Sabe aquele cliente que, seja pessoalmente ou por telefone, grita, é mal-educado, exige ser atendido com agilidade, é irônico, entre outros comportamentos que poderíamos chamar de inadequados? Como lidar com ele?
Muitas empresas no mundo e algumas no Brasil já estão implantando programas de treinamento cujo é desenvolver o foco, atenção, criatividade, autoconfiança, automotivação e tantos outros benefícios para seus colaboradores.
Você sente que está precisando aprofundar conhecimentos ou mesmo mudar o rumo profissional? Não se desespere, pois essas são dúvidas comuns a todos os níveis de profissionais, do recém-formado ao sênior.
Há Coaches que assumem, por princípio, que as pessoas precisam ser pressionadas e intimidadas para que consigam caminhar no processo de Coaching e alcançar seus objetivos. Seria esta uma abordagem correta?
O mundo artístico é extremamente diferente do mundo corporativo e isso reflete diretamente no padrão de vida do artista quando comparado com executivos, mas
Como lidar com os nossos erros? O que fazer quando erramos? Se você fosse uma atleta o que faria se toda a sua preparação ficasse comprometida por um erro ocorrido exatamente no momento da sua competição?
Simplesmente “sobreviver” com problemas ou “tolerá-los” não basta. Você vai precisar ter atitudes para solucionar os problemas do cotidiano. Nada melhor do que seguir um padrão, não é mesmo?
Algo acontece. Uma doença, uma demissão, uma separação, uma crise... e então percebemos que não fomos o melhor que podíamos. Poderia ter sido melhor: faltou um propósito, fazer coisas que realmente valessem a pena.
Nós, como pessoas, interagimos e nos relacionamos. Isto significa que atuamos no Campo Grupal. Ele influencia diretamente nossa personalidade, assim como nós influenciamos os grupos aos quais estamos ligados.
Para se ter sucesso, além de acreditar que vai conseguir o que merece, da competência em concretizar o objetivo, um pouco de sorte é necessário. Mas o que é sorte afinal? Será que sorte existe?