O post Férias do Digital: O Poder de Desconectar para Reconectar apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Vivemos em uma era em que estar conectado parece obrigatório.
O celular vibra, o e-mail apita, as redes sociais nunca dormem.
A pergunta:
Será que nós precisamos estar sempre disponíveis?
Acredite, a resposta é um sonoro NÃO!
Justamente aqui que entra o conceito de “férias do digital”: um movimento consciente de pausa, que não significa rejeitar a tecnologia, mas sim usá-la de forma saudável e estratégica.
O excesso de telas e redes sociais tem efeitos profundos na mente e nas relações humanas. De acordo com estudos recentes:
Além do mais, no campo dos relacionamentos, a hiperconectividade gera comparações sociais, reduz a qualidade das interações presenciais e cria uma falsa sensação de proximidade, enquanto a intimidade real se fragiliza.
Olhando dessa forma para a questão, rapidamente é possível listar cinco bons motivos para essa pausa estratégica.
Agora, vamos pensar o quão benéfico é o impacto dessa parada:
É um ato de coragem e consciência.
É escolher a qualidade sobre a quantidade, o encontro real sobre a notificação, o silêncio sobre o ruído.
Em um mundo que nos empurra para a hiperconexão, desconectar é revolucionário.
Permita-se de fato viver o off-line.
Porque é nele que a vida acontece de verdade.
É dentro dessa provocação à reflexão que estou saindo de férias hoje, retornando dia 05 de janeiro de 2026.
Vou para o meio do mato para que eu possa me desconectar e me reconectar comigo mesmo através da conexão com a natureza.
Ouvir o canto dos pássaros, o farfalhar das folhas ao vento, a queda d’água constante da cachoeira.
Te provoco a refletir o mesmo sobre VOCÊ.
Tire um fim de semana prolongado.
Aproveite o intervalo Natal Ano Novo.
Tire uma semana…
Escolha.
Assuma.
Faça.
Você irá me agradecer.
Quer saber mais sobre como tirar férias do digital pode transformar seu bem-estar bem como sua forma de se relacionar com o mundo? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Abraço fraterno e até 2026!
Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen
Confira também: LinkedIn: Espelho da Coragem e do Autoconhecimento
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]]>O post A Ansiedade que Chega no Fim do Ano: Como Lidar com Expectativas e Pressões apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Pronto, foi só eu ler que faltam 5 semanas para o Natal, que o réveillon é na semana seguinte, que mais um ano que se despede, e já começa um aperto no peito.
Mas, eu tenho que dizer que não é só sobre festas, luzes ou comemorações. É sobre um turbilhão de emoções que chega junto com dezembro: a sensação de que é preciso fechar ciclos, cumprir metas que ficaram pelo caminho, comprar presentes, organizar encontros, reconciliar relações, emagrecer, comer melhor, … e, de alguma forma, mostrar ao mundo que está tudo bem.
Mas, no fundo, nem sempre está. E está tudo bem!
A ansiedade típica de fim de ano nasce da comparação silenciosa com aquilo que idealizamos e não alcançamos. Vem do peso de “precisar” estar feliz, mesmo quando o corpo pede descanso. Vem da expectativa de começar o próximo ano renovado, como se a virada fosse um passe mágico que apagasse frustrações e dúvidas.
Só que não funciona assim.
O fim do ano cria uma fantasia coletiva: a de que tudo deve estar encaixado, resolvido e bonito (claro que já li a minha tendência para 2026).
Não é só em dezembro que se reconcilia. As relações verdadeiras e saudáveis se constroem no cotidiano, na verdade e na vontade genuína não na obrigação da ceia de terminar tudo bem (arroz com ou sem passas?).
Presentes não são prova de afeto, não podem ser exigências impostas pela data. Não há nenhuma obrigação, tem que ser prazer, natural, sem cobrança.
Como pode o espírito de Natal durar apenas alguns dias? Solidariedade, empatia e gentileza não têm calendário. Tem que ser o ano todo em qualquer momento.
E porque tanta expectativa em planejar metas (inalcançáveis) que podem nascer em março, em agosto ou em qualquer terça-feira comum?
O propósito não é um evento, tem que ser uma uma construção.
E daí que nasce a frustração de viver uma realidade que não é verdadeira
A pressão de aparentar alegria pode machucar mais do que se imagina. E de forçar uma intimidade que não existe, um afeto que foi afastado durante todo o ano, um abraço que não existiu nos momentos mais especiais.
Quando você veste uma emoção que não sente, cria uma distância e é dessa falta de autenticidade que nasce a frustração.
Honestamente, há dias mais leves, outros mais densos. Haverá conquistas e haverá mudanças de planos. Isso não define fracasso, é coragem de tentar de novo.
Fim de ano não precisa ser sinônimo de correria emocional. Analise se realmente é a hora de se reconciliar. Se quer realmente esses encontros, presentear as pessoas que você não tem afinidade e nem vontade.
Será que aquelas metas deveriam mesmo estar na sua lista ou você criou em outro momento que ela fazia sentido e agora não mais?
É muito bom recomeçar, antes de tudo, tem que fazer sentido para você, tem que ser de verdade, com vontade. A autenticidade sim é um presente que você se dá e merece. E é dela que nasce a verdadeira paz emocional.
Em vez de correr atrás de expectativas, permita-se celebrar suas pequenas conquistas, a aceitação de que o tempo não foi suficiente ou mesmo não era tempo, de respirar, de construir de forma sólida e forte, de inspirar.
O fim do ano tem que ser algo verdadeiro.
A vida não muda porque o relógio vira, mas muda quando você decide caminhar com autenticidade.
E essa decisão pode acontecer hoje. Ou no dia 31. Ou em qualquer dia do ano.
O importante é que aconteça por você e não pelo calendário.
O fim de ano não é um script que precisa ser seguido, que você tem que estar bem com todo mundo, que você tem que esquecer, mesmo que a ferida ainda esteja aberta e não resolvida, que você tem que participar de tudo, que tem tem que dar presente, mesmo sem condições (nem vou falar do amigo oculto), que tem que estar feliz, em paz… mesmo que não seja verdade. Porque é fim de ano!
O “espírito de Natal” não é uma máscara de felicidade obrigatória. Ele perde o sentido quando se torna cobrança e não escolha.
Respeite o seu tempo, Aliás, o respeito é o melhor presente, a melhor reconciliação.
Não caia na armadilha das redes sociais, da perfeição, do brilho das luzes se nada disso for verdade para você. Daí nasce a frustração, a ansiedade, a tristeza.
Pergunte-se: O que eu realmente preciso neste momento? O que faz sentido para mim, não para o roteiro dos outros? Como posso fechar o ano com verdade, não com aparência?
Livre-se da culpa, que é uma visão negativa de você e da outra pessoa. Assuma responsabilidades, assim você resolve mágoas e ressentimentos. E antes de dizer sim, perceba se faz sentido para você, ou se é só para agradar, ou é medo de desagradar. A melhor coisa é negociar da melhor forma que isso tudo pode ser feito.
Seja gentil quando impor seus limites, diga ‘não’ dizendo ‘sim’, agradeça e diga o que realmente você deseja, isso tudo pode e deve ser combinado e ser bom para todo mundo. Lembre-se que um abraço, um carinho, a autenticidade são essenciais. Fale dos seus rituais que são importantes para você.
Ser vulnerável é libertador, poder falar como se sente, quais são suas reais necessidades (permita que o outro faça também).
Esteja perto de quem é seu porto seguro, que te traz paz e pertencimento.
Tenha cuidado com as palavras, que tem poder.
Exerça o autocuidado, que também é um presente não só para você.
O ano vira em um dia, mas quem decide virar a própria página é você, no seu tempo, com a sua verdade.
O melhor dessa vida para você, sempre!
Quer saber mais sobre como lidar com a ansiedade de fim de ano de forma leve, verdadeira e sem pressões impostas? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até lá!
Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br
Confira também: O Que Vem Depois do Luto: Como Transformar a Dor em Aprendizado e Cura
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]]>O post LinkedIn: Espelho da Coragem e do Autoconhecimento apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Você ainda usa o LinkedIn apenas para procurar vagas ou atualizar o currículo?
Nesse caso, você está perdendo a maior revolução silenciosa do mundo corporativo: o surgimento de uma nova praça pública da liderança viva, humana e autêntica.
Exige coerência.
Exige propósito.
E exige coragem de ser quem se é.
Mesmo que ninguém esteja aplaudindo.
A coragem de se expor com verdade.
Posicionar-se no LinkedIn exige mais do que técnica.
Exige coragem para sair do script corporativo, para abandonar o jargão vazio, para escrever em primeira pessoa.
Coragem para dizer:
“Isso é o que eu penso.
Isso é o que eu acredito.
E isso é o que eu vivi.”
Essa coragem não nasce do acaso.
Ela é filha direta do autoconhecimento.
Quem não se conhece, repete.
Quem se conhece, escolhe.
E quem se conhece profundamente, lidera.
Mas o algoritmo da autenticidade prioriza outra coisa: a verdade.
Quando você escreve com verdade, então você não apenas aparece, você permanece.
Você não apenas é visto, você é lembrado.
Você não apenas é lido, você é sentido.
Muitos confundem posicionamento com opinião.
Posicionamento é mais do que dizer o que se pensa.
É sustentar o que se acredita.
É manter a coerência mesmo quando o vento muda.
E é não se esconder atrás de fórmulas prontas.
Não publicar para ser aceito, mas para ser relevante.
Não é simplesmente se moldar ao que está em alta.
É, acima de tudo, ao que é sua essência.
É construir a sua trilha e sua jornada.
No fim das contas, é o que constrói reputação.
Eles vêm da coragem de se posicionar com clareza.
Da coragem de se expor com vulnerabilidade.
Da coragem de se conectar com propósito.
Isso não se aprende em curso.
Se conquista na jornada.
Se constrói na prática.
E se lapida na escuta.
Se você quer resultados reais, então comece por dentro.
Se você quer impacto digital, então comece pela escuta.
E se você quer presença, então comece pela coragem.
Porque no fim…
O LinkedIn não revela quem você quer ser.
Ele amplifica quem você já é.
Quer saber mais sobre como desenvolver coragem e autoconhecimento para se posicionar com autenticidade no LinkedIn? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.
Até o próximo artigo!
Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen
Confira também: LinkedIn: A Nova Praça Pública da Liderança Autêntica
O post LinkedIn: Espelho da Coragem e do Autoconhecimento apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post O Que Vem Depois do Luto: Como Transformar a Dor em Aprendizado e Cura apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O luto não é apenas sobre a morte. É sobre tudo aquilo que morre dentro de nós quando algo muda para sempre.
O fim de uma relação, uma despedida sem volta, um sonho que se desfaz.
Cada perda nos obriga a revisitar o sentido da vida e o lugar que ocupamos no mundo.
O luto é uma travessia. Falamos sobre isso no último artigo, não é uma morada.
No início, somos engolidos pela dor e negamos, resistimos, tentamos entender o que não tem lógica. Nem se esforce, acolha.
Mas com o tempo, se permitimos sentir, algo dentro de nós começa a se reorganizar. Receba, aceite e acolha.
Você vai precisar buscar um novo equilíbrio, uma nova forma de continuar amando sem a presença física, seguir em frente sem apagar o passado.
Aceitar não significa concordar com o que aconteceu.
Aceitar é reconhecer que a realidade mudou e que resistir a ela só prolonga o sofrimento.
Quando o ego para de lutar contra o que é, o coração começa a se curar.
É nesse ponto que a dor se transforma em sabedoria. Não é uma tarefa fácil, resistimos!
Depois do luto, aprendemos que a ausência também ensina.
Ela nos mostra o valor da presença, o limite do controle, a importância de viver com entrega, porque tudo é impermanente.
Não é perder esperança é ganhar consciência.
Nos tira da ilusão da permanência e nos coloca diante da verdade da vida: nada é eterno, mas tudo o que é vivido com amor permanece de outra forma.
A vida depois do luto é mais silenciosa, mas também mais autêntica.
Deixamos de buscar garantias e passamos então a buscar sentido.
E com o tempo, a dor deixa de ser um muro e se torna então uma ponte. Eu estou nesse processo. Uma ponte entre o que fomos e o que estamos nos tornando. E me entrego…
E então, dizem, que compreendemos que o luto não foi o fim, mas um despertar. Um chamado para viver com mais presença, mais consciência, e mais gratidão por tudo que a vida de fato nos permitiu amar. Isso eu percebo em cada segundo do meu dia a dia. É o que me traz paz.
O que estou aprendendo: que não quero ficar presa e nem ter o luto como morada.
Que quero sentir novamente a leveza em meu coração, com alegria e serenidade.
Quero respirar mais leve, amanhecer mais tranquila, enfrentar a ausência, o medo, a culpa, a saudade e o silêncio.
Quero que cada lembrança me acalme, me liberte, me abrace e me de mais coragem.
Quer saber mais sobre como transformar o luto em um processo de cura, aprendizado e reconexão com a vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até lá!
Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br
Confira também: O Luto e Suas Formas: Como Enfrentar a Dor da Perda e do Desapego
O post O Que Vem Depois do Luto: Como Transformar a Dor em Aprendizado e Cura apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post LinkedIn: A Nova Praça Pública da Liderança Autêntica apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Em um mundo cada vez mais digitalizado, o LinkedIn deixou de ser apenas uma vitrine de currículos e se transformou em uma arena viva de ideias, posicionamentos e conexões humanas.
Para quem, assim como eu, acredita que a liderança autêntica começa na escuta e se consolida na coragem de se expor com verdade, o LinkedIn é mais do que uma rede social, ele é um espelho da nossa presença no mundo.
Não basta estar online. É preciso estar presente.
Presença, no LinkedIn, não se mede por quantidade de posts ou curtidas.
Tamanho de rede não paga boletos.
É pela qualidade das interações, pela profundidade das reflexões e pela coerência entre o que se diz e o que se faz.
A presença digital consciente é aquela que respeita o tempo do outro, provoca sem agredir, inspira sem impor.
Tenho defendido que o LinkedIn é um espaço de construção de reputação, não de performance.
Reputação se constrói com consistência, vulnerabilidade e escuta ativa.
É por isso que cada comentário, cada artigo, cada compartilhamento precisa carregar propósito.
Não é sobre ser visto, e sim, sobre ser lembrado pelo que se representa.
Diferente do que muitas pessoas pensam sobre o LinkedIn, ele nos convida a abandonar a linguagem corporativa pasteurizada e assumir a voz da experiência.
A liderança que se comunica bem é aquela que se escreve em primeira pessoa, que compartilha aprendizados, dúvidas, fracassos e conquistas com a mesma naturalidade.
É a liderança que não tem medo de dizer “eu não sei”, “eu errei”, “eu aprendi”.
Nos meus trabalhos com desenvolvimento humano e cultura organizacional, tenho percebido que os líderes mais admirados são aqueles que se permitem ser humanos.
O palco ideal para essa humanização da liderança, com toda certeza, é o LinkedIn.
Quando um executivo compartilha um dilema ético, uma gestora fala sobre burnout ou um profissional celebra uma conquista com gratidão genuína, então certamente o impacto é real.
Esse comportamento toca, conecta, transforma.
Muitos me perguntam nas Mentorias sobre algoritmos, horários ideais para postagem e formatos que geram mais engajamento.
O que de fato engaja é PRESENÇA e RELACIONAMENTO, expresso em conteúdo com alma.
Quando o texto tem cheiro de café…
Quando a frase parece ter sido escrita no intervalo de uma reunião difícil…
E quando o post carrega a emoção de quem viveu aquilo de verdade.
Tenho sugerido, aos meus Mentorados, que deixem de lado o medo de parecerem vulneráveis e abracem a autenticidade.
Um post sobre uma demissão pode ser mais poderoso do que um sobre uma promoção.
Sem ser piegas ou agredir a empresa, por mais duro que tenha sido o momento, você precisa sem dúvida focar em FATOS.
Um relato sobre um erro pode gerar mais conexões do que um sobre um sucesso.
Uma rede social é feita de pessoas e pessoas se conectam com histórias, não com apenas com slogans ou fanfics.
Não deixe ser uma “Linkedisney”! Para que isso se torne verdade, você precisa tomar a frente, se posicionar e ser coerente.
Você agente da mudança de um espaço melhor.
Em tempos de polarização e superficialidade, posicionar-se com respeito e profundidade é um ato de coragem.
Você pode pensar que o LinkedIn não é o espaço onde essa coragem pode florescer. Muito pelo contrário!
Já escrevi sobre temas como diversidade, saúde emocional, cultura de feedback e liderança inclusiva.
Toda vez que me posicionei com clareza, recebi não apenas apoio, mas também provocações que me fizeram crescer.
A arte de postar para gerar reflexões, gerar novas ideias, sem agressões, humilhações ou conteúdo espúrio.
O LinkedIn não é um lugar para agradar a todos.
É um lugar para ser fiel aos próprios valores.
Isso é POSICIONAMENTO e exige maturidade, escuta e disposição para o diálogo.
Quando um profissional se posiciona sobre um tema relevante, ele não apenas contribui para o debate, ele também se torna referência.
Esse posicionamento não se constrói com neutralidade, mas com autenticidade genuína e respeitosa.
Saber ouvir, falar e calar. Em qual momento aplicar cada ação.
Mais do que networking, o LinkedIn é sobre netweaving, a arte de tecer relações significativas.
Cada conexão pode ser uma porta para uma nova ideia, uma parceria, um aprendizado.
Isso tudo só acontece quando há generosidade, curiosidade bem como disposição para contribuir.
Disposição para dar e receber, tendo a consciência da construção coletiva.
Tenho visto profissionais que usam o LinkedIn para oferecer ajuda, compartilhar vagas, indicar colegas e, além disso, celebrar conquistas alheias.
Isso muda tudo. Porque transforma a rede em comunidade.
Comunidade é o que nos sustenta nos momentos difíceis e nos impulsiona nos momentos de crescimento.
Qual comunidade você está construindo e se conectando com seu comportamento digital?
Empresas que entendem o poder do LinkedIn incentivam seus colaboradores a se expressarem na rede.
Não com posts padronizados, mas com vozes autênticas.
Porque cada profissional é um embaixador da cultura organizacional.
Um conceito para o qual nem todos estão preparados a aceitar…ainda.
Entenda: quando essa cultura é viva, ela transborda para fora dos muros da empresa.
Tenho trabalhado com líderes que usam o LinkedIn para compartilhar aprendizados de projetos, reflexões sobre gestão, insights de eventos.
Atitudes e comportamentos que fortalecem a marca empregadora, atrai talentos e constrói reputação.
Cultura não é o que está escrito no manual, é o que se vive e se compartilha.
O LinkedIn é, hoje, um dos espaços mais potentes para quem deseja liderar com propósito, comunicar com verdade bem como construir pontes entre pessoas e ideias.
Quando comecei, há 7 anos, tinha 198 conexões.
Diferente de muitos, eu sabia exatamente qual era meu objetivo. Apenas não sabia fazer ainda.
Corri atrás. Aprendi. Testei. Aperfeiçoei.
Hoje ensino e aprendo ensinando.
Tudo é vivo, exige cuidado, presença e coragem.
Se você ainda vê o LinkedIn como um lugar para postar currículo, então talvez esteja perdendo a chance de escrever sua história em tempo real.
Você é um ser humano único! Mostre isso ao mundo.
Não é sobre ter uma conta e estar no LinkedIn.
É sobre fazer o LinkedIn estar em você. É sobre pessoas!
Afinal, como costumo dizer: LinkedIn é RELACIONAMENTO.
Quer saber mais sobre como exercer uma liderança autêntica que inspira e conecta pessoas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até o próximo artigo!
Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen
Confira também: O Poder da Conexão no LinkedIn: Muito Além dos Convites Aceitos
O post LinkedIn: A Nova Praça Pública da Liderança Autêntica apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post O Luto e Suas Formas: Como Enfrentar a Dor da Perda e do Desapego apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O luto é um caminho inevitável da existência.
Quando alguém que amamos parte definitivamente deste mundo, somos atravessados pela ausência física. É um vazio que exige tempo, lágrimas, silêncio e também muito acolhimento.
Esse luto pede paciência com o coração, porque não existe fórmula que o apresse: cada um tem seu ritmo para reorganizar a vida sem aquela presença.
Mas existe também o luto da pessoa viva, aquele em que o corpo permanece, mas o vínculo se desfaz. É o término, o afastamento, a distância, a transformação de uma relação.
Esse luto é difícil de nomear, porque não há despedida oficial, não há rituais, não há um fim declarado. Ainda assim, a dor é real, porque a vida precisa seguir sem aquilo que um dia foi importante.
São despedidas acompanhadas de silêncio. É o luto de quem se afasta, de quem muda, de quem já não cabe na nossa vida e mesmo assim deixa saudade.
Esse luto dói porque não há rituais claros de despedida. Ele exige autoempatia e paciência, porque as emoções podem oscilar entre tristeza, raiva, culpa e até esperança de retomada. E tudo isso é natural.
Sair desse luto não significa esquecer, mas reorganizar a vida emocional. É permitir-se sentir, chorar quando for preciso, respeitar o tempo interno e, aos poucos, abrir espaço para o novo.
Cuidar do corpo, observar os pensamentos, nomear os sentimentos. Assim, a dor se transforma em aprendizado e a falta se transforma em um lugar de gratidão pelo que foi vivido.
Procure pessoas de confiança, busque ajuda de profissionais e cultive o equilíbrio com seu próprio processo.
Ambos os lutos pedem acolhimento interno. É preciso permitir-se sentir: a saudade, a raiva, a tristeza, a incompreensão. Resistir às emoções só prolonga o sofrimento.
O processo de cura nasce quando nos damos o direito de viver o que se apresenta, sem pressa, mas com coragem para atravessar.
O luto não é um lugar para morar, mas uma travessia. Uma travessia que ensina sobre amor, impermanência e renascimento.
E mesmo que não seja fácil, com paciência, apoio e cuidado, ele pode abrir espaço para uma vida mais consciente e mais plena.
É uma experiência inevitável da vida. É um processo humano, natural e, ao mesmo tempo, doloroso.
Ele chega quando alguém que amamos parte deste mundo e também quando alguém que amamos permanece vivo, mas já não está mais em nossa vida da mesma forma.
Reorganizar a vida ao redor da ausência é um desafio. A saudade não some, mas a intensidade da dor se transforma.
A cada dia, aprendemos a conviver com o vazio, e com o tempo, ele pode se tornar um espaço de gratidão pela história compartilhada e pelas memórias que ficam.
Apesar das diferenças, ambos os lutos pedem a mesma postura: paciência e autocompaixão. É importante entender que sentir dor não significa fraqueza. Que chorar não é retrocesso. Que se permitir viver o luto é um ato de coragem e de amor próprio.
Ninguém atravessa o luto sem marcas, mas é justamente nessas marcas que nascem a força, a sabedoria e a capacidade de amar de novo, inclusive a si mesmo.
Não é um conselho, mas o que eu estou me permitindo.
Eu me permito sentir, não fugir da dor, não me cobrar, não fingir que nada aconteceu, acolhendo meus sentimentos com respeito.
Exerço a paciência do tempo, sem forma definida, sem querer superar ou apressar, atravessando um passo de cada vez.
Eu me cuido, me alimento, descanso, choro, sofro, agradeço, oro, medito.
Não caminho sozinha, tenho apoio de pessoas queridas, da espiritualidade, da terapia, do compartilhamento.
Eu estou em processo de transformar essa dor do luto em aprendizado, em sabedoria, gratidão e força.
Viver o luto é também uma forma de honrar a vida e abrir espaço para que o amor continue em nós.
Quer saber mais sobre como enfrentar o luto, acolher a dor da perda e do desapego e transformar esse processo em aprendizado e força? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até lá!
Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br
Confira também: A Importância de Usar Filtros Emocionais e Mentais no Dia a Dia
O post O Luto e Suas Formas: Como Enfrentar a Dor da Perda e do Desapego apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post A Importância de Usar Filtros Emocionais e Mentais no Dia a Dia apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Todos os dias, somos bombardeados por informações, movidos pela nossa sede incansável de saber o que acontece. Somos conduzidos pela mídia, redes sociais e pela opinião alheia de pessoas que depositamos confiança.
As opiniões são diversas e quase sempre carregadas de julgamentos e certezas absolutas, todas elas impregnadas dos sentimentos de quem as expressa. O que não percebemos é que, ao absorver essas falas, também carregamos as dores, inseguranças e visões de mundo do outro. E é exatamente aí que mora o perigo.
Pense em uma situação: alguém próximo, tomado pela emoção de uma experiência pessoal mal resolvida, opina sobre um tema que também é importante para você. Por exemplo, uma pessoa que passou por uma separação dolorosa, ainda marcada por mágoas e ressentimentos. Se você compartilha com ela um momento difícil do seu relacionamento, é provável que receba conselhos contaminados por julgamentos e fragilidades.
Sem a intenção de te prejudicar, essa pessoa pode estimular você a desistir, a tomar decisões precipitadas ou até a romper um vínculo sem antes passar por etapas essenciais de diálogo, reflexão e amadurecimento. Assim, corre-se o risco de perder oportunidades, deixar de viver processos importantes ou até abrir mão de um projeto de vida.
O filtro é, portanto, uma ferramenta de proteção emocional e mental. Ele nos permite ouvir sem nos aprisionar. Observar sem carregar. Aprender sem se perder.
Usar filtros não significa ignorar o que o outro sente ou pensa, mas reconhecer que o que vem dele pertence à sua história, não à nossa. Ao desenvolver esse discernimento, abrimos espaço para decisões mais conscientes, livres de contaminação emocional e mais alinhadas à nossa verdade.
A maturidade emocional nasce justamente quando aprendemos a distinguir entre o que é nosso e o que não é. Nem tudo o que chega até nós precisa ser absorvido. Muitas vezes, basta acolher, agradecer e deixar passar.
Muitas vezes, sem perceber, absorvemos esses ‘conselhos’ e agimos sem refletir se aquilo realmente faz sentido para a nossa vida.
Há quem nos influencie porque acredita estar nos ajudando, mas há também quem, consciente ou inconscientemente, nos direcione para escolhas que seriam benéficas para si mesma e não para nós.
É por isso que os filtros internos são tão importantes. Eles funcionam como um mecanismo de proteção, que nos ajuda a separar o que é válido do que é apenas ruído.
Filtrar não é desconsiderar a fala do outro, mas sim avaliar: isso serve para mim? Isso tem conexão com a minha verdade?
A intuição, aliada à busca pela verdade e à observação dos fatos, é um guia poderoso. Ela nos permite perceber quando um conselho vem de um lugar contaminado por dores pessoais e quando realmente pode contribuir para o nosso crescimento.
Não seja esponja. Seja filtro. Absorva apenas o que nutre, fortalece e está alinhado com a sua essência.
Use filtro diante do que o mundo despeja sobre você e faça suas escolhas sem a influência do olhar do outro. Na hora de decidir, carregue somente o que te pertence.
Quer saber mais sobre como os filtros emocionais e mentais podem transformar suas escolhas e proteger sua essência? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até lá!
Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br
Confira também: A Cilada Invisível: Como a Cegueira da Atenção Sabota Seus Relacionamentos
O post A Importância de Usar Filtros Emocionais e Mentais no Dia a Dia apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post O Poder da Conexão no LinkedIn: Muito Além dos Convites Aceitos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Vivemos em uma era hiperconectada.
A cada segundo, milhares de pessoas se conectam, compartilham, comentam, curtem.
A pergunta: será que estamos realmente conectados? Ou estamos apenas plugados em uma rede que nos dá a ilusão de proximidade?
No LinkedIn, essa pergunta ganha ainda mais peso. Afinal, é a rede onde o profissional se encontra com o humano, onde o currículo se mistura com a personalidade, onde o networking pode ser tanto uma ponte quanto uma barreira.
Você já pensou no que significa estar “conectado” no LinkedIn?
Não me refiro ao número de conexões que você ostenta no perfil. Falo da verdadeira conexão, aquela que transforma um simples clique em uma oportunidade real, uma troca genuína, uma ponte entre ideias e pessoas.
A maioria das pessoas coleciona conexões como quem junta figurinhas, poucas entendem que o verdadeiro poder está em como essas conexões são, de fato, ativadas. Uma rede sem propósito é apenas um amontoado de nomes. Uma rede com intenção é uma usina de possibilidades.
Lembre-se: Tamanho de rede não paga boletos.
O LinkedIn não é apenas uma rede profissional.
Ele é um espelho da sua relevância no mercado.
Cada post, cada comentário, cada interação revela não só o que você sabe, mas como você pensa, como você se posiciona, e principalmente, como você se conecta.
Conexão não é sobre quantidade. É sobre qualidade.
É sobre criar pontes entre ideias, entre dores e soluções, entre pessoas que podem se transformar mutuamente. Isso, sem dúvida, exige presença, escuta ativa e coragem para se expor.
Você já se perguntou por que alguns perfis brilham enquanto outros passam despercebidos?
A resposta está na autenticidade da conexão!
Quem se conecta com propósito, transforma o feed em palco de influência.
Quem se conecta por vaidade, vira espectador da própria irrelevância.
O LinkedIn é um ambiente onde a superficialidade não sobrevive por muito tempo.
O algoritmo pode até impulsionar um post viral, mas é a consistência que constrói autoridade.
Autoridade, no LinkedIn, não é sobre títulos é sobre impacto.
A conexão verdadeira nasce quando você deixa de vender e começa a contribuir.
Quando você para de se esconder atrás de cargos e começa a mostrar quem você é, o que você acredita, o que você aprendeu e o que ainda está aprendendo.
Imagine seu perfil como uma vitrine.
O que está exposto ali convida alguém a entrar ou a seguir em frente?
O poder da conexão está em transformar essa vitrine em uma experiência. Em fazer com que cada visitante sinta que ali existe valor, visão e vulnerabilidade.
Você não precisa ser um influenciador com milhares de seguidores.
Precisa ser alguém que provoca reflexão, que compartilha aprendizados, que constrói pontes.
A conexão verdadeira nasce quando você deixa de vender e começa a contribuir.
Quer ser lembrado? Então seja relevante.
Quer ser relevante? Então seja humano.
Mostre bastidores, compartilhe erros, celebre conquistas com generosidade.
O LinkedIn é o único palco onde vulnerabilidade e autoridade coexistem com respeito.
Seja curioso.
Explore perfis fora da sua bolha.
Interaja com pessoas de outras áreas, outras culturas, outras visões.
A conexão poderosa nasce da diversidade.
Quanto mais plural for sua rede, mais rica será sua experiência.
Transforme seu perfil em um catalisador de impacto.
Não apenas um lugar onde você mostra o que fez, mas onde você inspira o que pode ser feito.
Onde você não apenas conta sua história, mas convida outros a escreverem a deles com você.
Pare de aceitar convites automaticamente.
Comece a perguntar: “Por que essa conexão importa?”
Antes de enviar uma mensagem genérica, pense: “Como posso agregar valor?”
Antes de publicar algo, reflita: “Qual objetivo?”
A conexão poderosa no LinkedIn começa com uma mudança de mentalidade.
Não é sobre o que você pode ganhar. É sobre o que você pode oferecer.
Curiosamente, é quando você oferece sem esperar que o retorno vem.
Aqui vão algumas ações práticas para transformar sua presença no LinkedIn:
O LinkedIn é uma rede viva.
Como toda rede viva, ela responde à energia que você coloca nela.
Se você se conecta com intenção, então você recebe intenção.
Se você se conecta com superficialidade, então você recebe silêncio.
A partir de 2025, o algoritmo do Linkedin passou a privilegiar o comentário.
Fique atento: não o show, joinha, legal, valeu.
É aquele comentário que sem dúvida contribui, que provoca a troca. Gera curiosidade e aproxima.
Que tal transformar seu próximo post em um convite à reflexão?
Que tal usar o LinkedIn como ele foi pensado: não como um catálogo de currículos, mas como um ecossistema de ideias vivas?
Serei estratégico em apontar como você pode fazer mais e melhor, colocando-se de fato em movimento rumo aos seus objetivos. Afinal de contas, eu sou Luciano Steffen: #eutirovocedoestadofrozen
Quer saber mais sobre como criar conexões verdadeiras no LinkedIn que geram impacto e relevância? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até o próximo artigo!
Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen
Confira também: Redes Sociais: Entre o Palco do Posicionamento e o Abismo do Excesso
O post O Poder da Conexão no LinkedIn: Muito Além dos Convites Aceitos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>O post A Cilada Invisível: Como a Cegueira da Atenção Sabota Seus Relacionamentos apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Há alguns dias venho falando sobre esse assunto motivada por um post de minha nora que é fotógrafa nos EUA e me veio logo à mente o exemplo clássico de um famoso experimento de Simons e Chabris (1999), no qual participantes contavam passes de bola entre jogadores e não perceberam um gorila atravessando a cena.
Esse é um exemplo que ilustra um fenômeno estudado pela psicologia e pelas neurociências chamado Cegueira da Atenção (Inattentional Blindness).
Trata-se da incapacidade de perceber algo claramente visível porque estamos com a atenção voltada para outra coisa. Na vida cotidiana, ela nos faz ignorar sinais emocionais de quem está ao nosso lado, detalhes de processos que conduzimos, oportunidades ou ameaças claras, porque estamos cegos pela nossa própria atenção seletiva.
O nosso cérebro possui capacidade de processamento limitada e prioriza informações que considera relevantes, filtrando o resto. Esse mecanismo é vital para a sobrevivência, mas pode se tornar uma armadilha quando operamos no piloto automático, na pressa e na sobrecarga mental.
Além disso, vários fatores contribuem como a pressa do dia a dia, o estresse, a falta do autocuidado, o foco excessivo em problemas ou metas rígidas que ainda gera mais ansiedade, entre outros que distraem a nossa percepção da realidade.
Esses impactos na nossa vida pessoal, faz com que deixemos de perceber que precisamos de atenção e ajuda, que ignoramos os sinais quando o corpo fala e não compreendemos os padrões emocionais que sabotam nossas relações.
É indispensável cultivar a presença consciente e revisar as nossas percepções.
Quando você não percebe o cansaço do outro porque está focado nas suas demandas (medos, cobranças, celular, trabalho), quando não percebe os sinais de afastamento emocional, quando não vê gestos de carinho porque está esperando palavras específicas de validação, quando não escuta de forma ativa e empática o que o outro realmente quer dizer porque está apenas esperando para rebater ou se defender.
Todos nós corremos todos os dias (vale outro artigo) para alcançar alguma coisa (se é que sabemos o que queremos) e acabamos ligando o piloto automático na escuta e na fala sem perceber que deixou faz tempo de olhar nos olhos e de estar presente.
Ficamos tão centrados no que falta em nós ou no que desejamos receber que não vemos o que o outro está oferecendo de forma diferente.
Preocupações com a carreira, com as finanças, com os filhos, com a saúde acabam drenando nossa energia.
Fora as expectativas que nos causam frustrações e deixamos o afeto esquecido e tememos de conversar o que precisa ser resolvido e ajustado.
Você pode começar a repensar fazendo uma autorreflexão e respondendo verdadeiramente como se sente e que necessidades precisam ser atendidas.
Outras práticas indispensáveis e que colaboram, em muito, como: o Mindfulness, os exercícios de respiração, o diálogo aberto, o autoconhecimento, a autorreflexão, a escuta de qualidade, a autoestima.
Comece com o simples, respire, faça pausas conscientes, converse olhando nos olhos, se liberte do julgamento, check o que você ouviu se foi o que o outro falou, valorize os pequenos gestos, observe sem colocar adjetivos, pergunte sobre a pessoa e faça que esse movimento seja de mão dupla, crie momentos de vocês, que seja 15 minutos, 1 vez por semana, mas comece.
E não tenha medo de falar como se sente, ser vulnerável é libertador.
A Cegueira da Atenção te distrai da relação amorosa, da sua presença e do seu projeto de futuro.
Apenas observe o outro quando falar, esteja realmente naquele lugar, perceba as mensagens subliminares, como o tom de voz, os gestos, pergunte, escute.
E você, já sabe dizer se está repetindo padrões?
O que você escolheria fazer diferente hoje se realmente visse quem está ao seu lado?
Quer saber mais sobre quais sinais do seu relacionamento você pode estar ignorando por estar no piloto automático? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em falar a respeito.
Até lá!
Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br
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]]>Na era digital, estar presente nas redes sociais deixou de ser uma opção e se tornou um imperativo, especialmente para quem deseja construir uma marca pessoal forte, expandir oportunidades, recolocação ou simplesmente consolidar sua relevância no mercado.
Em poucos cliques, ideias ganham forma, vozes ecoam longe e conexões se estabelecem com uma velocidade jamais imaginada. O mundo na palma da mão.
Posicionar-se estrategicamente nas redes não é apenas expor o que se faz, mas comunicar com clareza quem se é, um diferencial competitivo que reverbera na vida profissional, social e financeira.
Marcas que se posicionam bem conquistam autoridade.
Profissionais que compartilham suas ideias com autenticidade e consistência abrem portas, atraem parcerias e constroem reputações sólidas.
No aspecto financeiro, essa presença pode se traduzir em reconhecimento, novos negócios, convites, palestras e um posicionamento de valor no mercado.
Na esfera social, potencializa conexões, fortalece redes e amplia o alcance de causas, produtos e serviços.
O mesmo palco que oferece visibilidade pode se tornar um ambiente tóxico, onde a cobrança por performance constante, a comparação disfarçada de inspiração e a exibição permanente do “melhor ângulo” adoecem em silêncio.
Quando o algoritmo dita o ritmo, o descanso vira culpa.
Quando o engajamento se sobrepõe à essência, o conteúdo perde alma.
Emocionalmente, o impacto é profundo: ansiedade por não “performar” o suficiente, baixa autoestima alimentada por métricas frágeis, necessidade de validação externa que nunca se sacia.
Fisicamente, o corpo também sente: insônia, fadiga, exaustão criativa, tensões que se acumulam em quem nunca se permite desconectar.
E então, o que era ponte vira muro.
Laços familiares ficam frágeis diante do tempo devorado pela tela.
Amizades se distanciam, substituídas por contatos “úteis”. produtividade no trabalho pode até parecer alta, mas é uma produtividade insustentável, impulsionada por pressão, medo de irrelevância ou comparação constante.
Por isso, é urgente falar sobre equilíbrio.
Estar nas redes com consciência!
Saber pausar sem culpa, produzir sem se perder, aparecer sem deixar de existir.
Fazer da presença digital uma extensão da vida e não um escape dela.
O autocuidado se tornou um ato revolucionário: dizer não à lógica do cansaço, da aparência, da validação constante.
O verdadeiro posicionamento não nasce da pressa, mas da presença.
Da escuta interior. Da coragem de ser inteiro mesmo quando o mundo só quer partes editadas.
Que possamos habitar as redes com intenção.
Acima de tudo, não deixemos de habitar a nós mesmos.
Permita-se DESCANSAR!
Reflita em profundidade sobre isso e liberte-se da escravidão digital.
Todo excesso destrói.
Organize-se de tal forma a incluir pequenas pausas na sua rotina.
Olhe a semana… encontre pausas.
Olhe o mês… encontre pausas.
E olhe o ano… encontre pausas.
Tome o leme condutor da sua vida e saiba dosar todos os temperos sem excessos, de forma que seu sucesso e seus resultados não sejam doença e escravidão!
Acesse o link da minha agenda virtual e agende um bate-papo de 30 minutos:
calendly.com/lucianosteffen/sessao-com-luciano-steffen
Serei estratégico em apontar como você pode fazer mais e melhor, colocando-se de fato em movimento rumo aos seus objetivos. Afinal de contas, eu sou Luciano Steffen: #eutirovocedoestadofrozen
Quer saber mais de que forma você tem equilibrado a construção da sua presença digital com a preservação da sua saúde emocional e autenticidade nas redes sociais? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen
Confira também: Imagem e Posicionamento no LinkedIn: O Impacto de Ser Visto e Lembrado
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