Sabe aquela voz que insiste em apontar um caminho que não aparenta fazer sentido? Em algum momento de sua vida profissional, você já tomou uma decisão (correta) sem saber muito bem o porquê?
Ser resiliente não significa eliminar todos os riscos ou condições adversas, mas saber lidar com essas condições de forma eficaz. Tudo começa por ser realista e extremamente honesto consigo mesmo.
Possivelmente você já foi questionado sobre como enxerga um copo com água pela metade: encontra-se ele meio cheio ou meio vazio? São dois olhares opostos de um fato que conduzem a diferentes tomadas de decisão.
As guerras vão perdendo significado real à medida que nossas pernas crescem. As guerras migram do prazer para a ignorância, da pureza para a intolerância. Quais guerras são válidas e justificáveis?
Quando falamos com outras pessoas ou no relacionamento com os membros de nossa equipe de trabalho, é muito importante que estejamos atentos à Linguagem não Falada e às metáforas utilizadas.
Qual a melhor maneira de você expressar o seu poder pessoal e automaestria? É estar no comando da sua própria vida. E como fazer isso? Definindo o que você quer, para onde quer ir e o que deseja alcançar.
Uma das queixas mais presentes entre as pessoas remete à frase já conhecida “eu não tenho tempo”. O tempo, ou a falta dele, passa a ser uma pedra no caminho da conquista dos sonhos e das metas desejadas.
No comportamento das pessoas e em suas atitudes nota-se uma inversão recorrente dos valores, da ética, da moral, do caráter. Pessoas deixam de ser o que sempre foram e passam a estar o que lhes convém.
O impacto da baixa autoestima na nossa vida faz com que não vivamos todo o nosso potencial, interferindo em relacionamentos pessoais e profissionais e nivelando por baixo nossas escolhas.
Nosso autodomínio começa primeiramente no controle do nosso pensar. A partir de pensamentos que nos fortaleçam e nos impulsionem a alcançar nossos sonhos, vamos fortalecendo nossa autoestima.