Há Coaches que assumem, por princípio, que as pessoas precisam ser pressionadas e intimidadas para que consigam caminhar no processo de Coaching e alcançar seus objetivos. Seria esta uma abordagem correta?
O mundo artístico é extremamente diferente do mundo corporativo e isso reflete diretamente no padrão de vida do artista quando comparado com executivos, mas
Como lidar com os nossos erros? O que fazer quando erramos? Se você fosse uma atleta o que faria se toda a sua preparação ficasse comprometida por um erro ocorrido exatamente no momento da sua competição?
Simplesmente “sobreviver” com problemas ou “tolerá-los” não basta. Você vai precisar ter atitudes para solucionar os problemas do cotidiano. Nada melhor do que seguir um padrão, não é mesmo?
Algo acontece. Uma doença, uma demissão, uma separação, uma crise... e então percebemos que não fomos o melhor que podíamos. Poderia ter sido melhor: faltou um propósito, fazer coisas que realmente valessem a pena.
Nós, como pessoas, interagimos e nos relacionamos. Isto significa que atuamos no Campo Grupal. Ele influencia diretamente nossa personalidade, assim como nós influenciamos os grupos aos quais estamos ligados.
Para se ter sucesso, além de acreditar que vai conseguir o que merece, da competência em concretizar o objetivo, um pouco de sorte é necessário. Mas o que é sorte afinal? Será que sorte existe?
O sonho nos faz fortes, a conquista dos objetivos nos leva a desejarmos mais e mais, não simplesmente pela ambição, mas por nos vermos capazes: “se consegui chegar até aqui, posso ir muito mais além!”.
Parece ironia falar de sentimento de realização com a área financeira de nossa vida em tempos de crise. Mas é justamente na crise que devemos refletir e aprender com nossos erros e dos outros quanto ao planejamento financeiro.
Se quiser produzir, trabalhar ou empreender, coloque em prática o que está aprendendo na teoria, você vai ver que o seu diferencial competitivo estará ampliado no curto prazo, além de adquirir vivência no ramo.