Vivemos um período de transição em todos os setores e o mercado também vai se adaptando para atender a necessidade de estar sintonizado não mais com foco no cliente, mas com foco no foco do cliente.
Os estímulos externos influenciam o nosso comportamento, mas não o determinam. Os fatos e as adversidades externas sempre vão existir. A pergunta é: como você lida com esses fatos?
Há muito tempo a busca por adequação aos padrões criados pela sociedade nos faz sofrer. Sentimos estar em desequilíbrio. Sabemos que não somos a “máscara” que usamos, mas temos medo de buscar o que está por baixo dela.
A essência do bom atendimento está lastreada na simplicidade. Trata-se de conduzir as pessoas a uma experiência memorável, fazendo-as sentirem-se únicas e especiais.
Educar não se resume a prover alunos apenas de competências técnicas, aquelas vinculadas à inteligência intelectual, embora seja isso que façamos convencionalmente e nunca por inteiro.