No português, a palavra projeto significava, originalmente, “algo que existe antes de uma determinada ação”. Ou seja, antes de fazer algo é necessário organizar as ideias para traduzí-las em resultado.
A arte da liderança exige coragem. Como o ato de liderar vem de um esforço consciente do indivíduo, é muito mais fácil permanecer na zona de conforto que enfrentar os obstáculos e ter a coragem para ser líder.
Questionar a própria realidade propicia desgarrar-se de velhos conceitos e abrir-se para o novo. Novas conexões cerebrais surgem quando estamos disponíveis a questionar nossos próprios hábitos e forma de pensar.
Alguma vez você pensou qual o sentido do trabalho em sua vida? Por que esse e não outro? Ou até mesmo se perguntou se aquilo que lhe dá motivação depende do emprego formal?
Nossas batalhas cotidianas são muitas e variadas, amplas e cada vez mais intensas. Nosso tempo é curto, embora a vida seja longa, mas o que realmente vale a pena é sutil, volátil e está ao nosso redor.
Os problemas são muitos: trânsito, violência, preços altíssimos, falta de infraestrutura, falta de transporte público, mas não é reclamando, criticando ou desistindo de fazer a nossa parte que as coisas vão mudar ou melhorar.
Alguns gestores tentam passar a imagem de super-heróis e costumam ter suas lideranças questionadas por este motivo. O culto à personalidade do líder é assunto do passado.
Um padrão de comportamento é uma maneira de agir que se repete diante de situações semelhantes e continuará se repetindo, seja bom ou ruim, a não ser que você mesmo dê um basta no seu próprio círculo vicioso.
Você define suas prioridades logo pela manhã? Sabe identificar quais trarão mais resultados, incluindo os financeiros? Para sermos produtivos, devemos encontrar aquilo que nos move e o que funciona para nós.
A cena é velha conhecida de todos nós. O semáforo fecha, os carros param e ambulantes vendem de tudo; balas, canetas, etc. Na luta pela sobrevivência, eles chegam a percorrer uma meia maratona todos os dias.