Você deu o seu suor, planejou muito realizar um sonho e conseguiu. Atingiu o que tanto desejava, mas não era bem como você imaginava… E agora? Vai desistir? Nem sempre podemos voltar para trás e desistir do passo dado.
Deixamos de lado muita coisa por nossos sonhos. Outros deixam de ser realizados pois definimos prioridades. E ainda muitas coisas podem nos impedir ou nos atrasar na realização deles. Se tantos riscos existem, por que sonhar?
O dinheiro não traz felicidade. A solidão de um homem que vive numa mansão é a mesma solidão de um que vive numa kitnet e todo dinheiro do mundo não paga nossa paz de espírito. Dinheiro requer controle emocional!
Ao descobrir que para uma longa jornada apenas um primeiro passo é necessário, trazemos nosso sonho para mais perto de nós. Iniciamos sua concretização porque percebemos que é possível torná-lo real.
Quando você, coach, vislumbrar que seu Coachee pode estar indo pelo caminho errado ou que sua decisão não é a mais acertada, deve entender que ao optar pelo caminho mais difícil, ele também irá colher um resultado.
Quando seguimos sozinhos, podemos ir mais rápido, pois só depende de nós. A caminhada em conjunto é mais lenta, mas chegamos mais longe. A força do grupo é maior do que a soma das partes.
Um bom profissional de Recursos Humanos sabe que não existe uma pessoa certa e outra errada, não existe uma fórmula mágica para se garantir uma contratação. Existe sim, a pessoa certa no lugar certo.
Frequentemente nos vemos em situações em que o sucesso não depende de nós. Damos o nosso melhor, mas dependemos da boa vontade do outro. Sentimos frustração e até a sensação de fracasso. O segredo é ter paciência!
Falar é fácil, sempre foi fácil! Apontar o que é certo e o que é errado é muito simples quando não se trata de nós mesmos. No fundo, no fundo… todos nós sabemos o que é certo e o que devemos fazer. Mas fazemos?
O apego às pessoas, coisas e sistemas somente nos fragiliza. Nos sentimos um zero à esquerda sem um emprego. Se não temos convívio social, nos ressentimos de que não temos amigos. Mas eles foram cultivados? Dependemos de uma posição social de destaque para sermos felizes?