Não fomos educados para ter mentes ecologicamente corretas. Erramos pela falta deste pensamento e por não buscarmos uma rotina de ações sustentáveis que nos apresente um mundo melhor para o futuro.
Acompanhando pesquisas mundiais sobre megatendências para os próximos 15/20 anos é possível notar para onde caminham as ameaças e as oportunidades que impactarão a vida e o cenário de trabalho.
“Pela primeira vez na minha vida, devo admitir que fiz questão de votar...” Conheça a história frustrante, vivida por nossa colunista que mora na Inglaterra, mas que resultou em uma lição de civilidade.
Ajudar o colega a alcançar objetivos está no centro de uma colaboração eficaz para a inovação, a melhoria da qualidade e a excelência do serviço, cujos benefícios se multiplicam rapidamente.
Nos deparamos o tempo todo com vários ensinamentos que podem transformar nossas vidas, mas isso não será possível apenas por conhecê-los, é preciso colocá-los em prática para transformar em sabedoria.
Temos liberdade para juízo e sentença aos fatos que nos ocorrem no nosso dia a dia? Sim! Nenhum fato possui significado, precisamos atribuir um para ele, baseado em experiências, vivências e crenças.
Se você não gosta do seu trabalho, você é responsável; se os seus relacionamentos estão arruinados, você é responsável; se você não está feliz, você é responsável. Assuma a responsabilidade pela sua vida!
Um turbilhão de conhecimentos, de informações, de análises pode ter na verdade uma função, que é de criar barulho interno suficiente para não escutarmos o que de fato importa para nós.
Um departamento da empresa, uma sala de aula, um restaurante ou uma família – as atividades ali presentes vão ocorrer dentro de um espaço delimitado que adquire movimento energético, frequência ou clima.
Sabemos que na vida desempenhamos vários papéis na área profissional, pessoal e amorosa. Qual dos papéis você mais desempenha? O herói? A vítima? O vilão? O cordeirinho? Difícil de saber ou escolher?