Que tal abandonarmos as formas “categorizadas do Coaching” para dar profundidade no entendimento do outro, de suas necessidades e assim conseguir caminhar com o cliente na construção de um melhor processo de trabalho?
Será? Lembre-se que o coletivo somos nós e não estamos de fora olhando o mundo, nós fazemos parte ativa dele, mesmo quando não estamos dizendo ou fazendo nada a respeito.
Com tantas tarefas para executar, com o excesso de informações e a pressão do dia a dia (que só aumenta!) tem muita gente com a sensação de que faltam horas no seu dia.