É muito difícil dentro de qualquer nível de desenvolvimento humano resistir às pancadas que recebemos de pessoas que, sem perceber, funcionam dentro de um automatismo impensado. E aí? O que fazer quando a paciência acaba?
Qual profissional nunca teve sua atividade cotidiana afetada ao viver uma paixão incontrolada? Quando ocorre a paixão, o corpo e a alma se misturam em uma reação em cadeia, que nos leva à plenitude desejada por qualquer ser humano, mesmo que condenada a ter um fim, cedo ou tarde.
As empresas e os profissionais que se saem bem no mundo atual são aqueles que se mostram melhores não só em se adaptar às mudanças, mas também em se adiantar a elas. Ao invés de enxergá-las como adversidades, encaram como oportunidades, uma nova forma de chegar aonde se deseja.
Não existem bons ou maus amigos, sinceros ou dissimulados. Por definição, um amigo é verdadeiro, honesto, leal e digno de honra e admiração. Lembro-me de Publius Syrus: “A amizade que acaba nunca principiou”.
Será que ela será uma atividade que fará parte do passado? Será que o Coaching será visto como a “Consultoria” foi vista anos atrás? Pode ser que sim, pode ser que não. Como assim? O que fará a diferença para que esta profissão seja encarada de forma diferente?
Uma das características marcantes do momento atual é o imediatismo. Há uma tendência de simplificação nos procedimentos e a opção pelas ações que oferecem vantagens imediatas e menores riscos, sem considerar as consequências futuras.
Diariamente somos surpreendidos por problemas estressantes que nos perturbam por muito tempo. Nos tornamos reféns da ansiedade, da preocupação e até mesmo da raiva. Superestimamos a situação e subestimamos a capacidade de enfrentá-la. Mas há uma outra forma de agir!
Você já prestou atenção em quantos pensamentos passam pela sua mente diariamente? E na qualidade deles? Talvez sim, talvez não. Mas acredite, mais de 70% deles são: julgamentos, negatividades, medo do que está por vir, coisas a fazer, passado ou futuro. Como mudar isto?
“Meça duas vezes e corte uma”. Para a marcenaria parece bem lógico, afinal é preciso ter certeza da conferência das medidas para não cortar errado e perder a madeira, mas essa regra também poderá ser aplicada em sua vida e ser um grande aprendizado. Quer saber o porquê?
Por cada R$ 1 gasto em marketing de influência, uma marca faz em média R$ 6 de retorno. Entenda porque este novo formato de comunicação com os consumidores já se consolidou no mercado como uma opção eficaz e viável.