O post Misoginia Contemporânea: Entre Indicadores, Percepções e a Urgência de Qualificar o Debate apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Falar sobre misoginia hoje exige mais do que posicionamento imediato ou alinhamento a discursos prontos. Exige disposição para observar com atenção aquilo que está explícito, mas, principalmente, aquilo que permanece naturalizado e, por isso, pouco questionado.
O tema ganhou visibilidade, passou a ocupar espaços institucionais e se tornou recorrente em debates nas redes sociais e em ambientes corporativos. Ainda assim, essa presença não garante profundidade. Em muitos casos, a discussão se ancora em percepções isoladas ou se perde em disputas que dificultam a construção de entendimento consistente.
Relatórios internacionais indicam que a equidade de gênero avança em ritmo lento, sugerindo que a convergência entre homens e mulheres em diferentes dimensões sociais ainda está distante.
No Brasil, levantamentos do IBGE mostram que mulheres continuam recebendo menos do que homens em funções equivalentes, além de concentrarem uma carga significativamente maior de trabalho não remunerado. Ao mesmo tempo, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que a violência contra a mulher segue em níveis elevados, demonstrando que a desigualdade não se limita a um único aspecto, mas atravessa dimensões econômicas, sociais e institucionais.
Esse conjunto de evidências evidencia que a misoginia não se restringe a manifestações explícitas ou a comportamentos extremos. Trata-se de um fenômeno estrutural, sustentado por práticas, crenças e padrões que, muitas vezes, operam de forma sutil.
Ela se manifesta na forma como oportunidades são distribuídas, na maneira como vozes são ouvidas ou deslegitimadas e nos critérios, nem sempre claros, que orientam decisões em diferentes contextos. Não se trata, portanto, de episódios isolados, mas de um sistema que influencia trajetórias de maneira contínua.
A escalabilidade desses ataques adiciona uma camada de complexidade ao problema, exigindo respostas que ultrapassem abordagens pontuais.
Ainda assim, há aspectos que não são, facilmente, capturados por indicadores. Existe uma dimensão subjetiva, construída por experiências recorrentes que, isoladamente, podem parecer irrelevantes, mas que, ao se acumularem, produzem efeitos significativos.
Pequenos deslocamentos de expectativa, avaliações inconsistentes, dúvidas que surgem sem base objetiva e critérios aplicados de forma desigual compõem um cenário que reforça a desigualdade de maneira silenciosa. É nesse nível que a misoginia se torna mais difícil de identificar e, consequentemente, de enfrentar.
No contexto corporativo, essa complexidade se intensifica. Muitas organizações avançaram na incorporação da diversidade como valor institucional e passaram a adotar políticas formais voltadas à equidade.
No entanto, nem sempre esses avanços foram acompanhados por revisões estruturais nos critérios que orientam decisões de reconhecimento, promoção e liderança. A presença feminina, embora crescente, nem sempre se traduz em influência efetiva ou em condições equivalentes de desenvolvimento.
Essa dissociação entre discurso e prática cria uma zona de conforto aparente, na qual o problema parece endereçado, mas continua operando de forma indireta.
O debate público sobre misoginia enfrenta, nesse contexto, um desafio relevante. Em alguns momentos, trata-se como algo superado ou restrito a situações específicas. Em outros, assume-se um caráter generalizante que dificulta a construção de diálogo.
Entre essas abordagens, perde-se espaço para uma análise mais equilibrada, capaz de reconhecer avanços sem ignorar as distorções ainda presentes. A simplificação do tema reduz sua complexidade, enquanto a polarização limita a possibilidade de construção coletiva de soluções.
Quando a misoginia é minimizada, torna-se invisível. Quando é simplificada, perde-se a capacidade de enfrentá-la de forma estruturada. E quando é tratada de maneira polarizada, restringe-se o espaço para soluções que dependem de articulação e consistência. O resultado é a manutenção de práticas que continuam operando, mesmo em ambientes que, formalmente, se posicionam de maneira contrária à desigualdade.
É nesse ponto que iniciativas voltadas à reflexão estruturada assumem relevância. O Instituto Vasselo Goldoni, ao atuar na interseção entre dados, contexto organizacional e experiência prática, contribui para a construção de uma compreensão mais consistente do tema.
Ao deslocar a discussão do campo exclusivamente discursivo para um nível mais aplicado, cria condições para que o reconhecimento do problema se conecte à revisão de práticas e à tomada de decisão mais consciente. Essa abordagem não elimina a complexidade, mas oferece instrumentos mais adequados para lidar com ela.
Essa mudança de perspectiva é fundamental porque altera a forma como incorporamos o tema no cotidiano das organizações. Em vez tratá-lo como uma pauta externa ou reativa, passamos a compreendê-lo como parte integrante das dinâmicas internas, influenciando diretamente processos, relações e resultados. Isso amplia a responsabilidade institucional e exige um olhar mais atento sobre como decisões são tomadas e sustentadas ao longo do tempo.
Transformações estruturais, no entanto, não acompanham a velocidade das narrativas. Existe uma tendência de esperar mudanças rápidas a partir de discussões que são, por natureza, profundas e complexas. Essa expectativa pode gerar frustração e levar a interpretações equivocadas sobre o ritmo de avanço.
Ao mesmo tempo, uma leitura excessivamente otimista ignora o fato de que a misoginia, em muitos casos, apenas se reconfigura. Torna-se menos explícita em determinados contextos, mas mais sofisticada em outros, exigindo maior capacidade de leitura e análise.
Implica olhar para dados de forma crítica, mas também revisar práticas, critérios e comportamentos. Exige compreendermos que avanços e desafios coexistem e que precisamos considerar ambos com o mesmo nível de seriedade.
A qualidade do debate influencia diretamente a qualidade das decisões que se seguem, e tratar o tema de forma superficial deixa de ser apenas uma limitação analítica para se tornar um risco institucional.
Avançar, nesse contexto, não significa eliminar todas as tensões, mas aprender a lidar com elas de maneira mais consciente. Significa sair de uma lógica reativa e construir caminhos sustentáveis, capazes de produzir mudanças ao longo do tempo.
A misoginia não se sustenta apenas por grandes eventos, mas pela repetição de pequenas distorções que deixam de ser questionadas. É justamente nesse nível que as transformações mais consistentes começam a ocorrer.
Modificar esse cenário exige mais do que conscientização pontual. Exige ação coordenada e continuidade. Passa pela revisão de critérios de avaliação, pela garantia de equidade nas oportunidades, pela construção de ambientes seguros e pela responsabilização de comportamentos que perpetuam desigualdades.
Envolve também educação, formação de lideranças mais preparadas e o fortalecimento de redes de apoio que transformem conceitos em prática cotidiana.
Há, ainda, um elemento que não podemos ignorar: a necessidade de coragem coletiva. Coragem para questionar padrões naturalizados, para interromper práticas silenciosas de exclusão e para transformar discurso em decisão concreta. Mudanças dessa natureza não dependem de movimentos isolados, mas da consistência de múltiplas ações articuladas entre organizações, instituições e sociedade.
A transformação não começa em eventos extraordinários nem em declarações pontuais. Ela se inicia no cotidiano, na forma como escolhas são feitas e no que se decide não mais normalizar. É nesse espaço, muitas vezes invisível, que se constrói a base para mudanças mais profundas e duradouras.
Quer saber como identificar na prática formas sutis de misoginia contemporânea no ambiente organizacional e transformar decisões em ações mais justas, conscientes e consistentes? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: NOLT: Quando a Maturidade Deixa de Ser Limite e se Revela Potência
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]]>Durante muito tempo, a narrativa dominante tentou nos convencer de que a vida feminina segue uma curva previsível. Começa com energia, atinge um auge aceitável socialmente e, a partir de determinado ponto, deveria desacelerar. Para as mulheres, esse ponto quase sempre veio acompanhado de silêncios, invisibilidades sutis e expectativas reduzidas. Como se envelhecer fosse um erro de percurso e não uma conquista. Como se a maturidade fosse sinônimo de perda, quando, na verdade, ela é um acúmulo raro.
É nesse deslocamento de olhar que surge o conceito de NOLT. Não como um rótulo geracional, não como uma categoria etária, muito menos como um encerramento simbólico. NOLT é maturidade em estado de potência. É o momento em que a experiência deixa de ser apenas memória e passa a orientar decisões com mais clareza, intenção e autonomia. É quando a mulher compreende que não precisa mais provar nada para ninguém, apenas ser coerente com aquilo que escolhe sustentar.
A maturidade feminina carrega uma sofisticação que o mercado, por muito tempo, se recusou a enxergar. Com o passar dos anos, não há perda de força, há mudança de direção. A pressa cede espaço à estratégia. A necessidade de aprovação dá lugar à autoconfiança. O acúmulo de erros e acertos constrói um repertório que nenhuma formação acelerada consegue substituir. O impacto passa a importar mais do que a aparência do sucesso. O tempo deixa de ser inimigo e passa a ser um aliado cuidadosamente administrado.
Ao contrário, ela se aprofunda. É compreender que maturidade não é sinônimo de rigidez, mas de discernimento. Não é sobre fazer menos, é sobre fazer melhor. Não é sobre desistir, é sobre escolher com consciência. A mulher NOLT aprende a dizer não sem culpa, a proteger sua energia, a priorizar aquilo que faz sentido e a abandonar papéis que já não cabem mais em sua trajetória.
Durante décadas, o discurso social tentou nos convencer de que a mulher madura deveria se contentar com bastidores. Mas a realidade vem desmentindo essa lógica de forma silenciosa e poderosa. Mulheres com mais de cinquenta, sessenta, setenta anos estão iniciando projetos, empreendendo, liderando equipes, estudando, mudando de carreira e ocupando espaços de decisão. Não porque ignoram o tempo, mas porque sabem exatamente o valor dele. Elas não competem com a juventude, elas oferecem direção. E direção muda destinos.
Se a juventude é energia bruta, a maturidade é energia orientada. E isso faz toda a diferença. A mulher NOLT não precisa se provar produtiva, ela é produtiva de forma estratégica. Não se movimenta por ansiedade, mas por propósito. Não se deixa capturar por tendências vazias, porque construiu critérios. E não busca pertencimento a qualquer custo, pois já aprendeu que pertencimento começa de dentro.
Nesse sentido, NOLT também é um compromisso coletivo. É sobre transformar história em legado. Sobre aprender continuamente, não por medo de ficar para trás, mas por desejo de permanecer relevante de forma genuína. Sobre empreender com consciência, cuidar do corpo, da mente e do propósito, entendendo que longevidade exige equilíbrio. É sobre mentorar outras mulheres, não como um gesto de superioridade, mas como um ato de sororidade e responsabilidade. Quando uma mulher compartilha sua experiência, ela encurta caminhos para outras.
O etarismo continua sendo uma das formas mais silenciosas e normalizadas de exclusão. Ele se manifesta quando currículos são ignorados, quando opiniões são desconsideradas, quando a experiência é vista como custo e não como ativo. Mas inovação não combina com invisibilidade. Transformação não acontece sem memória. E o futuro não se sustenta sem mulheres que já atravessaram muitos ciclos e sabem reconhecer padrões.
A mulher NOLT carrega algo que nenhuma tecnologia substitui: leitura de contexto. Ela entende nuances, percebe riscos antes que se tornem crises, reconhece o valor das relações e sabe que decisões têm consequências que vão além do imediato. Em um mundo acelerado, essa capacidade de pausa consciente é um diferencial estratégico. Não é nostalgia, é lucidez.
Escolher envelhecer presente, produtiva e consciente é um ato profundamente político. É recusar o apagamento. É afirmar que a maturidade não é um problema a ser corrigido, mas uma potência a ser reconhecida. E é também um gesto de cuidado com as próximas gerações de mulheres, que precisam de referências reais de longevidade ativa, coerente e significativa.
É sobre presença. Não é sobre quantos anos se acumulam, mas sobre quanta vida se coloca em cada escolha. É sobre honrar a própria trajetória sem pedir desculpas por ela. Sobre ocupar espaço com consistência, não com barulho. Sobre compreender que maturidade não encerra histórias, ela aprofunda sentidos.
Ser NOLT é, acima de tudo, uma decisão sobre como viver a maturidade com protagonismo . A decisão de continuar escrevendo cada capítulo da sua história com a caneta na sua mão .A decisão de seguir aprendendo. A decisão de transformar experiência em impacto. E a decisão de viver com mais verdade, menos medo e mais propósito. Porque quando a maturidade encontra consciência, ela deixa de ser limite e se torna direção. E direção, quando bem escolhida, muda tudo.
Decida ser NOLT.
Quer saber como NOLT pode transformar a maturidade feminina em potência, direção e legado na vida pessoal e profissional? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: 2026: O Ano da Consciência Feminina em Ação
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]]>Há um movimento silencioso, porém profundamente transformador, acontecendo entre as mulheres. Ele não faz alarde, não pede autorização e tampouco busca validação externa. Ele amadurece. Em 2026, esse movimento ganha contorno, intenção e direção: a autonomia consciente. Não se trata de isolamento, endurecimento ou ruptura com o mundo, mas de uma escolha interna por viver com coerência, saúde emocional e liberdade real.
Cada vez mais mulheres compreendem que não precisam mais provar nada, embora ainda desejem construir, prosperar e influenciar. O que muda é o caminho. Já não há disposição para adoecer em nome de resultados, nem para sustentar estruturas que exigem silêncio, culpa ou autoabandono. A autonomia que se desenha agora é aquela que respeita os próprios limites, honra a própria história e integra vida pessoal, trabalho, dinheiro e relações de forma mais humana.
Nesse contexto, o bem-estar emocional deixa de ser um luxo ou um tema periférico e passa a ocupar o centro da vida. Por décadas, as mulheres foram ensinadas a se responsabilizar por tudo e por todos, muitas vezes às custas de si mesmas. Cuidar da própria saúde emocional foi confundido com egoísmo, enquanto o excesso de entrega era exaltado como virtude.
O bem-estar passa a ser compreendido como base estrutural para qualquer projeto de vida. Autonomia sem culpa significa aprender a dizer não sem se explicar, estabelecer limites sem se justificar e escolher a si mesma sem carregar o peso da reprovação alheia. É um movimento interno, silencioso e profundamente político, que reorganiza prioridades e prepara o terreno para escolhas mais conscientes.
Ao lado desse amadurecimento emocional, cresce também a compreensão de que não existe autonomia possível sem independência econômica. Falar de bem-estar e liberdade sem falar de dinheiro é romantizar a realidade feminina. Em 2026, o empreendedorismo feminino ganha contornos mais maduros e menos idealizados. Ele não nasce apenas da necessidade, mas da consciência de valor, da bagagem acumulada ao longo da vida e do desejo legítimo de viver com dignidade e escolha.
Muitas mulheres chegam a esse momento após rupturas importantes, como o fim de um casamento, uma mudança forçada de carreira, uma crise pessoal ou profissional. E é justamente aí que ocorre a virada: o dinheiro deixa de ser fonte de ansiedade ou culpa e passa a ser compreendido como ferramenta de liberdade. Empreender não significa trabalhar sem limites, mas criar modelos mais humanos, sustentáveis e alinhados aos próprios valores. A independência econômica, nesse novo olhar, não está apenas em quanto se ganha, mas na possibilidade de não se submeter ao que fere por medo da falta.
À medida em que mulheres emocionalmente mais conscientes e financeiramente mais estruturadas se encontram, um novo fenômeno então se fortalece: a coprodução criativa e as novas formas de influência. O mito da mulher forte que dá conta de tudo sozinha começa a perder espaço. Em seu lugar, surge então uma compreensão mais madura: ninguém cresce sozinha, ninguém sustenta grandes transformações sem rede.
Mulheres criam juntas projetos, negócios, metodologias, conteúdos e comunidades. Compartilham saberes, dividem processos e reconhecem que crescer em conjunto não diminui, amplia. Essa nova influência é menos performática e mais verdadeira, menos centrada na imagem e mais ancorada na experiência real. E, justamente por isso, gera pertencimento, impacto e transformação concreta.
Esse mesmo olhar mais consciente se estende ao mundo do trabalho. O bem-estar corporativo deixa de ser discurso vazio ou benefício cosmético e passa então a ser entendido como cultura, responsabilidade e liderança. As mulheres já compreenderam que não há sucesso profissional que justifique a perda da saúde emocional.
Estabelecer limites no trabalho torna-se um exercício de maturidade e coragem. É afirmar que entregar valor não significa entregar a própria vida. Esse movimento não enfraquece carreiras; pelo contrário, constrói lideranças mais estáveis, éticas e sustentáveis, capazes de prosperar sem se perder no caminho.
Diante desse cenário, três frentes se tornam prioritárias para responder às necessidades reais das mulheres em 2026:
A autonomia consciente é o nome desse novo tempo: um tempo em que a mulher não se abandona para pertencer, não se cala para ser aceita e não se esgota para ser reconhecida. Um tempo em que viver bem deixa de ser exceção e passa a ser escolha legítima.
E escolhas conscientes, quando feitas em conjunto, têm força suficiente para transformar realidades inteiras.
Quer saber mais sobre o que significa viver a consciência feminina em ação e construir autonomia consciente em 2026? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: A Nova Filosofia de Vencer: Menos Competição, Mais Consciência
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]]>Vivemos um tempo de transformações profundas e inspiradoras. Cada movimento, cada gesto, parece nos convidar a olhar para além das conquistas individuais e reconhecer a força que nasce quando caminhamos juntas. O verdadeiro sentido de vencer está mudando: não é mais sobre competir, mas sobre construir. Vencer, agora, é somar talentos, ampliar vozes e celebrar o crescimento coletivo.
Nesse cenário, a liderança feminina, a equidade, a sororidade e a igualdade não são apenas ideais; são caminhos vivos que nos conduzem a um futuro mais justo, inclusivo e verdadeiramente próspero
Os dados contemporâneos reforçam que essa mudança não é utopia, é urgência. Segundo o relatório Women in Business 2024, as mulheres ocupam 37% dos cargos de liderança nas empresas brasileiras pesquisadas, colocando o país na 10ª posição entre 28 nações.
Mas esse índice representa uma leve queda em relação ao recorde anterior de 39% e esconde uma realidade ainda mais profunda: a baixa presença feminina nas posições de decisão. O estudo Panorama Mulheres 2025 revela que apenas 17,4% das empresas brasileiras alcançam níveis de liderança próximos da equidade.
No setor público, auditorias do Tribunal de Contas da União apontam que, mesmo com formação e competência equivalentes, as mulheres ainda enfrentam barreiras invisíveis à ascensão. Na política, o Brasil ocupa o 133º lugar no ranking global de representação parlamentar feminina, segundo a ONU Mulheres.
Esses números não são apenas estatísticas: são sintomas de uma cultura que ainda associa poder à dominação. Um modelo que transformou o verbo “vencer” em sinônimo de competição e exclusão. Mas é possível e necessário outro caminho.
Defendo que a verdadeira vitória nasce da consciência de que ninguém vence sozinho. A liderança do futuro não é a que disputa espaço, mas a que cria espaço. Não é a que se impõe, mas a que inspira.
A liderança consciente exige reconhecer a interdependência das trajetórias humanas. Em um sistema que nos acostumou a competir, inclusive entre mulheres, resistir a essa lógica é um ato político. A sororidade, nesse sentido, não é uma ideia poética: é uma estratégia de poder compartilhado. É o pacto entre mulheres que se reconhecem, se fortalecem e se multiplicam em rede.
Ser vulnerável, nesse contexto, é um gesto de coragem. Admitir limites, pedir ajuda, expor incertezas, tudo isso humaniza a liderança e cria ambientes psicologicamente seguros, nos quais a inovação floresce. Liderar com consciência é tomar decisões com empatia: olhar para cada escolha e se perguntar quem se beneficia? quem fica para trás? quem segue invisível? É um exercício contínuo de equidade.
A diferença entre igualdade e equidade precisa ser vivida, não apenas compreendida. Igualdade é oferecer as mesmas condições a todos; equidade é oferecer o suporte necessário a quem parte de pontos diferentes. Por isso, políticas afirmativas, como mentorias específicas, programas de formação direcionada e cotas estratégicas são pontes indispensáveis para corrigir distâncias históricas. Só assim a igualdade deixa de ser promessa e se torna prática.
O engajamento feminino precisa ultrapassar a presença simbólica. Mulheres devem participar das decisões estruturantes, das estratégias corporativas, dos conselhos que definem rumos e valores. É hora de reconfigurar o conceito de sucesso: não apenas por métricas financeiras, mas por indicadores de impacto humano, diversidade, bem-estar e sustentabilidade.
A Agenda 2030 da ONU nos lembra que prosperidade e equidade caminham juntas. Empresas que investem em liderança feminina não apenas promovem justiça social, mas ampliam resultados, inovação e reputação.
No universo STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), por exemplo, as mulheres representam menos de 18% das estudantes em cursos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Muitas desistem antes de concluir, enfrentando o peso de estereótipos e a falta de pertencimento.
Márcia Barbosa, física brasileira e reitora da UFRGS, é um símbolo dessa virada: une ciência e equidade, talento e militância. Djamila Ribeiro amplia a consciência racial e de gênero, convidando a sociedade a enxergar as interseccionalidades que sustentam desigualdades históricas. E há mulheres como Luiza Helena Trajano, que lidera redes de empreendedorismo feminino e mostra, na prática, que competir é menos produtivo do que cooperar.
A nova filosofia de vencer pode ser traduzida em ações concretas. Diagnósticos institucionais que revelem vieses invisíveis. Programas de mentoria entre mulheres em diferentes níveis. Estruturas de liderança compartilhada, com responsabilidades e decisões distribuídas. Avaliações de desempenho que incluam métricas de equidade. E, sobretudo, uma cultura de reconhecimento que celebre vitórias coletivas.
Se antes se dizia “quem não luta, não vence”, hoje afirmo: quem não escuta, não lidera. O tempo da conquista solitária está acabando. O novo tempo pede o que chamo de “vitória relacional”: aquela em que o triunfo individual se transforma em ponte, não em muralha; em que o sucesso de uma impulsiona a de outras; em que poder é sinônimo de consciência e não de controle.
A nova filosofia de vencer, menos competição, mais consciência, é uma convocação à maturidade emocional, à empatia como ferramenta de gestão e à liderança como ato de cuidado. Quando uma mulher lidera com propósito, ela não apenas transforma o ambiente: ela transforma o próprio conceito de poder.
O futuro não pertence aos que competem por espaço, mas aos que o compartilham com sabedoria. E é nessa nova lógica de vitória inclusiva, colaborativa e sororal que reside a força capaz de mover o mundo, através de um passo consciente de cada vez.
Quer saber mais sobre como a nova filosofia de vencer com menos competição e mais consciência pode transformar a liderança feminina e o conceito de poder? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: A Mente que Carrega o Mundo: Saúde Mental e a Realidade das Mulheres
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]]>Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com transtornos mentais, principalmente ansiedade e depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2025). A depressão afeta hoje cerca de 280 milhões de pessoas, enquanto a ansiedade atinge 301 milhões em todo o mundo. Esse número impressiona, mas por trás dele estão histórias reais de dor e resistência. Entre essas histórias, muitas são de mulheres.
Estudos mostram que a depressão é 50% mais comum em mulheres do que em homens (BMC Psychiatry, 2023). No Brasil, dados do Ministério da Saúde (2023) revelam que 26,8% das mulheres relataram sintomas de ansiedade, contra 17,3% dos homens, e que 14,7% das mulheres apresentaram sintomas de depressão, quase o dobro do índice masculino (7,3%).
Uma pesquisa recente apontou que mulheres em perimenopausa têm 40% mais risco de desenvolver sintomas depressivos em comparação a mulheres em outras fases da vida (The Guardian, 2024). Ao mesmo tempo, a pressão por corresponder a padrões irreais e a luta diária contra a violência e a desigualdade agravam um quadro já vulnerável.
No Brasil, as mulheres apresentam taxas de depressão mais que o dobro das registradas em homens. A pandemia intensificou ainda mais esse cenário: em 2020, os casos globais de ansiedade e depressão aumentaram em mais de 25%, com impacto mais severo entre mulheres jovens (ScienceDirect, 2020).
O sofrimento, muitas vezes invisível, é mascarado por sorrisos e silêncios que escondem cansaço, medo e solidão. A dor psíquica não sangra, mas corrói autoestima, limita oportunidades e interrompe trajetórias.
Apesar da gravidade, os serviços de saúde mental seguem insuficientes. Estima-se que mais de 70% das pessoas com depressão em países de baixa e média renda não recebem tratamento adequado (OMS, 2023).
Muitas mulheres não têm diagnóstico, não recebem atendimento e enfrentam barreiras para buscar ajuda. O estigma ainda pesa: admitir fragilidade é visto como fraqueza, quando deveria ser reconhecido como ato de coragem.
Políticas públicas precisam considerar a saúde mental feminina como prioridade. Empresas devem compreender que cuidar da mente é estratégico para a produtividade e para a construção de ambientes mais humanos. E, no cotidiano, é necessário criar redes de apoio, onde escuta e acolhimento substituam julgamento e silêncio. Cuidar da saúde mental das mulheres é um compromisso ético e social.
Significa abrir espaço para que talentos floresçam, para que sonhos não sejam sufocados e para que vidas possam ser vividas em plenitude. Quando as mulheres encontram suporte real para cuidar de sua mente, toda a sociedade avança.
Quando falamos no ambiente de trabalho, a saúde mental das mulheres ganha contornos ainda mais desafiadores. Embora representem 48% da força de trabalho global (World Bank, 2023), a ascensão à liderança continua marcada por obstáculos invisíveis que comprometem não apenas a trajetória profissional, mas também o equilíbrio emocional.
O chamado “degrau quebrado” evidencia que, para cada 100 homens promovidos ao primeiro cargo de gestão, apenas 87 mulheres alcançam a mesma posição; no caso de mulheres negras, o número cai para 82 (McKinsey & LeanIn, 2023). Esse bloqueio estrutural, somado às pressões sociais e à dupla jornada, intensifica quadros de ansiedade, depressão e síndrome de burnout.
Quando mulheres apoiam mulheres no espaço corporativo, criam-se redes de confiança capazes de reduzir a solidão da liderança, compartilhar estratégias de enfrentamento e fortalecer o sentimento de pertencimento.
Pequenos gestos, como validar a fala de uma colega em reuniões, recomendar profissionais para novas oportunidades ou oferecer escuta empática diante de dificuldades, funcionam como antídotos contra o isolamento e o desgaste psicológico.
O impacto da falta de apoio não é individual, mas coletivo. Empresas que ignoram a saúde mental das mulheres e não enfrentam as barreiras de gênero perdem talentos, comprometem a inovação e reduzem sua competitividade. Já aquelas que investem em políticas inclusivas, programas de bem-estar e lideranças capacitadas para atuar com empatia constroem ambientes mais humanos, produtivos e sustentáveis.
A ascensão da liderança feminina não deve ser apenas uma meta numérica, mas um compromisso com a equidade e com o cuidado integral. Garantir que mulheres possam ocupar posições de decisão sem abrir mão de sua saúde mental é criar espaços de trabalho mais justos e inovadores. Sororidade e liderança caminham juntas: quando as mulheres conquistam lugares de poder apoiadas por outras mulheres, elas não apenas rompem barreiras, mas pavimentam caminhos para as próximas gerações.
Pesquisas internacionais já apontam que cerca de 30% das mulheres relatam ter sofrido algum tipo de assédio moral no ambiente de trabalho, muitas vezes vindo de colegas do mesmo gênero (European Agency for Safety and Health at Work, 2022). É um comportamento que nega a sororidade e reforça padrões de rivalidade, comparações cruéis, isolamento e exclusão no ambiente profissional.
Embora silencioso, o wollying deixa marcas profundas. Comentários irônicos, descredibilização da fala de outra mulher, boatos espalhados nos bastidores ou a omissão diante de injustiças corroem a confiança e geram ambientes hostis. Para quem sofre esse tipo de violência, o impacto emocional é direto: aumento da ansiedade, queda da autoestima, insegurança em se posicionar, retraimento social e até mesmo a desistência de oportunidades de crescimento.
Esse fenômeno é ainda mais perverso porque atinge a saúde mental justamente em espaços que deveriam ser de acolhimento e fortalecimento mútuo. Em vez de criar redes de apoio, o wollying fragmenta vínculos e reforça estruturas de poder que já são desiguais. Mulheres que poderiam ser aliadas tornam-se rivais, alimentando um ciclo de solidão e desgaste psíquico que mina a ascensão feminina à liderança.
Enfrentar o wollying exige coragem individual e ação coletiva. É preciso reconhecer o problema, nomeá-lo e combatê-lo de forma aberta. No nível organizacional, empresas devem criar políticas claras contra qualquer forma de assédio, promover espaços de diálogo e estimular a cultura da sororidade. No nível individual, cabe a cada mulher refletir sobre suas atitudes, romper com padrões de rivalidade e escolher ser ponte em vez de muro.
Ela transforma ambientes tóxicos em espaços de confiança, onde a ascensão de uma mulher não é vista como ameaça, mas como conquista coletiva. E, quando isso acontece, o impacto vai além da saúde mental: fortalece carreiras, amplia representatividade e abre caminhos para uma liderança feminina mais sólida e transformadora.
Quer saber mais sobre como a prática da sororidade pode atuar como antídoto contra o wollying e fortalecer a saúde mental das mulheres no ambiente de trabalho? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Degrau Quebrado: Como a Sororidade pode Transformar o Caminho da Liderança Feminina
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]]>Você já ouviu falar no Degrau Quebrado? Esse termo, conhecido internacionalmente como Broken Rung, descreve um obstáculo quase invisível, mas que tem um impacto enorme na vida profissional de muitas mulheres.
O maior desafio para as mulheres que querem chegar à liderança não está no topo da escada corporativa, e sim no primeiro degrau — aquela transição entre ser colaboradora e se tornar gestora.
É justamente aí que muitas ficam pelo caminho. Pesquisas como o relatório Women in the Workplace, da McKinsey em parceria com a Lean In, mostram que os homens, em média, recebem mais oportunidades de promoção nesse estágio inicial.
Nós, mulheres, por outro lado, enfrentamos barreiras silenciosas, e isso cria um efeito em cascata. Se menos mulheres chegam ao primeiro nível de liderança, automaticamente teremos menos mulheres preparadas para ocupar cargos de diretoria e presidência lá na frente.
Porque ele não aparece em organogramas, não está nos relatórios financeiros e quase nunca é discutido abertamente. Ele se esconde nos pequenos vieses do dia a dia corporativo.
É quando a promoção vai para quem “se parece” mais com os líderes já existentes, geralmente homens. É quando se associa liderança apenas a traços como agressividade, assertividade e firmeza, deixando de lado estilos de liderança mais colaborativos e inclusivos, muitas vezes praticados por mulheres. E é também a falta de programas de mentoria e patrocínio que abram caminho para que elas possam dar esse primeiro salto.
O resultado é um problema estrutural. Não se trata apenas de uma injustiça individual, mas de algo que compromete toda a organização. Empresas diversas inovam mais, se adaptam melhor às mudanças e até apresentam melhores resultados financeiros, como já apontaram estudos da Deloitte e do BID. Ignorar o degrau quebrado é aceitar perpetuar um ciclo onde as mulheres continuam sub-representadas nos espaços de decisão.
Não existe fórmula mágica, mas algumas ações são fundamentais: adotar critérios claros e justos de promoção, oferecer programas de mentoria e patrocínio, treinar líderes para reconhecer e reduzir seus vieses inconscientes e, principalmente, olhar para a equidade não apenas no topo da pirâmide, mas em cada etapa da jornada.
Se quisermos, de fato, ver mais mulheres chegando à presidência, a conselhos e diretorias, precisamos começar muito antes. Precisamos reparar o degrau quebrado, que tantas vezes limita o crescimento delas. Porque equidade de gênero não é só uma questão social; é uma estratégia inteligente de negócios e de futuro.
E quando falamos em reparar esse degrau, não podemos deixar de lado uma palavra que carrega força, empatia e ação coletiva: sororidade. Muitas vezes, pensamos na sororidade apenas como um gesto de amizade ou solidariedade entre mulheres, mas ela é muito mais do que isso. Sororidade é pacto, é compromisso de enxergar a outra e de criar condições reais para que todas possam avançar.
Dentro do contexto do degrau quebrado, a sororidade pode ser a chave para romper o ciclo da desigualdade. Isso significa que mulheres que já conquistaram espaços de liderança podem — e devem — usar sua posição para abrir caminhos para outras. É o olhar atento para aquela colega que ainda não recebeu visibilidade. É a indicação do nome de uma profissional talentosa para uma promoção. E é a decisão consciente de mentorar e patrocinar quem está pronta, mas não encontra oportunidade.
Quando a sororidade entra em cena, deixamos de lado a lógica da competição — aquela que tantas vezes nos foi ensinada — e passamos a operar na lógica da cooperação. Porque não basta apenas chegar ao topo: é preciso garantir que outras mulheres também consigam subir os mesmos degraus.
Ela atua onde as políticas institucionais ainda não alcançam, fortalecendo redes de apoio, criando exemplos inspiradores e garantindo que cada conquista não seja individual, mas sim parte de um movimento maior.
Imagine o impacto de líderes que, ao invés de ocuparem sozinhas o espaço, estendem a mão para outras mulheres. Imagine empresas que incentivam formalmente essa cultura de sororidade, estimulando mentorias internas, grupos de afinidade e espaços de escuta segura. O resultado não é apenas a ascensão de mais mulheres à liderança, mas a construção de ambientes mais diversos, humanos e inovadores.
O degrau quebrado só se torna menos frágil quando entendemos que ninguém sobe sozinha. A sororidade, quando praticada de forma intencional e estruturada, não é apenas um gesto de afeto, mas um ato político e estratégico que acelera a transformação que tanto desejamos: ver mais mulheres ocupando posições de poder e influência, não como exceção, mas como parte natural da paisagem corporativa.
Às empresas, deixo o convite — e o desafio — de assumirem a responsabilidade de reconstruir os degraus dessa escada, criando políticas claras, programas de mentoria e ambientes em que a diversidade não seja discurso, mas prática diária.
E a nós, mulheres, faço um chamado à sororidade ativa: que estendamos as mãos umas às outras, que celebremos cada conquista como vitória coletiva e que nunca nos esqueçamos de que, quando uma sobe, todas sobem juntas. Porque o futuro que queremos não se constrói com degraus quebrados, mas com pontes firmes, sustentadas pela coragem, pela equidade e pela união feminina.
Quer saber mais de que forma a prática da sororidade pode ajudar a reparar o “degrau quebrado” e ampliar as oportunidades de liderança feminina nas organizações? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: As Habilidades da Mulher do Futuro: Competências-Chave para Liderar no Mercado Pós-2025
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]]>O mundo está em constante evolução. E quando falamos do mundo corporativo, o futuro do trabalho já está em andamento. Ele está transformando o significado de liderar, aprender e se adaptar — especialmente para as mulheres.
Nós, mulheres, estamos assumindo papéis de liderança com mais frequência, trazendo conosco novas perspectivas e habilidades fundamentais para o sucesso organizacional. A diversidade de pensamento que oferecemos é um ativo valioso na resolução de problemas complexos e na inovação.
Além disso, as mulheres estão se destacando em áreas que antes eram predominantemente masculinas, como tecnologia e engenharia. Estão quebrando barreiras e inspirando futuras gerações a seguir seus passos, mostrando que o gênero não define o potencial de alguém.
No entanto, ainda existem desafios a serem superados, como a igualdade salarial e a representação equitativa em cargos de alta liderança. É essencial que as empresas criem ambientes inclusivos e promovam políticas que incentivem o crescimento profissional das mulheres.
A aprendizagem contínua também é uma tendência crescente, com as mulheres buscando constantemente aprimorar suas habilidades e conhecimentos. Através de cursos online, workshops e mentorias, elas estão se preparando para enfrentar os desafios de um mercado de trabalho em rápida mudança.
A resiliência, adaptabilidade e empatia são essenciais para navegar por ambientes em constante mudança. A capacidade de aprender rapidamente e se ajustar a novas circunstâncias permite que as mulheres liderem com confiança e eficácia.
Outra habilidade fundamental é a comunicação eficaz. Saber transmitir ideias de maneira clara e persuasiva é vital para inspirar equipes, negociar acordos e alcançar objetivos comuns. Não posso deixar de destacar a inteligência emocional, que ajuda a entender e gerenciar as próprias emoções e as dos outros, promovendo relacionamentos mais saudáveis e produtivos.
O pensamento crítico e a capacidade de resolução de problemas são igualmente importantes, permitindo que as mulheres avaliem situações complexas e tomem decisões informadas. Sem falar na criatividade, que também desempenha um papel crucial, pois impulsiona a inovação e a capacidade de encontrar soluções originais para desafios antigos.
Além disso, se tem a necessidade de uma mentalidade de crescimento é indispensável para abraçar novas oportunidades e superar obstáculos. Ainda nesta linha, pessoas com a inteligência emocional em dia e as outras características mencionadas, praticam a liderança inclusiva, que valoriza a diversidade e promove a colaboração, sendo outra competência chave para as mulheres que desejam causar um impacto positivo no local de trabalho.
Trago também a habilidade de construir e manter redes de relacionamento que pode abrir portas para novas oportunidades e parcerias estratégicas. Juntas, essas habilidades formam a base para que as mulheres liderem com sucesso no futuro do trabalho, contribuindo para um mundo mais justo e equilibrado.
As mulheres que dominam essas áreas não apenas se destacam em suas carreiras, mas também influenciam diretamente o desenvolvimento de soluções tecnológicas que podem transformar a sociedade. O domínio da tecnologia envolve não só a capacidade de usar ferramentas atuais, mas também a habilidade de se antecipar e se adaptar às inovações que surgem rapidamente.
Por último, a inovação é a capacidade de pensar fora da caixa e propor novas ideias que podem revolucionar processos e produtos. Isso exige curiosidade, uma mente aberta e disposição para correr riscos calculados. Quando as mulheres exercem essas duas habilidades, elas não apenas promovem seu próprio crescimento profissional, mas também estimulam a criatividade e a inovação em suas equipes e organizações.
Essas habilidades são pilares essenciais para que as mulheres do futuro, que já estão moldando o presente, possam liderar com confiança e impacto. Ao desenvolver essas competências, as mulheres não só fortalecem suas trajetórias profissionais, mas também contribuem para um mundo corporativo mais inclusivo, inovador e equilibrado.
Essas tendências apontam que as mulheres do futuro se tornarão profissionais versáteis, unindo habilidades técnicas avançadas a um forte domínio das soft skills, especialmente aquelas ligadas à empatia, comunicação e liderança humanizada. Essa fusão é vista como estratégica para o mercado de trabalho pós 2025, que será caracterizado por desafios tecnológicos e uma crescente demanda por inovação social e inclusiva.
Quer saber mais sobre as habilidades essenciais que vão destacar as mulheres líderes no mercado pós-2025 e como desenvolvê-las começando hoje mesmo? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Ainda Tentam nos Calar Simplesmente por Sermos Mulheres
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]]>Recentes acontecimentos mostram que, apesar dos inúmeros avanços que obtivemos em prol da equidade de gênero, ainda tentam nos calar pelo simples fato de sermos mulheres.
O desagradável feito recente que uma mulher sofreu em um ambiente político, quando foi simplesmente silenciada por expressar seus posicionamentos, mostra que as mulheres ainda não têm a liberdade e o espaço de fala equânime com homens. Isso revela o quanto ainda precisamos lutar para que a igualdade de gênero não seja apenas um ideal. Mas uma realidade concreta em todas as esferas da sociedade.
É crucial que continuemos a trabalhar juntos para desmantelar as estruturas que perpetuam o desequilíbrio de poder. Criar ambientes onde todas as pessoas possam falar e ser ouvidas com respeito.
Cada vez que uma mulher é silenciada, perdemos a oportunidade de enriquecer nossas discussões com perspectivas valiosas e diversas. Silenciar a expressão feminina não apenas obstrui uma opinião, mas também estagna o progresso de uma sociedade que, de maneira urgente, precisa valorizar para se desenvolver.
Sempre que temos uma voz feminina silenciada, não se trata apenas de uma palavra que desaparece, mas sim da oportunidade de criarmos um mundo mais justo, igualitário e solidário. Interromper uma mulher vai além de impedir sua expressão; é obstruir o poder de influência, liderança e transformação que ela possui.
A presença feminina em diversas áreas – desde a política até a ciência e as artes – desafia estereótipos e inspira novas gerações a sonhar sem limites. A resistência e a resiliência das mulheres são evidentes nas histórias de sucesso e nas lutas diárias por um mundo mais justo. Cada vitória, por menor que seja, é uma conquista coletiva que nos aproxima de um futuro onde todas as vozes possam ser, de fato, ouvidas e respeitadas.
No entanto, é importante lembrar que cada voz levantada é um passo adiante na luta pelo respeito a todas as mulheres, independentemente de onde elas estiveram. Estamos convencidas de que a construção de uma sociedade deve se fundamentar no respeito irrestrito e na concretização da igualdade de gênero.
Diante das constantes ações que silencia, corta e desmerece a participação das mulheres em várias esferas, expressamos nossa rejeição a qualquer forma de desrespeito e renovamos nosso compromisso de valorizar a voz das mulheres.
Evidentemente que isso não significa dar ou não razão a qualquer lado, mas dar o mesmo espaço de fala e expressão para homens e mulheres. É preciso reconhecer que cada perspectiva traz consigo uma riqueza de experiências e conhecimentos que só podem enriquecer nossas discussões e decisões coletivas.
A criação de espaços onde as mulheres se sintam seguras e encorajadas a compartilhar suas ideias é fundamental. Isso não apenas promove a justiça social, mas também impulsiona a inovação e o progresso em todos os campos. Quando reconhecemos o valor das contribuições femininas, estamos construindo um mundo mais inclusivo e próspero para todos.
A educação e a conscientização são ferramentas poderosas na luta contra o silenciamento. Ao desafiar normas ultrapassadas e promover uma cultura de respeito e igualdade, pavimentamos o caminho para um futuro onde o gênero não seja um obstáculo, mas uma fonte de diversidade e força.
Manteremos nossa determinação na batalha contra qualquer tipo de censura, cientes de que uma sociedade mais equitativa se inicia pelo pleno direito de todos se manifestarem, em especial daqueles que, ao longo da história, foram relegados ao silêncio. Ao escutarmos, respeitarmos e valorizarmos as vozes das mulheres, poderemos edificar um futuro genuinamente igualitário.
Unindo forças, podemos transformar o cenário atual, promovendo um ambiente onde cada palavra seja um passo em direção à mudança. É crucial que cada indivíduo se conscientize de seu papel na promoção da igualdade de gênero. Não apenas como um ideal, mas como uma prática diária.
A inclusão começa em casa, nas escolas, nos locais de trabalho e nas políticas públicas que sustentam uma sociedade justa. Ao incentivarmos o diálogo aberto e construtivo, derrubamos barreiras e criamos pontes que nos conectam a um futuro mais esperançoso.
Ao celebrarmos as conquistas e reconhecermos os desafios, caminhamos juntos em direção a um mundo onde o potencial humano não seja definido por gênero, mas pela capacidade de cada pessoa contribuir e inovar.
Vamos continuar a erguer nossas vozes, a apoiar umas às outras e a exigir mudanças que reflitam o respeito e a dignidade que todas as pessoas merecem. Juntas e juntos, podemos construir um legado de igualdade que inspire gerações futuras a viver em harmonia e prosperidade.
“Calar a voz de uma mulher não interrompe apenas uma ideia – interrompe o avanço de uma sociedade que precisa urgentemente aprender a RESPEITAR para evoluir.” #respeito
Quer saber mais sobre como o silenciamento das mulheres impacta a construção de uma sociedade mais justa e igualitária? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Estudo da OIT revela que 76% do trabalho de cuidado não remunerado feito por mulheres
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]]>O trabalho de cuidado abrange diversas atividades que envolvem a atenção e o suporte a outras pessoas, frequentemente em contextos como saúde, assistência social, educação ou cuidados pessoais. Historicamente, essa função tem sido predominantemente desempenhada por mulheres, em grande parte devido a fatores sociais. Isso aumenta sua carga de trabalho com tarefas domésticas e o cuidado de familiares, incluindo crianças, idosos e pessoas doentes.
Esse dado ressalta a disparidade de gênero ainda presente em muitas sociedades. O trabalho de cuidado não remunerado inclui atividades como cuidar de crianças, idosos, enfermos, além de tarefas domésticas. São tarefas essenciais para o bem-estar das famílias e da sociedade como um todo.
A falta de reconhecimento e valorização desse trabalho perpetua a desigualdade de gênero. Ela limita as oportunidades das mulheres no mercado de trabalho remunerado e afetam seu bem-estar econômico e social. Diversas iniciativas ao redor do mundo buscam mitigar essa desigualdade, promovendo políticas públicas que incentivem a divisão mais equitativa das responsabilidades domésticas e de cuidado entre homens e mulheres.
Além disso, é fundamental que haja investimentos em serviços de apoio, como creches e instituições de cuidado para idosos, que possam aliviar a carga sobre as mulheres. Permitir que elas tenham mais tempo e oportunidades para se dedicar a atividades remuneradas e ao desenvolvimento pessoal. A conscientização sobre a importância do trabalho de cuidado, sua redistribuição e valorização são passos essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
O trabalho doméstico feito por mulheres não é, muitas vezes, considerado uma atividade remunerada. Isso leva a uma desvalorização desse esforço significativo, mesmo sendo essencial para a economia e a sociedade.
A carga de responsabilidade relacionada aos cuidados frequentemente limita as perspectivas profissionais das mulheres. Elas dispõem de menos tempo e energia para se dedicarem a empregos pagos ou à educação superior. Esse cenário acentua a desigualdade de gênero no mercado de trabalho.
Uma abordagem eficaz para resolver essa questão é aumentar a conscientização sobre o tema e valorizar as mulheres — as principais envolvidas. Fornecer apoio financeiro, horários flexíveis, diferentes modalidades de trabalho e remuneração justa. Além disso, promover uma reflexão ampla na sociedade sobre a distribuição de papéis que historicamente recaem apenas sobre as mulheres.
Evidentemente que não, desde que esta seja uma escolha da mulher. No entanto, é crucial que essa escolha seja verdadeiramente livre e não resultado de pressões sociais ou falta de alternativas.
Quando o trabalho de cuidado não é reconhecido ou valorizado, ele pode levar a um ciclo de desvantagens para as mulheres. Elas enfrentam dificuldades em progredir em suas carreiras e alcançar independência econômica.
Portanto, é importante promover uma cultura onde o trabalho de cuidado seja uma opção digna e respeitada. E onde haja igualdade de oportunidades para todos, independentemente do gênero.
O grande dano das mulheres que assumem esse papel é que elas acabam sendo prejudicadas quanto ao cuidado de si. Devido à falta de tempo e energia, as mulheres podem hesitar em se candidatar a novas oportunidades, como cursos, treinamentos ou posições de maior responsabilidade, limitando seu crescimento profissional.
Acabam cerceadas de tempo para investir em suas carreiras, em suas paixões pessoais e em seu desenvolvimento educacional e profissional. Suas necessidades são, muitas vezes, colocadas em segundo plano, enquanto elas dedicam a maior parte de seus esforços ao bem-estar dos outros.
Isso não apenas limita suas oportunidades de crescimento pessoal e profissional, mas também pode afetar negativamente sua saúde mental e física. Para mudar essa realidade, é essencial que a sociedade como um todo reconheça e valorize o trabalho de cuidado. Promover uma divisão mais justa e equilibrada entre homens e mulheres.
Isso inclui a implementação de políticas que incentivem a licença parental compartilhada, horários de trabalho flexíveis e o acesso a serviços de cuidado infantil e de idosos de qualidade.
Além disso, a educação e a sensibilização sobre a importância do cuidado compartilhado e da igualdade de gênero devem ser, de fato, promovidas desde cedo, para que futuras gerações cresçam com uma visão mais igualitária das responsabilidades domésticas e de cuidado. A construção de uma sociedade onde todos tenham a oportunidade de florescer, independentemente de seu gênero, depende do reconhecimento e da valorização de todas as formas de trabalho, remunerado ou não.
O Instituto Vasselo Goldoni, por meio dos seus programas de Mentorias gratuitos, tem trabalhado para conscientizar a importância do avanço da valorização do trabalho da mulher para o avanço da equidade de gênero.
Acreditamos na força das realizações e do potencial feminino.
Vamos juntos???
Quer saber mais sobre os impactos do trabalho de cuidado não remunerado na vida profissional, pessoal e emocional das mulheres? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: Maternidade: Uma jornada de amor, desafios, aprendizados e realização
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]]>Poucos assuntos são tão marcantes e emocionantes para mim. Por isso, neste artigo vou compartilhar meus desafios e acertos da minha experiência da maternidade aos 40 anos. Meu grande sonho era ser mãe de gêmeos; um casal. E realizei esse sonho!
Porém, não estava na minha programação que eles nasceriam com apenas 6 meses e 2 semanas de gestação, pesando apenas 1 Quilo. Diante daquilo que não podemos mudar, aceitamos e com coragem e fé, e enfrentamos o desafio como uma grande oportunidade de crescimento. E foi exatamente isso que fiz.
Me preparei para vê-los, e me apresentar a eles pela primeira vez, no dia seguinte ao nascimento. Foi um momento muito desafiador, especial e inesquecível na minha vida. Me preparei de uma forma muito especial, passei meu batom vermelho, coloquei meu colar de pérolas e fui até a UTI onde eles estavam, pois não pude vê-los quando nasceram, como acontece com todas as mães de prematuros.
Encontrei com eles pela primeira vez, com meu coração batendo forte e com meu desejo intenso de transmitir aos meus pequenos toda minha força, coragem, fé e determinação.
Daquele dia em diante, juntos, traçamos metas que fariam gradativamente meus filhos evoluírem. Não só eles, mas a mim também.
Nosso período na UTI foi de 2 meses, e quando saímos sabia que teríamos outra grande jornada pela frente, pois a prematuridade traz sérias sequelas para minhas crianças, as quais merecem um acompanhamento médico muito especial.
Em alguns momentos parece que vamos ficar sem chão. E foi exatamente isso que aconteceu com Leonardo aos 4 anos, quando foi diagnosticado com o quadro clínico de “convulsão “.
Como seria sua evolução? Sua metodologia de aprendizado? Naquele momento, uma equipe de profissionais e familiares foram meus grandes apoios, juntamente com meu amado marido Léo Goldoni. E assim seguimos, superando cada desafio.
Aos 12 anos, sua médica suspende a medicação, após diagnóstico de estabilidade do seu quadro. Foi, sem dúvida, um dos momentos mais felizes da minha vida. Pude vislumbrar um mundo de possibilidades para ele. Hoje, Lara e Léo estão saudáveis, com 24 anos. Lara, estudando moda na Europa, e Léo, acabou de se formar em Educação Física. Até aqui, todas as metas que traçamos juntos, lá em 2000, quando ambos eram dois bebês e eu, uma mãe cheia de fé e esperança, foram alcançadas com sucesso.
A maternidade trouxe diversos desafios, especialmente em situações em que precisei tomar decisões por três. Muitas vezes, me questionei se estava fazendo o suficiente, mas aprendi que a perfeição não é o objetivo, e sim o amor e o cuidado genuíno.
Cada decisão, mesmo cheia de dúvidas, era guiada pelo desejo de proporcionar o melhor para meus filhos, respeitando quem eu sou e os valores que acredito.
Aceitar que é normal errar e aprender com essas experiências me libertou, permitindo-me aproveitar mais os momentos simples e preciosos da maternidade, como um abraço apertado ou uma risada compartilhada. Essa jornada me ensinou a ser gentil comigo mesma e a encontrar alegria nas pequenas vitórias do dia a dia.
Cada dia é uma nova oportunidade de crescimento, tanto para mim quanto para meus filhos. Valorizo os momentos em que nos reunimos para passeios, conversas, momentos em família ou simplesmente apreciar um belo pôr do sol juntos.
Essas são as lembranças que realmente importam e que permanecerão em nossos corações. A maternidade, com todos os seus altos e baixos, é uma jornada rica e recompensadora, onde o amor é a bússola que nos guia.
A ideia de uma “mãe ideal”, que tem filhos impecáveis, é uma expectativa que se revela bastante distante da realidade. Essa concepção fantasiosa causa angústia em diversas mães, que lidam com comparações, culpa, vergonha, frustração e, em muitos casos, solidão.
Embora as redes sociais ofereçam mais oportunidades para a comunicação entre pais e filhos, elas também intensificam a pressão por uma maternidade perfeita, tornando-se frequentemente um foco nas postagens do Instagram. No entanto, é fundamental lembrar que a maternidade é uma jornada única e pessoal, onde cada mãe tem suas próprias experiências e desafios.
Buscar ajuda profissional, quando necessário, também é um ato de coragem e amor próprio. Afinal, ser uma boa mãe não significa ser perfeita, mas sim estar presente e disposta a crescer junto com os filhos. Abraçar a maternidade com suas imperfeições é, em última análise, um caminho para encontrar prazer e satisfação genuína na criação dos filhos.
Vários são os desafios da maternidade. Desde o momento em que a mulher descobre que está grávida, uma série de expectativas e responsabilidades começa a se formar em sua mente. A sociedade frequentemente coloca uma pressão invisível sobre as mães, esperando que elas sejam perfeitas em todos os aspectos.
No entanto, é fundamental lembrar que a perfeição não é o objetivo. A maternidade é uma jornada única para cada mulher, cheia de altos e baixos, mas também repleta de momentos de pura alegria e amor.
Comparações com outras mães, as redes sociais e opiniões externas podem gerar sentimentos de culpa e desencanto. Muitas vezes, a maternidade faz com que a mulher tenha de dedicar sua vida exclusivamente à maternidade , optando por abrir mão da carreira profissional. E está tudo bem se esta for sua verdadeira escolha.
A decisão é de cada uma, e não devemos cobrar ou julgar. Reencontrar essa identidade pode ser desafiador, mas ao mesmo tempo tem de ser de forma consciente, livre de culpas e julgamentos.
Por que além dos cuidados físicos com os filhos, as mães frequentemente assumem a “responsabilidade mental” de planejar, organizar e prever todas as necessidades da família. As que optam por conciliar carreira x maternidade, muitas vezes sentem-se culpadas por não estarem sempre presentes na educação dos seus filhos, enfrentando a sobrecarga de trabalho diário e terem um tempo dedicado só para si.
A maternidade é repleta de desafios, mas também de momentos de pura alegria e realização. A maternidade não tem um intervalo fixo nem um limite diário. É um esforço constante que não se encerra com o passar do tempo ou com a mudança do calendário, permanecendo uma presença contínua até o fim da vida.
A cada fase da vida dos filhos, surgem novas demandas e experiências que moldam a jornada da maternidade. Desde os primeiros passos e palavras até as complexas questões da adolescência e, eventualmente, a vida adulta, o papel da mãe se transforma, mas nunca se esgota.
Mesmo nos momentos de incerteza e cansaço, há um profundo amor que motiva e fortalece. É importante lembrar que a perfeição não é o objetivo, mas sim a autenticidade e o amor verdadeiro. Celebrar as pequenas conquistas diárias, aprender com os erros e acolher as imperfeições são partes essenciais dessa jornada
A maternidade é, acima de tudo, um ato de amor incondicional, onde cada sorriso, abraço e palavra de carinho constrói um legado duradouro. E, apesar dos desafios, é essa conexão profunda e especial que torna essa experiência única e extraordinária.
Atualmente, meus filhos se tornaram adultos saudáveis e fortes, o que me permite aproveitar a maternidade de forma serena e alegre. Observar eles moldando suas vidas, projetando o futuro, experimentando emoções, sendo, vivendo, amando e sorrindo me leva a refletir: ser mãe é uma experiência imensurável e incrível.
A frase que foi meu mantra:
Você pode; você consegue; você é capaz! Acredite e Realize. Não sou o que aconteceu comigo, eu sou o que escolhi me tornar!
E por último, minha mensagem para todas as mães: confie em você e culpe-se menos!
Quer saber mais de que maneira a vivência da maternidade transformou a minha visão sobre perfeição, amor e força interior ao longo dos anos? Entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Edna Vasselo Goldoni
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Confira também: O Etarismo e Seu Impacto na Carreira das Mulheres 50+
O post Maternidade: Uma jornada de amor, desafios, aprendizados e realização apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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