Nós precisamos adquirir a consciência de que a paz estabelece-se primeiro em nosso interior, como prática cotidiana, a começar pela libertação dos desejos e do consumismo desmesurado.
A crise de talentos, o envelhecimento da população no mundo, o aumento da mobilidade dos trabalhadores, as questões organizacionais e culturais são as principais preocupações dos líderes empresariais globais.
Devemos contextualizar cada acontecimento, pois as coisas não acontecem separadamente. É preciso reagrupar os saberes para buscar a compreensão de cada um de nós e do Universo.
A cultura de Coaching existirá dentro de uma organização quando estiver incorporada, de forma transparente, a abordagem de Coaching no desenvolvimento dos planos estratégicos.
Se o profissional (seja ele o Coach ou o cliente) não mudar a si mesmo ou o seu negócio, a vida vai continuar evoluindo em sua dinâmica e, em breve, trará novidades desafiadoras, como ocorre todos os dias.
De paixões avassaladoras a tiranias emocionais, pessoas cruzam nosso caminho e registram sua passagem no livro que é a história da nossa vida. Uma coisa é certa: vamos cruzar com pessoas e ninguém vai escapar disso.
Cada um nós também é um sistema, com entradas, processamento interno e saídas. O nosso maior desafio, enquanto seres humanos, é conhecer nosso interior, conhecer nosso processamento interno.
Viver a vida fugindo dos medos pode não ser uma das formas mais agradáveis e saudáveis de conduzirmos nossa carreira profissional e vida pessoal. O DISC é um meio para as pessoas se conhecerem melhor!
Imagine que seu cliente queira rever a estratégia do negócio para os próximos anos cuja equipe desenvolverá o planejamento. Sabe o que pode acontecer e complicar a vida do Coach em sua relação com o cliente?
Você começa a trabalhar com um cliente executivo cuja reclamação principal é de que essa nova postura de governança atrapalha a condução dos projetos. Como você como Coach conduziria o assunto?