Em um universo atordoante por estímulos, perder o FOCO naquilo que estamos fazendo é algo muito comum, mas não podemos ignorar que quanto mais o FOCO é perdido, pior nos saímos em nossas atividades.
Comandar o próprio cérebro é poder desfrutar de um pensamento livre e independente. Libertando-se, assim, daqueles velhos e esgotados pensamentos que parecem nos arrastar para um túnel negro e sufocante.
Há vários motivos para desistir de algo. Miramos no grande e esquecemos o pequeno, as pequenas conquistas diárias e, que se bem alinhadas e planejadas, nos levam mais próximos de nossos objetivos de vida.
Como lidar com as perdas... não estamos habituados a elas, sejam materiais ou não. Querer e não poder é desagradável, mas ter e perder é doloroso. Isso vale para dinheiro ou um amor que se despede.
2015 se foi... o que fizemos, onde erramos, onde acertamos e todas as suas consequências nos dão características especiais que devem ser levadas em consideração no planejamento da nova etapa em 2016.
A grande maioria das pessoas, ao iniciar o ano, faz uma lista de mudanças que deseja implementar em suas vidas e ao longo do ano as promessas perdem força. E por que isso acontece?
Ética, honestidade, compromisso, respeito, entre muitos outros. Qual a necessidade de valores? E quando esses valores parecem que estão se perdendo ou não mais sendo usados nas ações do dia a dia?
Quando você pensa que o outro foi agressivo com você, você se pergunta: e eu? Estou tendo uma atitude agressiva com o outro? Se recebe carinho e atenção, se pergunta: dou carinho e dando atenção plena ao outro?
A etimologia da palavra trabalho está ligada a sofrimento! Do que você quer brincar? O que você faz sem sofrimento? O que lhe dá prazer? E lhe faz sentir vivo? O que você faz de uma maneira fácil e fluente?
A expectativa de “como será o amanhã?” está e ficará presente nos momentos da celebração, de oração e dos votos positivos para 2016. Mas há uma forma um pouco mais organizada de se tratar do futuro pessoal.