Tomar uma decisão nem sempre é fácil, há pessoas que agem de maneira mais impulsiva, seguem suas emoções e intuição e outras que fazem um levantamento de dados e pesquisas para escolher qual rumo seguir. Quem está errado?
Se alguém lhe perguntasse: quais são seus talentos e pontos fortes, o que você responderia? Esta pergunta parece simples para algumas pessoas, já desafiadora e difícil para outras pois não conseguem reconhecer seu próprio valor. Isso ocorre contigo?
Não há que se falar em igualdade de gênero, uma vez que homens e mulheres jamais serão iguais, respeitadas as suas diferenças. Se a questão é semântica, sugiro que mudemos o termo para ISONOMIA DE GÊNERO.
Quem nunca recebeu um brinde de um vendedor e se sentiu na obrigação de comprar algum produto? Quem nunca ganhou um presente e se sentiu com vontade de retribuir? E quem não conhece a frase: “gentileza gera gentileza”?
Por mais habilidades que ela possa ter, a mulher sempre terá desafios na vida que lhe fará escolher desistir ou superar. Mas optará em superar, mesmo com medo e incertezas, tomará a iniciativa, principalmente após a maternidade!
Muitas vezes as pessoas ficam procurando sua vocação como se ela estivesse muito longe e fosse difícil de ser descoberta ou alcançada, mas na verdade ela pode estar muito mais próxima do que se supõe.
Você, mulher, alia a dinâmica de um lar com os desafios do mundo corporativo? Quer mais satisfação no trabalho, mas não sabe como implementar o seu pleno potencial? Quer administrar melhor seu tempo para ser mais proativa?
A expressão de sentimentos no mundo profissional é percebida como vulnerabilidade, e as pessoas temem que os outros se aproveitem disso ou os façam em pedacinhos. Porém a expressão da vulnerabilidade pode ajudar a resolver conflitos.
Quer se destacar entre os demais profissionais? Conheça 10 quesitos valiosos que todo profissional deve desenvolver para corresponder ao que o mercado tem exigido, esteja você na universidade ou já atuando como profissional.
Cultivamos um hábito pernicioso, ainda que inconscientemente. Costumamos nos apegar a objetos, pessoas e eventos. A vida muitas vezes sugere parar, recuar ou interromper. Não pela estática, mas pela dinâmica de seguir adiante.