Durante muito tempo foi difundida a ideia de que “o mundo é dos espertos, que sabem tirar vantagem das situações”, mas a ciência revela que generosos costumam obter mais benefícios e ter acesso a mais oportunidades.
Não viver a sua verdade, é ser um profissional que não se é, criando personagens para sustentar a carreira e esconder a riqueza que possui dentro de você pronta para brilhar, construir histórias lindas e resultados incríveis.
Todos nós fomos criados com potencial para sermos águias, mas fomos condicionados a sermos galinhas. O grande problema é que boa parte das pessoas passou a acreditar e agir como se realmente fosse galinha.
Você já ouviu dizer que alguém só consegue mudar pela “dor ou pelo prazer”? Então seria demais afirmar que o mesmo conceito tem elo direto com certa sensação de felicidade “pelo alívio ou pela conquista”?
O que faz a vida valer a pena? Existe um anseio natural do Ser Humano por definir um propósito. Assim como o Ser Humano é único e está em constante desenvolvimento, os propósitos também não são estáticos.
Você tem vontade de iniciar a prática esportiva, mas vive se queixando de falta de tempo ou que faltam energia e motivação, criando desculpas para não começar a movimentar-se? Essas desculpas não são plausíveis!
Já pensou que ter um sonho bem definido pode ser o norte que você precisa para planejar sua vida profissional? Sempre que pensar em um aumento de salário ou mudar de emprego, tenha um motivo claro: seus sonhos.
Já percebeu que a grande maioria das coisas que nós tememos no dia a dia raramente acontece? E quantas atitudes erradas já tivemos por apenas termos pensamentos negativos e que não condizem com a realidade?
Em busca de poder e do exercício da ganância: acabam com a sustentabilidade dos sonhos de milhões de brasileiros! Como conseguem viver desta forma? Como lidam com os valores familiares que apontam à direção daquilo que é certo?
Um equívoco comum quando tratamos de pessoas com deficiência é qual nomenclatura correta a se usar. Pode parecer um detalhe “bobo”, mas a construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo cuidado com a linguagem.