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Tome as melhores decisões em qualquer situação

Enquanto nos aproximamos do fim do terceiro mês da pandemia do coronavírus, somos invadidos por uma série de preocupações. Como tomar as melhores decisões?

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Como tomar as melhores decisões em qualquer situação?

Estamos vivendo uma intensa crise, tanto você, quanto eu, acompanhamos o que está acontecendo no Brasil e no mundo sobre a Covid-19. Riscos a que estamos submetidos, se estamos ou não em grupos de risco, número de infectados e mortos. Tratamentos, informações sobre os medicamentos e vacinas, quais as cidades mais infectadas e as que já estão saindo do surto. E a tentativa infrutífera de separar as informações reais e as fake news ou factoides.

Infelizmente, no andar da carruagem, podemos concluir que muito se fala e pouco se sabe efetivamente sobre a doença causada pelo vírus e o seu impacto na vida social, emocional e econômica dos povos, em especial o brasileiro.

Enquanto nos aproximamos do fim do terceiro mês da pandemia do novo coronavírus, somos invadidos por uma série de preocupações. A instabilidade da economia e o consequente efeito da crise impactam diretamente na renda e os hábitos de consumo são proporcionalmente afetados. À medida que a pandemia avança, cresce a preocupação da população. No caso do Brasil, a situação política e econômica faz com que os índices sejam maiores que a média global. Somos confrontados com posições políticas e inclusive, candidatos e pretendentes a cargos políticos fazendo suas campanhas pessoais e partidárias e diversos especialistas da área da saúde.

Em meio a inúmeras mensagens, uma que, na sua simplicidade me fez parar e refletir, isenta de interesses, um médico pediatra neonatologia e intensivista, tendo trabalhado mais de 20 anos em UTI. Dr Jung Cekikang, brasileiro de origem coreana, conectado com vários profissionais do mundo inteiro, disse em uma live que falaria não como político, mas como médico sobre a situação do Brasil.

Abordou três temas vinculados ao coronavírus, cuja lógica me parece incontestável.

Primeiro: Sobre o Clima do Brasil.

Apesar do inverno que não chega a ser intenso, tendo, pela experiência que apenas em algumas regiões chega a menos de 10 graus centígrados e sua média é de tempo morno. Diz isso, porque o coronavírus se prolifera no frio e não no calor.

Diz também que há vários tipos de coronavírus, que provocam resfriados, gripes e até doenças caninas e gripes sazonais. Fazendo uma análise, os países que mais sofreram foram países frios, nesse sentido, favorecendo o Brasil pela sua localização geográfica.

Segundo: Sobre Mortalidade versus Realidade

Nos países com mais mortalidade havia questões de moradia, pessoas idosas e que, em verdade, efetivamente por coronavírus morreram 12% das pessoas. Outras pessoas morreram de outras doenças, tais como infarto, por exemplo. E, se havia alguma dúvida se a pessoa estava contaminada ou não, computava-se assim como sendo como coronavírus.

Terceiro: Sobre Medicamentos

O terceiro ponto levantado pelo Dr Jung, falava sobre medicamentos, dizendo que tem havido muitos casos de cura. Nesse caso, especialmente em pacientes vinculados a convênios médicos e grandes hospitais particulares relacionados aos medicamentos hidroxicloroquina, azitromicina e zinco.

Diz ele, finalmente, que o “monstro” não é tão feio como pintam e faz algumas sugestões:

Sair da bolha do medo propagado pelas emissoras de TV, jornais, com abordagens sobre quantidade de contaminados (com as respectivas mentiras e interesses nas informações), quantidade de covas abertas, estatísticas, provocando medo. O medo leva ao pânico, que por sua vez gera a depressão e a excessiva depressão faz com que as pessoas tenham reduzidas as suas imunidades e acabem ficando doentes na mente e no corpo. Sugere que as pessoas vejam menos TV e noticiários catastróficos.

Chama a atenção também para a alimentação, para as pessoas ingerirem mais frutas, tomar muito líquido e até brincou que quando pequeno sua avó dizia que um prato de comida ideal deveria ter 5 cores diferentes, sugerindo a ingestão de saladas, legumes, grãos e proteínas. Falou sobre a importância da reposição das vitaminas C e D e que as mães não devem esperar muito para levarem seus filhos ao médico e encaminharem assim que perceberem o início de sintomas. Propõe práticas saudáveis saindo do confinamento com segurança para caminhadas ao ar livre, exposição ao sol, além de uma recomendação final dizendo da importância de sermos mais otimistas focados no lado bom das coisas e situações e ressignificarmos nossos medos e pensamentos catastróficos.

Por isso, bom senso, uma boa dose de responsabilidade, evitar certos comportamentos que nos bloqueiam a ação podem ser mais úteis do que seguir fatos e opiniões sem comprovação cientifica e exageradas.

Baseado em minha experiência de trabalhar com comportamento humano e seus resultados, sugiro então algumas atitudes relacionadas a outros aspectos da vida para te fortalecer psíquica, emocional e intelectualmente:

  • Conecte-se com seu propósito de vida, suas crenças e valores;
  • Faça escolhas sobre aquilo que te dá prazer em fazer, alinhado com o seu propósito conferindo significado a suas realizações;
  • Realize uma pesquisa sobre o significado do seu nome, e isso pode te surpreender.

Fiz essa pesquisa e, para minha surpresa, meu nome apontou vários significados que me alegraram. E, mais do que isso, tem a ver comigo, com meu jeito de ser, com as minhas escolhas, tais como:

O nome Reinaldo – tem origem germânica e significa “o que governa mediante conselhos”, conselheiro, regulador, ponderado, astucioso, determinado, acredita que o segredo é saber viver. Além disso tem senso de justiça e sabe dar valor às pessoas. É versátil, independente e criativo, atencioso e apegado à família. Produtivo, eficiente, leal e confiável popular e comunicativo. É também animado, imaginativo, inteligente, sempre em busca de conhecimento e sabedoria, otimista, charmoso, amável e expressivo.

Gostei, claro, vendo tantos adjetivos qualificativos, alguns dos quais tenho a certeza de ser possuidor, outros nem tanto. De qualquer forma, não se iniba em tomar atitudes e decisões motivadas por um momento difícil, ou por crenças coletivas limitantes, disseminadas pelos meios de comunicação e formadores de opinião que não tem certeza absoluta das suas colocações. Viva de forma autêntica e plena. Seja feliz! E assim tomar as melhores decisões que te façam bem e te ajudem a praticar o bem para o maior número possível de pessoas.

Reinaldo Passadori
https://www.passadori.com.br/

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Reinaldo Passadori é fundador, palestrante e CEO da Passadori Educação e Comunicação, especialista em comunicação e mestre em neuromarketing pela FCU – Florida Christian University. É idealizador e apresentador do programa Comunicação Executiva, no qual promove entrevistas e debates do mundo corporativo. Com 33 anos de história formou mais de 100.000 pessoas na habilidade da comunicação verbal, não verbal e liderança. É Autor dos livros Comunicação Essencial, As 7 Dimensões da Comunicação Verbal, Media Training e Quem Não Comunica, Não Lidera.
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