Quando foi que o e-mail se tornou a ÚNICA ferramenta altamente eficaz e assertiva de vendas? O que aconteceu com os “dias difíceis” do malho em ligações (sim, o telefone também era usado), com os relacionamentos em rede e, principalmente, com a criatividade dos vendedores?
Quem somos nós? Para onde vamos? O fim é o começo ou o começo é o fim? Desde os povos primitivos até a nossa era, as indagações e inquietações sobre a vida são as mesmas!
A reclamação é constante, equipes mal lideradas, desunidas e desmotivadas. Clientes insatisfeitos com os seus produtos e serviços oferecidos, além do desequilíbrio emocional dos profissionais que são responsáveis por inúmeros conflitos.
Pare por uns minutos o que está fazendo agora e responda: Como anda a qualidade dos seus pensamentos? Sua mente está trabalhando na direção de suas metas ou mostrando tudo o que pode dar errado e o quanto você é incapaz?
Não pretendo jogar um balde de água fria no seu olhar positivo sobre 2017, mas você já notou que a maioria das resoluções de Ano Novo contém apenas um plano sobre aquilo que esperamos dar certo e, dificilmente, prevemos obstáculos ou ameaças?
Um dos maiores problemas do século XXI é chamado de Estresse. Ele ajuda a adquirir doenças como Diabetes, Coronárias, AVC, depressão, entre outras. Sem controle, ele torna também nossa autoestima baixa, causando problemas e doenças emocionais.
O mercado está cada vez mais competitivo. Ir ao encontro à melhoria contínua é preciso para a sobrevivência de qualquer profissional ou negócio! Quanto você tem investido no seu aprimoramento e no desenvolvimento das suas competências profissionais?
O que você está fazendo hoje para realizar ou atingir seus objetivos? O que você faria melhor se pudesse mudar algo em sua vida? O que você poderia desenvolver ou conquistar para aproveitar melhor as oportunidades profissionais?
Sempre deixamos as coisas para depois. Se tudo parece normal, OK, está tudo bem. As pessoas só entram em ação quando algo de ruim acontece com suas carreiras. Então, só resta chorar a perda, ficar triste, tentar achar um culpado e, aos poucos, recuperar o que foi perdido.
Jamais ignore um feedback, pois pode ser fatal para você! Saber tirar proveito de um feedback positivo não é suficiente. Às vezes um feedback negativo pode nos aperfeiçoar muito mais como pessoa e como profissional.