É cada vez fica mais difícil o “poder” ser exercido com base na submissão, intimidação ou assédio. Hoje, o líder deve entender o significado do que cada pessoa ao seu lado está construindo como ser humano.
Foi mal? Nossas escolas, a mídia e, por vezes, nossos pais, são pródigos em colocar em nossa mente que tal fracasso em testes de admissão é equivalente ao juízo final de nossas vidas.
Dizem os dicionários que professor é aquele que professa, seja uma crença ou uma religião. A missão de um educador é inspirar seus alunos e ajudá-los a se conhecerem e se tornarem pessoas melhores.
Temos e devemos que nos preparar para sermos protagonistas de nossas próprias vidas e transformarmos a adversidade em um desafio que vale a pena ser experimentado. Acorda gente! Saia da zona de conforto!
Muitas pessoas costumam reclamar da dificuldade de “abrir portas” e desbravar novas oportunidades. Entretanto, o que não falta por aí são pessoas colocando a culpa na crise ao invés de se mexer.
Na ânsia de cumprir a Lei de Cotas, algumas empresas abrem vagas exclusivas na área operacional. O efeito é que pessoas com deficiência com nível superior acabam excluídas pela escassez de cargos de gestão.
As empresas procuram se adaptar à nova realidade econômica, umas lamentam-se da crise e estão em dificuldades, enquanto outras buscam oportunidades e certamente terão sucesso. E isso serve também para os profissionais!
Todo mundo sabe que um dia precisará ser desligado ou se desligará. É o ciclo. Ser honesto em relação aos motivos do desligamento seria muito justo, pois pessoas são desligadas e não sabem exatamente a razão.
Nós precisamos adquirir a consciência de que a paz estabelece-se primeiro em nosso interior, como prática cotidiana, a começar pela libertação dos desejos e do consumismo desmesurado.
Tudo parece bem no seu trabalho, mas um dia você se sente cansado e acha que precisa de férias. Depois de semanas, meses ou até anos não se sente realizado com sua carreira e o brilho nos olhos se vai.