O que está acontecendo nesse momento com o nosso país está causando alterações na vida profissional, familiar e individual da grande maioria da população e isso requer desenvolver as competências: Quociente de Adversidade e Resiliência.
O autoconhecimento é o 1º passo para desvendar o seu Propósito de Vida, para ter iniciativa e excelência no que faz e conquistar a autonomia, que visando uma causa maior, vai te fazer mais feliz, satisfeita, realizada e produtiva.
Todos nós temos o poder da escolha, mas muitas pessoas, por medo de errarem, acabam errando e delegam este poder a terceiros. Cada vez que deixamos de escolher, deixamos também de exercer nossa liderança e nosso potencial infinito.
A vida trava, a mente trava, as oportunidades travam, o mundo trava e seu universo trava. Sua vida está travada? Amor, trabalho, financeiro, família, amigos, sonhos, sorte? Mas, afinal, por que a vida trava ou tudo em volta trava?
A evolução da vida depende daqueles que se arriscam a enfrentar um estado de coisas que o tempo cristalizou. E, na história da humanidade, são incontáveis os exemplos de pessoas que se arriscaram para contestar paradigmas!
A vida é como uma escalada! Quanto mais uma pessoa sobe, mais a sua visão do horizonte vai se ampliando e, assim, torna-se impossível continuar pensando como alguém que ainda está no pé da montanha.
Do mesmo jeito que amor e relacionamento são relativos, a traição também é. Depende do tipo de contrato que você escolheu como base para o seu relacionamento, além da sua própria ideia de amor e de relacionamento.
Se o término das eleições definiu o cenário político para os próximos anos, o mesmo não se pode dizer com relação às perspectivas econômicas. A atual conjuntura aponta para um crescimento próximo a zero e grande pessimismo para 2015.
Temos visto atualmente muitas pessoas tristes, angustiadas, ansiosas, doentes e até mesmo depressivas por estarem no “vermelho”, mas fique atento não há uma fórmula mágica para resolver este problema.
Muitos de nós sonham com um “dia de 30 horas”. Vivemos correndo atrás do relógio para conseguir realizar tudo o que gostaríamos, mas será que isso seria o bastante para nos sentirmos satisfeitos com nosso rendimento?