Um hábito pode ser definido com uma maneira costumeira de agir, pensar ou sentir. Também, a aptidão em desempenhar certas atividades, conquistada por meio da prática frequente. Mas, como surgem os hábitos?
Quarenta anos após a “Lei de Gérson”, decretada em campanha publicitária histórica dos cigarros Vila Rica que exaltava a malandragem e o jeitinho brasileiro, surge então uma nova versão, lapidada para o pior.
O mercado exige que os profissionais, além de suas competências técnicas e comportamentais, invistam na divulgação de sua marca pessoal, sejam aqueles que atuam em empresas ou de forma autônoma.
O Coaching tem sido utilizado para contribuir com a mudança organizacional, seja orientado aos líderes ou às equipes. Mas como será que os líderes facilitam (ou não) os resultados de desempenho dos seus liderados?
A vida é uma grande prova, onde nossos limites são testados o tempo todo. Deixar-se vencer torna-nos mais fracos e quando estamos fracos sucumbimos mais rápido aos testes da vida.
As pessoas buscam realização. Mais do que um ato, um estado de espírito. Mais importante do que o fato concretizado, a satisfação de tê-lo feito. As empresas, por sua vez, perseguem resultados.
Em uma época em que o diferencial entre as organizações tem como pilares o entrosamento e o comprometimento de suas equipes, uma análise sobre a liderança é fundamental para a retenção de talentos.
Toda a conquista tem um preço. Afinal, ir em direção a um objetivo exige disciplina física, mental e espiritual. Exige ter ações e atitudes diárias, vencer cada desafio e não se deixar vencer por ele. Vai encarar?
Você, Coach, consegue conjugar o amor de pai/mãe com a postura ética e metodológica exigida de um verdadeiro Coach? É possível ser pai/mãe Coach e ter filhos adultos como Coachees?
Diante do dinamismo do mercado de trabalho atual que estimula a mobilidade em todos os níveis hierárquicos, é muito provável que você passe pela experiência de trocar de emprego. O que fazer?