Se quiser se conhecer melhor, pergunte de você para os outros. E se fizer isto, não se espante e ouça porque realmente o outro pode te conhecer melhor do que você mesmo.
Podemos até imaginar como será o futuro, mas a verdade é que no mundo dos negócios, ninguém sabe exatamente como serão as empresas nos próximos 15 anos.
A capacidade que temos, consciente ou inconsciente de estragarmos a nós mesmos, ou seja, atitudes que tomamos ou deixamos de tomar que nos prejudicarão inevitavelmente.
Em geral, as pessoas se capacitam profissionalmente por meio da formação acadêmica, mas não se preocupam com o desenvolvimento e aperfeiçoamento comportamental.
Com empreendedores no poder podemos ter pessoas mais preocupadas com o bem comum e com um bom propósito definido, um estado menos burocrático, moderno, enxuto, ágil para lidar com mudanças. Um povo com menos desculpas e mais ação.
O que você está fazendo com a sua vida? A pergunta pode surpreender muita gente, principalmente quem vive num ritmo meio que “deixa a vida me levar”. Até que chega o momento na vida em que a resposta para essa pergunta tem de ser pensada.
O ano praticamente terminou, e agora é hora de revermos tudo que foi feito. Alcançamos nossos objetivos? Aquela ideia que tínhamos que poderia ser uma grande “sacada” saiu do papel?
É muito fácil se iludir e quebrar a cara quando você simplesmente aposta suas fichas porque “todo mundo” está fazendo. Poucas pessoas estão dispostas a pagar o preço, a dar a cara a tapa, a nadar contra à maré e dar chance às oportunidades.
Como anda o equilíbrio entre a sua vida pessoal e profissional? Quando não está trabalhando, sua cabeça fica focada nos problemas da empresa? Enquanto está no trabalho, você fica pensando nos problemas familiares? Consegue dar atenção para seus amigos e familiares? Divertir-se nas horas vagas?
Um dos vilões dos “tempos modernos” é a ansiedade. Com ela você não vislumbra o futuro e nem saboreia o presente. Tudo tem que ser rápido. Não há respeito pelo tempo do outro e tampouco pelas emoções decorrentes. O que fazer?