Um dos erros que mais contribui para o descontrole financeiro é não respeitar o padrão de vida. Tem muita gente querendo comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para impressionar quem, muitas vezes, nem sequer conhece.
Todas as pessoas enfrentam no seu dia a dia desafios, dificuldades, obstáculos, problemas... O que fazer? Parar e desistir perante o problema? Enfrentar e resolver? Ou fugir dos obstáculos? Qual seria a melhor opção?
É muito comum ouvir que ansiedade é a “doença moderna”. Nossos ancestrais não franziam a testa para o vestibular ou um chefe irritado ou uma ignorada no WhatsApp. Sem dúvida, o século XXI foi amaldiçoado com a ansiedade!
Não podemos negar que temos presenciado o terrorismo nutricional a nossa volta. São muitos mitos, ideologias e crenças em torno dos alimentos e sem comprovação. Você come bem? Como é comer perfeitamente?
Temos que afastar e tirar de vez o Padrão de Solidão. E não tem jeito. Solidão é uma bomba que quando explode acaba com a autoestima de qualquer pessoa. Mas, solidão é ruim? Estar só é ruim? Se sentir só é tão ruim assim?
O dinheiro não traz felicidade. A solidão de um homem que vive numa mansão é a mesma solidão de um que vive numa kitnet e todo dinheiro do mundo não paga nossa paz de espírito. Dinheiro requer controle emocional!
É comum vermos pessoas investirem em suas carreiras, em cursos de especialização, lendo diversas literaturas, enfim, buscando sempre melhorar para crescer profissionalmente. Mas e em relação à aposentadoria?
Nada se consegue sem esforço e persistência, por isso mesmo que os resultados demorem a chegar o que importa é o caminho que fez! Todos os dias pense positivo e faça diferente, no final irá ter a compensação!
Será que uma frase solta em nosso dia a dia pode mudar nossa vida? Claro que sim! Qualquer frase afirmada através de palavras e pensamentos com força e convicção tem atuação muito positiva em nossas vidas a qualquer momento.
O que move ou paralisa qualquer ação humana é a presença ou ausência do medo. A intolerância tem sua raiz no medo, mas há dois agravantes que a constitui: a ignorância e a incapacidade de lidar com as diferenças.