A paralisação e o racionamento de combustível tirou todos nós brasileiros da zona de conforto. Ah, como são boas as crises e a escassez para revelar os verdadeiros valores de uma sociedade. E qual a triste conclusão?
Que tal abandonarmos as formas “categorizadas do Coaching” para dar profundidade no entendimento do outro, de suas necessidades e assim conseguir caminhar com o cliente na construção de um melhor processo de trabalho?
Diante de um mundo em constante mudança, com cenários complexos e ambíguos, nos vemos diante de muita pressão, poucos recursos, tempo escasso e muito stress. Como ter equilíbrio sem colocar tudo a perder?
Será? Lembre-se que o coletivo somos nós e não estamos de fora olhando o mundo, nós fazemos parte ativa dele, mesmo quando não estamos dizendo ou fazendo nada a respeito.
Para podermos experimentar um caminho de possibilidades, é importante desenvolvermos a escuta ativa. E o que é, antes de tudo, essa tal de escuta ativa?
Esconder emoções, abandonar convicções, ocultar/omitir fatos e atividades é uma constante no dia a dia de muitos profissionais que acreditam que assim estão se protegendo de seus “predadores”. Estará isto correto?