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Sucesso é fazer os outros crescerem

Antes que você se torne um líder, o sucesso é seu próprio crescimento. Quando você se torna um líder, sucesso é fazer os outros crescerem.

Sucesso é fazer os outros crescerem

Sucesso é fazer os outros crescerem

Hoje não poderia deixar de falar sobre John Francis Welch Jr. Popularmente conhecido como Jack Welch, filho único, nasceu em 1935 em Peabody, mas foi criado em Salem, Massachusetts. Aficionado por esportes quando criança atribui às lições que aprendeu em um local chamado The Pit – uma área nos arredores de sua casa que fazia às vezes de parque – suas primeiras habilidades de liderança.

Frequentou a Universidade de Massachusetts, onde cursou engenharia química. Em seguida, recebeu o título de mestre e doutor, na mesma área de atuação, pela Universidade de Illinois (KRAMES, 2002). Em 1999, a Fortune o nomeou “Gerente do século”, e o Financial Times o escolheu como um dos três líderes empresariais mais admirados do mundo. O executivo Jack Welch, que comandou a General Electric nas décadas de 1980 e 1990, morreu aos 84 anos no dia 1º de Março de 2020.

Acredito que todos devem conhecê-lo pelos seus feitos e suas glórias. Não é meu intuito ficar escrevendo muito sobre o mesmo, mas sim, fazer com que aqueles que “não o conhecem” fiquem curiosos e procurem conhecer um pouco mais sobre ele e suas obras.

Sob o comando de Welch, a GE se tornou a maior empresa de capital aberto dos Estados Unidos, com o valor de mercado da companhia saltando de US$ 12 bilhões para US$ 410 bilhões. Welch ficou conhecido por cortar milhares de empregos, e comprou e vendeu uma série de negócios dentro da GE, expandindo o gigante industrial para os serviços financeiros e de consultoria.

Jack Welch, durante os 20 anos que permaneceu à frente da multinacional General Electric (GE), ficou marcado por um estilo de liderança singular e que, embora contestado por determinadas atitudes, se tornou referência para muitos líderes, sobretudo em razão dos resultados obtidos, tendo suas práticas compartilhadas e reproduzidas até os dias de hoje. Todavia, de acordo com Grinberg (2012), há quem diga que um verdadeiro líder servidor jamais faria o que Jack Welch fazia. Afinal, o líder servidor sempre coloca os colaboradores acima de qualquer coisa.

O ESTILO JACK WELCH DE LIDERANÇA

O líder servidor e a liderança servidora

Certa vez, Albert Einstein proferiu: “se você não sabe explicar com simplicidade, é porque não compreendeu bem”. Essa velha máxima pode-se dizer que tem grande valia quando o assunto é conceituar ‘líder’ e ‘liderança’, duas expressões que já foram definidas das mais variadas formas e contextos, mas que podem ser simplesmente elucidadas a partir das suas origens. Para Covey (O Oitavo hábito da Eficácia à grandeza, 2005, p.96), “liderar é comunicar às pessoas seu valor e seu potencial de forma tão clara que elas acabem por vê-los em si mesmas”. Enquanto que para Hunter (O Monge e o Executivo, 2014, p.71) “liderar é servir”. O autor ainda complementa com a seguinte citação de Jesus Cristo: “qualquer um que queira ser um líder entre vocês deve primeiro ser o servidor. Se você optar por liderar, deve servir” (Como se tornar um líder servidor, 2006, p.40).

Ainda que liderança servidora não possa ser considerada um assunto inovador, em tempos de mudanças no mundo corporativo somado às novas características do colaborador do século XXI, parece estar ganhando cada vez mais notoriedade. Afinal, o líder que supervisionava o cumprimento das ordens e regras definidas pela alta cúpula agora passa a ser um servidor, uma ponte que facilita o alcance dos objetivos e procedimentos traçados.

A Regra 20 70 10

De acordo com Jack Welch, a regra 20 70 10 representa a curva de vitalidade da empresa, sobre a qual se constrói o processo de meritocracia como uma forma que pode impactar nos resultados do seu negócio, através do desenvolvimento das pessoas, baseada no princípio…

  • Premiar (os 20% melhores);
  • Manter (os 70% que compõem a média);
  • Demitir (os 10% de pior desempenho). 

Na sua essência, este referencial traduz-se na variedade de abordagens pelas quais a aprendizagem ocorre:

  • 70% de aprendizagem pela prática e pela experiência (prática on the job e experimentação);
  • 20% de aprendizagem relacional(interação, partilha e reflexão conjunta);
  • 10% de aprendizagem formal(cursos de formação em sala, workshops, e-learning).
Fonte: Caput Consultoria

Sugiro que procurem as várias obras de Jack Welch. Um dos livros que eu mais gosto é PAIXÃO POR VENCER. Lá ele cita várias orientações assim como:

  • Os verdadeiros agentes de mudança representam menos de 10% de todas as pessoas de negócios. Elas têm coragem e certo destemor em relação ao desconhecido;
  • Estratégia significa fazer escolhas claras de como competir, tenha o foco bem definido;
  • Nunca desista quando as coisas não estiverem a seu favor;
  • Comemore! Os líderes sempre comemoram suas vitórias.

Então o que é sucesso?

“Antes que você se torne um líder, o sucesso é seu próprio crescimento. Quando você se torna um líder, sucesso é fazer os outros crescerem”, escreveu Welch em seu livro “Paixão por Vencer”. 

Até o próximo encontro!

Elizabeth Kassis
Coluna Tudo Azul

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Elizabeth Kassis é Engenheira de Produção com pós-graduação em Varejo, Administração Financeira e Orçamentária e Desenvolvimento Empresarial. Possui Especialização em Formação de Líderes, Consultores e Facilitadores. Certificada no Instrumento MBTI Step I e II. É Empresária e consultora que atua com desenvolvimento de pessoas e organizações. Atuou como Executiva no mercado financeiro (ABN REAL, Santander, Bank Boston, Nacional e Banco Francês e Brasileiro). Líder e agregadora, focada em resultados. Conviveu em ambientes multiculturais, competitivos, inovadores e globais. Atuou durante 6 anos como Conselheira Consultiva do Banco de Investimentos LLA ANDBANK. Trabalha com Mentoring, é Professora e Palestrante.
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