Conforme chega a adolescência, nossos pais são desencantados. Possuem opiniões infundadas, ficam nervosos sem motivo e possuem suas inseguranças. Não são anjos, mas seres humanos comuns com erros como qualquer um.
Queremos o tempo por inteiro, utilizado ao limite. E nos tornamos ansiosos. Passamos a incentivar a cultura do “fast”. O fast food das refeições, o fast track das decisões, o fast love dos relacionamentos.
Viver o tempo presente! Pessoalmente se conhecendo e aproveitando o momento para se reinventar. Profissionalmente enfrentando os desafios diários, fazendo uma transição, enfrentando seus medos.
Qual a proporção de tecnologia que devemos incorporar em nossa rotina? Muito se fala sobre os malefícios do mundo digital sobre o Ser Humano, mas qual seria a “dose ideal” dessas ferramentas no dia a dia?
Não podemos negar que independentemente de responsáveis, o mundo vive uma crise econômica e no Brasil não está diferente. Então como lidar com esta situação? Como estabilizar um negócio, manter as vendas?
Um dos receios dos profissionais é chegar ao final do dia e não ter dado conta de todas as atividades programadas. Em nossa ânsia por “chegar lá”, vamos a todos os lugares sem estar em lugar algum.
A escolha pela mudança de carreira é mais comum do que se imagina. Mudar de carreira é uma escolha muito importante para qualquer profissional, por isso é preciso planejamento e amadurecimento.
Se o Coach não estiver preparado para identificar o real propósito de vida do seu Coachee, o processo de Coaching pode descambar para caminhos perturbadores.
Além da depressão, ansiedade e tantos outros males da modernidade, há um chamado “Normose”. Um conjunto de hábitos considerados normais e que, na realidade, nos levam à infelicidade e à doença.
Queríamos uma coisa e conseguimos outra, fomos reprovados em algum teste, sofremos por um romance frustrado, montamos um negócio que não deu certo. Será que somos fracassados, por ter tido essas experiências?