Sabe aquilo que você já sabe que tem que fazer e não faz? É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que nunca rola por que você não toma a iniciativa.
O que pode acontecer com o trabalho de um Coach contratado para desenvolver liderança, caso ele não leve o cliente a avaliar adequadamente o estágio de cooperação e engajamento das pessoas da organização?
Quando compartilhamos aquilo que nos é essencial, seja num ambiente familiar, escolar ou organizacional, possibilitamos a descoberta de novas conexões, novas malhas com o que também é indispensável ao outro.
Construir e manter modelos econômicos que condicionam o consumo e fazer ambas as ações, com valores e crenças sociais: podem criar vazios capazes de esgotar as pessoas. Vazios esses de: ideias, ideais e afeições.
O Coaching tem sido utilizado para contribuir com a mudança organizacional, seja orientado aos líderes ou às equipes. Mas como será que os líderes facilitam (ou não) os resultados de desempenho dos seus liderados?
A gente se sente desorganizado, sem foco e sem saber o que fazer primeiro, não é? Então acreditamos que somos desorganizados, sem foco e não sabemos priorizar as coisas, mas será verdade?
No viver acadêmico, quando o aluno narra a sua história, abrem-se possibilidades para que ele compartilhe a sua identidade e os seus contextos familiar e sociocultural, por exemplo.
Você, Coach, consegue conjugar o amor de pai/mãe com a postura ética e metodológica exigida de um verdadeiro Coach? É possível ser pai/mãe Coach e ter filhos adultos como Coachees?
Quais são os bons costumes que podemos considerar no ambiente de trabalho? Como eles são praticados? São replicados naturalmente? O que fazer para a construção e a manutenção de vínculos entre as pessoas?
Organizações conseguem obter um maior engajamento e envolvimento de seus colaboradores ao mostrar interesse em desenvolvê-los. Possivelmente essa seja a razão do crescente uso do Coaching.