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Você sofre ou sente dor?

A dor não é opcional, mas o sofrimento sim! Mas se o sofrimento é opcional, por que as pessoas sofrem? Por que se entregam? Por que gostam de sofrer para chamar a atenção?

Quando estamos doentes, geralmente sentimos uma dor: pode ser uma dor de barriga, decorrente de uma gastrite, uma cólica de rim, decorrente de uma pedra no rim, ou até uma dor de cabeça porque você está tenso ou mesmo precisando usar óculos. A dor é física e não é opcional.

Quando sofremos transformamos aquela dor em algo maior. Não é só a barriga que dói é a raiva que você passa porque alguém lhe fez algo ou você se viu numa situação e acabou gerando uma gastrite. A cólica do rim pode ser muito maior se você se vitimizar e não tratar aquilo como algo passageiro, pois a pedra será expelida ou destruída. E assim é com a dor de cabeça e com as outras dores quando sofremos: transformamos aquela dor em algo maior.

A dor não é opcional, mas o sofrimento sim! Podemos encarar aquela dor como a pior de todas, com um sofrimento atroz, pois você pode se ver impotente em relação a ela, dependente de um remédio, de um médico. Às vezes toma consciência de que você mesmo causou aquela dor: afinal você come o que deve comer? Bebe o que tem que beber? Tem uma vida saudável ou sedentária?

Mas se o sofrimento é opcional, por que as pessoas sofrem? Porque se entregam, porque fazem daquilo algo maior do que é. Porque de alguma forma gostam de sofrer para chamar a atenção. O sofrimento as paralisa, elas não podem fazer nada… estão sofrendo.

Existem vários tipos de sofrimento, decorrentes de dores físicas ou psicológicas, mas o que quero ressaltar aqui é que muitas vezes você pode escolher não sofrer, você pode escolher encarar aquela situação de uma maneira diferente. E assim, a dor passará mais rápido, pois o sofrimento não existirá.

Por outro lado, existem situações em que o sofrimento não depende só de você. Um depressivo por exemplo, não sofre porque quer, sofre porque não sabe como sair do buraco, não tem motivação para dar um primeiro passo. E neste caso, um remédio pode ajudá-lo. Ajudá-lo a dar o primeiro passo para sair da região nebulosa que é o sofrimento, para que ele possa encarar a vida com alegria, e aí sim, fazer do sofrimento algo opcional.

Quando estiver com dor, cuide-se, tome os remédios que precisa, mande a dor embora. Quando estiver sofrendo, lembre-se que só depende de você encarar aquela situação de uma forma mais branda, que lhe trará evolução e reflexão.

Afinal, você sofre ou sente dor?

Patrícia Camargo trabalha com Coaching de Vida e é especialista em Coaching Afetivo. É autora do site www.coachafetiva.com.br e busca com seu trabalho proporcionar uma vida afetiva plena à todas as pessoas que a procuram. Realiza atendimentos presenciais em Campinas e Sorocaba e também via Skype para todo Brasil e para brasileiros residentes no exterior. É fundadora e curadora do Grupo de Estudos de Coaching & Desenvolvimento Pessoal de Sorocaba e co-autora do livro “Coaching : grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários na sua vida pessoal e profissional”. Formada em Administração de Empresas, atua também como Psicanalista Clínica e Conciliadora da Justiça Federal desenvolvendo um trabalho de pacificação da sociedade.
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