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Saúde Mental não tem Geração, Idade ou Classe Social, somos todos Vulneráveis

Todos nós temos inquietações que habitam nossas mentes e pensamentos. E somos levados ao centro delas. Qual a sua principal inquietação?

Inquietações e Saúde Mental não têm Geração, Idade ou Classe Social!

Inquietações e Saúde Mental não tem Geração, Idade ou Classe Social, somos todos Vulneráveis!

Muito tem se falado dos desafios, do aumento da ansiedade e da vulnerabilidade que todos temos passado, da pressão ocasionada por tudo que estamos vivendo, das perdas de pessoas queridas, da proximidade dos riscos que corremos, seja pela saúde, pelos nossos postos de trabalho, pela mudança de padrão de vida, pela ausência de recursos ou de ausência de oportunidades.

Sobretudo, o mundo continua em sua tocada.

Somos levados ao centro de nossas inquietações, tenha você 5 ou 115 anos. E quando isso acontece, independentemente de sua classe social, geração ou idade, haverá questões para as quais buscamos respostas. Então, quais são as perguntas que ainda não foram respondidas por uma criança de 7 anos: “Quando esse bichinho for embora nós poderemos encontrar nossos amiguinhos e brincar com eles no parque?”. Esse bichinho é mesmo resistente, esse bichinho já nos prendeu por mais de 1 ano. Será que ele é forte mesmo ou isso tudo, criou uma condição de escancarar nossa fragilidade, ou seria apenas um reflexo de perguntas que não conseguimos responder?

Isso vai nos colocando numa zona de turbulência com baixa frequência, e quando essa frequência baixa, nossa energia vai junto e ficamos ainda mais suscetíveis às doenças. Já parou para pensar nisso?

“Como você está chegando aqui?”

Já te fizeram essa pergunta de forma genuína e com intenção de saber como você realmente está? Seja no trabalho, naquela reunião, na sala de aula, virtualmente ou presencialmente.

Pois é, provavelmente já deve ter ouvido essa pergunta de forma genuína ou como na maioria das vezes mais por uma questão de “educação” e “respeito”, não é mesmo? Mas seria respeitoso ou educado se não tivessem preparado para ouvir? Por parte das vezes as perguntas nos levam a um estado de autopercepção e consciência, o que aumentar de forma considerável nossas chances de promover as mudanças desejadas de estado.

Seria então, o não cuidado com a saúde mental um ponto de atenção e talvez o principal de tudo isso? Se tivéssemos cuidado disso estaríamos melhor?

Você já pensou quais são as perguntas que cada geração está fazendo?

“Uma geração é composta por indivíduos que vivenciaram eventos ou fatos históricos de grande relevância durante seu processo de socialização. Essa experiência comum gerou a oportunidade desses indivíduos processarem esses acontecimentos de formas semelhantes, moldando seus valores e forma de pensar ao longo da vida (MANNHEIM, 1993).”

Citado no artigo “A questão das gerações no campo da gestão de pessoas: tema emergente?” de autoria de Helena Talita Dante Cordeiro, Bárbara Beatriz Freitag, André Luiz Fischer, Lindolfo Galvão de Albuquerque. Publicado pela RECAPE Revista de Carreira e Pessoas.

Uma coisa é certa, cada geração elabora suas questões de forma particular que naturalmente é diferente da sua. E muitas vezes queremos ajudar o outro sem nos permite compreender o outro, especialmente neste quesito.

Você provavelmente saberia responder o que diferencia sua geração das demais, correto? Mas saberia responder o que nos iguala às demais gerações?

Para gerarmos sinergia entre as gerações precisamos primeiro nos aproximar e um facilitador para isso é a busca pelas semelhanças, pois acredite, sempre haverá algo em comum, e citarei duas delas, independentemente de sua idade ou geração, primeiro todos temos inquietações, segundo temos necessidade de aprender, e assim é a vida.

“As experiências comuns de indivíduos de idades semelhantes podem atuar como lentes através das quais esses eventos são interpretados por esses indivíduos. O tom da lente diferente entre gerações produzindo diferentes respostas aos estímulos de seus ambientes atuais (DENCKER, JOSHI, MARTOCCHIO, 2007).”

Citado no artigo “A questão das gerações no campo da gestão de pessoas: tema emergente?” de autoria de Helena Talita Dante Cordeiro, Bárbara Beatriz Freitag, André Luiz Fischer, Lindolfo Galvão de Albuquerque. Publicado pela RECAPE Revista de Carreira e Pessoas.

Há uma questão pouco abordada, que diz respeito à demografia.

“A geração, por ser um atributo demográfico, pode ser usada para categorizar os indivíduos e tem importância nas decisões, comportamentos e ações das pessoas porque elas as utilizam como base de comparação social (LAWRENCE, TOLBERT, 2007).”

Citado no artigo “A questão das gerações no campo da gestão de pessoas: tema emergente?” de autoria de Helena Talita Dante Cordeiro, Bárbara Beatriz Freitag, André Luiz Fischer, Lindolfo Galvão de Albuquerque. Publicado pela RECAPE Revista de Carreira e Pessoas.

“Diferenças demográficas entre supervisores e subordinados, por exemplo, influenciam atitudes, comportamentos e desempenho no trabalho e quando essas características são diferentes dos padrões podem emergir problemas organizacionais (Collins; Hair; Rocco, 2009).”

Citado no artigo “A questão das gerações no campo da gestão de pessoas: tema emergente?” de autoria de Helena Talita Dante Cordeiro, Bárbara Beatriz Freitag, André Luiz Fischer, Lindolfo Galvão de Albuquerque. Publicado pela RECAPE Revista de Carreira e Pessoas.

Isso não sabemos, mas o que sabemos que há inquietações que habitam nossas mentes e pensamentos.

Não é por acaso que houve aumento em casos de depressão durante esse período, conforme aponta estudo relatado pela CNN:

“Um estudo feito pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) apontou que os casos de depressão praticamente dobraram desde o início da quarentena. Entre março e abril, dados coletados online indicam que o percentual de pessoas com depressão saltou de 4,2% para 8,0%, enquanto para os quadros de ansiedade o índice foi de 8,7% para 14,9%.”

Tenho percebido o quanto meus amigos psicólogos, psiquiatras, pedagogos, terapeutas e geriatras tem trabalhado ainda mais nesses tempos e como têm contribuído com seus conhecimentos para milhões de pessoas no mundo.

Em disciplina que leciono no Master de Comunicação Transmidia na ESPM sobre Gestão da Comunicação para diferentes gerações, tenho colocado como questão chave a compreensão das causas dos conflitos, assim como, as estratégias para resolução de conflitos.

E de acordo com Berg (2012, p.18),

“O conflito nos tempos atuais é inevitável e sempre evidente. Entretanto, compreendê-lo, e saber lidar com ele, é fundamental para o seu sucesso pessoal e profissional”.

Citado no Artigo publicado no site do CRA de autoria de Taise Lemos Friedrich e Mara A. Lissarassa Weber.

Imagine você, se houvesse um espaço promovendo troca de experiências entre mães de diferentes gerações. Quantas mães, e também avós que além de estarem no mercado de trabalho também contribuíram no cuidar dos netos? Quantas crenças e paradigmas tiveram que ser refeitos para evoluirmos enquanto sociedade, pessoa, mãe, avó e profissionalmente.

Isto te parece interessante? Pois é, a Estação Liderança promove esse laboratório, MÃE Lab, em empresas para além do bem-estar e da produtividade. O objetivo é ressignificar os valores do papel da mãe profissional através dos tempos e gerações, assim como, integrar os valores pessoais ao papel profissional.

Para aqueles que já me conhecem, sabe o quanto ouso trazer exemplos e vertentes diferentes e convergentes para desenvolver algumas temáticas. Sugeri aos nossos alunos do Master de Comunicação Empresarial Transmídia, como atividade complementar, a leitura do Capítulo 2 “INSTANTES QUE CONTÊM TUDO” do livro de Sérgio VILAS-BOAS, A superfície sobre nós: romance.

Inquietações e Saúde Mental não têm Geração, Idade ou Classe Social!

Trata-se de uma história, evidentemente com inquietações vividas por diferentes gerações. Que é a tônica deste artigo. E já que chegou até aqui, preciso de sua colaboração.

Você pode perguntar para alguém nas respectivas faixas etárias e compartilhar nos comentários (não se faz necessário indicar o nome da pessoa e sim a geração e a inquietação):

Qual sua principal inquietação?

“Inquietação é aquilo que ele observa em si próprio ou no mundo que o incomoda, e que muitas vezes até tira o sono.”

  1. Mais de 77 anos (Veteranos);
  2. De 51 a 76 anos (Baby boomers);
  3. De 41 a 60 anos (Geração X);
  4. D 21 a 40 anos (Geração Y Milleniums);
  5. Menos de 21 anos (Geração Z).

Se você preferir, e acreditar que isso não vai gerar nenhum desconforto, marque essa pessoa no post fazendo a pergunta e qual das faixas em se encontra.

Uma outra opção é acessar ou compartilhar esse link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeRYDfC0Z0A2VLDCcr9A5FNEOYqk89vxbr1Hjwum285uNu2ng/viewform?usp=sf_link

Você também pode marcar os profissionais que lidam diretamente com essas questões, a exemplo de psicólogos, psicoterapeutas, psiquiatras etc.

Estarei feliz com suas contribuições, comentários e considerações, inclusive as críticas.

Meu objetivo com esse material não é conclusivo e sim de abertura para diálogos e cocriação para evoluirmos nessas temáticas.

Que em breve tenhamos oportunidade para um café e mais troca de experiências.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre saúde mental e as inquietações da mente? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Grato pelo seu tempo e atenção!

Beijo no coração e abraços!

Adilson Souza, PhD
CEO e Fundador da Estação Liderança
https://estacaolideranca.com.br

Confira também: 10 Perguntas que Enlouquecem Qualquer Pessoa

 

Adilson Souza é pai de duas crianças e um adulto, marido e filho. Também é PhD pela Florida Christian University e tem mais de 30 anos de experiência e desenvolvimento do fator humano nas organizações. Como coaching e mentoring já atendeu mais de 1.000 empresários e executivos. É professor nos cursos de pós=graduação da ESPM, FGV, Florida Christian University e Ibmec. Realizou palestras e treinamento para mais de 350 mil pessoas no Brasil e exterior. Autor do livro Liderança e Espiritualidade: Humanizando as relações profissionais. CEO da Estação Liderança
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