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Saúde Mental PATERNA: Por que os homens vivem menos?

Seriam as mulheres mais fortes? Apresentam mais fortemente a capacidade de extravasar? Colocam mais em prática sua inteligência, ou especialmente, sua intuição?

Saúde Mental PATERNA: Por que os homens vivem menos?

Saúde Mental PATERNA: Por que os homens vivem menos?

Sendo você um pai ou pretendente a essa majestosa posição, representar a figura paterna é um presente que traz consigo preciosos desafios, algumas não quiseram, outros não puderam, outros adotaram e outros simplesmente se dedicaram e criaram seus filhos independentemente do fator biológico.

PAI, uma palavra que ressoa na vida, e que inspira VIDA.

Em meio a tantas turbulências em que somos exigidos ao máximo e no limite. Há uma pergunta a fazer? Quanto tudo isso tem custado às relações e emoções?

Ser uma fortaleza pode custar muito caro aos homens, especialmente aos pais provedores de família, ou aqueles que abraçam fortemente este papel, essa responsabilidade.

Quantas crenças se cristalizaram e impactaram a vida de muitos filhos, hoje pais e avós, quanto te custou abdicar de seus sonhos para atender uma exigência ou visão de um pai?  O quanto te custou não ser aceito do jeito que você é? O quanto sua vida e carreira foram impactadas por uma visão equivocada ou limitada do pai? O quanto isso te aproximou ou te afastou daquilo que você sonhou ser? O quanto os pais tomaram e tomam decisões pelos filhos? O quanto foi desafiador ter um pai como referência na vida ou na carreira? Que tipo de pressão já “nasceu” contigo? O que isso significou? Será que tenho que ser como meu pai? O que o mundo espera de mim? Todas essas perguntas povoaram a mente de muitos filhos, hoje pais ou avós, sobretudo, uma deixou de vir ou não foi estimulada pela paternidade ou pelos ambientes em família, O que quero de mim? Independentemente do que as pessoas que amam querem para mim ou de mim.

Não se trata apenas de perguntas, trata-se de crenças que são formadas ao longo da vida. Crenças a respeito de si mesmo, da família, sociedade e mundo. As quais podem ser limitantes ou impulsionadoras.

Quantos pais “morrem”, mesmo estando vivos? Seja por não exercitarem o perdão, pelos erros cometidos, por não compreenderem as escolhas ou natureza dos filhos, por não conseguirem estabelecer um vínculo afetivo etc.

Compartilho aqui um recorte da pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina UFMG em 16 de maio de 2019 “Por que os homens vivem menos?”

“…três em cada dez homens não têm o hábito de ir ao médico, segundo o Ministério da Saúde. E, de acordo com pesquisa do Centro de Referência em Saúde do Homem, mais da metade dos pacientes do sexo masculino só procura atendimento médico em casos de problemas de saúde avançados, o que pode resultar em um tratamento com mais dificuldades.”

Esses dados evidenciam um comportamento crucial na vida e saúde do homem, e isso se refere aos cuidados com a saúde, o que também representa um fator fundamental ligado à vulnerabilidade, ou seja, saber que precisa de ajudar e ter a iniciativa para.

Aos homens de plantão, vou utilizar uma metáfora, simples e básica, a prevenção sempre custará menos, a exemplo do que você faz com seu veículo, se não fizer manutenção qual aparecer um problema já comprometeu outras partes, no entanto, no caso do carro, simplesmente troca-se as peças, isso pode custar caro, no caso humano, pode custar a vida!

Corroborando essa pesquisa, em processos de mentorias com executivos e empresários as áreas da vida que aparecem com mais frequência com deficitárias são saúde e família e que normalmente são áreas de ponto de alavancagem, o que significa que são elas que vão restabelecer o equilíbrio para a vida.

Não é à toa que os números confirmam que homens morrem mais cedo do que as mulheres. Seriam elas realmente mais forte? Ou apresentam mais fortemente a capacidade de extravasar? Colocam mais em prática sua inteligência, ou especialmente, sua intuição?

Certamente o que torna o ser humano mais forte, não é a capacidade de aguentar a pressão, de apanhar da vida, e sim capacidade de absorver, de ressignificar, de ser resiliente, de deixar para trás aquilo que não serve e seguir, do desapegar das mágoas e ressentimentos, da capacidade de perdoar, especialmente a si mesmo.

Me refiro aqui ao ser humano saudável, e não o ser humano “forte”.

É preciso sabedoria para reconhecer limitações, e sobretudo, se permitir ser vulnerável, pedir ajuda e ter humildade para romper com os paradigmas do tempo.

Tudo isso também demostrado em um dos meus filmes favoritos, e que traz à tona as crenças que temos e impomos ao mundo dos filhos, crenças que transferimos, sejam elas boas ou ruins, limitamos o potencial do outro por conta daquilo que não conseguimos ou impulsionando por aquilo que conseguimos ou acreditamos conseguir. Notas de Rebeldia é genial, um verdadeiro teste de convicção sobre o que acreditamos a nosso próprio respeito.

Não se trata apenas de viver mais ou menos, mas viver com qualidade, saúde e equilíbrio.

Nascemos filho,  mas precisamos aprender a ser pai, isso faz parte do desenvolvimento humano e da evolução espiritual.

Por conta desse e outros questionamentos o time da Estação Liderança desenvolveu o “PAPO DE PAI” um Talk Show para que as empresas comemorarem o mês dos pais.

Aos interessados no PAPO DE PAI nos acione, CLIQUE AQUI.

Deixe aqui seus comentários, reflexões e críticas.

Escrito por um pai dedicado à construção evolutiva.

Até logo mais!

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre Saúde Mental PATERNA ou por que os homens vivem menos? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Beijo no coração e abraços!

Adilson Souza, PhD
Pai do Thiago (29), Liz (7) e Lui (5)
CEO e Fundador da Estação Liderança
https://estacaolideranca.com.br

Fonte: Faculdade de Medicina – UFMG

Confira também: Saúde Mental, Empatia, Traumas e a Sabedoria para Lidar com Tudo Isso!

 

Adilson Souza é pai de duas crianças e um adulto, marido e filho. Também é PhD pela Florida Christian University e tem mais de 30 anos de experiência e desenvolvimento do fator humano nas organizações. Como coaching e mentoring já atendeu mais de 1.000 empresários e executivos. É professor nos cursos de pós=graduação da ESPM, FGV, Florida Christian University e Ibmec. Realizou palestras e treinamento para mais de 350 mil pessoas no Brasil e exterior. Autor do livro Liderança e Espiritualidade: Humanizando as relações profissionais. CEO da Estação Liderança
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