Hoje em dia muitos profissionais têm se beneficiado do home office, mas junto a uma série de vantagens encontram dificuldade na automotivação para manterem-se focados em suas atividades. Conheça 6 dicas para dar um gás na sua motivação!
O que você faria se tivesse apenas uma chance de fazer acontecer seu grande sonho? De fazer a diferença na sua família? De dizer “não” para as coisas que você não concorda e dizer “sim” para as coisas que você acredita?
Devemos ser cautelosos com relação ao que dizemos a nós mesmos, principalmente quando enfrentamos problemas pessoais ou psicológicos, que nos abalam a autoconfiança, autoestima, ou deflagram crises de ansiedade, angústia, depressão, desesperança, negativismo.
O homem ou a mulher? Os mais jovens, no início da vida profissional, ou os mais velhos e experientes? Aqueles com potencial de comando ou com potencial de realização? Um técnico ou um mais generalista? Enfim, em quem você apostaria?
Quando interagimos com as pessoas é natural espelhá-los, fazendo com que gentileza gere gentileza e hostilidade gere hostilidade, assim como bondade gere bondade e alegria gere alegria. Mas e o que o vinho tem a ver com isto?
A virtude maior está menos no conteúdo e mais na forma. Ter a consciência, integrar, conciliar e harmonizar suas sete vidas pode significar o caminho mais curto, a menor distância para você encontrar o sucesso e a felicidade.
O cérebro está constantemente pegando “atalhos” para tomar melhores decisões. Por ser de forma inconsciente, não conseguimos controlar. Porém, nos relacionamentos, é possível influenciar essa escolha e alcançar melhores resultados.
O que esse maravilhoso órgão e centro do sistema nervoso de todos os animais (vertebrados e alguns invertebrados) possui em comum com o Coaching, método que utiliza a mudança de comportamento como desenvolvimento? Tudo.
Muitas vezes as pessoas ficam procurando sua vocação como se ela estivesse muito longe e fosse difícil de ser descoberta ou alcançada, mas na verdade ela pode estar muito mais próxima do que se supõe.
Cultivamos um hábito pernicioso, ainda que inconscientemente. Costumamos nos apegar a objetos, pessoas e eventos. A vida muitas vezes sugere parar, recuar ou interromper. Não pela estática, mas pela dinâmica de seguir adiante.