A escolha de alguém com pouca (ou nenhuma) ambição para posição de liderança faz ou não sentido? Líderes despretensiosos ajudam a construir autoestima, a ir além das expectativas e canalizar esforços individuais para o bem do coletivo, mas o que se vê na prática é algo diferente.
Todas as empresas têm propósitos e objetivos a serem conquistados! Mas toda empresa é formada por pessoas e lidar com pessoas é algo complexo; o ser humano não vem com manual, não é um robô que simplesmente segue regras e procedimentos.
Muitas pessoas têm curiosidade e vontade de investir em ações, mas não vão adiante pelo medo de perder a quantia aplicada. Há um mito em torno dessa questão, afinal, há sim riscos, contudo, com o embasamento adequado, é possível investir de forma segura.
Quais são seus pontos fortes? E suas fraquezas ou pontos a serem melhorados? Que oportunidades você pode aproveitar suas forças para alcançar seus objetivos? Que ameaças existem pelas suas fraquezas e que podem impedir você de atingir seus objetivos?
A vontade de desistir das coisas, do trabalho, da rotina é comum e afeta todas as pessoas. Em ambientes estressantes, como os de TI, isso às vezes consome os pensamentos e drena qualquer tipo de proatividade em nossas carreiras e vidas. Pensa em desistir?
Essa expressão, na forma de metáfora, poderia ser utilizada por um Coach e seu cliente quando, enfim, ficam mais claros os caminhos que podem levar o árduo trabalho de Coaching a alcançar as metas desejadas.
“O primeiro passo não nos leva para onde queremos ir, mas nos tira do lugar onde estamos”. Você já pensou que as frases motivacionais podem ser simplesmente um amontoado de palavras se não forem seguidas de atitude?
Como o adolescente de hoje, super conectado com o digital, lida com a faculdade? Pergunte a um aluno do ensino médio qual faculdade ele quer fazer. Ele responderá com base no desejo profissional e não no desejo de conhecimento, a ideia original e principal da faculdade.
A baixa qualificação dos profissionais da área médica e o custo dos medicamentos tornam a saúde um privilégio acessível a poucos, ou seja, a saúde não é definitivamente um bem público ao alcance da população. A conclusão é una: simplesmente, não há o direito de se ficar doente...
Sempre que pensamos em trabalhar numa cultura diferente da nossa, nos envolvemos com o sentimento de incerteza. E muitas vezes vemos que as diferenças culturais nas organizações, são usadas como desculpa para falta de ação.