Autoconhecimento e autodesenvolvimento não têm fim, pois sempre haverá novas facetas em nós mesmos e competências para desenvolver. Mas não é preciso um contrato vitalício com um Coach. Quer saber como?
O mundo não é um lugar amigável. Cruzamos, frequentemente, com pessoas dispostas a nos rebaixar, seja por inveja, por enxergarem em nós uma forma de ascender em suas vidas ou por pura e simples maldade.
Você já bisbilhotou o calendário para 2016? Teremos doze feriados nacionais, nove deles durante a semana. Um trabalhador brasileiro chega a passar quase 40% do ano sem nada produzir.
Não é só a “falta de grana” que nos tira o equilíbrio. Na verdade existem vários outros motivos, mas não adianta deixar se abater. É preciso manter-se firme e colocar em prática novas atitudes frente à diversidade.
Se você usa o Linkedin (se não usa comece a usar), já deve ter reparado em “publicações de artigos”, que esta função tem por maior benefício notificar todas as conexões que você fez durante a sua carreira.
Acessibilidade é um dos temas mais discutidos quando se trata de inclusão de pessoas com deficiência. É comum associá-la somente às adaptações arquitetônicas, mas seu conceito é mais amplo.
A falta de felicidade no trabalho parece ser um sentimento generalizado. Organizações têm investindo muito nesta área, pois sabem que é a forma para a retenção de talentos, aumento de produtividade e comprometimento.
Sabe quando o prazo estoura, os recursos financeiros inexistem, sua energia drena e suas esperanças se vão? Aquele momento em que os desafios deixam de ser estimulantes e se tornam assustadores?
Começar um processo de Coaching sem um levantamento completo de todos os recursos de um coachee poderia ser como viajar sem checar se o que está na mala é o necessário ou o suficiente para uma viagem.
Muitos profissionais passam pelas suas carreiras ao invés de estarem no comando de sua própria jornada. Querem obter sucesso e serem felizes, mas não definiram o que exatamente estas palavras significam para si.