Temos e devemos que nos preparar para sermos protagonistas de nossas próprias vidas e transformarmos a adversidade em um desafio que vale a pena ser experimentado. Acorda gente! Saia da zona de conforto!
Muitas pessoas costumam reclamar da dificuldade de “abrir portas” e desbravar novas oportunidades. Entretanto, o que não falta por aí são pessoas colocando a culpa na crise ao invés de se mexer.
Na ânsia de cumprir a Lei de Cotas, algumas empresas abrem vagas exclusivas na área operacional. O efeito é que pessoas com deficiência com nível superior acabam excluídas pela escassez de cargos de gestão.
As empresas procuram se adaptar à nova realidade econômica, umas lamentam-se da crise e estão em dificuldades, enquanto outras buscam oportunidades e certamente terão sucesso. E isso serve também para os profissionais!
Todo mundo sabe que um dia precisará ser desligado ou se desligará. É o ciclo. Ser honesto em relação aos motivos do desligamento seria muito justo, pois pessoas são desligadas e não sabem exatamente a razão.
Nós precisamos adquirir a consciência de que a paz estabelece-se primeiro em nosso interior, como prática cotidiana, a começar pela libertação dos desejos e do consumismo desmesurado.
Tudo parece bem no seu trabalho, mas um dia você se sente cansado e acha que precisa de férias. Depois de semanas, meses ou até anos não se sente realizado com sua carreira e o brilho nos olhos se vai.
A crise de talentos, o envelhecimento da população no mundo, o aumento da mobilidade dos trabalhadores, as questões organizacionais e culturais são as principais preocupações dos líderes empresariais globais.
Você é empreendedor nato, empreendedor que aprende, empreendedor serial ou empreendedor social? Em qual destes perfis você se enquadra? Não sabe qual a diferença entre esses 4 tipos de empreendedores?
Você sabe que como está não dá mais para ficar e que poderia viver de outro jeito, exercendo melhor seus potenciais. Você então se dá conta de que as pessoas em sua volta estão fazendo acontecer e então se pergunta: por que não acontece comigo?