar. Compreender essa dinâmica é essencial para promover mudanças reais e duradouras, tanto em nós mesmos quanto nos outros.
O grande desafio, segundo Boyatzis, é que a maioria dos ambientes profissionais e educacionais valoriza excessivamente a RA. Somos treinados para analisar, julgar, corrigir e resolver. No entanto, mudanças comportamentais profundas — aquelas que realmente transformam — ocorrem quando acessamos a RE. É nela que reside a motivação intrínseca, o desejo de crescer e a conexão com o nosso “eu ideal”.
Por exemplo, imagine um líder que deseja melhorar sua comunicação com a equipe. Se ele focar apenas na RA, buscará técnicas, livros e feedbacks objetivos. Isso pode gerar melhorias pontuais. Mas se ele ativar a RE — refletindo sobre como suas palavras afetam os outros, escutando com empatia, ficando aberto a cada um, a suas emoções e se conectando com os valores da equipe — a mudança será mais profunda e sustentável.
Outro exemplo prático está no coaching. Um coach que atua apenas com a RA pode se concentrar em metas, métricas e planos de ação. Já um coach que ativa a RE ajuda o coachee a explorar seus sonhos, paixões e propósito. A ciência mostra que esse tipo de abordagem — chamada de “coaching com compaixão” — ativa áreas do cérebro associadas ao bem-estar, à criatividade e à aprendizagem duradoura.
Precisamos da RA para estruturar, planejar e executar. Mas é a RE que nos conecta com o que realmente importa, com nossos valores e com os outros. Alternar entre essas redes neurais de forma consciente é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Práticas como mindfulness, escuta ativa, conversas inspiradoras e reflexões sobre o propósito ajudam a ativar a RE. Já o uso de ferramentas analíticas, metas SMART e indicadores de desempenho, como KPI’s, OKR’s, fortalecem a RA.
Em resumo, mudar não é apenas uma questão de esforço racional. É um processo que exige conexão emocional, empatia e visão de futuro. Ao equilibrarmos a Rede Analítica e a Rede Empática, criamos as condições ideais para uma mudança verdadeira — aquela que transforma não só o comportamento, mas também o coração e a mente.
E então, como você tem percebido as mudanças na sua vida, na sua equipe? Quais dessas redes neurais vocês têm acessado mais?
Quer saber mais sobre como as redes neurais influenciam o comportamento e como equilibrar a rede analítica e a rede empática pode transformar sua vida e seu trabalho? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: Como Calibrar Programas de Estágio para Formar Talentos e Evitar o Burnout
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]]>Estou tomada por uma experiência neste último mês: de avaliar casos para uma premiação. Casos diversos que me trouxeram reflexões sobre formação de talentos nas empresas.
No ambiente corporativo dinâmico de hoje, a palavra “estágio” muitas vezes evoca uma visão puramente utilitária. Ora reduzida à mão de obra acessível para tarefas básicas, ora sobrecarregada com responsabilidades muito acima do nível de preparo.
Essa polarização revela um descompasso preocupante. Em um extremo, há a negligência no onboarding e no acompanhamento, o que transforma o ato educativo em uma passagem burocrática sem valor formativo. No outro, a empresa — impulsionada por cortes de custo ou má gestão — atribui aos estagiários desafios e responsabilidades de um profissional pleno. O resultado é o estresse, o esgotamento (burnout) e o prejuízo à saúde mental.
Ambas as falhas ignoram a profunda função social e estratégica que o programa de estágio carrega, especialmente em um contexto de escassez de talentos qualificados. E urgem por uma reavaliação do compromisso com o desenvolvimento e a integração desses jovens.
A Lei do Estágio (Lei 11.788/08) define o estágio como um ato educativo escolar supervisionado, visando a complementação do ensino e o desenvolvimento para a vida cidadã e o trabalho.
Em essência, a empresa se torna uma extensão da sala de aula, assumindo o papel de agente formador. Para que isso se cumpra, o desafio está em encontrar o equilíbrio: o estagiário precisa de responsabilidades que o tirem da zona de conforto, mas que sejam suportadas por uma estrutura de desenvolvimento e mentoria adequada.
O programa de estágio ideal deve cumprir sua tríplice função, que beneficia o estagiário, a empresa e a sociedade.
Ela atua como a ponte vital que permite ao estudante aplicar conceitos em cenários reais, enfrentar desafios práticos. E, mais importante, desenvolver soft skills (habilidades sociais e comportamentais) como proatividade, comunicação eficaz e resiliência.
Quando a empresa não oferece tarefas significativas e supervisão qualificada – seja por subutilização ou sobrecarga –, ela sabota essa etapa crucial.
A responsabilidade social não se limita à filantropia; a inclusão, formação e mentoria de jovens talentos é uma manifestação concreta do pilar Social, contribuindo diretamente para a redução das desigualdades e para a construção de um capital humano qualificado para o futuro da sociedade. Uma empresa que não investe na formação falha em seu dever cívico.
Para a organização, é o canal mais eficiente para preparar futuros líderes com seu próprio DNA cultural e técnico. Estagiários bem acompanhados, que recebem desafios sob medida para seu nível de maturidade e aprendizado, crescem em ritmo acelerado e, ao serem efetivados, apresentam de fato taxas de retenção e engajamento significativamente superiores.
Eles trazem novas ideias e oxigenam os times, mas apenas se a empresa estiver disposta a atuar como uma verdadeira escola de negócios, e não como um mero contratante.
Isso começa com um onboarding que vá além da burocracia, focado na integração cultural e na apresentação de um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) claro e progressivo.
É fundamental designar um mentor/tutor formal que tenha tempo dedicado para feedback contínuo e qualificado, ajustando a dificuldade das tarefas à medida que o jovem cresce. Dar um desafio grande demais sem o suporte necessário é punir a inexperiência; dar tarefas irrelevantes é desperdiçar o potencial.
O sucesso está em calibrar a régua: oferecer projetos que exijam esforço e raciocínio, mas com a rede de segurança de um profissional experiente. Afinal, é quando o estagiário é desafiado com intencionalidade que vemos o verdadeiro crescimento, transformando assim o programa de estágio em um investimento sólido e ético no futuro da organização e do próprio mercado de trabalho.
O estágio não é um atalho para economizar na folha de pagamento, nem uma forma de terceirizar responsabilidades de especialistas; é uma plataforma de desenvolvimento.
E você, como tem conduzido este programa na sua empresa? Estão formando talentos para o futuro?
Quer saber mais sobre como calibrar programas de estágio para formar talentos e evitar o burnout? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: Pessoas Importam: Por que o Sucesso nas Empresas Tem Nome e Rosto
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]]>“Você ainda chama sua equipe de ‘funcionários’? Talvez esteja na hora de rever isso…”
Durante décadas, o papel das pessoas dentro das empresas foi descrito por termos que revelam muito mais do que simples nomenclaturas — revelam a evolução da mentalidade corporativa, expressa e praticada em sua cultura.
Com o avanço da revolução industrial, os indivíduos eram chamados de “empregados”, uma figura atrelada a uma relação de submissão, de obediência, de hierarquia rígida, do peso de uma mão de obra vista como uma commodity, um recurso a ser utilizado para a produção. O foco estava na execução de tarefas, no cumprimento de ordens, do dever, e o vínculo era quase exclusivamente contratual.
Depois o termo evoluiu para “funcionários”, uma tentativa de suavizar a relação, mas ainda centrada numa função específica a se exercer. Apesar disso, já trazia um tom um pouco mais de pertencimento a uma organização. Era um passo, ainda que tímido, em direção a uma visão menos transacional e mais de interdependência. O funcionário era a engrenagem de uma grande máquina empresarial.
Foi só com o avanço das discussões sobre cultura organizacional, motivação e propósito que surgiu uma mudança significativa: os “colaboradores”. Essa palavra não é apenas um eufemismo, ela encapsula uma nova filosofia de trabalho, trouxe consigo uma nova perspectiva.
O foco se deslocou da mera produtividade para a cocriação, para o engajamento e para a construção de um ambiente onde a inteligência coletiva supera a individual.
Essa ideia de colaboração substituiu a de obediência cega. E com isso, as empresas começaram a perceber que o crescimento sustentável não vem apenas de estratégias bem desenhadas, mas da soma das ideias, talentos e engajamento de quem está ali todos os dias.
Mais recentemente, em empresas que estão na vanguarda da gestão de pessoas, vemos o surgimento de termos como “associados”, “parceiros”, “membros do time” e até mesmo “sócios”. Isso não é apenas um jogo de palavras, mas a materialização de uma cultura que reflete uma tentativa de estreitar laços, de reconhecer que o sucesso de uma empresa não é obra de um CEO visionário, apoiado pelo Conselho, ou de um plano de negócios impecável, mas sim da energia coletiva, da inteligência distribuída e valorizada, da capacidade de inovar em conjunto.
Essa mudança de vocabulário não é apenas estética — ela é simbólica. Ela mostra que estamos caminhando para modelos mais horizontais, mais humanos, mais conectados com os valores de respeito, inclusão e propósito. A participação nos resultados e o senso de propriedade são tão fortes que a linha entre o indivíduo e a organização se torna cada vez mais tênue. O sucesso da empresa é o sucesso de cada um que a compõe.
Cada colaborador tem um nome, uma história, um rosto que carrega experiências únicas — e é essa diversidade que constrói a identidade viva de uma empresa. Não são apenas metas batidas ou gráficos ascendentes que definem sucesso. São os rostos por trás das conquistas, os nomes que muitas vezes passam despercebidos, mas que sustentam cada passo da jornada.
Se você também acredita que o sucesso tem nome e rosto, compartilhe este artigo, comente, traga sua visão. Vamos juntos ampliar essa conversa e construir ambientes de trabalho onde cada pessoa importa — e onde o crescimento é, acima de tudo, humano.
Quer saber mais por que as pessoas realmente importam e como esse reconhecimento transforma o sucesso das empresas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: IA: Lições do Passado para Enfrentar o Futuro sem Medo
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]]>No artigo anterior, falamos sobre o medo, como ele funciona lá no nosso cérebro e como ele se manifesta diante das inovações, especialmente agora com a Inteligência Artificial. Vimos que é um sentimento natural, mas que, em excesso, pode nos paralisar. Agora, é hora de virar a página e mergulhar na história para entender como a humanidade sempre superou as incertezas, lidou com as mudanças e transformou o novo em progresso.
A Revolução Industrial, por exemplo, gerou um pânico generalizado. Os trabalhadores viam o tear mecânico não como uma ferramenta para aumentar a produção, mas como um monstro que roubaria seus empregos e os deixaria na miséria. Houve quebra-quebra de máquinas, protestos, um caos! O medo era palpável e, para muitos, totalmente justificável à época.
Mas a história mostrou que, apesar das dificuldades iniciais, a tecnologia não só não acabou com os empregos, como criou muitos outros, transformou a economia e melhorou a vida de milhões de pessoas. O que antes era temido, virou base para um salto de produtividade e bem-estar.
Pulando algumas décadas, tivemos a chegada do computador pessoal, depois a internet, os smartphones. Cada um desses marcos veio acompanhado de previsões apocalípticas sobre o fim de profissões, a desumanização das relações e por aí vai. E o que aconteceu?! A gente se adaptou, criou novas formas de trabalhar, de se comunicar, de viver. Novas indústrias surgiram, novas profissões nasceram e as que já existiam se reinventaram.
A IA, hoje, não veio para substituir o ser humano, mas para amplificar as nossas capacidades. Ela pode otimizar processos, gerar insights valiosos a partir de volumes de dados impensáveis, automatizar tarefas repetitivas e liberar nosso tempo para o que realmente importa: a criatividade, o pensamento crítico, a tomada de decisões complexas, a interação humana.
Eu tenho pensado e a usado como uma superassistente, uma copiloto para minha jornada profissional, para minha vida. Convido você a fazer o mesmo. Ela pode te ajudar a escrever um e-mail mais rápido, a analisar relatórios em minutos, a identificar tendências de mercado que você levaria dias para descobrir. Ela pode, sim, mudar a forma como algumas profissões são exercidas, e até criar novas – assim como o tear criou o técnico de máquinas e a internet criou o desenvolvedor web. Mas isso não é o fim, é uma evolução.
Então, como a gente lida com esse medo da IA? O primeiro passo é o conhecimento. Buscar informações de fontes confiáveis, entender o que a IA realmente é, e o que ela não é. O segundo é a adaptação. O mercado de trabalho sempre exigiu flexibilidade e capacidade de aprendizado. Com a IA, isso se torna ainda mais crucial. Profissionais que se qualificarem, que entenderem como usar a IA a seu favor, estarão à frente.
A IA não é um inimigo, mas um aliado em potencial. Ela pode, além do que já foi abordado, otimizar processos, gerar insights valiosos, liberar tempo para a inovação. E no mercado, quem souber como aproveitar essas oportunidades, vai colher os frutos.
O medo é real, faz parte da nossa natureza. Mas a história nos mostra que a curiosidade, a capacidade de adaptação e a busca por conhecimento sempre foram as melhores armas contra ele. A IA está aqui, e a gente tem a chance de moldar o nosso futuro, em vez de apenas temê-lo. Que tal começar a aprender a usá-la a nosso favor, em vez de deixar que o medo nos impeça de avançar?
Quer entender como transformar o medo da Inteligência Artificial em confiança e usar a história como guia para avançar com segurança? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: O Medo Nosso de Cada Dia: Do Básico Cerebral ao Bicho-Papão da IA
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]]>Tenho lido, visto, ouvido tanto sobre IA que resolvi refletir e escrever sobre nossos medos quando algo novo surge.
A gente vive num mundo em constante mudança, não é mesmo? E, convenhamos, mudança quase sempre vem acompanhada de uma dose de incerteza. E a incerteza… ah, essa é a mãe do medo. É um sentimento tão antigo quanto a humanidade, que nos acompanhou desde que a gente caçava mamutes e agora nos segue até na hora de dar nosso “aceite” nos termos de uso de um aplicativo novo.
Lá no nosso cérebro, temos uma estrutura chamada amígdala. Ela é a nossa “central de alarme” particular. Quando percebe uma ameaça – seja um leão faminto na savana ou a possibilidade de perder o emprego por causa de uma tecnologia nova –, a amígdala dispara uma série de reações químicas. Nosso coração acelera, a respiração fica ofegante, os músculos se preparam para lutar ou fugir. É o famoso “instinto de sobrevivência” em ação.
Esse mecanismo é vital, claro. Ele nos alerta para possíveis perigos e nos impulsiona a ser cautelosos. Sem ele, estaríamos à mercê de qualquer risco. Mas, em excesso, ele pode virar uma âncora, nos impedindo de explorar, de inovar, de crescer. É quando o medo, que deveria nos proteger, nos paralisa, nos bloqueia.
Pensa bem: cada vez que uma grande inovação surgia, vinha junto àquele friozinho na barriga. “Será que vai dar certo?” “Vou conseguir me adaptar?” “Isso vai roubar meu emprego?” Essas perguntas não são novas, elas ecoam a cada grande salto tecnológico que a gente dá. A amígdala não distingue muito bem entre um predador real e a ameaça percebida de uma mudança radical no nosso dia a dia ou então na nossa profissão. Para ela, incerteza é perigo.
É por isso que, mesmo diante de avanços que prometem otimizar e facilitar a vida, surge uma resistência inicial. É a nossa biologia básica agindo, nos puxando para a zona de conforto, para o conhecido. E quando o desconhecido é algo tão complexo e com tanto potencial quanto a Inteligência Artificial, o alarme da amígdala tende a soar mais alto.
O burburinho é gigantesco, e com ele, um mar de informações, de possibilidades, e, claro, de muito medo. Medo de que a IA seja “inteligente demais”, de que substitua completamente os humanos, de que crie um futuro distópico. A gente ouve de tudo: “os robôs vão dominar o mundo”, “minha profissão vai acabar”, “a criatividade humana não será mais necessária”.
Muito desse medo é alimentado pela desinformação e pelo desconhecimento. A mídia, muitas vezes em busca de cliques, explora o lado mais sensacionalista, criando manchetes que amplificam a apreensão. Filmes e livros de ficção científica, por mais que sejam excelentes obras, também contribuem para um imaginário coletivo de IAs autônomas e maléficas, que parecem saídas de um roteiro de Hollywood.
A Inteligência Artificial é uma ferramenta, sim, poderosíssima, capaz de processar volumes gigantescos de dados, identificar padrões complexos e automatizar tarefas repetitivas em uma velocidade que a gente, de fato, nem consegue imaginar. Ela está por trás de sistemas de recomendação que você usa todo dia, da busca no Google, dos assistentes de voz. Ela não é um ser consciente com planos de dominação global. Ainda assim, o medo é real para muitas pessoas.
No próximo artigo, vamos mergulhar nos dados históricos e entender como a humanidade sempre superou esses medos tecnológicos, transformando ameaças em oportunidades.
E se você ainda não começou, se encoraje e arrisque.
Quer descobrir como o medo do desconhecido afeta nossa capacidade de lidar com inovações como a Inteligência Artificial — e o que podemos fazer para transformá-lo em impulso para aprender e evoluir? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: Recarregar para Avançar: O Valor das Pausas Estratégicas no Mundo Organizacional
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]]>Acabei de retornar das férias. Momentos prazerosos, em ambientes totalmente diferentes do meu cotidiano. Esta volta sempre traz uma sensação ambígua: a mente renovada, mas a agenda esperando ansiosamente por atenção. Ao retomar o ritmo, percebi o impacto que esse período teve em minha clareza mental e energia, o que me levou a refletir sobre a real importância das pausas estratégicas do trabalho — não como um luxo, mas como um investimento essencial.
O descanso não é apenas uma indulgência ou um privilégio de quem pode se desconectar; ele é um recurso estratégico, capaz de redefinir prioridades e impulsionar a produtividade de forma sustentável.
Nos últimos anos, diversas pesquisas têm demonstrado como a sobrecarga mental compromete a capacidade de análise crítica, a criatividade e até mesmo a habilidade de tomar decisões sob pressão.
No entanto, ainda persiste, nas empresas e nas pessoas, uma cultura que valoriza a ocupação constante como um sinônimo de comprometimento e sucesso. Profissionais que se permitem pausas estratégicas não estão apenas se afastando temporariamente do trabalho; estão cultivando um ambiente interno mais propício para inovação e resolução de problemas.
Ele permite que o cérebro processe experiências anteriores, conecte informações aparentemente dispersas e encontre soluções mais eficazes para desafios complexos.
Grandes líderes da história, de artistas a cientistas, frequentemente citam momentos de descanso como catalisadores de suas melhores ideias. E se a inspiração e a clareza mental são fundamentais para todos os seres humanos, por que tantos ainda resistem à ideia de parar?
Aqueles que se permitem o equilíbrio entre trabalho e descanso não apenas aumentam sua produtividade como também fortalecem sua capacidade de liderança. Um executivo exausto não inspira confiança, nem consegue orientar sua equipe com clareza.
A fadiga reduz a empatia, a escuta ativa e até mesmo a paciência necessária para lidar com o outro, com os conflitos. Por outro lado, um líder que retorna de um período de descanso carrega uma nova perspectiva, uma disposição renovada para enfrentar desafios. Além disso, carrega também uma presença mais consciente.
Elas não são um luxo ou uma concessão ocasional, mas sim uma ferramenta essencial para a construção de carreiras sólidas e duradouras.
Afinal, na jornada profissional, não é o excesso de horas trabalhadas que define o sucesso, mas sim a qualidade das decisões tomadas ao longo do caminho. E, para decidir bem, é preciso estar verdadeiramente presente — descansado, focado e disposto a avançar com clareza.
Então, fica a provocação: você está realmente maximizando sua performance ou apenas sobrevivendo à rotina?
Se essa reflexão fez sentido para você, compartilhe comigo sua visão:
Como as pausas estratégicas no trabalho te impactam como Ser Humano que é, nos diversos papeis que desempenha na vida?
Lembre-se o profissional é apenas um deles!
Quer descobrir como as pausas estratégicas impactam a produtividade e fortalecem a liderança no trabalho e no ambiente organizacional? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
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Vera Godoi Costa
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Confira também: Do Limitado ao Inovador: Como a Mentalidade de Crescimento Muda o Jogo
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]]>A mentalidade de crescimento, conceito amplamente difundido pela psicóloga Carol Dweck, surge como um antídoto contra os padrões limitantes da mentalidade fixa, que abordei no artigo anterior. Se antes exploramos os bloqueios que impedem inovação e aprendizado, agora direcionamos o olhar para como superar essas barreiras e fomentar um ambiente empresarial mais dinâmico e resiliente.
Ao contrário da mentalidade fixa, que vê talentos e habilidades como atributos estáticos, a mentalidade de crescimento assume que capacidades podem ser desenvolvidas por meio de aprendizado, esforço e adaptação contínua. No contexto corporativo, essa visão transforma desafios em oportunidades e erros em aprendizados, criando uma cultura onde a evolução profissional é incentivada e valorizada.
Líderes que possuem mentalidade de crescimento encorajam experimentação e aprendizado, permitindo que suas equipes testem novas ideias sem medo de fracassar.
Diferentemente da postura rígida do “sempre fizemos assim”, esses gestores veem a mudança como parte essencial do progresso, estimulando a inovação e ampliando as possibilidades de desenvolvimento dentro da empresa.
A mentalidade de crescimento também redefine a maneira como colaboradores encaram suas próprias capacidades. Profissionais que adotam esse modelo não enxergam limitações como verdades absolutas, mas como habilidades a serem aprimoradas.
Em vez de evitar desafios por medo de errar, buscam aprender com cada experiência, desenvolvendo resiliência e expandindo seus horizontes. Essa atitude se reflete na produtividade, no engajamento, na criatividade, tornando-o e a empresa mais competitivos e adaptáveis.
Além disso, essa perspectiva influencia a cultura organizacional de forma ampla. Empresas que valorizam aprendizado contínuo investem em treinamentos e práticas que estimulam desenvolvimento das hard e soft skills. Ambientes que incentivam pensamento crítico e resolução de problemas fortalecem a capacidade de adaptação, essencial para lidar com mudanças constantes do mercado.
Ao eliminar a crença de que apenas alguns “nascem talentosos”, organizações constroem times que evoluem juntos, favorecendo inovação e crescimento sustentável.
No ambiente corporativo, esse processo pode ser impulsionado por iniciativas que valorizem a jornada de aprendizado, e não apenas os resultados imediatos.
Empresas que recompensam progresso e empenho fortalecem a motivação intrínseca dos colaboradores, criando uma cultura de alta performance e evolução contínua.
Se no artigo anterior refletimos sobre os riscos da mentalidade fixa, agora exploramos como a mentalidade de crescimento pode ser um caminho para transformação. Afinal, no mundo corporativo, onde a adaptabilidade é fator determinante de sucesso, apostar no aprendizado constante, no lifelong learning significa investir no futuro.
Para que essa mudança aconteça, líderes, equipes e empresas precisam compreender que o potencial humano não é estático—ele está sempre em construção.
Quantas oportunidades deixamos passar simplesmente por não acreditarmos nas nossas capacidades? E, mais importante, o que poderia acontecer se abraçássemos a ideia de que estamos sempre evoluindo, aprendendo e nos aprimorando?
No mundo corporativo, aqueles que cultivam uma mentalidade de crescimento não apenas avançam, mas redefinem o próprio conceito de sucesso. A pergunta que fica é: você está pronto para desafiar seus próprios limites e transformar sua trajetória? Terei um prazer enorme em conhecer suas reflexões.
Quer descobrir quais comportamentos no seu dia a dia corporativo ainda refletem uma mentalidade fixa — e como você pode começar a transformá-los em oportunidades de crescimento? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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Confira também: O Perigo Invisível da Mentalidade Fixa no Mundo Corporativo: Como Ela Sabota o Crescimento e a Inovação
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]]>Li o livro de Carol Dweck sobre mentalidade fixa e de crescimento assim que foi lançado. Desde então, tenho observado como esses conceitos se manifestam na prática, especialmente nas organizações em que atuo e na postura das lideranças.
Essa reflexão me levou a decidir escrever dois artigos sobre o tema: um agora e outro no próximo mês. E, curiosamente, escolhi começar pela mentalidade fixa. Por quê? Talvez porque ainda precisemos falar mais sobre isso.
No ambiente corporativo, ela aparece nas pequenas e grandes decisões do dia a dia—um gestor que descarta uma nova abordagem sem considerá-la, um colaborador que evita desafios por medo de errar, uma empresa que resiste a mudanças. O efeito é profundo e muitas vezes passa despercebido, dificultando a inovação e o crescimento.
Pense em um líder experiente que, diante da proposta de otimizar um processo, responde sem hesitação: “Sempre fizemos assim e funciona”, ou ainda, “Em time que está ganhando não se mexe”. Embora pareça uma postura fundamentada na experiência, essa resistência pode ser um reflexo do receio de testar algo novo e fracassar.
O problema é que, enquanto algumas empresas prosperam ao arriscar, antecipar tendências e inovar, outras permanecem estagnadas, presas a crenças que impedem sua evolução.
Essa mesma barreira afeta muitos profissionais. Diante de um desafio maior, alguns simplesmente recuam, convencidos de que suas habilidades são limitadas e não podem ser desenvolvidas. Outros não aceitam pois dizem serem bons demais, não tendo mais nada a desenvolver com este desafio.
Um colaborador que evita aprender um novo software por acreditar que “não é bom com tecnologia” exemplifica esse fenômeno. Esse bloqueio autoimposto restringe oportunidades e impede que talentos alcancem seu verdadeiro potencial, mantendo-os na zona de conforto.
Empresas que punem erros, em vez de enxergá-los como parte do aprendizado, criam ambientes rígidos e conservadores, onde sugestões inovadoras são vistas como ameaças. Funcionários, temendo represálias, preferem seguir protocolos seguros, mesmo quando menos eficientes.
A falta de estímulo ao desenvolvimento reflete a crença de que apenas algumas pessoas “nascem talentosas”, enquanto outras devem permanecer em papéis estáticos. Esse pensamento compromete a capacidade de adaptação da organização e, no longo prazo, enfraquece sua competitividade.
Muitas vezes, reproduzimos comportamentos sem perceber que estamos limitando nosso próprio crescimento ou o das pessoas ao nosso redor. O impacto vai além da produtividade e da inovação: ele afeta a motivação, o engajamento e a forma como profissionais enxergam seu potencial.
Talvez essa seja a grande questão. Quantas decisões, oportunidades e trajetórias são influenciadas por uma mentalidade fixa sem que percebamos? E VOCÊ, já se pegou agindo dessa forma? Quais momentos da sua trajetória refletem essa postura? E, mais importante: o que você pode fazer a partir dessa consciência?
Quer descobrir quais comportamentos e atitudes podem estar refletindo uma mentalidade fixa — e silenciosamente sabotando seu crescimento e bloqueando sua inovação no trabalho? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Vera Godoi Costa
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