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Reter talentos, não. Preservá-los, sim

Há empresas que dedicam esforços às pessoas talentosas que entregam com amor e compromisso aquilo que é pedido. Assim, elas não permanecem retidas, mas, acolhidas e preservadas junto...

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Procurei contextualizar no texto anterior alguns usos da linguagem. Quando considerado o viver organizacional: ela é vista como uma ferramenta que promove a comunicação e as metodologias de interação e relacionamento entre os colaboradores.

Por meio dela: crenças, valores e o estatuto vigente podem ser vivenciados e exemplificados por aqueles que já incorporaram – ao longo do tempo – aquilo que é essencial e que governa os comportamentos da organização.

Nesta direção, há empresas que dedicam esforços às pessoas talentosas que entregam com amor e compromisso aquilo que é pedido. Assim, elas não permanecem guardadas/retidas, mas, acolhidas e preservadas junto às suas escolhas.

Como viabilizar uma filosofia à preservação da pessoa-profissional? Quais são as alternativas, as boas práticas que propiciam a humanização das relações nesse viver? Essas perguntas nos movem à capacidade observacional da organização.

Esta capacidade é desenvolvida quando é aceita e praticada a escuta da natureza organizacional; momento este que se percebe como a empresa funciona. Essas ações ocorrem via quatro valores que admitem o autoconhecimento daquilo que é interno e externo à empresa: social, econômico, ambiental e espiritual.

Com a observação a si, ela consegue ir ao encontro daquele que lhe é muito importante e vive a tomada da consciência colaborativa; esta permite que novos talentos sejam descobertos e outros já existentes sejam amplificados.

Pessoas-profissionais são então reconhecidas como colaboradores humanizados e não apenas colocadas em situações de replicações de afazeres não-humanos; estes, já visivelmente realizados por  máquinas com a eficiência necessária.

A preservação do talento humano é meio para que se ampliem os olhares a tudo aquilo que a organização constrói e contribui: a si, ao redor e àqueles que escolheram ser/estar naquele conviver. Esses caminhos propiciam bases aos valores ora mencionados e nos levam – naturalmente – aos assuntos: educação organizacional, economia compartilhada e consumo colaborativo.

Leandro Alves da Silva é Gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional na First Peopleware e atua desde 2011 em Coaching-Mentoring-Counseling, palestras e treinamentos customizados. Doutor em Educação pela FEUSP e Master Coach pelo BCI.
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Leandro Alves da Silva é Gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional na First Peopleware e atua desde 2011 em Coaching-Mentoring-Counseling, palestras e treinamentos customizados. Doutor em Educação pela FEUSP e Master Coach pelo BCI.
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