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Trabalhando resiliência entre os clientes de Coaching

Como, de forma ética, é possível cultivar um ambiente de promoção de resiliência ao longo de um processo de Coaching?

Como, de forma ética, é possível cultivar um ambiente de promoção de resiliência ao longo de um processo de Coaching?

Está é uma questão bastante desejada e comentada entre os clientes.

Para o Coach que deseja atuar com ética, não basta falar de vez em quando a frase – aqui você está sendo resiliente, é necessário conhecer como se promove resiliência e atuar neste sentido ao longo de todo o processo.

A maneira simples de trabalharmos nessa direção é ter em foco um conjunto de pressuposições que possibilitam uma visão geral dos eventos estressores e nos livram de conversas ineficazes em termos de resiliência:

1. Em termos de fortalezas, o que está acontecendo na situação que está sendo trabalhada no processo de Coaching?

O que exatamente a situação nos revela quando o foco é colocado sobre as forças desencadeadas para reagir à situação trabalhada.

2. Qual é a percepção pessoal (do(a) cliente) diante do ocorrido?

Levantar quais são as percepções do momento e aquelas que podem ser evocadas (percepções, opiniões, sentimentos mudam no tempo) – e que remetem o(a) Cliente às suas fortalezas.

3. Quais são os elementos que promovem o surgimento das forças positivas?

Identificar no ambiente os fatores / dados que estão sendo combustível para que as fortalezas apareçam nas oito áreas da resiliência.

4. Análise honesta dos limites e possibilidades.

Olhar os fracassos do passado não ajudam. Coaching trabalha com a superação de limites atuais e de organizar um contexto propício para que as possibilidades construtivas ocorram.

5. Que novas aprendizagens é possível se ter de imediato ao se focar nas fortalezas e possibilidades?

Análises, reconhecimentos, lições, oportunidades de mudanças, desafios.

6. Que melhorias queremos realizar ou contribuir agora, com a consciência do potencial que foi trazido à tona?

Aprender a se olhar dentro de uma perspectiva de força e possibilidade é uma realidade que necessita ser visualizada ao longo do processo de Coaching.

7. O que necessitamos aprender para fazer isso?

Simplesmente aprender a olhar os clientes como reais fontes de fortalezas e possibilidades.

8. Como iremos medir e conhecer os índices de resiliência?

Utilizar as categorias da escala QUEST_Resiliência para ter dados relevantes em mãos e, a partir deles, por meio de perguntas estratégicas promover intervenções nos resultados dos clientes.

9. Em qual aspecto de trabalho ou desenvolvimento [meu ou dos clientes] isso se relaciona?

Creio firmemente que se aplica a todas as áreas da vida. Desde a gestão da empresa até ao enfrentamento de um câncer. A resiliência é universal!

George Barbosa é Pedagogo, Mestre e Doutor em Psicologia, Pós-Doutor em “O Coaching psicológico”. Presidente da Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE). Facilitador do Núcleo de Estudos em Resiliência da Assoc. Bras. de Recursos Humanos (ABRH-SP). Associado da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) e Associação Brasileira de Psicoterapia (ABRAP), International Association Cognitive Psychotherapy (IACP), Society for Psychotherapy Research (SPR). Autor de livros sobre a Resiliência no Brasil. Coach certificado nas modalidades de Coaching Cognitivo de vida, Neurocoaching, Coaching Ontológico. Mentor e organizador da metodologia do “Coaching em Resiliência” (CR). Associado PCC, MENTOR-COAH e Presidente da International Coach Federation (ICF) – Capítulo Brasil.
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