O preocupado pode passar a impressão de ser muito eficiente. Mas, tudo tem limite e até a preocupação pode se tornar um transtorno, caso esta preocupação passe a causar desgaste e sofrimento.
Um assunto que continua em pauta: depressão, tristeza, melancolia e outras denominações para aquele sentimento de dor, amargura, que fazemos todo o possível para eliminar. A Lei: fugimos da dor, buscamos o prazer.
Se consistentemente empregarmos os mesmos processos de pensamento e de ações que as pessoas altamente bem-sucedidas adotam, iremos produzir resultados similares e seremos bem-sucedidos. Será mesmo?
Precisamos de heróis. Não trajando fardas, capas e máscaras, mas sim pessoas com valores admiráveis, dignas de serem tomadas como referência na condução de mudanças propositivas e positivas.
O mundo moderno, pela sua dinâmica e excesso de informações, vem nos acostumando a viver no modo “piloto automático”. Não vivemos no momento presente de forma consciente naquilo que estamos fazendo.
Apesar do conceito amplamente difundido, a criatividade ainda é concebida como um dom. Algo que só pode ser utilizado por alguns poucos indivíduos, agraciados de maneira inata por esta habilidade. Será?
Muitos dos problemas que atravessamos nos relacionamentos pessoais e profissionais poderiam ser resolvidos se tivéssemos a habilidade de criar uma comunicação cheia de empatia e compaixão.
E é assim que temos uma das poucas certezas em nossa existência: os ciclos da vida - do nascimento à morte. Melancólico, não? Então, que tal tornar os ciclos mais interessantes e cheios de energia e experiência?
Se há algo que desafia cada um de nós, todos os dias, este algo está em concretizar as ideias criativas que aparecem e desaparecem, que chegam forte e, como uma nuvem, acabam se dissipando rapidamente.
Você já decidiu fazer algo de última hora e ao final acabou frustrado por não ter saído do jeito que esperava? Esse mal é o mesmo que afeta profissionais e empresas no mundo todo: a ausência de metas definidas!