Não fomos educados para ter mentes ecologicamente corretas. Erramos pela falta deste pensamento e por não buscarmos uma rotina de ações sustentáveis que nos apresente um mundo melhor para o futuro.
Acompanhando pesquisas mundiais sobre megatendências para os próximos 15/20 anos é possível notar para onde caminham as ameaças e as oportunidades que impactarão a vida e o cenário de trabalho.
Nos deparamos o tempo todo com vários ensinamentos que podem transformar nossas vidas, mas isso não será possível apenas por conhecê-los, é preciso colocá-los em prática para transformar em sabedoria.
Temos liberdade para juízo e sentença aos fatos que nos ocorrem no nosso dia a dia? Sim! Nenhum fato possui significado, precisamos atribuir um para ele, baseado em experiências, vivências e crenças.
Se você não gosta do seu trabalho, você é responsável; se os seus relacionamentos estão arruinados, você é responsável; se você não está feliz, você é responsável. Assuma a responsabilidade pela sua vida!
Um turbilhão de conhecimentos, de informações, de análises pode ter na verdade uma função, que é de criar barulho interno suficiente para não escutarmos o que de fato importa para nós.
Há um ditado popular que afirma: “até água em excesso pode matar uma pessoa”. Devemos aprender a ter equilíbrio em tudo na vida ou qualquer exagero pode levar a situações com potencial de descontrole.
Inovar não quer dizer investir apenas em novas tecnologias, é montar estratégia e ambiente em busca de um novo comportamento, é buscar novas formas de olhar o que já existe, é fazer a mesma coisa de forma diferente.
Um novo emprego, um novo empreendimento, um novo relacionamento. Qualquer que seja seu novo projeto, apenas mediante atitudes renovadas será possível cultivar resultados diferenciados.
“Eu não vou atendê-lo porque não estou no meu horário de trabalho, diga a ele para voltar depois”. Veja como uma situação mostra o desenrolar de uma história envolvendo um adulto-criança e um adulto-adulto.