O que você está fazendo com a sua vida? A pergunta pode surpreender muita gente, principalmente quem vive num ritmo meio que “deixa a vida me levar”. Até que chega o momento na vida em que a resposta para essa pergunta tem de ser pensada.
O ano praticamente terminou, e agora é hora de revermos tudo que foi feito. Alcançamos nossos objetivos? Aquela ideia que tínhamos que poderia ser uma grande “sacada” saiu do papel?
É muito fácil se iludir e quebrar a cara quando você simplesmente aposta suas fichas porque “todo mundo” está fazendo. Poucas pessoas estão dispostas a pagar o preço, a dar a cara a tapa, a nadar contra à maré e dar chance às oportunidades.
Como anda o equilíbrio entre a sua vida pessoal e profissional? Quando não está trabalhando, sua cabeça fica focada nos problemas da empresa? Enquanto está no trabalho, você fica pensando nos problemas familiares? Consegue dar atenção para seus amigos e familiares? Divertir-se nas horas vagas?
Um dos vilões dos “tempos modernos” é a ansiedade. Com ela você não vislumbra o futuro e nem saboreia o presente. Tudo tem que ser rápido. Não há respeito pelo tempo do outro e tampouco pelas emoções decorrentes. O que fazer?
Já ouviu falar da Sophia, uma “persona” que ganhou recentemente a cidadania na Arábia Saudita? Ela afirmou que quer usar sua inteligência artificial para ajudar humanos a terem uma vida melhor. Será que precisaremos de uma máquina para nos ensinar isto?
Você já refletiu sobre a sutil diferença entre se ocupar e produzir? É comum nos depararmos com pessoas altamente ocupadas. Mas se avaliarmos de perto os seus resultados, boa parte destas pessoas certamente se ressentem quanto à sua entrega. A que se deve esta frustração?
Primeiro, temos uma ideia, depois planejamos a execução, elaborando um plano de negócios e então, precisamos de um nome, de uma marca... E essa é uma das etapas mais difíceis, porque o nome diz muito sobre o negócio, é a porta de entrada, por isso a importância de resguardar seus direitos!
Diferença entre Anjo e Debenturista? Ambos não são Investidores? No sentido de investimento externo, sim, ambos são investidores e parece por definição ser a mesma coisa, mas na minha humilde e sincera opinião, há uma diferença conceitual e de postura.
No ultimo dia 19 de novembro, comemoramos o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, lançado pela ONU em 2014. O objetivo é chamar a atenção do mundo para o impacto econômico e social causado por negócios geridos por mulheres.