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Uma proposta para o sucesso em Coaching (parte 2 de 2)

Confira agora mesmo a continuação do artigo sobre os modelos e estruturas que permitem apoiar a concepção, o planejamento e a implementação do Coaching em empresas de qualquer tamanho, assim como o seu aprimoramento de várias formas. Saiba mais em “Dimensões do Sucesso” de hoje.

Na postagem anterior, falamos do estudo realizado por uma dupla de estudiosos em Coaching. Ele é Frank Bresser e ela é Amanda Bouch. Ele tem sua empresa na Alemanha e se dedica ao uso eficaz do Coaching no ambiente organizacional. Ela é inglesa e autora de artigos em liderança e gestão, baseados no instrumental do Coaching. Segundo os autores, a pesquisa cobriu sete modelos de gerenciamento para estruturar a implementação e o aperfeiçoamento de Coaching, de várias formas, nas empresas modernas.

Na primeira postagem mostramos os quatro modelos que são tratados como Core Frameworks, ou seja, formam a essência da proposta de Bresser  amp; Bouch e dão a orientação concreta sobre o processo de implementação e otimização de Coaching. Depois, os três modelos seguintes são como um olhar através de uma lupa ou microscópio, com consequente aumento da precisão, e ainda com mais profundidade. Os modelos 5 e 6 são mais gerais do que as quatro estruturas centrais anteriores e oferecem uma ideia geral de como fazer uso eficaz do Coaching na organização, podendo ser tratados juntos ou separadamente.

O quinto modelo dá uma perspectiva diferente sobre a implementação e a melhoria trazida pelo Coaching. Os autores usam a seguinte metáfora: o modelo guia o processo de planejar o jardim de uma organização, contribui na hora de escolher os bons jardineiros e, ainda, ajuda no cultivo e no crescimento das árvores. Em outras palavras, é possível progredir com o pensamento a respeito os processos de Coaching e melhor compreender as necessidades da gestão contínua, que requer paciência e calma.

O sexto modelo (que como vimos no gráfico da postagem anterior conceitualmente engloba o quinto) fornece uma estrutura de simples aplicação para avaliar os próprios limites de conhecimento em Coaching, bem como as necessidades de recursos externos para a implementação e otimização do processo na empresa, se necessário. Através do uso de outra metáfora, o modelo ajuda a atingir maior precisão, confiança e assertividade na identificação e fornecimento de apoio externo ao Coaching. Ali se aborda como identificar e organizar necessidades, quando usar o apoio externo (e quando não), que tipo de apoio está disponível no mercado e como conseguir a melhor adequação.

Finalizando, há um modelo de ativação e integração de todas as estruturas anteriores, cuja explicação gráfica vem abaixo. No entanto, pode-se aplicar a ideia central do que, para qualquer abordagem em Coaching, o modelo pode ser utilizado separadamente, ou seja, de forma independente do que fazem os anteriores. Este sétimo modelo fornece a compreensão ainda mais profunda do uso efetivo e das conquistas do Coaching nas organizações.

A integração final esperada vai levar ao caminho da excelência e produzir os melhores resultados, sempre com integração conceitual e prática. Os autores afirmam que os sete modelos são complementares e oferecem diferentes perspectivas, baseando-se uns nos outros e constituem um conjunto de ferramentas integradas ao Coaching. A habilidade de usar todas essas sete perspectivas de forma coordenada e complementar é que trará os melhores resultados para uma empresa, seja grande ou pequena.

Mario Divo Author
Mario Divo tem extensa experiência profissional, tendo chegado a quase meio século de atividade ininterrupta, em 2020. É PhD e MSc pela Fundação Getulio Vargas, com foco em Gestão de Negócios, Marcas e Design, Marketing e Comunicação Corporativa. Tem formação como Master Coach, Mentor e Adviser pela Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Instituto Holos. Consultor credenciado para aplicação do diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool), Professor e Palestrante. CEO e Coordenador Executivo das plataformas de negócios MENTALFUT® e Dimensões de Sucesso®, acumulando com o comando da sua empresa MDM Assessoria em Negócios. Foi Diretor Executivo do Automóvel Clube Brasileiro e Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras. Liderou a Comunicação Institucional e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Foi Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e, também, Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior em 126 países e territórios, voltada ao desenvolvimento das potencialidades das jovens lideranças em todo o mundo.
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