O líder com propósito lidera por uma causa com carisma, empatia, inovação e conduz equipes por meio de seus valores. Oferece aos liderados uma causa e acredita que haja uma identificação conjunta com ela.
Quarenta anos após a “Lei de Gérson”, decretada em campanha publicitária histórica dos cigarros Vila Rica que exaltava a malandragem e o jeitinho brasileiro, surge então uma nova versão, lapidada para o pior.
Os nossos recursos não são infinitos e a opção de escolha é nossa. As Instituições Financeiras, a todo o momento, nos oferecem cheque especial, cartão de crédito e crédito pessoal. Aí estão as armadilhas!
Construir e manter modelos econômicos que condicionam o consumo e fazer ambas as ações, com valores e crenças sociais: podem criar vazios capazes de esgotar as pessoas. Vazios esses de: ideias, ideais e afeições.
O mercado exige que os profissionais, além de suas competências técnicas e comportamentais, invistam na divulgação de sua marca pessoal, sejam aqueles que atuam em empresas ou de forma autônoma.
O Coaching tem sido utilizado para contribuir com a mudança organizacional, seja orientado aos líderes ou às equipes. Mas como será que os líderes facilitam (ou não) os resultados de desempenho dos seus liderados?
A vida é uma grande prova, onde nossos limites são testados o tempo todo. Deixar-se vencer torna-nos mais fracos e quando estamos fracos sucumbimos mais rápido aos testes da vida.
A gente se sente desorganizado, sem foco e sem saber o que fazer primeiro, não é? Então acreditamos que somos desorganizados, sem foco e não sabemos priorizar as coisas, mas será verdade?
As pessoas buscam realização. Mais do que um ato, um estado de espírito. Mais importante do que o fato concretizado, a satisfação de tê-lo feito. As empresas, por sua vez, perseguem resultados.
Na vida não existe garantia de nada. Quem não ousar fazer diferente e reinventar-se vai continuar colhendo o mesmo resultado do que sempre plantou. Você já ouviu falar da Teoria de Insanidade de Einstein?